Capítulo 117
Terrível
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A Sra. Olsen ficou surpresa e olhou para .
Ent?o deu um sorriso amargo. “Tudo bem, eu sei que você nunca reconheceu esse pai, mas esse
assunto n?o tem nada a ver você. Você deveria ir embora.
Keira apertou a mandíb, sem dar mais explica??es, pois agora n?o era um bom momento. “Sra.
Olsen, fremos sobre meu problema mais tarde. Você deveria voltar para
o carro primeiro…”
Melissa n?o era uma sogra fácil de lidar. I havia envergonhado o primeiro ramo da família e, depois
de seu esquema fracassado contra a velha Sra. Horton, até foi enganada e perdeu dois por cento
das a??es. Como poderia concordar em se encontrar a Sra. Olsen?
No entanto, a posi??o de Keira era estranha e realmente n?o podia pedir ajuda à velha Sra.
Horton…
Enquanto ponderava, passos vieram do grande port?o de ferro da residência Horton, seguidos por
Fiona
aproximando-se um sorriso. “Você deve ser a Sra. Olsen. Quando os convidados chegam, n?o há
motivo para esperar
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fora. Por favor, entreigo!
A Sra. Olsen ficou surpresa: “E você está?”
Fiona n?o falou muito. “Eu sou da família Horton
mordomo.”
A Sra. Olsen ent?o olhou para Keira.
Keira franziu os lábios, hesitou por um momento, mas finalmente disse: “Sra. Olsen, por favor, entre
primeiro.
sabia que fora a velha Sra. Horton quem enviara
Fiona acabou.
também entendia que n?o poderia usar o carinho e a confian?a da velha Sra. Horton para ajudar
I, mas realmente n?o podia simplesmente ficar parada vendo a Sra. Olsen sofrer.
A Sra. Olsen n?o sabia o motivo de tudo isso e assentiu. tossiu e entrou p porta.
A velha Sra. Horton havia enviado alguém para cumprimentar o convidado pessoalmente, ent?o,
mesmo que Melissa estivesse relutante, fez essa cortesia à velha Sra. Horton.
O grupo logo chegou à s de estar da casa principal
s.
Melissa estava sentada arrogantemente no sofá. “Sra. Olsen,
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O que você está fazendo? Se eu n?o quiser ver você, você vai esperar lá fora indefinidamente, sem se
envergonhar da desgra?a?
nem sequer ofereceu um lugar aos visitantes.
Keira deu um passo à frente, prestes a dizer alguma coisa, quando I agarrou seu bra?o. “é melhor
você ficar quieto. N?o ofenda minha futura sogra e estrague esse casamento
para mim!”
Keiran?ou um olhar frio para I.
Só por causa disso, estava tudo bem em deixar a Sra. Olsen implorar
e se abaixar aqui?
A Sra. Olsen n?o percebeu o desentendimento entre as duas crian?as e apenas tossiu antes de
caminhar até um sofá e sentar-se.
Melissa zombou sarcasticamente. “Sra. Olsen, tais maneiras s?o produto de uma boa educa??o. Ouvi
dizer que Kein é a filha ilegítima que você criou. N?o admira que seja t?o educado!
A Sra. Olsen olhou para isso, sorriu gentilmente, mas falou for?a: “Na verdade, eu criei Keira e
obrigada por seus elogios.”
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Melissa engasgou: “Você…!”
A Sra. Olsen ent?o a interrompeu. “Sra. Horton, vim aqui para discutir o assunto de nossos filhos…
tosse, tosse, tosse… gostaria de fr você em particr, se estiver tudo bem?
Melissa imediatamente quis responder, mas ao olhar para cima, viu a Sra. Olsen sentada ali um
sorriso confiante,o se tivesse certeza de si mesma. Melissa
lembrei-me de Jake mencionando que a Sra. Olsen parecia
ser de nce e ter ams conex?es.
Melissa zombou. “Tudo bem, vamos ver o que você tem a dizer!”
ordenou que as empregadas fossem para a s. “Todos vocês podem
deixar.”
A Sra. Olsen também olhou para Keira e I. “Vocês doiso
bem.”
Keira olhou para preocupada, mas no final se levantou e saiu da s.
I também saiu da s o rosto cheio de alegria.
Os dois pararam no espa?o aberto dodo de fora da s de estar.
