105 Desistir
Ninguém prestou aten??o ao rugido desesperado de Connor.
aquele momento.
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Quando a polícia reproduziu a grava??o, já havia convencido os repórteres.
A polícia continuou. “é ro que esta grava??o por si só n?o pode provar que ele é o assassino.
Também encontramos o telefone descartado e, após restaurar as configura??es, descobrimos várias
grava??es da vítima daquele dia que correspondiam ao que a Srta. Olsen havia dito anteriormente.
Isto é suficiente para provar que ele matou a vítima antes que a Srta. Olsen chegasse e tentasse
incriminá. Nós
ter provas suficientes para fazer uma pris?o, e aqui está
o mandado!
Depois que a polícia mostrou o mandado, os repórteres à sua frente se dispersaram imediatamente.
A polícia prendeu Connor rapidamente e saiu rapidamente.
A transmiss?o ao vivo terminou aí.
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A família Horton.
A mudan?a repentina dos acontecimentos pegou todos desprevenidos.
Lewis olhou para Jake uma express?o grave. “A senhorita Olsen n?o é a assassina e espero n?o
ouvir essa pvra de você novamente!”
Jake ficou em silêncio.
Só ent?o, o mordomo entrou de repente na s. “Senhor, há policiais lá fora. Eles querem que a
senhorita Olsen vá à delegacia e ajude o
investiga??o.””
Ao ouvir isso, Jake encontrou coragem novamente. “Tio, mesmo que n?o seja a assassina,
ainda está ligada a este caso! é azar alguém continuar indo à delegacia. N?o é adequado para
ficar na residência dos Horton.”
Mas assim que terminou de fr, o mordomo tossiu e disse timidamente “Eles est?o procurando…
Senhorita I Olsen.
Jake Horton ficou chocado.
Ele olhou para I, perplexo, e perguntou: “O que esse caso tem a ver você? Por que eles
querem você
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lá?!”
O rosto de I ficou pálido; estava desorientada e trope?ou, olhando fixamente para Jake. “Jake,
eu, eu …”
Sua mente estava cheia de Connor e n?o conseguia confortar Jake imediatamente.
Keira, observando a cena, disse um sorriso: “N?o fique nervoso. A polícia quer ver I
provavelmente para a investiga??o do caso. Naqu grava??o de agora há pouco, quem fva
Connor ao telefone era I, certo? I, depois que Connoreteu o assassinato, por que ele ligou
para você?
I engoliu em seco nervosamente, cerrou os punhos e, ao ver o olhar confuso de Jake, correu para
explicar: “Eu… eu n?o sei. Já senti pena dele antes e dei-lhe algum dinheiro, e ele simplesmente se
agarrou a mim…”
Keira olhou para baixo. “Ent?o, você está dizendo que entregou a grava??o à polícia. Afinal, só você
teria uma grava??o da sua conversa, certo?”
I quis negar, mas Keira deu um passo mais perto.
olhando diretamente nos olhos d: “Afinal, se n?o fosse você, por que você o cobriria?”
ó
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I percebeu que estava encurrda.
Afinal, n?o poderia dar uma explica??o melhor!
cerrou os punhos e só conseguiu acenar a cabe?a: “…Sim, é
fui eu.”
“N?o é à toa que a polícia veio perguntar pelo seu
coopera??o na investiga??o. Quando você chegar à delegacia, certamente contará a verdade à
polícia, n?o é?
I ficou sem pvras
respirou fundo e se virou timidamente, preparando-se para seguir o mordomo quando Keira de
repente olhou para Jake: “Você n?o vai ?”
Jake ficou surpreso.
Keira ergueu uma sobrancelha: “ é sua noiva. Você n?o se importa ? Afinal, a delegacia é
um
lugar sinistro.”
Provocado por suas pvras, Jake imediatamente foi para odo de I Olsen. “Eu irei voce!”
I ficou chocada.
n?o precisava dele lá!
