《Aoi Hahen(Português)》 Aoi Hahen Arco da Troca Divina Cap¨ªtulo 1: Azure Dia 7 de outubro, durante a era Taishou, nasce uma crian?a vinda da fam¨ªlia Azumori, chamada Takkuma Azumori. Quando ele nasceu, seu Ryujin foi capaz de intimidar todas as maldi??es do mundo. Em contrapartida, seu irm?o mais velho, Renshiro, se tornou rejeitado pelos pais por n?o ter nada de especial, decidindo, desde cedo, abandonar a Na??o de Hirokai para superar Takkuma. CINCO ANOS MAIS TARDE... Takkuma:-(resmungando, enquanto segura a katana) "Papai, quando eu vou poder brincar? Eu treino todo dia e o senhor sempre diz que ainda n?o melhorei..." Shiro:-(suspira, abaixando-se para ficar na altura do filho, colocando a m?o sobre sua cabe?a) "Takkuma... quanto mais voc¨º controlar seu Ryujin, mais preparado estar¨¢ para o que vier. Eu n?o fa?o isso porque quero... fa?o porque preciso. Para te proteger." Takkuma:-(desvia o olhar, chutando uma pedrinha no ch?o) "Ent?o me proteger significa me deixar cansado o tempo todo?" Antes que Shiro pudesse responder, Misaki surge carregando uma bandeja, um sorriso gentil no rosto. Royal Road is the home of this novel. Visit there to read the original and support the author. Misaki:-(rindo suavemente) "Se voc¨ºs continuarem falando de treino, v?o esquecer de comer. Aqui, um lanche especial para os dois!" Takkuma:-(olha para a comida e depois para a m?e, cruzando os bra?os) "A mam?e pelo menos deixa eu descansar..." Misaki:-(bagun?ando o cabelo de Takkuma) "Seu pai faz isso por amor, mesmo que ele seja p¨¦ssimo em demonstrar isso. N?o ¨¦, Shiro?" Shiro:-(desvia o olhar, fingindo n?o ouvir enquanto toma um gole de ch¨¢) "Tsc... eu s¨® quero que ele esteja pronto." Shiro colocou a bandeja perto de Takkuma, sem perceber o terror que estava prestes a acontecer. Algo estava errado. Misaki n?o se moveu como sempre. Seu olhar estava vazio, seus l¨¢bios torcidos em um sorriso doentio. Antes que Shiro pudesse reagir, foi r¨¢pido demais. CRACK! Sangue jorrou naquele dia. A cabe?a de Shiro foi arrancada em um ¨²nico movimento brutal. Seu corpo j¨¢ sem vida caiu no ch?o, enquanto Takkuma, paralisado, assistia aquela cena brutal diante dele, aquela n?o era mais sua m?e. A criatura, que usava o rosto de Misaki, mastigava a carne de seu pr¨®prio marido. Seu pesco?o se movia lentamente, virando-se na dire??o de Takkuma. Os olhos vazios encaravam Takkuma de forma fria e sanguinolenta. Takkuma:-(tremendo, l¨¢grimas escorrendo pelo rosto) "Ma-m?e...? O que... o que est¨¢ acontecendo...?" Sua voz falhava, sequer conseguia falar quase ao cair em prantos disse: Takkuma:-(desesperado, recuando no ch?o) "P-por que fez isso com o papai...?!" E sem poder fazer nada, Takkuma fugiu a uma na??o pr¨®xima. Cap铆tulo 2: O Recome?o Doze anos se passaram desde que Takkuma perdeu os pais. Nesse tempo, ele foi adotado e criado por Kaito Isawa, o Reikan de Moryia. Aos 17 anos, Takkuma j¨¢ era temido e respeitado, seu Ryujin era abissal, algo que ele carregava desde o nascimento. Mas para ele, for?a sem desafios era um t¨¦dio sem fim. Naquela manh?, o c¨¦u estava limpo. O vento carregava o cheiro da natureza, que podia ser sentido por toda aquela na??o. Takkuma caminhando lentamente at¨¦ a varanda do dojo, onde Kaito meditava calmamente. Takkuma:-(esticando os bra?os, bocejando) "Ei, Isawa, essa vidinha pat¨¦tica j¨¢ t¨¢ me dando nos nervos. N?o tem uma pessoa sequer nessa na??o que consiga me enfrentar de verdade. Ent?o me diz... por que diabos voc¨º ainda me mant¨¦m aqui?" Kaito:-(abrindo um calmo sorriso)-"Impaciente como sempre, meu filho." Takkuma:-(cruzando os bra?os) "N?o me venha com essa, velho. Voc¨º sabe t?o bem quanto eu que eu sou o mais forte desse lugar." Kaito:-(abre os olhos lentamente) "E o que significa ser o mais forte, garoto?" Unauthorized duplication: this tale has been taken without consent. Report sightings. Takkuma:-(reclama, virando de costas) "Significa que eu n?o tenho que ficar preso aqui esperando algo que nunca vai acontecer." Kaito:-(rindo baixinho, se levantando calmamente) "Tudo tem seu tempo, meu filho. Eu sei que sou p¨¦ssimo em demonstrar, mas fa?o isso por amor. Logo voc¨º, Takkuma Azumori, poder¨¢ deixar essa na??o... e talvez ent?o, entenda o verdadeiro significado da for?a." Takkuma:-(paralisado, enquanto flashes piscavam em sua cabe?a o fazendo relembrar dessa conversa) Takkuma:-(cerrando os punhos, com um olhar firme) "Chega de esperar... Pai, vamos resolver isso de uma vez." Kaito:-(olhando fixamente para o filho, com um tom inabal¨¢vel) "Se ¨¦ isso que voc¨º deseja, Takkuma... ent?o ao meio-dia, no centro da na??o, seu destino ser¨¢ decidido." (O vento sopra forte entre os dois. O sil¨ºncio preenche o ambiente. Takkuma