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Cap铆tulo 233

    Capítulo 233


    Capítulo 233 A Confiss?o


    Anaya gritou para Aracely: “Você pode me trazer um copo de leite?”


    “Sem problemas.”


    Aracely respondeu. Aracely olhou para as costas de Anaya na sacada. De repente,  pensou em


    algo.  abriu a porta e saiu.


    Anaya olhou para trás e descobriu que n?o havia ninguém na s. Foi estranho.


    Anaya acabou de pedir a Aracely para pegar um pouco de leite. Por que Aracely saiu?


    Sua aten??o n?o se demorou muito.  voltou para o quarto, pegou o telefone e tocou uma música


    suave antes de voltar para a fonte.


    A água morna imergiu sua víc. Anaya fechou os olhos confortavelmente, sentindo-se t?o


    rxada.


    Cinco minutos depois, alguém entrou na s.


    Anaya pensou que era Aracely quem havia retornado e disse: “Coloque o leite na mesa da varanda.


    Eu vou


    beba depois.”


    Quando a voz de Anaya caiu, a pessoa atrás d n?o respondeu.


    O som de passos foi ouvido. Era o som de sapatos de couro batendo no ch?o.


    Aracely n?o usava esses sapatos.


    Anaya se virou e viu um par de sapatos de couro preto brilhante.


    Entre as cal?as e os sapatos de cabedal, havia um tornozelo envolto em meias, juntas salientes e


    de boa forma.


    Seu cora??o disparou quando  olhou para cima e viu o rosto de Hearst.


    Ele segurava um copo de leite e ficou parado no meio da varanda e da so se estivesse


    congdo.


    Obviamente, ele n?o esperava que Anaya estivesse mergulhada em uma fonte termal.


    — Aracely convidou você? Anaya respondeu rapidamente.


    Hearst assentiu, seu olhar se afastando de seu pesco?o esguio. Ele caminhou até a mesa de ferro


    branco e colocou o leite sobre .


    Colocando o leite na mesa, Hearst falou novamente: “Vou deixar você em paz…”


    Antes que ele terminasse de fr, as luzes da s se apagaram repentinamente.


    O céu estava coberto de nuvens escuras e n?o havia sinal da lua ou das estrs.


    A luz do fundo do prédio refletia nas nuvens, deixando apenas um brilho muito fraco.


    Quando as luzes desapareceram, Anaya franziu a testa.


    provavelmente poderia adivinhar que foi Aracely quem fez isso.


    Porque Aracely havia dito antes que queria criar oportunidades para Anaya.


    Mas…


    Esta situa??o n?o era adequada?


    Anaya se levantou e estava prestes a pegar o telefone que havia colocado sobre a mesa e ligar para


    Aracely para acabar a brincadeira.


    Anaya estava enrda em uma toalha de banho branca, que brilhava um pouco na escurid?o.


    A toalha de banho estava molhada e bem cda ao corpo d, desenhando um arco atraente.


    Os olhos de Hearst escureceram, mas ele permaneceu em silêncio.


    Talvez porque ele estava olhando para  por um longo tempo, Anaya finalmente percebeuo


    era.


    neste momento.


    pegou o telefone e ligou.


    Na t, era a interface de discagem o número de telefone de Aracely.


    olhou para o telefone por um tempo e, de repente, desligou.


    Anaya se decidiu.


    Agora era talvez o melhor momento para  mostrar sua atitude.


    se virou e caminhou em dire??o a Hearst.


    Seu peito bn?ava suavemente enquanto  se movia. A garganta de Hearst estava seca e ele


    desviou o olhar.


    Anaya caminhou até ele.


    Seu rosto estava um pouco vermelho, mas felizmente estava escuro agora. Hearst n?o percebeu sua


    timidez.


    reuniu sua coragem e olhou para ele.


    Coincidentemente, Hearst também estava olhando para Anaya.


    Quando seus olhares se encontraram, Anaya apertou mais a m?o pendurada ao seudo, de repente


    sem saberoe?ar.


    Sendo encarada por ele, Anaya estava um pouco nervosa para fr.


    De repente,  ficou um pouco zangada sua falta de jeito.


