Capítulo 347
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Rebeca voltou e se deparou sua avó apresentando Estr aos convidados grande orgulho.
Mais uma vez, estava rangendo os dentes de raiva.Naquele momento, olhou ao redor do sal?o
e seus olhos finalmente se fixaram numcriado que carregava uma bandeja de champanhe.
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Eles trocaram um olhar rápido epreensivo.
O criado assentiu e dirigiu-se para onde estava Letícia.
Rebeca cruzou os bra?os, determinada a brilhar em seu território: “Vamos ver se vai conseguir se
destacar aqui sem a minha permiss?o”, pensou.
Por causa da Dona Mendoza.
Letícia foi for?ada a ficar a se posicionar à frente da multid?o.
Os olhares cheios de emo??es diversas a examinavam por todos osdos.
Entre eles, havia um olhar particrmente prante
Sentindo isso, Letícia ficou instintivamente desconfortável e distraída.
Aproveitando esse momento de distra??o, o criado disfar?ado de repente esbarrou n.
Houve exma??es de surpresa ao redor.
Até a Dona Mendoza, que estava no palco discursando, ficou visivelmente preocupada.
Parecia que toda a champanhe da bandeja iria derramar sobre Letícia.
Uma m?o forte envolveu sua cintura e a puxou para trás for?a.
Os copos de champanhe se espatifaram no ch?o, e Letícia conseguiu evitar a maioria, mas um deles
ainda assim derramou sobre a sua m?o direita.
“Estr!”
Dona Mendoza correu para , levantando a saia do vestido, ramente preocupada.
Letícia olhou para o relógio cheio de diamantes no seu pulso direito.
sempre pensou que cinco anos era muito tempo.
Tempo suficiente para esquecer todas as marcas que aqu pessoa deixou n.
Mas…
O calor da m?o em sua cintura, o peitorgo, e o cheiro familiar, mas estranho.
No momento em que essas sensa??es a atingiram…
nem precisou de olhar para trás para saber quem era.
“Sra. Mendoza, estou bem, gra?as a este cavalheiro…” Letícia se virou e sorriu amigavelmente para
Israel: “Obrigada.”
Com isso…
tentou se afastar do abra?o de Israel.
Mas…
Israel n?o mostrou sinais de querer soltar sua cintura, pelo contrário, apertou um pouco mais.”De
nada,” disse Israel, olhando para Letícia calma.
“Desculpe! Desculpe! Meu pulso deu um tranco de repente, foi por isso que…” o gar?om, apressado e
vestido uniforme de servi?o se desculpou.Foi ent?o que Rebeca se aproximou.
“Por que está t?o nervoso? Estr é t?o boa pessoa que n?o vai criar problemas um pequeno
criado por causa de um vestido, n?o é?”
O olhar de Rebeca passou p m?o de Israel agarrada à cintura de Letícia.
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N?o era assim que tinha imaginado.
Estr deveria estar coberta de champanhe, totalmente envergonhada e desconfortável.
Como poderia ser assim?!
Como poderia estar nos bra?os do Israel?!
Agora que estava tudo bem, por que ainda estava agarrada a ele?!
Safada!
Sem vergonha!!!
“Temos um vestido de reserva no camarim lá em cima, Estr, venhaigo para trocar de roupa
primeiro”, disse Dona Mendoza.
“Sim,” Letícia assentiu e depois olhou para Israel: “Senhor Ferreira, a m?o…”
Israel a observava.
Seus olhos profundos cheios de emo??es fortes,o se estivesse prestes a engolir a mulher à sua
frente inteira.
“Desculpe.”
Com um tom sereno, Israel finalmente soltou Letícia.
Em seguida, seguiu Dona Mendoza para o andar de cima.
tinha os cabelos curtos na altura dos ombros, as costas finas descobertas, onde a delicadeza
de suas omotas se destacava, formando uma vis?o encantadora.
O olhar de Israel a seguiao se fosse uma marca de ferro em brasa, incessante.
Letícia podia sentir ramente.
Felizmente, ao subir as escadas e virar a esquina, a linha de vis?o também desapareceu.