Capítulo 225
Capitulo 225
se sentia um pouco resignada, mas também n?o podia deixar de achar gra?a.
Por que Israel Ferreira estava se tomando cada vez mais grudento?
“Já jantou?” perguntou Leticia Fernandes.
Israel Ferreira assentiu e ent?o bn?ou a cabe?a: “Comi só um pouquinho, mas acho que estou
fome de novo.”
“Eu fiz sopa à noite, quer que eu prepare um macarr?o pra você? Leticia ofereceu.
“E também quero um ovo frito!” Israel Ferreira acrescentou.
Pouco depois
Israel Ferreira estava sentado à mesa, enquanto Leticia Fernandes continuava dodo oposto,
apoiando o queixo a m?o e observando–oer.
“Sabe de uma coisa? Euprei o prédio do outrodo empresa, Israel Ferreiraentou
casualmente,o se estivesse fndo sobre apra de um vegetal.
Leticia Fernandes ficou surpresa.
Aquele lugar era no centro da cidade e certamente era caro.
“Comprou pra qué? Aqui na Concha Capital tem espa?o de sobra, n?o tem?”
Israel Ferreira olhou para um sorriso triunfante: “O espa?o da Concha Capital é suficiente,
uma empresa de energia.
mas
as n?o para a
para adicionar mais
“Você está nejando estabelecer a empresa de energia lá? Leticia Fernandes n?o conseguia
esconder sua surpresa.
Nas reuni?es anteriores.
Quando discutiam sobre a localiza??o da empresa, a prioridade era manter o or?amento contrdo.
Por isso, as sugest?es eram sempre para algumas áreas de Parque de Alta Tologia apoio
politico, longe do centro da cidade.
“Sim,” Israel Ferreira assentiu, “minha esposa n?o pode trabalhar ao meudo, mas também n?o pode
estar muito distante. Poder ir juntos para o trabalho, almo?ar juntos e voltar para casa no fim do dia é o
mínimo que eu exijo.”
Israel Ferreira n?o havia mencionado nada sobre a empresa de energia recentemente.
Leticia Fernandes pensou que ele tinha desistido da ideia de fazer que assumisse o cargo.
Mas estava eriganada…
“Os executivos do Grupo Ferreira e da Concha Capital n?o v?o ficar furiosos?” Leticia Fernandes
perguntou preocupada.
Na Concha Capital,o era Israel Ferreira quem a tinha construido do zero, mesmo que houvesse
discordancias, ninguém se atreveria a ir longe de mais.
Mas no Grupo Ferreira, havia alguns veteranos acostumados a se impor p idade.
“N?o me importo eles,” Israel Ferreira disse despreocupado.
Uns poucos tigres de papel podiam fazer barulho à vontade; melhor assim, para que ele n?o
precisasse se dar ao trabalho de remover um pór um do Grupo Ferreira.
“Senhor Ferreira, eu prometo que vou fazer a empresa de energia dar certo e te deixar orgulhoso!”
Leticia Fernandes afirmou seriedade
Israel Ferreira sorriu: “?lmd
Depois do jantar, Israel Ferreira foi tomar banho
Leticia Fernandes voltou para o escritório para terminar de escrever uma ca
No final, pensou um pouco e adicionou mais uma linha.
haviae?ado.
Em seguida, selou dois envelopes, um azul e um rosa, e os quandou cuidadosamente na gaveta.
Antès que Israel Ferreira terminasse o banho, trancou a porta do escritório.
12.24
Desde o incidente Eric.
Israel Ferreira temia que Leticia Fernandes estivesse traumatizada e se obsteve por muito tempo.
Quando ele saiu do banho.
Leticia Fernandes estava esperando o secador na m?o.
Como sempre, o ajudou a secar o cabelo carinho.
De repente, Israel Ferreira a pressionou contra a cama.
“Amor, estou saudades ele falou, enquanto a beijava, um leve tom de sugest?o.
A insinua??o era mais do que óbvia.
Leticia Fernandes corou, n?o falou nada, mas levantou a cabe?a e deu–lhe um beijo suave.
Os olhos de Israel Ferreira brilharam num instante.
“Israel!”
Leticia Fernandes estava preocupada que ele fosse rápido demais e machucasse o bebé.
Pegou sua m?o, ainda as bochechas vermelhas, e o alertou: “Amanha você vai dormir no
corredor!”
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Eles cairam na cama grande e se abra?aram for?a. Os dedos de Israel deslizaram
flexibilidade ao longo de sua coluna, e o toque a fez tremer, seu corpo ligeiramente curvado e se
aproximou dele incontrvelmente. Seus lábios e dentes estavam entr?ados, suas linguas estavam
entr?adas, eles sugavam e mordiam, e era quase impossivel dizer qual era eles e qual era o outro.
Os dedos de Leticia percorreram sua pele, e o estimulo trazido a Israel a fez ofegar
incontrvelmente. Seus corpos se
?
contorciam um contra o outro, suas peles escorregadias e quentes, e seus suspiros e gemidos
ecoavam na noite, tornando–se cada vez mais intensos. Ent?o, os lábios dele deixaram os d e
vagaram pelo pesco?o e vic d. Cada toque a fazia tremer incontrvelmente.
Leticia agarrou suas costas for?a as duas m?os, as unhas cravando–se profundamente em
sua pele e a cintura inclinada para cima involuntariamente para atender seus movimentos. Uma de
suas m?os esfregou suavemente entre sua cintura e nadegas, explorando suas curvas e fazendo–a
latejar, n?o mais reprimida. Seus movimentos tornaram–se cada vez mais coordenados, suas
respira??es entr?adas e eles sentiram plenamente os tremores um do outro na escurid?o:
gemeu baixinho, e o som ecoou na noite tranqu, trazendo tenta??es sem fim.
O corpo continuava se contorcendo, o corpo forte de Israel erao uma fonte inesgotável de poder,
fazendo Leticia se sentir cada vez mais incapaz de se contrr. Cada vez que ele entrava, cada vez
que o atendia, havia um impulso irresistivel que quase os fazia esquecer de respirar
Até o final, todas as inibi??es e desejos desapareceram depois de toda a queima??o feroz, restando
apenas o cansa?o da satisfa??o.
Depois daquilo
Israel Ferreira abra?ava Leticia Fernandes.
De vez em quando, beijava–lhe as sobrancelhas e os olhos.
Leticia Fernandes n?o tinha for?as para resistir, nem queria mais resistir.
Afinal, estava frio no inverno, e estava bem agasalhada. Na manh? seguinte.
Israel Ferreira acordou cheio de energia.