82 Segredo
Lewis deu um passo à frente, pretendendo entrar primeiro.
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Mas Keira n?o esperou que ele fsse. silenciosamente abriu a porta.
n?o confiava muito no tio, medo de que ele a amea?asse ou a coagisse a cair em alguma
armadilha, ent?o
estava muito vignte.
A s estava escura e a luz n?o estava acesa.
Keira entrou lentamente e, assim que entrou, viu uma figura escura correndo em sua dire??o.
“Sobrinha, se você n?o me der dinheiro hoje, você n?o vai embora!”
Esse tom amea?ador…
Keira semicerrou os olhos, zombou e rapidamente levantou o pé para dar um chute forte na figura.
“Baque!”
A figura caiu no ch?o.
Ao ouvir o barulho, Lewis empurrou a porta apressadamente e entrou. Ele n?o conseguia ver o que
estava acontecendo e perguntou ansiosamente: “Está tudo bem?”
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“Está bem.”
Ao ouvir essas pvras, Tom, que seguia atrás, pegou umanterna poderosa e apontou-a para Keira,
iluminando metade da s.
Como Keira estava alerta para qualquer movimento de Finley, olhou para Lewis e percebeu que
ele estava olhando fixamente para algo atrás d, suas pups ligeiramente dtadas,
queixo tenso.
Keira franziu a testa e virou a cabe?a involuntariamente.
Lewis instintivamente deu um passo à frente, tentando bloquear sua linha de vis?o.
Mas Keira bn?ou a cabe?a ligeiramente, evitando a prote??o dele, e olhou.
No momento seguinte, ficou enraizada no local
choque!
Finley ficou deitado de bru?os, os olhos bem abertos, o corpo se contraindo levemente. Seu peito
foi perfurado por um
velha barra de a?o!
Suas roupas estavam encharcadas de sangue, criando uma vis?o horrível.
O cora??o de Keira afundou um pouco. avan?ou apressadamente
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checar.
Só ent?o, uma voz impaciente veio dodo de fora da porta. “Pai, estou aqui.”
Um homem de vinte e poucos anos, que se parecia Finley, entrou correndo.
Keira o reconheceu. Era o filho de Finley, Connor.
Ele era um ano mais novo que I e Keira, atualmente estudando na Oceanion University.
Certa vez, Finley pediu a Keira as mensalidades quando Connor foi admitido na universidade, mas
Keira recusou.
sabia que mesmo que lhe desse, isso acabaria alimentando seu vício no jogo.
Ter um pai assim fez de Connor uma pessoa bastante sombria. Ele dificilmente se socializava e até
tinha um rcionamento tenso a família.
Neste momento, seu rosto estava cheio de raiva. “Peguei vinte mil emprestados de um colega de
sse. Eu n?o tenho mais nada. Se você me pressionar ainda mais, irei para o exterior e nunca mais
me preocuparei você… Pai?!
Ao ver Finley, Connor congelou em estado de choque, caindo
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a bolsa que ele carregava. Os vinte mil espalhados p bolsa…
Correndo para odo de Finley, ele tremeu ao tocar seu
nariz do pai…
No momento seguinte, ele recuou rapidamente e se agachou no ch?o. Ent?o, olhando para Keira, ele
gritou aterrorizado: “Você… você o matou?!”
Ele procurou fricamente o telefone no ch?o, tremendo ao discar o 911. “Olá, quero rtar um
caso, meu pai foi morto!”…
A polícia chegou rapidamente. Eles localizaram o interruptor de energia do prédio abandonado.
Quando o ligaram, todo o edifício se iluminou.
Keira e os outros estavam sendo interrogados p polícia.
Os olhos de Connor estavam vermelhos, mas ele n?o estava chorando. Ele parecia um pouco aliviado.
“Meu pai me enviou uma mensagem pedindo cinco milh?es para ele, ou ent?o ele será morto. Mas
sou apenas um estudante. Onde posso conseguir esse dinheiro?
“Consegui pedir vinte mil emprestados aos meus amigos, pensando que seria o suficiente para ajudá-
lo.
