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“Keira Olsen, acorde. O que você tem?”
A policial percebeu o estado de Keira e a cutucou.
Atordoada, Keira abriu os olhos.
A mulher geralmente obstinada tremia de fraqueza. “Por favor, ajude-me a ir para a cama.”
“Tudo bem.”
A policial rapidamente a ajudou a se deitar e perguntou: “Como você se sente agora?”
Keira estava em péssimas condi??es e n?o iria se preparar nem para o bem de Holly. disse:
“Estou anêmica. Pe?a a Ho Sims para fazer outro exame de sangue. Deveria aparecer n?o
Ao ouvir suas pvras, a policial franziu a testa, examinando Keira. “Dr. Sims estava raiva.
provavelmente n?o virá
de novo.”
Keira franziu os lábios. “Ent?o você pode tirar meu sangue e enviá-lo para teste.”
A policial disse: “Tudo bem, vou chamar alguém do
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departamento forense.”
Dito isto, saiu da c.
Quando estava saindo, foi repentinamente parada por Poppy Hill, “Com licen?a, policial.”
A policial virou-se para : “O que é isso?”
Poppy apontou para a enfermaria onde Keira estava. “Essa é minha filha. n?o está bem? Posso ir
cuidar d?
A policial ficou surpresa. “ é sua filha?”
As m?es e as filhas estavampartilhando cs de pris?o atualmente?
Poppy assentiu: “Sim, sim, essa é minha filha. Você verifica nosso rcionamento.
A policial pegou seu telefone, se conectou ao sistema e verificou suas identidades. s eram m?e e
filha.
A policial pensou por um momento, lembrando-se da condi??o de Keira, e disse: “Tudo bem”.
Keira, deitada na cama de solteiro, tinha acabado de fechar os olhos
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quando a porta foi aberta novamente.
O médico legista veio t?o cedo?
mal ergueu as pálpebras para ver uma figura entrando, seguida por uma voz assustadora: “Keira,
n?o tenha medo. Mam?e está aqui…”
Keira enrijeceu.
Talvez devido à sua fraqueza, lembran?as de quando tinha cinco anos inundaram sua cabe?a.
Em t?o tenra idade, sem roupas quentes suficientes no inverno, frequentemente pegava resfriados.
Cada vez que ficava doente, Poppy a trancava, n?o a deixando sair. Sempre que a Sra. Olsen
saía, vinha vê e dava-lhe um abra?o.
medicamento.
Mas no momento em que a Sra. Olsen saía, Poppy corria até , agarrava sua garganta e a for?ava a
jogar fora o remédio que acabara de tomar.
Enquanto batia na crian?a indefesa de cinco anos, a repreendeu furiosamente no ouvido. “Você
n?o merece remédio! Apenas viva sua febre! Por que você n?o morre
“Você merece isso, vadia! Você n?o é poderoso? Como se atreve
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d
você toca em I? Você bateu n diversas vezes e se atreveu a me desafiar, me jogando nesta
pris?o. eu vou sufocar
você…”
??? ???
A voz maliciosa de sua memória se sobrep?s ao murmúrio em tempo real da mulher, fazendo que
Keira se encolhesse instintivamente,o quando era crian?a, desejando poder se reduzir ao mínimo
possível para se defender da press?o externa.
Erao se tivesse voltado a ter cinco anos de idade naquele por?o frio e escuro.
A s estava mal iluminada.
sofria de tonturas extremas causadas por anemia, o que a tornava incapaz de distinguir entre
realidade e memória, pedidos de misericórdia de seus sonhos escapando de seus lábios.
Aos cinco anos de idade, implorou em um sussurro suave. “M?e, me desculpe. Eu n?o deveria ter
ficado doente. Por favor, pare de me bater.
Mas uma dor aguda ainda percorria seu corpo.
A mulher à sua frente ainda beliscava seus bra?os, abd?men e coxas sem piedade.
Keira apertou os lábios for?a.
Aos sete anos, entendeu que implorar era inútil e que só conseguia suportar.
A dor persistiu.
