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Cap铆tulo 2515

    Capítulo 2515


    Capítulo 2515


    Algumas crian?as estavam fazendo bonecos de neve na rua.


    Olhando para os sorrisos alegres nos rostos das crian?as e para o riso prateado,  ergueu os cantos


    da boca.


    era facilmente contagiada por pessoas e coisas bonitas. Como se encorajada,  enrolou o


    cachecol e saiu p porta.


    N?o muito longe do grupo de crian?as,  também construiu um boneco de neve.


    fez dois bonecos de neve, um maior e outro menor.


    “Irm?, o que você construiu?” Uma garotinha correu até , olhou para o boneco de neve que


    construiu e perguntou secamente.


    Siena cobriu o rosto um len?o, revndo apenas um par de olhos brilhantes. “Esta sou eu e minha


    sogra.”


    “Ah… a mais velha é sua sogra, e a mais nova é você!” a garota continuou a perguntar.


    Siena bn?ou a cabe?a: “A mais velha sou eu e a mais nova é minha sogra”.


    Quando sua sogra n?o estava doente,  era rtivamente magra. Depois de ficar doente,  ficou


    mais magra e menor.


    Quando Siena era crian?a,  sentia que sua sogra erao uma grande árvore, alta e forte, que lhe


    dava uma sensa??o de total seguran?a. Mas ent?o  logo superou sua sogra.


    à medida que  cresce dia após dia e sua sogra fica mais velha dia após dia, torna-se  proteger


    sua sogra.


    é uma pena que sua sogra n?o tenha esperado até o dia em que  se tornasse mais capaz.


    às 18h30


    A noite de inverno parecia estar coberta por uma camada de névoa fria e fazia frio por toda parte.


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    Depois deprar o jantar, Siena foi silenciosamente à casa de Hogan.


    A porta principal do prédio estava fechada.


    Neste tempo frio, poucas pessoas abriram suas portas à noite.


    Siena rxou um pouco e abriu a porta do pátio do edifício auxiliar.


    Como ontem,  foi até a jan do quarto no primeiro andar e bateu na jan.


    Depois de um tempo, a porta do prédio auxiliar se abriu.


    Siena viu a porta aberta e trotou imediatamente.


    “Jovem Mestre, n?o se preocupe! O port?o do prédio principal está fechado. Ninguém me viu


    chegando. Siena colocou o jantar que carregava na mesa de jantar, ent?o afrouxou o cachecol em volta


    do pesco?o e tirou as luvas.


    O aquecimento foi ligado na vi e  sentiu calor assim que entrou.


    “Jovem mestre, vocêeu o arroz de costelinha de porco? Comprei mais hoje para você ter uma


    refei??o extra amanh?.” Siena tirou ancheira da sac, “vejo que você gosta deer bolinhos de


    carneiro e sopa de carneiro, ent?oprei de novo hoje. Oércio daqu loja é muito bom, e


    quando fui lá ainda tinha f!”


    Lucas foi até a cadeira de jantar e sentou-se.


    Siena imediatamente colocou a torta de carneiro e a sopa de carneiro na frente dele.


    “Jovem Mestre, peguei a outraida e coloquei na gdeira.” Siena pegou o restante do arroz e


    legumes e caminhou em dire??o à cozinha.


    “Meu pai veio me ver hoje.” Lucas deu uma mordida na torta de carneiro, olhou para as costas d e


    fingiu fr casualmente.


    Siena parou e se virou para olhar para ele: “O que seu pai disse para você? Ele disse quando você


    estará livre?


    “Ele me perguntou se eu sabia que estava errado e eu disse que n?o.” Lucas tomou um gole de sopa de


    carneiro e disse levemente: “Ele está muito zangado”.


    Depois de colocar ancheira na gdeira, Siena caminhou até a mesa de jantar e sentou-se, olhou


    para ele e disse impotente: “Jovem mestre, se você diz que sabe o seu erro, agora deve estar livre


    novamente.”


    “Se você fosse eu, mentiria pelo bem da liberdade, n?o é?” Lucas disse desdém: “Você é você, eu


    sou eu, n?o vou me tornar fraco e n?o vou me curvar diante daqueles que me odeiam!”


    Siena corou: “Jovem mestre, às vezes eu te admiro.” Depois de uma pausa,  disse: “Você tem uma


    ideia especial. Mesmo que às vezes você esteja errado, você pode ser justificado, perseverar até o fim e


    nunca olhar para trás. “


    Você está enrndo e me repreendendo de novo. Lucas mordeu a torta for?a.


    “Jovem Mestre, eu n?o…” Siena tentou argumentar.


    “Meu pai sabe que você me trouxeida.” O tom de Lucas era lento,o uma faca cega cortando a


    carne, “Ele veio me procurar ao meio-dia àqu hora, por acaso eu estavaendo cost de porco.”


    Sena: “…”


    Vendo seu rosto ansioso, Lucas colocou lenha na fogueira: “N?o seio ele vai te punir.
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