Capítulo 257
Capítulo 257
Leira n?o demorou muito e partiu às pressas.
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Naquele dia, no aeroporto, depois de escutar as pvras de Valerio Luiz, Leira percebeu que, dai em
diante, seria o porto seguro para suaa e bia.
Israel Ferreira, o garoto, talvez ainda n?o estivesse ao seu nivel.
Mas ele era t?o jovem, qual era a idade dele mesmo?
Leira estava consciente e n?o era arrogante; sabia que era apenas uma quest?o de tempo até Israel
Ferreira superá.
Portanto, n?o poderia deixar que ele se concentrasse n.
Caso contrário, mesmo que levasse aa embora, se ele suspeitasse, mais cedo ou mais tarde
ele apareceria para tomar o que era
seu.
Quanto ao sofrimento que ele causou à suaa,
teria o seu acerto de contas em segredo, lentamente, até que ele pagasse caro.
Leticia Fernandes voltou ao quarto do hospital.
Dulcia estava lá, olhando absorta p jan.
“O que foi?” Leticia Fernandes se aproximou e perguntou.
Dulcia olhou para Leticia Fernandes: “Você está indo embora logo, n?o está?”
Leticia Fernandes ficou um pouco surpresa, mas n?o disse nada, aceitando o silêncio.
Dulcia fez uma careta.
Veio até Leticia Fernandes e a abra?ou: “Depois que você for, ainda teremos chance de nos ver?”
“ro que sim,” Leticia Fernandes disse, batendo em suas costas, certeza.”
“Que bom!”
Dulcia estava visivelmente emocionada.
Mas também podia ver que Leticia Fernandes, que estivera ao seudo ultimamente, n?o estava
feliz.
Ao entardecer, Israel Ferreira ligou..
Leticia Fernandes n?o queria atender.
Mas temia que ele ficasse louco e iodasse os outros.
“O que você quer?”
atendeu, um tom frio.
“Des?a, vemigo a uma viagem de negócios.”
“Dulcia …”
Letícia Fernandes n?o terminou a frase, e Israel Ferreira a interrompeu sem emo??o: “Você vem
comigo, e eu libero o Nestor.”
A m?o de Leticia Fernandes que segurava o celr se apertou involuntariamente.
Dulcia podia sentir a mudan?a na energia de Leticia Fernandes naquele instante.
“Eu quero vê–lo primeiro, para sabero ele está, Leticia Fernandes disse uma voz gda.
Meia hora depois.
No mesmo hospital em que Letícia Fernandes havia ficado antes.
Na UTI.
Israel Ferreira estava dodo de fora da jan, observando Nestor as duas m?os enfaixadas.
Letícia Fernandes franzia a testa, e as lágrimas quase escapavam de seus olhos.
Nestor parecia n?o ter nenhum espírito, sentado na cama do hospital a cabe?a baixa, enquanto
um cuidador estava ao seudo.
Parecia sentir algo.
De repente, ele levantou a cabe?a, olhando ao redor.
“Já viu o suficiente?”
13:04
Israel Ferreira estava atrás de Leticia Fernandes, indagou friamente.
“Você disse que, se eu fosse você na viagem de negócios, você liberaria o Nestor!” Letícia
Fernandes olhou para Israel Ferreira, confirmando raiva.
Israel Ferreira a observava.
Por baixo da calma, seu cora??o estava em peda?os.
O olhar d para Nestor era t?o doloroso e piedoso.
Quando olhava para ele… erao se visse um monstro, nada além de ódio em seus olhos.
N?o importa…
Desde que estivesse ao seudo.
Seja amor ou ódio.
Estar ao seudo era o que importava.
“Eu mantenho minha pvra,” Israel Ferreira respondeu.
“Ent?o vamos, Leticia Fernandes desviou o olhar e foi em dire??o à saida.
Israel Ferreira suspirou suavemente e a seguiu.
A caminho do aeroporto.
Cidade Lu estava recebendo os primeiros flocos de neve do ano.
Israel Ferreiran?ou um olhar para fora da jan.
De repente, lembrou–se daqu manh? de inverno do ano passado, quando estava no apartamento
da Leticia Fernandes.
Leticia tinha visto na inte que estava nevando p primeira vez no ano.
se levantou rapidamente do seu abra?o e correu para a varanda, girando de alegria.
“Tisha, está nevando!”
Israel Ferreira chamou Leticia Fernandes.
Leticia Fernandes nem se deu ao trabalho de olhar para fora, apenas continuou deslizando pelo feed
de videos curtos no celr, murmurando um desinteressado “Ah“.
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