Capítulo 386
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“Apressem-se, terminem isso logo, há outro caso de queda grave nas proximidades que precisamos
atender!” o motorista pressionava.
Os médicos e enfermeiros corriam, carregando Israel em dire??o à ambulancia.
Israel segurava a m?o de Letícia firmemente.
, passiva, seguia em frente, entrava na ambulancia e, uma express?o de desanimo, indo em
dire??o ao hospital ao som da sirene.
Na ambulancia, o médico fez uma avalia??o rápida de Israel.
N?o encontrou nada grave.
“A cabe?a ainda precisa de uma ressonancia magnética,” disse o médico.
Letícia acenou a cabe?a.
Pegou o celr e ligou para ra.
“Chelsea!”
ra atendeu imediatamente.
“Primeiro, eu n?o sou esposa dele, mal o conhe?o, é absurdo!” Letícia expressou sua impaciência.
O médico e a enfermeira olharam para .
Letícia, sem express?o, disse: “Preparem-se para a reuni?oo sempre. Se eu n?o conseguir voltar
a tempo, vou me conectar por vídeo.”
“Tudo bem,” ra respondeu, decidida.
Letícia desligou o telefone.
Tentou retirar sua m?o.
Mas n?o conseguiu.
N?o deveria ter chamado uma ambulancia.
deveria ter enfiado Israel no carro e o levado para algum lugar deserto, e lá, deveria ter cortado
aqu m?o que a segurava.
Logo, Israel foi levado ao hospital.
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O hospital público, sempre lotado, n?o separava a um particr.
Israel foi colocado em uma s de emergência, à espera da ressonancia magnética.
Depois que os profissionais de saúde saíram, Letícia deu umas palmadinhas no dorso da m?o dele:
“Israel, eu n?o vou embora. Solta a minha m?o, está doendo.”
Israel abriu os olhos, olhos avermelhados cheios de uma mágoa ipreensível para Letícia.
“N?o me engane,” ele falou, uma voz cheia de mágoa.
“Senhor Ferreira, apesar de eu realmente n?o gostar do senhor, n?o sou capaz de deixá-lo aqui
sozinho,” disse Letícia, baixando os olhos e tentando puxar a m?o mais uma vez.
Desta vez, Israel a soltou.Books Chapters Are Daily Updated Join & Stay Updated for All Books
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retirou a m?o e pegou um len?o umedecido do pacote, franzindo a testa enquanto limpava o
sangue de Israel.
“N?o gosta mesmo de mim?” Israel perguntou baixinho.
Letícia n?o olhou para ele: “Senhor Ferreira, se você fosse perseguido por um louco, um stalker, você
gostaria dele?”
Israel franziu a testa, seus olhos ficaram ainda mais vermelhos.
Ele fixou o olhar em Letícia, cheio de emo??es inescrutáveis.
Por fim, ele permaneceu em silêncio, sem dizer uma pvra.
Sua m?o pressionava o est?mago, e ele abaixava os olhos.
Letícia olhou para a m?o dele e ponderou por um momento: “Senhor Ferreira, quer que eu chame
alguém para vir te ajudar?”
“N?o há ninguém para chamar,” respondeu Israel friamente. “Eu estou separado da família Ferreira.”
“E o seu assistente? Sua secretária?” perguntou Letícia.
“N?o preciso deles aqui, seria um inc?modo,” disse Israel, uma express?o severa.
Letíciambeu seus lábios secos: “Entendi.”
pegou o celr.
Israel olhou para : “Entendeu o quê?”
Letícia girou o celr para ele ver a t, que mostrava o nome Sra. Perez.
“Estou chamando a Sra. Perez para vir.”
“Letícia Fernandes!”
Israel de repente se levantou e arrancou o celr d um movimento brusco, a raiva finalmente
trouxe um pouco de cor ao seu rosto pálido. “Israel, me devolve o celr!”
Letícia também se levantou rapidamente.
Mas no segundo seguinte.
Israel de repente se contorceu de dor, segurando o est?mago e encolhendo o corpoo um
camar?o.
“Você……” Letícia ficou meio perplexa.
Mesmo tomado p dor, ele ainda segurava firmemente o celr d.
Esse cara era realmente impressionante.