e Kaito se encaram, sabendo que, quando o sol alcan?ar o ponto mais alto do c¨¦u, apenas um deles sair¨¢ vitorioso.) Ao chegar do meio-dia, l¨¢ se encontram, pai e filho um de frente ao outro, ambos sabendo que apenas um ter¨¢ o titulo de vitorioso ao fim deste embate. E ao passar de 20 minutos vemos Takkuma ajoelhado no ch?o, enquanto sangra perguntando a si mesmo: Mente de Takkuma: "Eu realmente sou t?o forte assim, algu¨¦m t?o forte perderia em um empasse de 20 minutos? J¨¢ sei minha nova ambi??o quero ser o mais forte que todo este mundo j¨¢ viu!" E enquanto o vento soprava calmamente, Takkuma fechou seus olhos podendo sentir ate mesmo seu pr¨®prio cora??o a bater, ardendo em uma grande ambi??o, sentindo sua alma gelar, mesmo como se seu cora??o estivesse ardendo em chamas, podendo sentir toda a adrenalina da derrota correndo em suas veias nada o impedia de se sentir, VAZIO. Cap铆tulo 3: Hora de Aventura! "Sou mesmo t?o forte quanto eu pensava?" Fadado ap¨®s sua derrota, Takkuma permanecia com a mesma pergunta perturbando sua mente a dias. Com sede de poder, ouve boatos de pessoas da na??o sobre seres m¨ªsticos e sua fonte abundante de Ryujin. ???: "Voc¨º ficou sabendo? Criaturas m¨ªsticas coexistem entre n¨®s neste mundo... seres al¨¦m da compreens?o humana." (Takkuma parou. Seu olhar frio se fixou no homem que falava.) ???: "Dizem que essas criaturas possuem uma fonte inesgot¨¢vel de Ryujin. Entre todas elas, h¨¢ uma que se destaca..." Enjoying the story? Show your support by reading it on the official site. (O homem fez uma pausa, olhando ao redor, como se tivesse medo de ser ouvido.) ???: "A Kitsune." (O cora??o de Takkuma acelerou. ) Mente de Takkuma: "Seres m¨ªsticos...? Fonte inesgot¨¢vel de Ryujin...?" (Um novo pensamento surgiu, cortando seus questionamentos imediatamente) Mente de Takkuma: "J¨¢ sei do que preciso... vou atr¨¢s dessa Kitsune." Ao chegar nos port?es da na??o de Moryia, Takkuma disse as primeiras pessoas que viu em sua frente: Takkuma: "Ei voc¨º ai, te pe?o apenas um favor..." " N?o deixe que Kaito Isawa me siga entendeu?" E sem dar nem chance da pessoa com quem falou responder, Takkuma deixou para tr¨¢s a na??o de Moryia. Cap铆tulo 4: Surge uma Amea?a A caminhada de Takkuma seguia silenciosa, o vento cortava entre as ¨¢rvores enquanto andava. Seus instintos o alertavam¡ªele n?o estava sozinho. De repente, das sombras, uma silhueta surge. Um cavaleiro se aproxima lentamente, com sua figura encoberta por um capuz. Takkuma fica em alerta e imediatamente desembainha sua katana. Takkuma:-(fechando lentamente os olhos, segurando firme a katana) "Voc¨º a¨ª... pode sair das sombras. Se der mais um passo sem falar, vou considerar uma amea?a." A figura para. Ent?o, com um movimento ¨¢gil, joga o capuz para tr¨¢s, revelando uma jovem de cabelos brancos e olhos roxos radiantes. Nyx:-(sorrindo de lado, com um tom provocativo) "Relaxa ai, kataninha. N?o sou sua inimiga, Ainda." Takkuma observa Nyx com cautela. Seus olhos percorrem sua postura e a faca que ela segura. Takkuma:-(em um tom de duvida) "Voc¨º fala como se quisesse me testar..." Nyx:-(girando a faca entre os dedos, animada) "Exatamente! Quero ver do que voc¨º ¨¦ feito. Que tal um duelo? Caso conseguir me derrotar, posso considerar me aliar a voc¨º." Support the creativity of authors by visiting the original site for this novel and more. Takkuma abre um sorriso malicioso, j¨¢ sente a adrenalina correr em suas veias. Sem nem pensar duas vezes antes de aceitar. Takkuma:-(dando um passo ¨¤ frente, confiante) "Hah... eu j¨¢ estava ficando entediado mesmo. Vamos ver se voc¨º aguenta." Sem aviso, ele avan?a com um corte r¨¢pido. Nyx recua no ¨²ltimo instante, sua faca deslizando pelo a?o da katana, desviando o golpe com precis?o. Nyx:-(rindo) "T?o apressado! Isso ¨¦ o m¨¢ximo que um guerreiro de Hirokai, herdeiro da familia Azumori, pode fazer?" Takkuma:-(cerrando os dentes, surpreso com a defesa) "Hmph. Voc¨º ¨¦ mais r¨¢pida do que parece." Ele intensifica os ataques, girando a katana e desferindo cortes r¨¢pidos, mas Nyx os bloqueia com a faca sem esfor?o. Takkuma fica impressionado com a destreza de sua adversaria. Takkuma:-(com uma express?o debochada) "N?o ¨¦ todo dia que encontro algu¨¦m t?o bom em combate corpo a corpo, e nem pense em levar isso como elogio. Voc¨º n?o vai durar muito!" Nyx, sem perder tempo, d¨¢ um salto para tr¨¢s e saca seu arco. Antes que Takkuma percebesse, uma flecha voou em sua dire??o. Ele reage instintivamente, erguendo a m?o e pegando-a entre os dedos. Nyx:-(olhando surpresa) "Ora, ora... ent?o voc¨º n?o ¨¦ s¨® marra, hein?" Takkuma:-(sorrindo friamente, quebrando a flecha ao meio) "Voc¨º vai precisar de algo mais forte que isso