288 Algo n?o está certo
Mary olhou para aqu m?o esbelta e ficou ligeiramente
surpreso.”
Ent?o viu a porta sendo aberta.
Tio Davis n?o p?de deixar de virar a cabe?a para olhar, apenas para ver um homem parado dodo de
fora.
Ao vê-lo, todos na s pararam por um momento.
momento.
Todo mundo conhecia essa pessoa. Ele era o assistente do Sr. Ellis. Ele ficou lá, seu olhar varrendo
todos os presentes antes de finalmente se fixar em Mary. “Senhor. Ellis está jantando na casa aodo
e me pediu para ir cumprimentá-lo. Senhorita Davis, você está bem?
Tio Davis fez uma pausa imediatamente.
Ele ent?o voltou seu olhar para Mary.
Ele originalmente pensou que Mary n?o havia chamado a aten??o do Sr. Ellis, e foi por isso que ele a
trouxe aqui para panhar o gordo Lynch, mas agora o Sr.
O Sr. Ellis estava interessado em Mary?
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Mary n?o esperava que a assistente do Sr. Ellis perguntasse expressamente por , mas
entendeu imediatamente; esta era sua chance de exibir o poder emprestado.
agarrou decisivamente a oportunidade, sorrindo. “Estou bem. N?o há necessidade de o Sr. Ellis se
preocupar. Eu estava discutindo uma parceria o tio Lynch e meu tio. Certo, tio Lynch?
O Sr. Lynch também ficou perplexo neste momento.
Desde que a filial principal da família Davis assumiu o controle da empresa, eles vinham excluindo a
segunda filial.
Por isso ousou desrespeitar o segundo ramo,o uma espécie de dera??o ao principal
filial.
Ele n?o podia se dar ao luxo de ofender nenhum dos cinco principais
famílias!
Agora que o Sr. Ellis havia fdo,o ele ousaria dizer alguma coisa? Ele imediatamente respondeu
com um sorriso. “Sim, sim, estou aqui discutindo uma parceria minha sobrinha! Querida sobrinha,
você trouxe o contrato?
Mary olhou para o tio.
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Seu tio disse imediatamente: “Sim, eu fiz”.
Ele tirou diretamente o contrato do bolso.
Sem dizer mais nada, o Sr. Lynch assinou o contrato e olhou alegremente para Mary. “Querida
sobrinha, seu tio e eu somoso irm?os. A sobrinha dele é praticamente minha! Acabei de lembrar
que tenho outra coisa para fazer, ent?o vou me despedir primeiro!”
Com essa dera??o, o Sr. Lynch fugiu imediatamente.
O tio de Mary enxugou o suor frio inexistente da testa e olhou timidamente para Mary, perguntando:
“Querida sobrinha, você e o Sr. Ellis …”
Maria baixou o olhar. “Tio, somos apenas amigos. Você está enganado. Já que o contrato está
assinado, irei agora.”
Ao chegar à porta, de repente se virou
Seu tio parou por um momento e de repente entendeu alguma coisa. “Minha querida sobrinha, fique
tranqu, aqu quest?o de contrato a empresa do seu amigo, eu vou
retirar o processo…”
Mary havia ostentado autoridade emprestada hoje,
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aproveitando a influência de Ellis exatamente por esse motivo, temendo que isso atrapalhasse os
grandes nos de Keera, ent?o, ao ouvir isso, imediatamente disse: “N?o há necessidade de
retratar o
a??o judicial.”
Seu tio ficou perplexo. “N?o há necessidade de retirar o processo? Você e seu amigo próximo n?o s?o
os melhores amigos?
Você…”
Mary só conseguiu inventar uma desculpa na hora. “Sim, é minha melhor amiga, mas escolheu
me bloquear por causa de um homem. Você acha que estou tentando me aproximar d agora por
qual motivo? ro, é por vingan?a. Quero testemunhá se arrependendo e chorando depois que o
marido a abandonou. Tio, você n?o deve intervir nisso
matéria.”