As maldi??es eram inabaláveis. “Morrer! Morrer! Você matou meu irm?o! Você pagará sua vida!
Quando Keira tinha nove anos, aprendeu a resistir, até tentando afastar a mulher for?a, mas
n?o era forte o suficiente e isso só trouxe mais espancamentos.
Depois teve a tolerancia aos dez anos, onze anos, doze anos…
Até pletar treze anos e passar para o alto
esc.
Embora ainda fosse magra, havia ultrapassado a altura de Poppy. empurrou a mulher,
dizendo: “Já que você me desprezao sua filha, estou indo embora”.
arrumou algumas roupas surradas e sem hesitar, deixou a família Olsen…
N?o haviar para no mundo, mas o
lá fora era vasto e ilimitado. Em todos os lugares, menos no
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A família Olsen poderia ser sua casa.
cresceu e p?de se proteger!
Keira abriu os olhos abruptamente, acordando de seu pesadelo!!
olhou atentamente para Poppy, que estava bem na frente d.
d.
Poppy, que estava beliscando sua cintura, vacilou e imediatamente alcan?ou a garganta de Keira,
“Vadia, o que você está olhando? Você deveria morrer! Você tem que pagar por matar meu irm?o!”
Esgotando todas as suas for?as, Keira agarrou o pulso de Poppy e empurrou-a for?a!
Poppy recuou dois passos, caindo for?a no ch?o. Quando estava prestes a atacar novamente,
uma voz veio da porta: “O que vocês dois est?o fazendo?!”
Poppy se virou e viu Holly, de olhos arregdos, parada na porta. ent?o entrou sem pressa na
s.
Seu olhar passou por Poppy e Keira, confusa.
estava alucinando? Essas duas mulheres estavam brigando?
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s n?o afirmavam ser m?e e filha?
Keira havia esgotado todas as suas for?as. estava esparramada na cama novamente sem energia
para mover um dedo.
sussurrou: “Você chegou bem na hora. Estou anêmico… mesmo que você n?o me liberte sob
fian?a, você deve imediatamente
leve-me para infus?o intravenosa e me dê suplementos de ferro…”
Antes que Holly pudesse fr, Poppy sentou-se no ch?o. “Você está anêmico? Com a for?a que você
demonstrou? Você me empurrou! Eu digo que você está fingindo! Você lutou aqui e será punido!
Holly, que acabara de entrar, viu Keira abrir os olhos e empurrar Poppy para longe. A crueldade nos
olhos de Keira fez Holly sentiro se n?o a conhecesse mais.
Lembrando-se das pvras de I, cerrou os punhos e derou: “Keira, n?o serei enganada por
você desta vez!”
se virou e chamou o guarda da pris?o: “Eles estavam brigando. Leve-os imediatamente para a
solitária
confinamento!!”
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Na entrada da delegacia.
Property ? of N?velDrama.Org.
O advogado recebeu a notícia de que a fian?a havia sido negada e disse desamparado: “Sr. Horton,
se quisermos recorrer, teremos que esperar até amanh?.”
Lewis franziu a testa isso, olhando para Samuel.
Samuel disse: “Podemos esperar mais um dia, mas o dia seguinte é definitivamente a última
chance…”
Lewis assentiu, ramente sentindo-se inquieto.
Nesse momento, a policial que estava lá dentro se aproximou e disse ao capit?o Lincoln: “Capit?o
Lincoln, acho que Keira parece muito mal. As mulheres tendem a ficar anêmicas durante a
menstrua??o. Devemos verificar novamente?
Ao ouvir isso, Samuel, que estava prestes a sair, parou no meio do caminho, entrando em panico:
“Será que a estr do ciclo de Keira? Estamos condenados, condenados …”
A express?o de Lewis escureceu: “O que há de errado?”
Samuel estava andando ansiosamente. “Se Keira n?o receber os suplementos de ferro na hora certa,
deve estar anemia grave agora! Mas o que fazemos agora sem fian?a?”
“O que nós fazemos?”
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Sem hesitar, Lewis se virou e correu em dire??o
a área de espera!!
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