91 Conversa
Keira bn?ou a cabe?a, lutando.”
n?o queria apodrecer ali para sempre!
também n?o queria viver na v imunda!
Ent?o, o pouco tempo que tinha, estudou muito, se esfor?ando para progredir. estava
determinada a mudar seu próprio destino!
Aos quatro anos, nunca tinha ido ao jardim de infancia. observou I secretamente,
aprendendo uma língua estrangeira. Quando I trope?ou em uma pvra, Keira respondeu
rapidamente. pensou que receberia elogios de sua m?e. No entanto, nunca esperou que o que
estava prestes a ocorrer fosse quase umapleta
desastre!
Poppy a elogiou e, inesperadamente, deu-lhe um peda?o
de bolo.
O creme doce e rico em sua boca deu-lhe uma sensa??o
sensa??o de satisfa??o. estava relutante em engoli-lo.
pensou que sua vida iria mudar. Poppy segurou a m?o d um sorriso e a levou para fora,
apenas para entregá.
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para um traficante de seres humanos.
n?o chorou nem fez barulho. Afinal, os traficantes de seres humanos pelo menos lhe deram doces
saborosos, mostraram-lhe gentileza e sorriram para .
Até que a trancaram num por?o um monte de
outras crian?as.
Lá, conheceu um menino mais velho.
Eles passaram um mês juntos, se divertindo…
No início, o menino n?o fva muito. Mais tarde, ele perguntou a : “Você n?o quer fugir?”
disse alegremente: “Eu n?o”.
Embora n?o houvesse liberdade, tinha o suficiente paraer, tinha roupas quentes e n?o
precisava ver a m?e. sentiu que aquele foi o momento mais feliz de sua vida.
O menino ficou intrigado e perguntou: “Por quê?”
disse: “Porque ninguém me bate aqui”.
O menino ponderou suas pvras antes de perguntar: “O que há
seu nome?”
bn?ou a cabe?a.
rindo mattor Sho na ara das quatro até
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n?o tinha nome e n?o tinha família
número de registro…
Todas as outras crian?as choravam e faziam barulho, enquanto sorria todos os dias. O traficante
de seres humanos era o menos cauteloso contra . Ent?o, no final, o menino entregou-lhe um saco
de soníferos para colocar naida do traficante.
fê-lo.
Enquanto as crian?as corriam desordenadamente, simplesmente ficou ali parada.
O menino perguntou a : “Por que você n?o vai embora?”
bn?ou a cabe?a. “N?o sei para onde ir.”
“Ent?o, venha para casaigo.”
O menino estendeu a m?o para , e pegou a dele.
m?o.
n?o foi para casa ele no final. Por serem t?o jovens, foram resgatados p polícia assim que
desceram a montanha. Sua identidade foi confirmada e foi enviada de volta para Olsen
família.
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Antes de se despedir, segurou a perna do menino e perguntou confusa: “Você n?o disse que me
levaria
Um policial aodo deles riu. “Garotinha, você n?o é parente dele. Você n?o pode ir para a casa dele.
tinha lágrimas nos olhos. “Mas eu n?o quero ir para casa! Quero ficar ele para sempre!”
O menino acariciou a cabe?a d e perguntou: “é porque você vai apanhar quando voltar para casa?”
O policial n?o percebeu isso. Afinal, as crian?as da sua idade costumavam fazer muito barulho em
casa, e levar palmadas era apenas uma parte da vida.
Porém, o menino a levou a sério e disse: “Espere por mim. Quando crescermos, irei me casar
você e levá-lo para minha casa.
Keira acordou abruptamente.
As cenas de seu sonho passaramo uma apresenta??o de slides acelerada, deixando-a
momentaneamente confusa sobre o que era real e o que era um sonho…
n?o sabia sobre os outros. mas se lembrou
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ramente tudo o que aconteceu quando tinha quatro anos.
lembrou que o menino lhe deu um apelido, Onze, porque era a décima primeira crian?a que
tinha
traficado lá.
se lembrou do sabor do chocte.
se lembrou da luz do sol derramando-se na escurid?o
por?o e a poeira dan?ando na luz.
Essa foi a época mais feliz quando era crian?a.
E esse ano pletou 22 anos, mas aquele rapaz ainda n?o veio casar .
Um sorriso amargo surgiu no rosto de Keira.
N?o que realmente gostasse dele. A
A crian?a de quatro anos nada sabia sobre o amor, mas sua existência foi o pr que a sustentou em
inúmeros episódios de abusos e agress?es.
Para outras crian?as, a luz deles era Ultraman.
