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Poppy estava apavorada.
Só e seu irm?o, Finley, sabiam que trocou as meninas!
nunca havia mencionado isso para sua filha verdadeira, I.
Como a velha Sra. Horton poderia saber?
Além disso, falou em tom assertivo, n?o de suspeita, mas de certeza!
Ao ver Keira e Lewis se aproximando, Poppy pareceu ainda mais desconfortável sua culpa!
Eles n?o tinham ouvido o que acabara de dizer, n?o é?
A velha Sra. Horton bufou: “Eu sei. Você intimidou minhaa. Você é uma mulher má!
A velha senhora divagou sem parar. Parecia que algo estava errado sua mente…
Poppy deu um suspiro de alívio. se aproximou de Keira a garrafa térmica na m?o: “Keira
querida, trouxe um pouco de caldo de galinha para você. Você deve estar cansado de cuidar da velha
Sra. Horton. Você precisaer mais para recuperar um pouco
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for?a…”
O aroma do caldo de galinha da garrafa térmica pairava no ar, mas para Keira n?o era nada mais
do que ironia.
Esta foi a primeira vez que Poppy fez sopa para
d.
perguntou uma voz desprovida de emo??o: “O que você
querer?”
Poppy sorriu. “Ainda estou atrás dos dois por cento de participa??o de I… A velha Sra. Horton
valoriza muito você. o ajudou a arrumar um quarto de hospital para a Sra. Olsen e a conseguir
aquele remédio. definitivamente concordará se você pedir. Ajude sua irm?, caso contrário,o
poderia estar confiante
perto de Jake?”
A express?o de Keira ficou gda, as pvras escapando de seus lábios desprovidos de calor: “N?o.”
O rosto de Poppy endureceu, sua fachada desmoronou. olhou para Keira: “Isso mesmo, hein? Eu
trabalhei tanto para dar à luz você. Você sobe na esc social e agora n?o vai mais me respeitar?!”
se jogou no ch?o, gritando: “Se você n?o me ajudar hoje, n?o vou conseguir! Todo mundo vem
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Veja isso! Minha filha é uma desgra?ada ingrata! está envergonhada p origem humilde de sua
m?e, ent?o está servindo a velha Sra. Horton tanta dedica??o! quer sera deles agora!
A equipe médica e os pacientes ao redore?aram a sussurrar entre si.
“A senhorita Olsen parecia legal. Eu nunca esperei que fosse
assim…”
“ é t?o materialista. está até negando a própria m?e. Nunca vi nada assim na minha vida!”
Keira ficou lá um rosto inexpressivo.
realmente n?o queria admitir que esta mulher causando
uma cena era sua m?e.
No entanto, infelizmente, tal rcionamento era impossível de
cortar.
se sentiu impotente.
Keira zombou, sua voz t?o gda quanto sua express?o. “Vá em frente, fa?a uma cena. Se você
interromper o descanso de alguém, a seguran?a irá panhá-lo para fora.”
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Depois que terminou de fr, passou por Poppy. Poppy ficou furiosa. “Ingrato miserável!
Putinha!
Por despeito, se levantou abruptamente e jogou a garrafa térmica cheia de canja de galinha em
Keira!
“Aten??o!”
Keira ouviu uma voz profunda. Ent?o foi firmemente envolvida em um abra?o forte!
olhou para trás surpresa, apenas para ver Lewis parado protetoramente na frente d,
protegendo-a da canja de galinha escaldante suas costasrgas…
O vapor subia de seu terno preto.
Keira engasgou e perguntou ansiosamente: “Você está bem?”
“Estou bem.”
Ele semicerrou os olhos para Poppy.
Poppy ficou petrificada. moveu as m?os fricamente “Sr. Horton, eu… eu n?o queria espirrar
em você. Eu… eu…..”
ficou t?o nervosa que se virou para fugir, desaparecendo rapidamente do corredor.
Ninguém prestou aten??o n enquanto todos circvam
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Lewis para entrar em suas enfermarias.
A velha imediatamente correu, tirando rapidamente as roupas de Lewis: “Rápido, tire isso e deixe-me
vero está ruim! Há alguma bolha?
Lewis calmamente tirou o terno e a camisa branca, revndo seu peito robusto.