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por enquanto…
“N?o esperava que quando cheguei meu pai já estivesse morto! Foi ent?o que liguei para a polícia.”
Tom também estava dando seu depoimento. “Senhor. Horton e eu panhamos a Srta. Olsen aqui
para nos encontrarmos
alguém. Decidimos panhá porque o prédio estava escuroo breu. A senhorita Olsen entrou
primeiro na s, depois ouvimos uma briga lá dentro. Preocupados a possibilidade de a senhorita
Olsen estar em desvantagem, entramos… Abri minhanterna e o vi caído no ch?o…
A polícia perguntou: “Ele estava vivo ou morto antes de vocês entrarem na s?”
Com essa pergunta, Tom inconscientemente olhou para Keira, sentindo-se culpado.
A polícia derou severamente: “Tenha em mente que o perjúrio
um crime.”
Tom permaneceu em silêncio.
Foi Lewis quem falou. “Antes de entrar na s, a Srta. Olsen bateu na porta e uma voz de homem
foi ouvido lá dentro, dizendo para entrar.”
A polícia perguntou: “Era a voz da vítima?”
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Lewis derou honestamente: “N?o sei”.
Eventualmente, a polícia recorreu a Keira. “Senhorita Olsen, de quem é a voz que você ouviu? O que
exatamente aconteceu
aqui?”
“Era a voz dele”, disse Keira, os olhos fixados no corpo de Finley em profunda reflex?o. “Quando
entrei, ouvi ele me amea?ando e sen?ando contra mim. Eu instintivamente o chutei e ent?o isso
aconteceu.”
Antes que a polícia pudesse fr, Connor imediatamente cerrou os punhos. “Ent?o, você n?o fez isso
intencionalmente? Foi a legítima defesa que deu errado?
Keira respondeu calmamente: “N?o sei”.
A polícia ficou intrigada. “O que você n?o sabe?”
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Antes que Keira pudesse responder, Lewis interrompeu: “Estava escuro no quarto. A senhorita Olsen
simplesmente expulsou a pessoa. N?o está roo ele morreu.”
Lewis ent?o se voltou para Keira.” Senhorita Olsen, pense cuidado. Você ouviu o som de uma
arma prando em um corpo ou de uma faca atravessando? Você ouviu o dele
gritar?”
Keira, que estava revisando todos os detalhes antes de
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a chegada da polícia, imediatamente bn?ou a cabe?a quando
perguntado. “N?o.”
Connor ficou parado. “O que você quer dizer?”
Keira olhou para a polícia um tom resoluto. “Eu n?o
Mate ele.”
O policial hesitou por um momento.
Uma jovem teria vomitado de terror depois de testemunhar uma cena de crime t?o horrível. No
entanto, esta mulher n?o apenas manteve uma cara séria, mas também foi incrivelmente lógica ao
explicar seus pensamentos. Foi bastante impressionante.
Ele disse sem rodeios: “Registramos todas as evidências do local e suas dera??es. Senhorita
Olsen, do jeito que está, você é a principal suspeita. Por favor
espere aqui o médico legista chegar e concluir
um exame. Se nenhuma nova evidência for encontrada, deixaremos você sair.”
Keira assentiu. “OK.”
e Lewis também procuravam pistas.
A antiga fábrica estava cheia de poeira, mas Finley passou um dia escondido lá e tocou em muitas
coisas, deixando
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vestígios de sua presen?a em todos os lugares. Na verdade, isso tornou difícil discernir quaisquer
pistas.
Nesse momento, um policial tico criminal rtou: “O celr dele foi desbloqueado!”
Keira imediatamente olhou para ver o policial se aproximar e pegar o telefone, percorrendo o conteúdo
do bate-papo e o histórico de chamadas.
Ele parecia ter pressionado as tes ao acaso e chegou a um memorando de voz.
Ent?o, seus olhos brilharam. “Há apenas uma hora, ele salvou uma mensagem de voz!”
Ao terminar a frase, o policial reproduziu a mensagem de voz. Vindo do telefone estava a voz de
Finley. “Querida sobrinha, sobre esse segredo…”
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Capítulo 82
Terrível
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