para me derrubar." Os dois se encaram, a tens?o crescendo. A luta ainda n?o acabou, e ambos sabem que n?o podem subestimar um ao outro. TO BE CONTINUED. Cap铆tulo 5: Antes Inimigos, Agora Aliados O sil¨ºncio tomou conta do campo de batalha. O vento soprou entre as ¨¢rvores enquanto Nyx permanecia im¨®vel, encarando a figura ca¨ªda ¨¤ sua frente. Takkuma estava no ch?o, Sua respira??o era pesada, O tranquilizante havia sido implantado em seu sistema nervoso. Mesmo depois de tudo, ele ainda tentou resistir, mas seu corpo n?o respondeu. Nyx:-(apertando os punhos, frustrada) "Isso n?o foi justo... N?o era assim que essa luta deveria terminar." Ela olha para Takkuma, que dormia profundamente. Ele havia parado a flecha com os pr¨®prios dedos, mas pagou o pre?o por isso. Nyx:-(suspira, cruzando os bra?os) "Tsc... voc¨º ¨¦ teimoso, hein? Poderia ter vencido, mas preferiu bancar o dur?o. E agora? Dormindo como uma pedra." Ela passa a m?o pelos cabelos, respirando fundo antes de tomar uma decis?o. Nyx:-(olhando para o c¨¦u, como se falasse consigo mesma)"T¨¢ bom, t¨¢ bom... Eu admito. Voc¨º ¨¦ talentoso. Mas uma vit¨®ria assim n?o vale nada." Nyx:-(rindo) "Acho que agora somos aliados, kataninha." Horas depois, ap¨®s um breve descanso, Nyx e Takkuma seguiam viagem montados em um cavalo. A estrada para Minneya se estendia diante deles, com o c¨¦u alaranjado pelo p?r do sol. Takkuma:-(ainda sonolento, esfregando os olhos) "Urgh... que droga foi essa?" Nyx:-(rindo, segurando as r¨¦deas do cavalo) "Voc¨º perdeu, dorminhoco. Mas n?o se preocupe, agora somos parceiros!" Stolen novel; please report. Takkuma:-(virando a cabe?a para ela, confuso) "H??! Eu nunca concordei com isso!" Nyx:-(dando de ombros) "Bom, voc¨º tava inconsciente. E j¨¢ que eu sou uma pessoa muito legal, decidi que agora estamos juntos nessa, mas j¨¢ que voc¨º n?o quer ser meu parceiro, posso te deixar ai na estrada beleza kataninha??" Takkuma suspira, esfregando novamente seus olhos. Ele sabia que discutir com ela agora n?o adiantaria. Takkuma:-(resmungando) "Que inferno, j¨¢ que voc¨º n?o me da escolha, vamos nessa." Nos port?es de entrada de Minneya, Takkuma de repente sente um arrepio na espinha. Seu olhar se estreita, e ele coloca a m?o sobre a katana, sentindo uma presen?a estranha no ar. Takkuma:-(voz baixa, atento) "Algo est¨¢ errado..." Nyx:-(confusa)"O qu¨º? T¨¢ sentindo alguma coisa?" Antes que pudesse responder, uma sombra grotesca surge. Olhos vermelhos brilhavam no escuro, Um Kaishin. Takkuma:-(cerrando os dentes)"Merda..." Nyx, sem hesitar, saca uma flecha e dispara antes que o Kaishin pudesse sequer se mover. O proj¨¦til perfura sua testa, e a criatura cai instantaneamente. Nyx:-(assoprando a ponta do arco)"Bom, isso foi f¨¢cil." Takkuma:-(ainda observando o corpo, desconfiado)"F¨¢cil at¨¦ demais..." Os dois seguem caminho, amarrando o cavalo e continuando a p¨¦. Minneya estava diferente do que esperavam, O ar era carregado, como se algo estivesse errado. Ent?o, de repente, ouvem gritos. Nyx:-(alerta, sacando outra flecha)"Isso n?o ¨¦ normal, Alguma coisa est¨¢ acontecendo." Takkuma:-(olhando para o horizonte, sentindo um arrepio)"N?o pode ser..." Os gritos vinham do centro da cidade. Quando se aproximaram, viram um brilho familiar e amea?ador. L¨¢ estava ele, O motivo pelo qual Takkuma havia come?ado sua jornada, um fragmento da alma da Kaishin Kitsune. Takkuma:-(sussurrando, com os olhos brilhando em pura determina??o) "Finalmente... Eu te encontrei." TO BE CONTINUED. Cap铆tulo 6: Troca entre Deus e Humano O rugido da Kitsune ecoa por Minneya. O ar fica pesado, carregado com o puro Ryujin selvagem do Kaishin, mas Takkuma n?o hesita¡ªele j¨¢ havia esperado por esse momento por tempo demais. Com um brilho feroz nos olhos, ele saca sua katana e avan?a, determinado a finaliz¨¢-lo de uma vez por todas. Takkuma:-(com um sorriso malicioso, avan?ando) "Voc¨º ¨¦ meu!" Antes que sua lamina cortasse o Kaishin, um grito ecoa pelas ruas. ???: "PARE, GAROTO!" Takkuma ignora completamente a voz do velho e salta para atacar. Sua lamina desce em um corte preciso, mas antes que atinja, a Kitsune reage. Com um movimento quase impercept¨ªvel, o Kaishin desvia e contra-ataca. Um impacto devastador atinge Takkuma no peito, lan?ando-o pelo ar. Takkuma:-(ofegante, sentindo o gosto de sangue na boca) "Que... merda foi essa?!" Seu corpo colide contra os escombros de uma parede, rachando-a com o impacto. O sangue escorre de seus bra?os e pernas. A Kitsune se ergue diante dele, seus olhos flamejantes de pura f¨²ria. ???:-(se aproximando, com a voz falha) "Eu avisei, garoto... Esse n?o ¨¦ um inimigo para voc¨º." ???:-(apontando para a Kitsune) "Essa criatura j¨¢ enfrentou e derrotou guerreiros