Capítulo 463
Leira franziu a testa profundamente.
Se fosse antes, certamente teria respondido a YiYi imediatamente, que ro que nao.
Mas agora...
Olhando para aquele conjunto de fotos.
Eles nao apenas pareciam adequados, mas eram umabinagao perfeita, um casal ideal.
nao conseguia ter certeza da resposta.
Mas...
olhou para YiYi, uma crianga tao pequena, vendo de repente na inte que sua mae havia se casado um estranho.
Ele provavelmente estava preocupado e assustado, certo?
Leira tentou entender e, gentilmente, abracou YiYi, dizendo carinho e amor: “YiYi, nado importa quem mamae se case
no futuro, YiYi e Lynn sao sempre o mais importante para , entao nao precisa se preocupar, ta bom? A vovo Leira sempre
sera 0 seu porto seguro!”
YiYi olhou para Leira.
Uma crianga tao nova, extremamente inteligente em termos de conhecimento, mas ainda nao taopreensiva
emocionalmente. Ele nao sabia por que estava tao inquieto.
Por que queria tanto ouvir alguma resposta das outras pessoas.
Foi so depois das pvras tranquilizadoras de Leira que YiYiegou apreender vagamente.
Ele... estava preocupado que a mamae nao quisesse mais ele e a irmazinha?
YiYi nao falou.Books Chapters Are Daily Updated Join & Stay Updated for All Books Updates...
Apenas se aconchegou no abrago de Leira.
Sentindo uma pequena e indescritivel magoa.
“Mas...”
Nesse momento, Leira mudou de assunto abruptamente.
Soltou Lynn e pegou o celr novamente, abrindo uma foto e ampliando: “YiYi, vocé ajuda a Vovo Leira a ver, essa silhueta, 6 a
sua madrinha, nao 6?”
YiYi inclinou a cabecinha e se aproximou para olhar.
Rapidamente.
Um idoso e uma crianga, em total sintonia.
Era a madrinha!
Israel nao tinha intengao de esconder seus passos, entao nao foi dificil encontra-lo.
Leticia dirigiu até um templo antigo.
No meio do estacionamento, havia uma arvore antiga e exberante.
Leticia estava furiosa, mas quando saiu do carro, o vento bngou os galhos da arvore, produzindo um som que era
reconfortante.
ja tinha visitado esse templo antes.
Antes de Sra. Ferreira ficarpletamente confusa, quando Israel estava ocupado, o havia panhado Sra. Ferreira
uma vez.
ficou embaixo da arvore e, ao olhar para cima, foi reconhecida por um monge idoso.
“Faz muito tempo, senhora.” O monge cumprimentou-a primeiro.
Leticia se virou, reconhecendo o monge quem a senhora havia tomado cha e conversado por um bom tempo naquele dia.
“Mestre, faz tempo que nao nos
vemos.” Leticia a egor yor g Vi)
heeding
cabega mprimento. The
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“O memorial de Sra. Ferreira fica ali.” O monge apontou para 0do sul.
“Obrigada.”
Leticia agradeceu e estava pronta para sair.
nao tinha tempo para conversas
hoje, estava ali rayontrontal
Israel. THe@otitent ison
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Chegando ao memorial.
Além de dois jovens monges, Leticia nao viu Israel.
“Sr. Ferreira foi para a s de refeigdes.” Um dos novigos respondeu.
Leticia acenou a cabega.Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g!
olhou para a fotografia gentil e sorridente de Sra. Ferreira.
pegou trés incensos e os
acendeu, dizendo em seu coragag:
“Senhora Tishavai Neftdrvar ua
pBrrinds Bo é culpa da Tisha, é que
seuo Israel passou dos limites.
Peco que me perdoe.” The content is
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