Capítulo 291
Capítulo 291
Israel Ferreira observava, sem entender bem o que estava acontecendo.
De repente, em um momento de desaten??o.
Parecia que via a sombra de Letícia Fernandes n.
Quando encontrava algo gostoso paraer, seus olhos também brilhavam instantaneamente.
Uma dor súbita e inexplicávele?ou a apertar seu peito.
“Laura, lembre–se deste pato, eu também queroprar um para o meu irm?o experimentar!” A
pequena, que acabara de dizer que n?o estava se dando bem o irm?o, pensou nele primeiro,
antes mesmo de sua própria m?e, ao provar algo delicioso.
“Você tem um irm?o, Lynn?” perguntou Israel Ferreira.
“Tenho sim.” respondeu orgulho evidente.
Mas n?o disse mais nada.
O tio parecia ser uma boa pessoa, maso tinha acabado de conhecê–lo, n?o era certo fr sobre
os
assuntos de casa.
Sua bisavó havia lhe ensinado isso.
Em seguida, Israel Ferreira continuou oferecendo vários petiscos.
A meninaeu até ficar a barriguinha redonda e logoe?ou a bocejar, sono.
“Senhor, a senhorita está sono, devo levá de volta para casa…“, Laura falou mais uma vez.
Israel Ferreira olhou para : “Em qual camarote vocês est?o?”
“Era… chamado de ‘S de Lótus“!”
“Você sabe voltar?” perguntou Israel Ferreira.
Laura baixou a cabe?a, envergonhada.
“Eu os levarei até lá.” Israel Ferreira levantou–se, carregando a menina, fez um sinal para as pessoas
à mesa e seguiu em dire??o à saída.
“N?o… n?o é preciso!” Laura correu atrás dele.
A menina, por sua vez, estava confortável.
Deitada no ombro de Israel Ferreira, já havia adormecido profundamente.
Antes de chegarem ao camarote.
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Laura viu Jean Escobar.
“Senhor Escobar!” chamou rapidamente.
Jean Escobarn?ou um olhar para Israel Ferreira.
Quem faz negócios e n?o conhece Israel Ferreira?
Ele se aproximou.
Israel Ferreira, no entanto, n?o conhecia Jean Escobar.
“Onde vocês foram parar?” perguntou Jean Escobar, franzindo a testa.
“Eu… nós nos perdemos.” Laura murmurou.
“Senhor, obrigado p sua ajuda.” Jean Escobar falou, estendendo a m?o para pegar a menina.
Com a garotinha ausente do seu colo, o cora??o de Israel Ferreira também ficou vazio.“N?o foi
inc?modo, é muito fofa.” Israel Ferreira disse suavemente, olhando para a menina.
Jean Escobar deu um leve sorriso.
A menina, meio sonolenta, abriu os olhos: “Tio Jean …”
“Lynn, diga obrigada e tchau ao senhor.” Jean Escobar a bn?ou levemente.
A menina fez um esfor?o para se manter acordada.
Fez uma reverência para Israel Ferreira.
“Obrigada, tio. Tchau, tio!”
Israel Ferreira acenou a cabe?a sorrindo: “Tchau, Lynn.”
Logo após, Jean Escobar carregou a Lynn de volta.
Laura o seguiu.
Assim que chegaram a um lugar onde Israel Ferreira n?o podia mais ver, Dulcia correu até eles, pegou
a Lynn em seus bra?os e a abra?ou apertado.
Deus sabe o que sentiu ao procurar por s.
E ao ver Israel Ferreira segurando a Lynn.
Erao se o céu tivesse desabado.
“O que você estava fazendo?” segurando Lynn no carro, quem adormeceu profundamente.
Dulcia olhou para a Laura e, p primeira vez, perdeu a paciência.
Laura também n?o sabia o que tinha acontecido hoje.
nunca haviaetido esse tipo de erro antes.
“Eu n?o sei ler as pvras, peguei o caminho errado… A senhorita viu esse homem à tarde, ent?o…
fui cumprimentá–lo…”
“à tarde?” Dulcia ficou aterrorizada.
Essa era a segunda vez que se encontravam?
“Esse mesmo, o senhor que foi atingido p flor…”
Dulcia quase desmaiou.
Como poderia ser t?o coincidência!
Lynn tinha acabado de voltar e já encontrara Israel Ferreira!