Mas Jake Horton n?o lhe deu a chance de recusar e a seguiu porta afora.
Dentro da delegacia.
Na s de interrogatório, um policial perguntou: “Por favor, diga-nos qual é exatamente a sua r??o
com
Connor?
I explicou: “N?o tenho nenhum rcionamento ele. No ensino fundamental, eu o vi sendo
condenado ao ostracismo por colegas de sse
e senti pena dele, ent?o o ajudei alguns
as, mas ent?o ele se agarrou a mim, me ligando frequência
ao longo dos anos…”
O policial perguntou: “Depois que eleeteu um assassinato, ele ligou para você primeiro. Por que
você n?o o encorajou a
entregar-se?”
Com Jake parado aodo d, I n?o ousou fr descuidadamente e continuou a se distanciar do
incidente. “Nunca imaginei que ele chegaria ao ponto de matar o próprio pai. Fiquei realmente
chocado. é a primeira vez na minha vida que ou?o fr de alguémetendo
assassinato e do que incriminaroona também eu
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estive me culpando esse tempo todo. Pedi-lhe que se entregasse, mas ele n?o me ouviu e até
amea?ou matar-me se eu fsse. Camarada oficial, você poderia, por favor, n?o informá-lo sobre
nossa conversa de hoje? Receio que ele retaliará contra mim depois de ser libertado.”
“ro, protegeremos a testemunha.”
O policial ent?o disse: “Ent?o a grava??o an?nima que recebemos foi enviada por você, certo?”
I parou por um momento e depois admitiu relutancia. “Sim, eu queria fazer algo para ajudar
resolver o caso…”
“Após recebermos a grava??o que você enviou, conseguimos identificar o assassino e prontamente
encontrar seu celr descartado. Caso contrário, mais alguns dias e um pouco de chuva teriam
arruinado o telefone e todos os arquivos de áudio incriminadores dentro dele, fazendo-nos perder o
que há de mais eficaz.
evidência…”
sim
O policial que entrevistou I levantou-se. “Em nome da delegacia, agrade?o por fornecer as provas!”
I acenou a m?o. “N?o é nada. é o que qualquer cidad?o
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deveria fazer…”
O policial apontou para a porta. “Bom, obrigado p sua coopera??o. Vou panhá-lo para fora.
I e Jake saíram juntos e, no caminho, perguntou: “Senhor, você n?o vai contar a Connor sobre
nossa conversa, vai? Ele está muito sombrio e seu olhar é realmente intimidador, ent?o espero que
você possa tomar medidas de prote??o. N?o quero que ele descubra.”
O policial assentiu. “Eu te asseguro. Ele n?o será
contado.”
I saiu da delegacia parecendo inquieta.
Depois de sair da delegacia, olhou para trás novamente.
Já estava escuro lá fora. A entrada estava bem iluminada e o interior igualmente iluminado,
muitos cido, tomando notas e trabalhando diligentemente.
se perguntou em qual s de interrogatório Connor
poderia ser…
No entanto, I apertou a mandíb, respirou fundo e uma pitada de desprezo brilhou em seus olhos.
Isso foi o melhor. Mandar Connor Hill embora seria
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significa que ele n?o poderia mais importuná!
“O que você pensa sobre? Entre no carro!
O som da voz de Jake trouxe I de volta para
sentidos.
abaixou a cabe?a. “Jake, estou um pouco de medo de sofrer retalia??o…”
“N?o se preocupe. Estou aqui.”
Jake a protegeu e a levou até o carro.
Eles n?o viram que no terceiro andar da delegacia, em uma s as luzes apagadas, Connor
estava parado na jan, olhando para baixo um olhar sinistro.
“Foto!”
A luz estava acesa na s.
Keira, Lewis e Holly estavam sentados na s observando-o.
Keira bateu na mesa. “Você ouviu o interrogatório agora há pouco, certo? Você também viu o que está
acontecendo
lá embaixo, ent?o, você tem algo que quer me dizer?”
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