cem vezes mais poderosos que voc¨º. Somente Kaishibujins podem lutar contra esse tipo de monstro!" Takkuma se levanta com dificuldade, limpando o sangue do canto da boca. Seu olhar, por¨¦m, n?o mostrava desist¨ºncia. Takkuma:-(ofegante, mas determinado) "Kaishibujins? Ent?o, vou acabar com a Kitsune antes que um deles precise aparecer!" Reading on this site? This novel is published elsewhere. Support the author by seeking out the original. Sem esperar por uma resposta, ele avan?a mais uma vez. Dessa vez, sua lamina encontra seu alvo¡ªo olho da Kitsune. Um corte profundo perfura a criatura, e por um segundo, Takkuma acredita ter vencido. Mas ent?o, ele v¨º, O olho perfurado come?ando a se regenerar. Carne e o Ryujin se restauram diante de seus olhos, e a Kitsune solta um rugido antes de lan?ar Takkuma aos ares novamente, jogando-o contra o ch?o com brutalidade. Nyx: (gritando, correndo at¨¦ ele) "Takkuma-San!" Takkuma sente os ossos doerem, seu corpo implorando por descanso. Mas sua mente... sua mente s¨® queria continuar lutando. Com um esfor?o sobre-humano, ele se ergue mais uma vez, seu olhar fixo na Kitsune. Sua respira??o era pesada, muito pesada, mas sua determina??o queimava mais forte do que nunca. ???:-(negando com a cabe?a) "Idiota teimoso... Se quer sobreviver, escute bem o que vou dizer!" (Takkuma range os dentes, mas escuta.) ???:-"A Kitsune n?o pode ser ferida por golpes diretos. Mas existe uma fraqueza... um ponto em que seu Ryujin n?o pode se regenerar, observe bem antes de atacar!" Takkuma estreita os olhos, tentando analisar o Kaishin com mais aten??o. Ent?o, ele percebe¡ªquando a criatura se move, h¨¢ um instante em que sua energia vital enfraquece, deixando uma abertura m¨ªnima. Takkuma:-(com um sorriso cansado, mas afiado) "Entendi... Parece que temos um jogo para jogar, Kitsune." A Kitsune avan?a, mas desta vez, Takkuma j¨¢ estava preparado. Ele gira sua katana, canalizando todo o Ryujin que possu¨ªa em um ¨²nico golpe. Takkuma:-(gritando, partindo para o ataque) "HYAAAH!" No momento exato em que a Kitsune tenta se regenerar, Takkuma acerta seu ponto fraco. A criatura solta um rugido ensurdecedor antes de desabar, seu corpo come?ando a se dissipar em energia pura, o sil¨ºncio toma conta do local. O Kaishin foi derrotado, Mas Takkuma tamb¨¦m estava caindo. Nyx:-(correndo at¨¦ ele) "Ei, ei, n?o desmaia agora!" Takkuma sente sua vis?o escurecer. Seu corpo estava fraco demais. Mas, estranhamente, algo dentro dele queimava. Uma sensa??o diferente... um novo poder pulsava em suas veias. Takkuma:-(sorrindo) "Heh... ent?o era disso que eu precisava..." Cap铆tulo 7: Um è°©rduo Treinamento O sil¨ºncio pairava no campo de batalha. O corpo da Kitsune j¨¢ havia desaparecido, mas o impacto do confronto ainda pairava no ar. Takkuma, coberto de poeira e sangue seco, tentava recuperar o f?lego. O velho misterioso cruzou os bra?os, observando o jovem com um olhar avaliador. Ele soltou um suspiro, como se tivesse se esquecido de algo importante. Velho Misterioso:-(batendo na pr¨®pria testa) "Tsc... onde est?o meus modos? No calor do momento, esqueci de me apresentar." Ele ergue o olhar para Nyx e Takkuma, sua postura mudando sutilmente. Velho Misterioso:-"Meu nome ¨¦ Uzaraki Yusa. Sou um Kaishibujin." Nyx arregala os olhos ao ouvir aquele nome. Ela d¨¢ um passo para tr¨¢s, como se n?o acreditasse no que acabara de ouvir. Nyx:-(com surpresa)"E-espera... Uzaraki Yusa?! O lend¨¢rio Kaishibujin de Minneya?!" Takkuma levanta uma sobrancelha, sem entender o impacto do nome. Takkuma:-(co?ando a cabe?a) "Kaishi-o-qu¨º?" Nyx:-(olhando para Takkuma incr¨¦dula) "Kaishibujin! Um dos guerreiros mais poderosos que combatem os Kaishins h¨¢ s¨¦culos! Ele n?o ¨¦ s¨® um velho qualquer, ele tem mais conhecimento sobre essas criaturas do que qualquer um!" (Uzaraki sorri, satisfeito com a rea??o de Nyx.) Uzaraki:-(cruzando os bra?os) "Heh... vejo que pelo menos um de voc¨ºs tem um m¨ªnimo de respeito." Takkuma apenas d¨¢ de ombros, mas antes que pudesse falar algo, um som vindo dos escombros interrompe a conversa. Uma figura emerge da poeira, tossindo enquanto se apoia em uma parede destru¨ªda. Unauthorized use of content: if you find this story on Amazon, report the violation. ???:-(voz falha e nervosa) "Seus desgra?ados... isso l¨¢ ¨¦ jeito de tratar um homem?!" Takkuma e Nyx se viram para encarar o homem. Ele possu¨ªa de apar¨ºncia desgastada, com os olhos semicerrados e uma express?o de puro desgosto. Seu corpo ainda tremia, claramente abalado pelo choque da batalha. Nyx:-(enigm¨¢tica) "H?? Quem ¨¦ esse?" O homem se levanta, apontando o dedo para Takkuma, que apenas o observa com uma express?o confusa. ???:-(gritando) "Voc¨º! Seu maldito! Voc¨º