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Lewis também usava um casaco de l? preto hoje, seuportamento imponenteparável ao do
homem bonito que encarava Keira.
Ele saiu do carro uma express?o fria e entrou, mas parecia que ele sentiu alguma coisa, e ele
virou-se para olhar para Keira.
Ao ver a garota acenando para ele, a express?o de Lewis suavizou-se.
Foi só ent?o que ele percebeu que havia alguém sentado em frente a Keira.
Ele estava prestes a ver quem era quando seu telefone
tocou de repente.
Lewis respondeu imediatamente, e uma voz estridente veio do outrodo. “Lewis, onde você está? Eu
quero
vê você!”
Lewis franziu a testa. “Desculpe, estou jantando minha esposa.”
“Você pode vir, por favor? Lewis, quando éramos crian?as, você prometeu se casarigo quando
crescêssemos,o pode n?o vir? Eu estou esperando por você!”
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Madeleinee?ou a chorar, um som que só fez Lewis sentir ondas de irrita??o.
Aos nove anos, foi vendido por Oliver a traficantes
e foi detido numa aldeia de montanha um grupo de
crian?as.
Naqu hora, todas as outras crian?as tremiam de medo, mando pelos pais, todas menos uma
menina de quatro anos que era diferente.
perguntou curiosa: “Eles n?o est?o nos batendo, nem nos repreendendo, e até nos d?oida,
por que você está chorando?”
Foi ent?o que Lewise?ou a notá.
Mais tarde, os traficantes perceberam que era bemportada e obediente, ent?o a deixaram sair
para trabalhar e gradualmentee?aram a confiar n.
se tornou amiga de Lewis.
Quando Lewis perguntou o nome d, respondeu que sua m?e ainda n?o havia dado o nome
d… Naqu época, ele ficou quase chocado. Uma crian?a de quatro anos que ainda n?o tinha
nome? Qu?o mal a família d a tratou?
N?o admira que sentisse que os traficantes estavam
todos
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melhor que a m?e d…
Com o passar do tempo, havia cada vez menos crian?as por perto e Lewis sabia que n?o podia
esperar mais. Além da avó, ninguém na família Horton realmente o queria de volta; ele teve que se
salvar.
Ele pediu à única menina que podia se movimentar livremente que colocasse píls para dormir na
comida dos traficantes. No início, a menina n?o quis fazer isso.
disse: “Irm?o, os traficantes sempre me deixamer meio p?o em cada refei??o. Eu n?o quero ir
para casa. Você quer ir para casa?
Ele respondeu: “Sim”.
A menina ficou em silêncio por um momento. “Ok, ent?o vou ajudá-lo.”
drogou aida e destrancou a porta.
Todas as crian?as acabaram.
Lewis também queria correr, mas vendo a menina
obedientemente sentado na porta, ele perguntou: “Por que você n?o corre?”
“Eu n?o quero ir para casa.”
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Mas teve que ir para casa. Foi quem deixou todas as crian?as escaparem. Se ficasse aqui,
o
os traficantes a matariam.
Lewis agarrou a m?o d, “Ent?o venha para casaigo.”
Os olhos da menina brilharam, “Ok.”
Caminharam uma distancia muito longa até que a polícia os encontrou e depois usaram os registos de
tráfico de crian?as para
localizar suas casas para eles.
Naqu época, Lewis morava em sua antiga casa, ainda n?o em
Oceani?o.
A menina precisava ser levada para sua casa em Oceanion. se agarrou à m?o de Lewis e n?o
soltou, chorando alto. Sua voz era muito aguda. “Irm?o, você disse que me levaria você, seu
mentiroso!”
Lewis olhou para o policial. “Eu quero levá
casaigo, e quer irigo também.
O policial n?o p?de deixar de sorrir e bn?ar a cabe?a. “Vocês dois ainda s?o jovens. Cada um de
vocês precisa voltar para suas respectivas casas. Você n?o pode levá
ausente…
A garota chorou ainda mais, o rosto coberto de lágrimas.