Keira olhava para a s de vez em quando, mas quando
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virou a cabe?a, viu I segurando seu telefone, mandando mensagens para Jake, seu rosto
aparentemente adornado um
sorriso…
Incapaz de se conter, Keira deixou escapar: “Sra. Olsen está procurando por você lá dentro, e quem
sabe que acordos humildes está concordando a Sra. Horton neste momento. Você n?o
está nem um pouco preocupado? Como você pode ser t?o ousado e confiante?
ser
Ao ouvir isso, I olhou para . “Essa é minha m?e. N?o é natural que uma m?e se preocupe
sua própria filha?”
Depois de fr, sua express?o de repente ficou fria. “Certo, esqueci que sua própria m?e n?o foi boa
para você, ent?o você nunca experimentou esse sentimento, n?o é mesmo?
Keira cerrou os punhos for?a. “Você…!”
I imediatamente se regozijou. “Ent?o deixe-me dizero é ter uma m?e que cuida da própria filha.
Hoje, quando cheguei em casa chorando, minha mariposa ficou muito chateadaigo, ent?o
tomou a iniciativa de vir defender minha causa.”
Keira disse raiva: “A família Horton é a mais rica de Oceanion. O que a Sra. Olsen pode oferecer
para ajudá-lo ?!
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A express?o nos olhos de I de repente tornou-se sinistra. “Se n?o puder oferecer nada, ent?o
apenas terá que se ajoelhar e abaixar a cabe?a até que a Sra. Horton concorde!”
“Você…!”
“Keira, deixe-me repetir. Essa é minha m?e! Tudo o que faz por mim é certo e apropriado! Você
n?o disse que n?o me deve nada? Bem, agora vou deixar você entenderpletamente a realidade!”
De repente, I parou na frente d e zombou. “A pessoa que você deve é minha m?e, eo sou
filha d, você também me deve inerentemente! Se eu n?o estou indo bem, minha m?e também n?o
está… Se você realmente quer que a negocia??o de minha m?e corra bem desta vez, é melhor
procurar a velha Sra. Horton para fr por mim! Pelo menos se a Sra. Horton concordar, isso ajudará
a afrouxar a posi??o da velha Sra. Horton! Caso contrário, mesmo que minha m?e
convence a Sra. Horton, a velha Sra. Horton também pode sofrer algumas indignidades…”
Os punhos de Keira estavam cerrados tanta for?a que, ao ver o triunfo no rosto da outra mulher,
desejou poder despeda?á!
? 2024 N?v/el/Dram/a.Org.
mesma respeitava a Sra. Olsen tantoo professora
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e uma figura maternal, mas a mulher à sua frente n?o a apreciava nem um pouco…
No entanto, ironicamente, Keira entendeu que a Sra. Olsen estava
A m?e de I…
Parecia normal que uma m?e fizesse qualquer sacrifício p filha, e Keira n?o tinha o direito de
interferir.
Naquele momento, Keira sentiu uma sensa??o avassdora de impotência.
havia pensado em muitas maneiras ps quais I poderia salvar o casamento,o criar o
bebê ou enganar Jake, mas nunca previu que I iria para casa e atormentaria sua frágil m?e.
Keira deu um passo para trás, distanciando-se de I, e olhou novamente preocupada para a s.
Meia hora depois, a Sra. Olsen saiu da s
No momento em que saiu, Keira avan?ou apressadamente para apoiá.
Quando estava prestes a fazer algumas perguntas, I correu, empurrando Keira para odo para
segurar o bra?o da Sra. Olsen. “M?e,o foi? A Sra. Horton concordou?
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A Sra. Olsen parecia exausta e conseguiu esbo?ar um sorriso pesaroso. “Sim, concordou.”
“M?e, eu sabia que você conseguiria! Eu te amo mam?e!”
I agiu timidamente.
No entanto, a Sra. Olsen n?o acariciou seu cabeloo normalmente fazia, mas a empurrou
friamente e se virou para Keira. “Keira, me panhe, sim?”
Keira imediatamente pegou seu bra?o. “Sra. Olsen, por favor, n?o tenha pressa.
A Sra. Olsen deu um tapinha na m?o d e depois falou: “Nunca diga que Taylor n?o é seu pai de
novo…”
Afinal, testemunhou pessoalmente a amniocentese de Poppy e o teste de paternidade Taylor,
um
n?o poderia haver engano.
Keira ficou momentaneamente atordoada, “Eu realmente n?o estou…”
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