Capítulo 274
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Capítulo 274
Antes que pudesse terminar de fr, Israel Ferreira a envolveu p cintura e a beijou.
Seu hálito tinha o frescor da menta.
Era um beijo atento e gentil.
Como se ele tivesse medo de que, se fosse pesado, pudesse quebrá.
Eles estavam atordoados.
Os dois ent?o voltaram para o quarto e cairam na cama, beijando–se.
Mas, No final, Israel Ferreira deitou–se sobre Leticia Fernandes e parou.
Ele beijou as sobrancelhas e os olhos de Letícia.
“Espera mais um pouco, espera um tempo ainda, você vai se machucar.”
Leticia Fernandes estava deitada, levando um bom tempo para acalmar a respira??o.
levantou a m?o, as pontas dos dedos cravadas nos cabelos grossos de Israel Ferreira, e
olhou para o teto, para o ventdor de teto de formato peculiar.
Nenhuma pvra foi dita.
Depois que Israel Ferreira adormeceu, Leticia Fernandes se levantou, pegou seu vestido esparso e
voltou ao banheiro para tomar um banho.
Deitou–se novamente em sua cama.
Essa noite, Leticia Fernandes n?o dormiu bem.
Assim que amanheceu, saiu para caminhar.
No caminho, encontrou um restaurante antigo e tomou um café da manh? refor?ado.
Cado que já era quase hora de ir trabalhar, Leticia voltou lentamente para casa.
Ao chegar na porta..
Ouviu A voz de Israel Ferreira vindo da s de estar.
“Como está a Sara agora? Já chega! Por que você n?o cuidou d direito?”
“Estou indo agora…”
Mesmo um cora??o morto, a essa altura, ainda se sente zombado.
Quando Leticia entrou, Israel acabara de desligar o telefone.
“Tisha…” Israel se aproximou, “Sara teve um acidente, eu…”
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Letícia se mostrou muito indiferente, “Você n?o vai me levar junto, vai?”
“N?o…… Israel Ferreira respondeu apressadamente.
Ao abrir a boca, sentiu novamente que estava errado ao responder daqu forma.
“Tisha, eu lhe prometo que esta é a última vez. Se seportar de novo no futuro, considerarei a
possibilidade de mandá para uma clínica profissional tratamento obrigatório.” Israel Ferreira
falou, pegando a m?o de Leticia Fernandes.
“Entendi.” Letícia Fernandes a evitou: “Apenas vá“.
“Estarei de yolta antes do p?r do sol.”
Letícia acenou a cabe?a.
Israel abriu a boca para fr, mas no final, salu apressado sem dizer nada, pegando seu casaco.
Depois que ele saiu.
Letícia Fernandes sentiu a casa excepcionalmente silenciosa.
Até mesmo os pássaros e insetos da floresta estavam em silêncio.
Erao se tivessem medo de iodar alguém que estivesse triste.
Letícia Fernandes respirou fundo.
19.11
O telefonema de Dulcia chegou bem a tempo.
“Bom dia, querida.” Leticia atendeu.
Dulcia riu do outrodo: “Querida, O médico disse que eu posso ter alta, eu vou te ver?”
“Esque?a, este lugar está uma bagun?a, eu volto para buscá, queroer fondue você.”
“Certo, e se eu encontrar Israel Ferreira e n?o conseguir me segurar, vou acabar na cadeia!” Dulcia
resmunga: “Ent?o, encontro você no aeroporto agora? A que horas você sai?”
“Eu te aviso quandoprar a passagem.”
“Ok!”
Leticiaprou uma passagem para as duas da tarde.
As ms n?o precisavam de muita arruma??o, prou alguns doces secos e cocadas que Dulcia
gostava.
Depois de um almo?opleto, pegou um táxi para o aeroporto.
Quando chegou a hora de embarcar no avi?o.
O telefone de Israel Ferreira ligou, Leticia Fernandes estava ocupada a seguran?a e desligou o
telefone imediatamente e, depois de passar p seguran?a, desligou o celr.
Dulcia chegou ao aeroporto às três horas e esperou.
esperou
De repente, um alvoro?o tomou conta do aeroporto.
“Um avi?o caiu! meu Deus!!”
Dulcia agarrou uma pessoa, “Que avi?o caiu? é Um vooercial? De onde para onde?”
“KMHS2891, de Cidade Caixa para Cidade Lu!”