Capítulo 285
Capítulo 285
Israel Ferreira foi provocado pelo olhar cauteloso daqu menina, e antes de desaparecer, n?o p?de
conter o riso.
Sara olhou surpresa.
E ent?o, de repente, entendeu.
Ele ainda devia estar preocupado o filho que Letícia Fernandes havia perdido.
Talvez… Israel Ferreira quisesse ter um filho.
A m?o de Sara pousou suavemente em seu próprio ventre e, em seguida, mordeu o lábio
for?a,o se tivesse tomado uma decis?o firme.
No quarto do hospital ortopédico.
Quando o amigo voltou abra?ando a pequenina, os dois, um grande e um pequeno, estavam
discutindo fervorasamente sobre por que o Tio Toni estava chorando!
Dulcia estava descascando uma ma?? para sua avó e, ao ouvir a discuss?o, ficou a testa
franzida.
“N?o se reconciliaram esta manh?? Por que est?o brigando de novo?” Dulcia olhou brevemente para
os dois.
A pequena,o uma pequena macaca, se soltou e correu para o colo de Dulcia, edo–a
intimidade. “Madrinha, o tio mau estava intimidando Laura, e eu estava protegendo . Aí n?o
entende e agora está colocando a culpa em mim, eu n?o quero mais ser amigo d!”
“Que tio mau?” Dulcia franziu a testa olhando paraLaura, uma express?o um tanto séria.
Laura encolheu o pesco?o: “é só um senhor que estava passando…”
n?o ousaria dizer que quase perdeu a menina.
“Por que o senhor que estava passando é um tio mau? Por que ele intimidou Laura?” Dulcia perguntou
pacientemente ao pequenino.
A m?e biológica da crian?a estava finalizando um projeto em Wall Street e em poucos dias chegaria à
Cidade Lu.
Se algo acontecesse sob seus cuidados…
Sua m?e a esfria viva!
A pequena pensou um pouco e olhou para Laura ansiosa: “Na verdade n?o é um homem mau, foi sem
querer que eu joguei uma florinha nele, e o senhor nem ficou bravo, até pegou e devolveu pra mim.”
Laura suspirou aliviada.
Na cama do hospital, a avó de Dulcia sorriu afetuosamente: “Lynn, você tomou bastante sol hoje?”
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A avó ainda estava bastante saudável para a idade.
Nessa idade, ainda dava aso professora convidada na universidade.
Alguns dias atrás, por azar, escorregou em uma casca de banana e quebrou a perna, e foi por isso
que acabou no hospital.
Quando Dulcia soube, retornou às pressas para casa.
E ainda trouxe uma menina doce para animar sua avó.
Sem exagero.
Desde que nasceu, Lynn ser humano era adorada por todos.
Doce e meiga, sempre muito razoável.
Quando abre a boca, encanta a todos. Leira a mimavao um tesouro precioso.
“Sim!”
Os olhos grandes da Lynn brilhavam olhando para a avó, e assentiu vigorosamente.
“Ai, que fofura!” A avó estavapletamente encantada. “Dulcia, dá uma ma?? para o nosso tesouro
comer!”
Dulcia: “…”
olhou para sua afilhada e, sem conseguir resistir, sorriu carinhosamente, cortando cuidadosamente
um peda?o de ma?? e espetando–o um palito para dar à crian?a.
Lynne?ou a morder a ma?? seriedade. Aodo, a avó olhava um sorriso amoroso e de
repente disse para Dulcia: “Seus amigos já têm filha t?o grande, quando você vai casar e ter filhos?”
Dulcia: “Eu também quero, mas… ainda n?o encontrei a pessoa certa, sabe?”
“é melhor se apressar enquanto ainda estou viva!” de repente a avóe?ou a chorar: “Sen?o,
quando eu morrer e encontrar seu pai, nem seio vou explicar isso a ele.”
Quando o assunto chegava nesse ponto…
Sempre deixavam Dulcia de cabe?a quente.
Depois de sentar por um instante, arranjou uma desculpa e saiu Lynn no colo.