Seu Ultraman era aquele garoto…
Infelizmente, o menino era apenas uma crian?a. Ele deve ter se esquecido d há muito tempo.
Keira piscou e finalmente percebeu o estranho
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atmosfera na s.
virou a cabe?a e viu Lewis sentado aodo d, perguntando: “Quer um pouco de água?”
Antes que Keira pudesse reagir, a voz de Matthew veio de
o outrodo. “Pessoas irrelevantes deveriam sair agora. Tenho que examinar o paciente.
Ele pegou o estetoscópio e foi até a cabeceira da cama, olhando para Lewis.
O rosto de Lewis estava sombrio. “N?o sou uma pessoa irrelevante.”
Mateus continuou. “Além do paciente e do médico, todos os outros s?o irrelevantes. Além disso, tenho
que examinar a paciente, o que exige tirar a roupa. N?o é apropriado que você esteja aqui.”
Lewis franziu a testa: “é apropriado que você fa?a isso?”
Matthew foi até Keira e levantou sua blusa. “Eu sou um
doutor. Aos meus olhos, n?o há distin??o de gênero.”
Lewis queria dizer mais alguma coisa, mas quando viu o segmento de sua cintura fina por baixo da
blusa, corou e saiu imediatamente da s.
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Depois de sair da s, Tom, que estava esperando dodo de fora, espiou inconscientemente para
dentro.
Lewis imediatamente bloqueou a porta, fechou a porta e repreendeu: “O que você está olhando?”
Tom ficou perplexo.
Ele limpou a garganta e disse: “Chefe, a Srta. Olsen está
nome é um trending topic.”
Ent?o ele entregou seu celr.
Lewis pegou e viu as principais tendências mostrando um jornalista conduzindo uma entrevista.
O entrevistado era o filho de Finley Hill, Connor Hill, que vestia o uniforme escr, o rosto
caracteristicamente cheio de desconforto e caut.
O jornalista perguntou: “Sobre o caso do assassinato do seu pai, o que você tem a dizer?”
Connor parecia um tanto desacostumado a enfrentar o
camera, ent?o ele vacilou. “Minha prima… n?o fez isso intencionalmente. Foi um acidente…”
“Seu pai era um jogador. Você n?o o odiava também?
Connor hesitou por um momento. “às vezes sim, mas
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n?o há muito o que fazer sobre isso. Você n?o pode mudar
para quem você nasceu, mas eu gostaria
para dizer uma coisa
para meu primo. Ao longo dos anos, meu pai tem procurado constantemente em busca de
dinheiro, e o que aconteceu foi de fato homicídio culposo. Estou pronto para emitir uma carta de
entendimento para minha prima e espero que a polícia a trate tolerancia.”
Esta entrevista foi inicialmente normal, mas depois dessas pvras, alguém na multid?o gritou: “Você
sabia que seu primo foi libertado sob fian?a por um motivo ridículo? Diz-se que a anemia afetou sua
saúde! vai escapar do crime?
Com essas pvras, todas as notícias esquentaram de repente.
Hashtagso
#SecondGenerationRichEligibleForBail#, #RichBratGetsAwayWithMurder# e
#MoneyBuysInnocenceForTheRich# imediatamente
entrou na lista de tendências.
Todos questionaram a elegibilidade de Keira para fian?a.
à primeira vista, ficou ro que alguém estava por trás disso e pagou ps principais tendências.
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ó
R
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O rosto de Lewis escureceu. “Vá descobrir quem pagou por isso.”
“Sim,”
Depois disso, Tom examinou os arredores. “Acabei de descobrir que alguns repórteres entraram
sorrateiramente.”
O rosto de Lewis de repente ficou frio. “Encontre algumas pessoas
e proteja a área.
Keira estava fisicamente fraca e n?o deveria ser iodada
agora.
Dentro da enfermaria.
Quando Lewis saiu da s, Matthew deixou o estetoscópio dedo e sentou-se aodo de Keira.
Keira perguntou: “Matthew, por que você está brincando ele?”
Matthew zombou. “Você nem me contou que se casou. Ainda sou seu irm?o?
Keira disse indiferente: “Eu n?o queria iodar você”.
Matthew pareceu perceber algo e mudou de assunto. “Que sonho você acabou de ter? Você continuou
chamando alguém de ‘Irm?o…”
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Keira sorriu. “Eu sonhei quando tinha três ou quatro anos
anos…”
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Se n?o fosse por isso, n?o teria sentido nada, mas fndo assim, de repente se lembrou da
conversa do sonho…
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