se aproveitou enquanto eu estava b¨ºbado para roubar um fragmento da Kitsune!" (Takkuma pisca, claramente sem entender nada.) Takkuma:-(apontando para si mesmo) "Eu? Do que diabos voc¨º t¨¢ falando, cara? Eu derrotei um Kaishin agora h¨¢ pouco, n?o tenho tempo pra roubar nada de b¨ºbados!" (O homem estreita os olhos, cruzando os bra?os com indigna??o.) ???:-(resmungando) "Ah... n?o adianta negar, eu sei o que vi!" Antes que Takkuma pudesse responder, Uzaraki d¨¢ um passo ¨¤ frente enquanto ergue a m?o, interrompendo a discuss?o. Uzaraki:-(com voz calma, mas firme) "Takkuma, ignore esse lun¨¢tico. Seu verdadeiro desafio est¨¢ apenas come?ando." Takkuma, ainda confuso, faz uma express?o de deboche. Mas, ao olhar para Uzaraki, percebe que n?o era hora para discutir com um b¨ºbado aleat¨®rio. Takkuma:-(suspirando) "Hmph... tanto faz. Qual ¨¦ a pr¨®xima etapa ent?o, velhote?" (Uzaraki sorri.) Uzaraki:- "N¨®s vamos para os campos de treinamento. L¨¢, voc¨º aprender¨¢ o que significa carregar um Kaishin dentro de si." Takkuma se estica, soltando um bocejo enquanto segue Uzaraki. Nyx apenas observa a intera??o e d¨¢ de ombros, seguindo-os logo atr¨¢s. Enquanto se afastam, o homem que ainda estava se recuperando dos escombros grita com raiva. ???:-(irritado) "Ei! Voc¨º n?o pode simplesmente sair assim! Eu ainda n?o terminei de falar com voc¨º!" (Takkuma apenas d¨¢ de ombros, fazendo careta para ele enquanto se afasta. O homem pisoteia o ch?o em frustra??o antes de gritar uma ¨²ltima vez.) Omatsuri:-(furioso) "Meu nome ¨¦ Omatsuri! E eu n?o vou me esquecer do que voc¨º fez, Takkuma Azumori!" (Takkuma apenas levanta a m?o para tr¨¢s, balan?ando-a despreocupadamente enquanto continua andando.) Takkuma:-(sorrindo) "T¨¢, t¨¢... tanto faz, Omatsuri!" TO BE CONTINUED. Cap铆tulo 8: A Prè°©tica Leva è„¿ Perfei??o O vento soprava levemente pelo campo de treinamento. Takkuma olhava para suas m?os, sentindo uma energia diferente pulsando em seu corpo. Seu Ryujin havia mudado. Ele sentia isso, antes que pudesse entender o que acontecia, Uzaraki Yusa se aproximou, sua postura imponente como sempre. Uzaraki: (cruzando os bra?os, com um olhar penetrante) "Takkuma, olhe para si mesmo. Voc¨º percebe a mudan?a?" Takkuma, confuso. Ele abaixa o olhar para suas m?os e percebe algo estranho. Sua pele parece mais resistente, seus m¨²sculos levemente mais definidos. Ele fecha os punhos e sente um aumento de for?a absurdo. Takkuma: (surpreso, olhando para os pr¨®prios bra?os) "Eu... me sinto mais forte. Mas como isso aconteceu?" Uzaraki: (dando um sorriso de canto) "Voc¨º e a Kitsune est?o ligados. Sua ess¨ºncia est¨¢ come?ando a se adaptar a essa nova for?a, mas n?o se engane... Se n?o controlar esse poder, ele ir¨¢ consumir voc¨º." Takkuma: (cerrando os punhos, determinado) "Ent?o me ensine a control¨¢-lo." Uzaraki assentiu e deu as costas, caminhando em dire??o a um caminho estreito, coberto por ¨¢rvores de cerejeira. Uzaraki: (olhando por cima do ombro) "Venha. Vamos ao Vale da Reflex?o Zen... L¨¢, voc¨º aprender¨¢ a entrar em harmonia com essa energia selvagem que agora corre em suas veias." Sem hesitar, Takkuma o segue. O som do vento dan?ava entre as ¨¢rvores, enquanto p¨¦talas de cerejeira ca¨ªam suavemente pelo ar. Takkuma se sentou sob uma ¨¢rvore, fechando os olhos. O sil¨ºncio era absoluto, apenas interrompido pela voz calma, por¨¦m firme, de Uzaraki. Uzaraki: (sentado sobre uma pedra, observando Takkuma) "O Ryujin n?o ¨¦ apenas for?a bruta. Ele ¨¦ o reflexo de sua mente e esp¨ªrito. Se deseja domin¨¢-lo, primeiro precisa entender sua natureza." Takkuma: (de olhos fechados) "E como eu fa?o isso...?" Uzaraki: (fechando os olhos, cruzando os bra?os) "Escute. Sinta. Cada p¨¦tala que cai tem um peso. Cada brisa que sopra carrega uma hist¨®ria. O Ryujin est¨¢ em tudo. Voc¨º n?o pode control¨¢-lo sem antes compreend¨º-lo." This story is posted elsewhere by the author. Help them out by reading the authentic version. Takkuma respirou fundo, tentando se concentrar apenas no som do vento. Sua mente come?ou a vagar. Ele sentia o Ryujin pulsando dentro dele, mas, ao mesmo tempo, era como se uma fera rugisse dentro de seu peito. Seu cora??o acelerou, suas m?os tremeram por um momento. Mente de Takkuma: (sentindo o caos dentro de si) "Isso... Isso ¨¦ o poder da Kitsune? ¨¦ como se algo tentasse me dominar por dentro..." Ele abre os olhos de s¨²bito, respirando ofegante. Takkuma: (ofegante, olhando para Uzaraki) "Isso ¨¦ imposs¨ªvel! Como eu vou domar algo t?o inst¨¢vel?!" Uzaraki: (calmo, mas firme) "Acalme-se. Voc¨º n?o doma o Ryujin... Voc¨º aprende a coexistir com ele." Takkuma fechou os olhos novamente, desta vez tentando aceitar a presen?a selvagem dentro dele ao