    Anaya geralmente era fnte, mas naquele momento  nem sabiao iniciar uma conversa.


    Depois de muito tempo,  disse: “Feche os olhos. Tenho algo a dizer a você.


    “Você só pode dizer isso quando eu fechar meus olhos?”


    disse Hearst. Sua voz estava um pouco rouca.


    Havia uma leve premoni??o em seu cora??o.


    Anaya ouviu seu cora??o bater cada vez mais rápido,o se houvesse centenas de coelhinhos


    pndo. A cada salto, seu rosto queimava um pouco.


    Felizmente, a noite estava escura e escondia todo o seu nervosismo.


    “Sim.”


    Hearst continuou olhando para  por alguns segundos antes de fechar os olhos.


    Após cerca de meio minuto.


    Havia apenas o som do vento soprando na varanda.”


    Hearst perguntou: “O que você quer dizer?”


    “Ainda n?o pensei nisso. Espere um minuto.” Anaya respirou fundo.


    Mais dois minutos se passaram.


    “Você já pensou sobre isso?” perguntou Hearst.


    “N?o.”


    Mais três minutos se passaram.


    “Ainda n?o?”


    “N?o.”


    Anaya estava apenas enrda em uma toalha de banho e estava um pouco de frio.


    fungou e ainda estava pensando emoe?ar .


    No entanto, seu sistema de linguagem esta noite n?o estava funcionando.  n?o conseguia se


    lembrar das frases de confiss?o que Aracely havia dito a .


    De repente, Anaya ouviu Hearst suspirar levemente.


    No momento seguinte, Hearst agarrou seu pulso e a trouxe de volta para o quarto aquecido.


    Sem esperar que Anaya fsse, Hearst se virou, agarrou seu pulso a m?o esquerda e segurou


    seu queixo, for?ando-a a olhar para ele.


    A s estava mais escura do que dodo de fora, e Anaya só podia ver uma vaga sombra


    pressionando.


    Uma aura forte a envolveu.


    Seus lábios se suavizaram e Anaya ficou em silêncio. Seu batimento cardíaco, que acabara de se


    acalmar,e?ou a bater violentamenteo um tambor.


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    Hearst beijou Anaya.


    Hearst recuou rapidamente.


    Na escurid?o, seus dedos acariciaram suavemente o canto de seus lábios. “Você queria me dizer isso,


    certo?”


    Sua voz baixa era muito suave,o se fosse mais suave que a noite, mas também t?o quente


    quanto o bordo vermelho no dia.


    Anaya ficou sem pvras e abaixou a cabe?a.


    Depois de alguns segundos,  soltou uma resposta.


    Sua voz era muito suave, mas Hearst a ouviu ramente.


    Ele apertou o pulso d mais for?a, ergueu o rosto d novamente, beijou-lhe os lábios e abriu-a


    com for?a.


    os lábios d.


    Ele soltou seu pulso, segurou sua cintura esbelta e a apertou contra ele.


    Sua for?a era t?o grande que parecia que ele queria pressioná contra seu corpo.


    Depois de mais de dez anos de espera, as flores finalmente desabrocharam. Mesmo alguém t?o


    calmo quanto Hearst n?o podia deixar de ficar animado.


    Anaya era dele.


    só pertencia a ele.


    Sua querida Ana…


    Tinha se tornado sua garota.


    Hearst a abra?ou por um longo tempo até que suas roupas ficaram encharcadas p água da toalha


    de banho de Anaya antes de soltá relutancia.


    Anaya foi beijada tanta for?a que ficou um pouco atordoada.


    Depois de ficar muito tempo,  percebeu que havia molhado a roupa dele.


    Anaya apressadamente tentou afastá-lo. “Suas roupas est?o molhadas. Vou procurar um roup?o de


    banho para você…”


    “N?o há necessidade.” Ele se abaixou e mordiscou sua víc. “No final, tenho que tirá-los.”


    Anaya entendeu o significado de suas pvras e todo o sangue em seu corpo aumentou. O batimento


    cardíaco em seus ouvidos a impedia de ouvir qualquer outro som.


    n?o p?de deixar de pegar seu suéter molhado.


    Após um momento de silêncio,  respondeu em voz baixa: “Tudo bem”.
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