Capítulo 137
Capítulo 137
“Feliz Ano Novo, Avery,” Elliot disse enquanto levantava a m?o para enxugar as lágrimas do rosto de
Avery.
Avery deu um grande passo para longe dele.
“Estou indo embora, Elliot,” disse friamente.
Antes que Elliot pudesse reagir, Avery já havia tirado o anel de diamante de seu dedo.
“Eu n?o posso aceitar isso”, disse Avery enquanto enfiava o anel no bolso de sua jaqueta.
“Eu te amo, mas n?o posso mais fazer isso.”
Avery levantou a cabe?a enquanto as lágrimas escorriam por suas bochechas.
“Você tem fotos daqu mulher em seuputador e em seu telefone. Tenho certeza que você a tem
em seu cora??o, também. Admito que você é bom para mim, mas você a ama mais. Eu n?o vou for?á-
la a se explicar, nem vou fazer você desistir d… Porque eu sei que tudo seria uma perda de tempo,”
Avery disse.
“Foram realizadas!”
Isso n?o estava em discuss?o.
Avery estava informando Elliot de sua decis?o.
Elliot estava congdo no lugar, e seus olhos estavam cheios de descren?a.
Tudo estava indo bem antes disso.
Avery estava cozinhando para ele todos os dias e dormindo em seus bra?os todas as noites…
Ele pensou que eles estariam apaixonados pelo resto de suas vidas.
Quando decidiu terminar ele?
Elliot n?o fazia ideia.
Poderia ter sido depois do Natal, ou poderia ter sido antes disso.
“Vou embora em breve. Contratei um advogado para o processo de divórcio. Ele entrará em contato
com você depois das férias — disse Avery enquanto enxugava as lágrimas do rosto.
continuou a se afastar dele, ent?o disse: “N?o vamos nos ver nunca mais, Elliot. N?o entre em
contatoigo. Vamos fingir que nunca nos conhecemos!”
Avery cerrou os punhos e tentou ao máximo conter as lágrimas.
estava apenas curiosa na primeira vez que viu as fotos daqu mulher noputador de Elliot.
No entanto, vê-los novamente em seu telefone foi a gota d’água para .
As únicas fotos no telefone de Elliot eram daqu mulher.
Avery n?o podia mais fugir da dura realidade.
O homem que amava tinha outra mulher em seu cora??o.
Avery chamou um táxi na rua.
Antes de entrar no táxi, n?o p?de deixar de olhar para trás.
No entanto, n?o havia nada além da brisa solitária de inverno atrás d.
Elliot n?o correu atrás d.
Era exatamenteo Avery havia pensado.
Por mais que tentasse fazer Elliot fr sobre a mulher, ele nunca lhe contaria nada, e
achava impossível para ele desistir da mulher por .
As lágrimas que Avery conteve rram por suas bochechaso uma represa explodida.
entrou no táxi e disse ao taxista voz rouca: “Leve-me ao aeroporto”.
Laura já havia saído de seu apartamento e estava esperando por Avery no aeroporto suas
bagagens.
Os dois deixariam a cidade juntos em mais duas horas.
O táxi acelerou p noite nas ruas vazias.
Enquanto Avery observava o horizonte da cidade passar p jan, memórias de Elliot surgiram em
sua mente.
Tudo parecia t?o real, mas t?o etéreo.
Seu cora??o estava partido e suas lágrimas n?o paravam de fluir.
Avery sentiu uma pontada repentina de dor no est?mago quando os bebês chutaram.
Os filhos que partilhou Elliot tinham agora sete meses e nascer?o em breve.
Era uma pena que eles nunca conheceriam seu pai.
Quatro anos depois, eram três da manh? quando uma luz iluminou o quarto principal escuro da
mans?o Foster.
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Elliot abriu os olhos e pegou o telefone da mesa de cabeceira.
Quando viu que era uma liga??o do professor Hough, ele atendeu imediatamente.
“Elliot…”
A voz do professor do outrodo da linha era fraca.
“E-eu estou medo… eu n?o tenho muito tempo sobrando… Esse assunto que discutimos… eu
vou deixar para outra pessoa… Uma aluna minha… C-O nome d é…”
O que se seguiu foi o som de um corpo caindo no ch?o.
Elliot saltou da cama e sentiu seu cora??o afundar em um abismo gdo.
N?o houve resposta, n?o importa quantas vezes ele chamasse o nome do professor.
Foi só uma hora depois que ele recebeu um telefonema do assistente do professor.
“Senhor. Foster,mento informar que o Professor Hough faleceu de uma doen?a cr?nica. Percebi que
a última liga??o que ele fez foi para você, ent?o achei que você deveria saber.
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