Seu tio n?o entendia muito bem a amizade entre mulheres jovens, mas ao ver Mary t?o veemente, ele
só conseguiu assentir. “Ah, ok, n?o se preocupe. eu n?o vou
envolvido neste assunto.”
Só ent?o Mary abriu a porta e saiu.
Quando a porta da s privada se fechou novamente, respirou fundo, ainda se sentindo um pouco
tonta e tonta, mas se for?ou a manter a calma.
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Quando se virou para sair, congelou de repente no lugar.
Lá estava Ellis, que deveria ter ido embora. Ele franziu a testa enquanto olhava para . Ele
obviamente ouviu toda a conversa na s privada.
Ellis tinha acabado de passar e viu Mary, também percebendo sua ansiedade e que algo estava
errado.
Ele bloqueou a porta da s privada que estava prestes a fechar. No entanto, ele achou sua própria
a??o um pouco desconcertante, e foi por isso que enviou seu assistente para ajudar Mary!
Mas ele nunca esperou que Mary realmente aproveitasse sua ajuda!
Se fosse apenas para assinar um contrato, seria o fim de tudo.
Afinal, essas coisas eramuns no mundo dos negócios, e ele n?o se importava de ser usado dessa
vez, principalmente porque Mary era linda…
Mas, infelizmente, Mary, depois de ganhar vantagem, aproveitou-a para sua prima, Keera!
Foi simplesmente… o suficiente para congr a impress?o favorável que Ellis tinha d!
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Inicialmente, ele pensou que o conflito de Mary Keera era simplesmente tolo, mas agora parecia
que Mary era estúpida e cruel! Como p?de fazer uma coisa dessas sozinha
amiga e melhor amiga?!
Ellis sempre foi um homem leal, desprezando aqueles que mais jogam sujo e traem amigos.
Seu olhar ficou gdo, seu sorriso marcado pelo desprezo, e de repente ele agarrou Mary, puxando-a
para seu colo.
abra?ar.
O corpo inteiro de Mary colidiu seu peito, deixando-a ainda mais tonta.
A droga lentamentee?ou a fazer efeito e se for?ou a bn?ar a cabe?a, mal conseguindo
manter a racionalidade. “Você…”
Antes que pudesse terminar, Ellis já havia se inclinado e sussurrado em seu ouvido. “Pelo que
acabou de acontecer, você me dará em troca?”
Sua respira??o espirrou na orelha de Mary.
Isso causou arrepios em sua espinha, ampliando-a
rea??es.
se encostou em Ellis, seus olhos crescendo gradualmente
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atordoada quando as m?os d de repente envolveram as dele
pesco?o…
Ellis ficou todo rígido.
Inicialmente ele só queria assustá, mas o que essa mulher estava fazendo? e?ou a se
agarrar a ele?
Ele tentou afastá, apenas para ouvir Mary murmurar: “Ellis, eu gosto tanto de você…”
Ellis ficou surpreso e depois zombou. “Para quantas pessoas você disse isso?”
Mary sorriu para ele, estendendo um dedo.
Mas sua vis?o estava emba?ada.
Embora tentasse estender um dedo, vários apareceram diante d e murmurou confusa.
“Muitos…”
A express?o de Ellis ficou fria instantaneamente. “Mary, eu n?o esperava que alguém que parece t?o
inocente pudesse agir de forma t?o selvagem nos bastidores?!”
Mary n?o conseguia mais ouvir o que ele dizia e se apertou mais contra o homem. “Ellis, estou
tanto calor.”
e?ou a desfazer a camisa, revndo um delicado
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víc.
A respira??o de Ellis ficou acelerada por um momento.
Ele nunca foi um cavalheiro; ele já havia se interessado por Mary, e agora estava se jogando em
ele…
Além disso, Mary n?o era uma dama, ent?o por que n?o brincar?
Ellis se abaixou, pegou Mary e carregou-a para a s privada adjacente!
Ele deitou Mary no sofá e depois se inclinou sobre . Assim que ele tocou sua pele em chamas, Ellis
finalmente sentiu que algo estava errado…
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