Capítulo 354
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Após fechar a porta, YiYi lentamente abriu os olhos.
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Piscou algumas vezes, refletindo por um momento.
Pensou consigo mesmo que a m?e certamente havia se deparado algum problema…
Letícia parou na porta do quarto das crian?as, hesitou e, sem voltar ao seu quarto, foi até a adega.
Acabara de abrir uma garrafa de vinho quando um telefonema chegou, informando sobre a situa??o
da família Mendoza.
Letícia desligou o telefone.
estava irritada.
Para , lidar aqu situa??o seria fácil, mas por que Israel estava se intrometendo?
O problema n?o era pequeno.
Aqueles que seguiam Israel certamente ficariam sabendo.
E isso incluiria Sara.
Letícia n?o queria ter mais nada a ver Israel ou Sara, e muito menos reviver velhas disputas.
Mas, a interven??o de Israel naqu noite, sabia que n?o poderia escapar.
Irritada, Letícia encheu um copo de vinho e o tomou de um gole só.
Assim que terminou, o telefonee?ou a vibrar insistentemente.
Era um número desconhecido.
Contudo…
Aqu sequência de números estava gravada em sua mente.
Cinco anos se passaram, e n?o havia esquecido.
Quando o toque estava prestes a terminar, Letícia atendeu.
Sua voz era distante e fria: “Quem é?”
Houve um breve silêncio do outrodo da linha: “Srta. Banes, aqui é Israel.”
“Senhor Ferreira, acredito que deixei as coisas bem ras na festa hoje,” Letícia respondeu sem
rodeios.
“Me desculpe, eu realmente agi por impulso,” a voz de Israel era sempre agradável, “A Srta. Banes
realmente se parece muito a minha falecida noiva.”
Noiva?
Quando foi isso?
Esse sujeito acha que pode inventar histórias depois que alguém morre? “Ent?o, Senhor Ferreira, já
se acalmou?” perguntou Letícia.
Do outrodo da linha, veio um riso suave e resignado: “Sim, estou mais calmo.”
“Que bom,” respondeu Letícia.
“Srta. Banes, eu gostaria de me desculpar pelo que aconteceu esta noite e convidá para jantar,
como um pedido de desculpas,” Israel continuou.
Jantar? Ele só pode estar brincando.
“Senhor Ferreira, n?o se preocupe,” Letícia falou um tom neutro: “Minha empresa recentemente
teve umapeti??oercial a Concha Capital. Acho melhor n?o nos encontrarmos
pessoalmente. Agrade?o sua considera??o.”
“Entendo…”
A voz de Israel transparecia arrependimento.
“Tenho mais o que fazer, vou desligar agora,” disse Letícia, e sem esperar por uma resposta, encerrou
a chamada.
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Na varanda do apartamento.
Israel estava de pé, um cigarro quase no fim preso entre seus dedos longos.
Ele soltou um suspiro profundo.
Apagou o cigarro e voltou para a s de estar.
No sofá, sua colcha estava arrumada.
Depois de uma passada no banheiro, Israel se aconchegou no sofá, desbloqueou o celr inúmeras
vezes e olhou para o novo número salvo.
Ele resistiu à tenta??o de ligar várias vezes. Desta vez, ele teria que ser paciente.
Atraí para mais perto e ent?o agarrá firmemente, para que n?o tivesse para onde fugir.
Letícia, por instinto, pensou em adicionar o número de Israel à lista negra.
Mas…
“Isso n?o é um pouco óbvio demais??” pensou sobre o estranho quem tinha apenas um
encontro casual.
Afinal, era alguém quem poderia se deparar a qualquer momento no mundo dos negócios.
Qual foi o motivo de Letícia ter bloqueado ele?
Letícia decidiu simplesmente apagar o registro de chamadas.
Serviu-se de mais uma dose.
Tomou duas ta?as.
Letíciae?ava a sentir-se embriagada.
Seus dedos pressionaram for?a contra a t do celr.
Xingou: “Israel, você é um eterno insatisfeito, sempre insatisfeito o que tem!”