Capítulo 338
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Dulcia deu um sobressalto e, instintivamente, olhou para trás.
viu a senhora angustiada, lutando para se levantar, estendendo a m?o em sua dire??o: “Tisha, volta!”
“Senhora, o Srta. Fernandes ainda está fora do país em uma viagem de negócios, ele voltará em
breve haha, vamos nos sentar e sentar ……”
Tisha?
Dulcia olhou para a anci?.
De repente, lembrou-se de quem era.
Essa era a velha senhora da família de Ferreira que era t?o poderosa na época que era quase igual a
Leira.
Inesperadamente, Lynn tinha um talento nato para encontrar parentes.
Depois de voltar ao país, encontrou um pai e agora uma bisavó.
Dulcian?ou um olharplicado em dire??o a Lynn.
Mas…
Dulcia olhou para o velho que estava sendo afastado.
Sra. Ferreira, provavelmente a única pessoa que a família de Ferreira já havia usado seu cora??o por
Letícia Fernandes, n?o era?
Caminhando para o fim da vida e ainda assim procurando por Tisha.
Letícia Fernandes mergulhou em um longo silêncio depois de ouvir o que Dulcia disse.
“Mam?e!”
Lynnvou as m?os e saiu correndo novamente.
Abra?ando a perna de Letícia Fernandes novamente, olhou para Letícia Fernandes fascinada.
“Lynn, a mam?e ouviu dizer que você tem contado histórias para as vovós no hospital?” Letícia
Fernandes perguntou, agachando-se.
“Sim!” Lynn assentiu a cabe?a. “A vovó está t?o sozinha, está quase partindo.”
Lynn já tinha visto a morte de alguns animais.
Letícia Fernandes também havia lhe dado uma boa educa??o sobre a morte.
Ent?o, sabia o que era morrer.
“Por que Lynn quis contar uma história para a vovó?” Letícia Fernandes acariciou seu rostinho.
“No colo da vovó tinha um livro de contos de fadas, o mesmo que a mam?e usa para contar histórias
pra Lynn antes de dormir. Lynn sabe todas as histórias, eo a vovó n?o pode ler, e Lynn tinha
tempo, decidiu contar para .” Lynn respondeu do?ura e seriedade.
Letícia Fernandes olhou para .
sorriu alegria.
Lynn tinha sidoo um pequeno sol desde que era uma garotinha.
Sempre calorosa, sempre querendo passar esse calor para os outros.
“Lynn é incrível.” Letícia Fernandes elogiou calorosamente.
Os olhos de Lynn brilharam: “se Lynn é t?o incrível, posso ter um presente?”
N?o erao se Lynn precisasse de presentes.
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quase nunca pedia nada.
“o que você quer?” Letícia Fernandes perguntou, curiosa.
“Um celr!” Lynn respondeu sem hesitar. “Com um celr, Lynn pode ligar para a mam?e a qualquer
hora.”
E o tio bonito!
“Na melhor das hipóteses, eu lheprarei um relógio de crian?a!” Dulcia cutucou a nuca de Lynn:
“Que tipo de crian?a de cinco anos tem um telefone celr!”
Lynn olhou para Dulcia ressentimento.
Madrinha malvada!
desviou o olhar, fazendo uma carinha de pena para Letícia Fernandes.
“Você ainda é muito pequena para ter um celr, pense em outra coisa?” Letícia Fernandes sugeriu
gentilmente.
Lynn baixou a cabe?a, desanimada.
sabia que acabaria assim ……
“Mam?e, vá trabalhar, eu vou convencer minha irm?.” YiYi veio por trás.
“Sim, obrigada, filho.” Letícia Fernandes acariciou a cabe?a de Lynn, deu algumas instru??es a Dulcia
e saiu.
Assim que se foi.
Lynn e Dulcia se enfrentaram.
Uma grande e uma pequena, uma alta e uma baixa, segurando seus bra?os e olhando uma para a
outra.
“Para que você quer um celr?” Dulcia perguntou.
Com a facilidade de entrar em contato a mam?e, por que n?o tinha pensado nisso antes?
“Lynn n?o vai lhe contar até que você esteja melhor!”
Lynn grunhiu, segurando os bra?os e girando a cabe?a teimosia.