inv¨¦s de combat¨º-la. Aos poucos, seu corpo relaxou, e a energia fluiu de maneira mais controlada. Ap¨®s horas de medita??o e controle de energia, Uzaraki se levantou. Uzaraki: (com um tom s¨¦rio, desembainhando sua katana) "Agora que voc¨º conseguiu acalmar sua mente... Vamos testar seu corpo." Takkuma: (erguendo uma sobrancelha, se levantando) "H?? T¨¢ dizendo que todo esse papo de medita??o era s¨® o aquecimento?" Uzaraki: (sorrindo, erguendo a lamina na dire??o de Takkuma) "Exato. Agora me diga, voc¨º tem experi¨ºncia com espadas?" Takkuma: (cruzando os bra?os, orgulhoso) "Eu treino desde os cinco anos. Pode apostar que sim." Uzaraki: (dando um sorriso satisfeito) "¨®timo. Ent?o est¨¢ na hora de aprender algo novo. Preste aten??o." Uzaraki desaparece em um piscar de olhos e, antes que Takkuma perceba, sente o vento cortando seu rosto. Ele mal tem tempo de reagir antes de ver Uzaraki parado atr¨¢s dele, com a lamina da katana repousando levemente sobre seu ombro. Uzaraki: (calmo, mas letal) "Se fosse uma luta de verdade, voc¨º j¨¢ estaria morto." Takkuma: (engolindo em seco, dando um passo para tr¨¢s) "Mas que diabos...? Como voc¨º se moveu t?o r¨¢pido?" Uzaraki: (baixando a katana, com um olhar s¨¦rio) *"Isso foi apenas o b¨¢sico do que estou prestes a te ensinar... RushDown." Takkuma: (curioso) "RushDown?" Uzaraki: (girando a katana com destreza) "Uma sequ¨ºncia de golpes r¨¢pidos e precisos. N?o s?o golpes fatais, mas quando usados em sucess?o, deixam o inimigo incapacitado antes que ele perceba o que aconteceu." Takkuma: (abrindo um sorriso animado, empunhando sua pr¨®pria katana) "Agora estamos falando a mesma l¨ªngua!" Uzaraki: (sorrindo de canto, apontando para Takkuma com a lamina) "Ent?o me mostre. Se conseguir me acertar um ¨²nico golpe, eu direi que aprendeu alguma coisa." O desafio estava lan?ado. Takkuma respirou fundo e se posicionou. Seu treinamento real havia come?ado. Cap铆tulo 9: A Caminhada at茅 o Despertar O treinamento estava longe de acabar. Depois de um dia exaustivo, Takkuma se levantava, sentindo a energia de seu Ryujin fluir mais intensamente. Uzaraki observava de bra?os cruzados, satisfeito com o progresso do disc¨ªpulo. Nyx, sentada sobre uma pedra, levantava uma sobrancelha ao perceber que algo estranho se aproximava. Nyx: (desconfiada, olhando para o horizonte) "H?...? O que ¨¦ aquele maluco correndo e gritando?" Takkuma: (estreitando os olhos, tentando enxergar melhor) "Espera a¨ª... Eu conhe?o essa voz." A poeira se ergueu quando uma figura surgiu correndo em disparada. Omatsuri, com um sorriso no rosto, se aproximava como um trov?o. Omatsuri: (gritando enquanto se aproxima, agitando os bra?os) "Takkuma, seu desgra?ado! Bora lutar agora mesmo!" Takkuma suspirou, cruzando os bra?os enquanto Omatsuri parava diante dele, ofegante, mas com um brilho competitivo nos olhos. Takkuma: (com um sorriso debochado) "Parece que algu¨¦m sentiu saudades... Mas por que diabos voc¨º t¨¢ t?o desesperado para apanhar?" Omatsuri: (apontando para Takkuma, animado) "Porque estou mais forte! n?o vou perder!" Uzaraki: (interrompendo, com um olhar calculista) "Perfeito. Isso ser¨¢ sua segunda etapa de treinamento, Takkuma." This story has been unlawfully obtained without the author''s consent. Report any appearances on Amazon. Takkuma ergueu uma sobrancelha, mas deu de ombros, sem reclamar. O treino estava sendo produtivo, afinal. Omatsuri: (rindo, cruzando os bra?os) "Mas tem uma condi??o. Se eu ganhar... Voc¨º vai marcar um encontro entre mim e Nyx!" Houve um sil¨ºncio. Nyx arregalou os olhos, olhando para Omatsuri como se ele tivesse falado a maior idiotice do mundo. Nyx: (furiosa, levantando-se abruptamente) "O QU¨º?! Takkuma, voc¨º n?o vai aceitar isso!" Takkuma: (com um sorriso malicioso, ignorando Nyx) "Fechado. Mas se eu ganhar... voc¨º cala a boca pelo resto da viagem." Omatsuri: (dando um passo ¨¤ frente, estendendo a m?o para selar o acordo) "Combinado!" Nyx: (completamente indignada, encarando Takkuma) "VOC¨º N?O VAI ME USAR COMO APOSTA, SEU IDIOTA!" Takkuma apenas deu de ombros, enquanto Omatsuri ria. Uzaraki, por outro lado, j¨¢ caminhava para um espa?o mais aberto. O vento soprava pelo terreno rochoso onde os dois guerreiros se posicionavam, Nyx, ainda emburrada, observava com os bra?os cruzados. Uzaraki apenas assistia de longe, como um mestre avaliando seus alunos. Omatsuri: (girando os ombros, alongando-se) "Dessa vez, eu vou ganhar. Eu juro." Takkuma: (desembainhando sua katana, sorriso confiante no rosto) "Ent?o vem com tudo. Porque eu n?o vou pegar leve." Ambos se encaram. A tens?o cresce. Mas, por alguma raz?o, Takkuma sente algo diferente dentro de si. O Ryujin da Kitsune pulsa, e sua mente parece