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Seus olhos mal estavam abertos e parecia extremamente desgrenhada. “Eu n?o quero ir para
casa! Eu quero ir ele, irm?o mais velho, o que preciso fazer para me tornar parte da sua família?
parecia t?o feia enquanto chorava, mas Lewis pensou nos três meses em que foram mantidos em
cativeiro, onde sua personalidade reservada fez que as outras crian?as n?o interagissem
ele. Só a menininha ficou ele…
Ele pensou emo a menina havia drogado o
traficante de seres humanos para salvá-lo.
Lewis olhou para e disse sério: “Que tal isso? Quando vocêpletar vinte anos, irei me casar
com você! Depois que eu me casar você, você pode voltar para casaigo!
“Realmente?”
“Sim!”
“Promessa de mindinho]!”
Mais tarde, depois que ele voltou para casa, sua avó, querendo protegê-lo de novos abusos por parte
do primeiro
ramo da família, enviou-o para o exterior para estudar enquanto
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ele ainda era muito jovem.
Só quando gradualmente construiu seu próprio poder é que ele enviou pessoas de volta para procurar
a menina.
Mas já havia passado muito tempo, a delegacia daqu época n?o tinha inte e houve um
incêndio, destruindo todos os registros.
Só conseguiu encontrar o agente responsável pelo caso de tráfico naqu altura e procurou casa por
casa até finalmente encontrar Madeleine.
Madeleine n?o tinha uma boa forma??o; seu pai era alcotra e sua m?e viciada em jogos de azar.
sofria bullying desde pequena e n?o o fez.
até ter um nome até os quatro anos de idade. Foi apenas por causa do caso de tráfico de pessoas e
da exigência da polícia que recebeu um nome.
sabia tudo sobre Lewis e a garotinha
passado…
Agarrando-se ao crinho dele, gritou: “Se n?o fosse pelo seu esfor?o para resgatar todos, eu
poderia ter sido vendida para uma boa família e viver uma vida pacífica! Em vez de voltar para este
inferno! Por que você veio me buscar t?o tarde?!”
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Aos 18 anos, Madeleine n?o se parecia em nada a menina teimosa, obstinada, mas inteligente,
da sua infancia. Os médicos disseram que, ao crescer em tal ambiente, certamente teria
problemas.
Madeleine estava gravemente deprimida e sofria de transtorno de estresse pós-traumático.
estava em um cpso mentalpleto.
n?o era mais a pessoa de quem ele se lembrava.
Mas Lewis ainda honrou sua promessa e a levou para o exterior para ajudá a escapar daqu
fossa.
Madeleine ficava pedindo-lhe em casamento…
No entanto, Lewis n?o sabia se a promessa feita por uma crian?a aos nove anos poderia ser levada a
sério.
Só depois de crescer ele entendeu o verdadeiro significado do casamento.
Ent?o ele continuou atrasando o cumprimento de sua promessa.
Quando Lewis voltou a si, quis dizer-lhe que já era casado e pedir a Madeleine que mantivesse
distancia no futuro, mas antes que pudesse fr, o telemóvel d foi roubado e a voz de um
uma pessoa da equipe médica passou.
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“Senhor. Horton, por favor, venha rápido, a Srta. Davis está tendo outro episódio! N?o podemos
controlá! Miss Davis tem graves tendências de automut??o neste momento. está segurando
uma faca de frutas e há risco de vida! Só você pode resgatá! só vai se acalmar se você
vir!”
Lewis respirou fundo, cerrou os dedos for?a e só conseguiu dizer resignado: “Estou a caminho
agora”.
Ele se virou e entrou no carro.
No final, a raiz da quest?o era que ele devia
Madeleine.
Depois de entrar no carro, ele mandou uma mensagem no WhatsApp para Keira. “Desculpe, surgiu
algo urgente.”
Keira o observou sair, ainda atordoada.
Só quando seu telefone vibrou é que recebeu a mensagem de Lewis no WhatsApp. olhou para
ele e respondeu: “Está tudo bem. Próxima vez.”
Desligando o telefone, disse ao homem de meia-idade
homem: “Meu marido tinha algo urgente e n?o conseguia
Fa?a.”
“Ele deu um bolo em você. Isso n?o é legal”, tio Olsen
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Keira n?o defendeu Lewis; tinha se acostumado isso
homem desaparecendo de repente.
Enquanto os pratos eram servidos, tio Olsen olhou de repente para Keira. “Eu ainda n?o perguntei
qual é o seu
nome?”
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