Keira instintivamente quis desviar o olhar, mas n?o antes de seu olhar pousar nas costas dele, que
agora estavam vermelhas e cheias de bolhas…
N?o foi um ferimento leve. Foi ramente muito sério!
“Oh meu Deus, isso dói? Keira, aplique um pouco de pomada para
ele…”
A velha arrancou o creme para queimaduras da m?o da enfermeira e colocou-o nas m?os de Keira.
empurrou Keira para trás de Lewis e acenou para os outros saírem da s: “N?o vamos nos
aglomerar por aqui. O pirralho vai ficar vergonha de ficar nu!”
Ent?o, aproximando-se de Keira, sussurrou: “Neta, agora é você!”
Keira ficou sem pvras.
Em um instante, apenas os dois ficaram no
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Foi t?o estranho.
Lewis disse em voz baixa: “Este é o pensamento caprichoso da minha avó. Vou deixar a enfermeira
entrar…”
“Eu vou fazer isso.”
Keira o interrompeu e caminhou atrás dele.
Era hora do crepúsculo e a luz dourada entrava p jan,n?ando longas sombras dos dois.
Lewis estava diante da jan, o halo através do vidro iluminando suas costasrgas, e suas cal?as
justas delineavam sua cintura esbelta.
Um olhar e Keira baixou o olhar.
Erao se uma pequena pedra tivesse sido jogada nogo do seu cora??o, fazendo que as
ondas se espalhassem.
passou a pomada nas pontas dos dedos antes de aplicá suavemente na área queimada.
Lewis permaneceu em silêncio, seus músculos tensos
subconscientemente no momento em que as pontas dos dedos d tocaram os dele
pele.
Sua respira??o fraca espirrou em suas costaso se uma chama estivesse
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queimando-o.
Percebendo seu desconforto, Keira perguntou suavemente: “Dói?”
Lewis ergueu os olhos e no reflexo do
jan, ele podia ver a express?o d, que era
séria e focada,o se estivesse lidando um problema inestimável
Antiguidade.
Sua aten??o foi atraída para e o canto de sua boca se contraiu ligeiramente. “N?o, n?o dói.”
Um momento depois, depois de aplicar a pomada, Lewis vestiu uma camisa nova e abotoou-a.
“Obrigado,
Senhorita Olsen.
“N?o mencione isso.”
Keira hesitou, depois olhou para ele: “Na verdade, você n?o precisava levar o golpe por mim. Se você
se machucar, sua avó ficará arrasada.”
“Se você se machucar, minha avó ficaria ainda mais arrasada.”
“Bem, afinal, sou um estranho.”
Seus olhos escuros se fixaram n e ele disse lentamente: “Você esqueceu, agora você é minha
esposa.”
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A respira??o de Keira acelerou, o ar ao seu redor parecendo ficar mais rarefeito devido às pvras de
Lewis.
Seu cora??o pulou uma batida e seus cílios tremram
“Vou sair um pouco.”
Keira se virou para sair da s.
Lewis perguntou: “O que você vai fazer?”
“Vingar-se.”
N?o importavao Poppy a tratasse, mas se tivesse machucado Lewis, n?o poderia
simplesmente deixar para lá!
Keira foi até o quarto da Sra. Olsen, a inten??o de verificar se Poppy estava lá.
Mas assim que chegou perto, avistou I e um homem desaparecendo no corredor.
O homem era pegajoso e sorrateiro; parecia muito o tio Finley.
Por curiosidade, Keira os seguiu.
No corredor.
Finley estava esfregando as m?os: “Minha querida sobrinha,
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I suprimiu sua raiva. “Já lhe dei minha mesada deste mês!”
Finley era seu pesadelo.
Sem avisar, ele veio até no dia de Ano Novo e disse que era filha de Poppy. Ele exigiu dinheiro
d, amea?ando revr a verdade a Taylor e à Sra. Olsen…
Apesar de seus apelos, Finley permaneceu imperturbável. Ele sorriu e disse: “De qualquer forma, n?o
consigo sobreviver sem dinheiro. você n?o vai me dar, eu irei até Keira e contarei a verdade a .
definitivamente me daria uma grande soma de
dinheiro!”
Naquele momento, a porta foi aberta.
Keira ficou ali, de costas contra a luz. Sua voz estava fria: “Que verdade?” 2
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