mais afiada. Era como se ele estivesse interligado a algo maior. Mente de Takkuma: (sentindo a conex?o com a Kitsune, surpreso) "O que ¨¦ isso...? Parece que... minha mente est¨¢ mais clara. Como se eu conseguisse enxergar al¨¦m." Ele aperta o cabo da katana, sentindo uma confian?a diferente crescer dentro dele. A luta est¨¢ prestes a come?ar. TO BE CONTINUED. Cap铆tulo 10: A Segunda Etapa do Treino - Takkuma VS Omatsuri O campo de batalha estava pronto. O vento soprava entre as ¨¢rvores enquanto Uzaraki observava os dois guerreiros de p¨¦, frente a frente. Takkuma, com sua katana em m?os, ostentava um sorriso confiante. Omatsuri, do outro lado, girava os ombros, se preparando. Uzaraki: (de bra?os cruzados, s¨¦rio) "Nenhuma luta real come?a fora de meu sinal. Voc¨ºs dois est?o prontos?" Takkuma: (sorrindo de lado, segurando firme a katana) "Eu nasci pronto." Omatsuri: (batendo os punhos um no outro, animado) "Eu s¨® t? esperando o ot¨¢rio ai parar de falar!" Uzaraki: (erguendo a m?o brevemente antes de abaix¨¢-la em um movimento r¨¢pido) "Ent?o que comece!" Takkuma avan?a no mesmo instante. Seu corpo se move como um borr?o enquanto sua lamina desliza pelo ar em dire??o a Omatsuri. Takkuma: (rugindo, ativando o RushDown) "Vamos ver se voc¨º aguenta isso!" Omatsuri arregala os olhos por um momento, mas no ¨²ltimo instante, seu corpo desaparece como uma sombra, reaparecendo do outro lado da arena. Omatsuri: (rindo, colocando as m?os na cintura) "Poxa, Takkuma... eu esperava mais. Voc¨º realmente achou que ia me pegar com esse golpe previs¨ªvel?" This story originates from a different website. Ensure the author gets the support they deserve by reading it there. Takkuma: (cerrando os dentes) "Tsc... ent?o ¨¦ assim que vai ser?" Ele exala profundamente e estreita o olhar, desta vez observando cada movimento de Omatsuri. Sua confian?a n?o havia sido abalada, mas agora sabia que n?o podia agir de forma impulsiva. Omatsuri: (esticando o pesco?o, enquanto energia vermelha come?a a envolver seu punho) "Bom... j¨¢ que voc¨º me atacou primeiro, acho justo eu devolver, n¨¦?" A press?o no campo muda instantaneamente. A energia em torno do punho de Omatsuri cresce, densa e furiosa, causando uma distor??o no ar. Nyx: (de fora da arena, sentindo a press?o do golpe) "Que diabos ¨¦ isso...?" Uzaraki: (observando atentamente, com um brilho curioso nos olhos) "Hmph... ent?o ele resolveu mostrar sua verdadeira for?a." Takkuma sente o perigo e se prepara para reagir, mas no instante seguinte, Omatsuri desaparece nas sombras. O corpo dele some por completo, como se tivesse sido devorado pela escurid?o do solo. Takkuma: (olhando em volta, rangendo os dentes) "Droga... onde ele foi?" Omatsuri: (surgindo atr¨¢s de Takkuma, murmurando baixinho no ouvido dele) "Aqui." Antes que Takkuma pudesse reagir, sentiu um golpe devastador atingir suas costas. O impacto foi t?o forte que ele foi lan?ado para frente, deslizando pelo ch?o e abrindo um buraco na terra. Takkuma: (ca¨ªdo, cuspindo sangue, tentando recuperar o f?lego) "Mas que... for?a foi essa...?" Ele se levanta lentamente, sentindo o corpo doer, mas seus olhos agora carregavam um brilho diferente. A Kitsune dentro dele emergia, reagindo ¨¤ luta. Ele passa a m?o pelo rosto, limpando o sangue no canto da boca, e sorri. Takkuma: (encarando Omatsuri, animado agora) "Hah... Agora sim ficou interessante." TO BE CONTINUED. Cap铆tulo 11: O Contra-Ataque A luta entre Takkuma e Omatsuri se intensificava. O ar ao redor vibrava com a press?o de seus Ryujins colidindo. O corpo de Takkuma ainda sentia os efeitos do ¨²ltimo golpe, mas seu esp¨ªrito de luta estava longe de ser apagado. Omatsuri: (rindo de canto, girando os ombros) "Ainda consegue ficar de p¨¦ depois disso? N?o posso mentir, estou impressionado." Takkuma: (cerrando os dentes, limpando o sangue do canto da boca) "E eu estou surpreso que voc¨º fala tanto em vez de acabar com a luta logo." Omatsuri desaparece em um borr?o de sombras. Takkuma arregala os olhos por um segundo antes de sentir o perigo atr¨¢s dele. Omatsuri: (surgindo atr¨¢s de Takkuma, com o punho carregado em energia vermelha) "Tarde demais!" Ele desfere um soco destrutivo e grita com for?a: Omatsuri: "HUNTER''S SHADOW: SCARLET BURST!" A rajada vermelha explode contra as costas de Takkuma, lan?ando-o contra o ch?o como um meteoro. A terra racha com o impacto. Nyx observa da lateral, cerrando os punhos. Nyx: (preocupada, olhando para Uzaraki) "Isso... Isso foi forte. Ele ainda consegue lutar?" Uzaraki: (observando calmamente, com um leve sorriso) "Se fosse qualquer outro guerreiro, a luta j¨¢ teria acabado. Mas esse ¨¦ Takkuma Azumori..." A poeira se assenta. A silhueta de Takkuma surge lentamente entre os escombros. Ele est¨¢ de p¨¦, ofegante, mas um brilho feroz dan?a em seus olhos. Takkuma: (sorrindo, limpando a sujeira do rosto) "Acha mesmo que isso foi o suficiente?" Omatsuri: (surpreso) "Mas que diabos... Voc¨º deveria estar no ch?o!" Takkuma: (fechando os olhos brevemente, sentindo a energia pulsar em seu corpo) "Primeira etapa do meu treinamento... Nunca abaixar a guarda. Voc¨º deveria seguir esse conselho." Sem avisar, Takkuma avan?a com uma velocidade absurda. Sua katana brilha com energia azulada enquanto ele ativa sua t¨¦cnica. Takkuma: (rugindo enquanto desfere uma s¨¦rie de golpes r¨¢pidos) "RUSHDOWN!" As laminas cortam o ar como trov?es. Omatsuri ¨¦ atingido antes de conseguir reagir, sendo lan?ado para longe, rolando pelos escombros. Unauthorized usage: this narrative is on Amazon without the author''s consent. Report any sightings. Nyx: (chocada, observando a for?a de Takkuma) "Que velocidade...!" Omatsuri se levanta, cambaleando um pouco, mas rindo. Omatsuri: (passando a m?o pelo queixo, onde h¨¢ um corte profundo) "Agora sim! Finalmente come?ou a lutar de verdade." Takkuma levanta a m?o direita e um brilho azulado intenso come?a a se formar em sua palma. O ar ao redor parece pesado, como se estivesse sendo sugado para aquele ponto. Uzaraki: (leventando a sobrancelha, impressionado) "Hoh...? Ele j¨¢ conseguiu canalizar o Ryujin Selvagem...?" Nyx: (olhando para o brilho azul, sentindo a press?o do ataque) "O que diabos ele est¨¢ fazendo agora...?" Takkuma abre um sorriso selvagem enquanto sua energia atinge o ¨¢pice. Takkuma: (gritando com for?a, lan?ando a esfera de energia em Omatsuri) "HYPER BLUE!" A esfera de Ryujin selvagem ¨¦ lan?ada como um cometa azul, cortando o ar em dire??o a Omatsuri. A explos?o que ocorre no impacto consome a arena em chamas azuis, jogando Omatsuri contra as ru¨ªnas. Sil¨ºncio. Apenas a poeira subindo no ar. Nyx: (colocando a m?o sobre os olhos para enxergar melhor, ansiosa) "Ele conseguiu?" A resposta veio na forma de uma risada. Omatsuri: (saindo dos escombros, arrumando a gola de sua roupa, com um sorriso frio no rosto) "Boa tentativa." Takkuma: (arregalando os olhos, chocado) "O qu¨º?!" Omatsuri ergue a m?o, e uma energia roxa e preta come?a a envolv¨º-lo. Seu corpo, antes cheio de ferimentos, agora estava praticamente intacto. Omatsuri: (andando lentamente, com um olhar provocador) "Voc¨º deve estar se perguntando... como ainda estou de p¨¦, n?o ¨¦?" Takkuma: (cerrando os punhos, rosnando) "Fala logo." Omatsuri: (dando um pequeno sorriso, levantando a palma da m?o) "Eu chamo isso de... TEMPORAL REVERSAL." Uma onda de energia escura se espalha por seu corpo, revertendo qualquer dano n?o fatal que ele tenha sofrido. A ferida em seu queixo desaparece. Seu cansa?o parece ter sumido. Takkuma: (em choque, cerrando os dentes) "Ele... curou todos os danos...?" Nyx: (boquiaberta, sentindo um arrepio) "Isso ¨¦ uma habilidade completamente injusta..." Omatsuri sorri, sentindo sua energia pulsar novamente. Ele levanta a m?o, e sua aura muda, tornando-se mais selvagem e ca¨®tica. Omatsuri: (abrindo um sorriso sinistro, enquanto energia escura pulsa ao seu redor) "Agora ¨¦ minha vez." Takkuma percebe o perigo. Ele sabe que precisa de algo ainda mais forte para quebrar essa habilidade. E ent?o, sente um calor crescendo dentro de si. O Ryujin Selvagem da Kitsune se manifesta, e Takkuma sabe que h¨¢ uma ¨²ltima cartada a jogar. Takkuma: (cerrando os punhos, sentindo o calor percorrer seu corpo) "Se eu n?o posso reverter o que voc¨º fez... ent?o eu s¨® preciso te queimar at¨¦ n?o sobrar nada para regenerar." Ele fecha os olhos por um segundo e sussurra o nome de sua pr¨®xima t¨¦cnica. Takkuma: (sussurrando, abrindo os olhos brilhantes em chamas azuis) "Kitsune... Purgatory." TO BE CONTINUED. Cap铆tulo 12: O Despertar A poeira e o fogo dan?avam no ar. As chamas azuis do Kitsune Purgatory ainda se dissipavam sobre o corpo de Omatsuri. Ele estava ofegante, seus m¨²sculos tremiam. Pela primeira vez naquela luta, ele realmente sentia que poderia perder. Omatsuri: (com dificuldade para se manter de p¨¦, resmungando entre os dentes) "Tsc... Maldito... Isso... queimou de verdade..." Ele ergue a cabe?a, seus olhos semicerrados em dire??o a Takkuma. Mesmo ferido, um sorriso sarc¨¢stico surge em seu rosto. Ent?o, sem aviso, ele levanta a m?o rapidamente e dispara um ataque em dire??o a Nyx e Uzaraki. Takkuma: (olhos arregalados, gritando em f¨²ria) "N?O!" O ataque de Omatsuri voa pelo ar, cortando o sil¨ºncio e atingindo Nyx e Uzaraki, que n?o tiveram tempo de reagir. Ambos caem no ch?o, im¨®veis. Nyx: (engasgando ao cair, ofegante) "O... o qu¨º...?" Uzaraki: (cerrando os dentes, sentindo o corpo travar) "Maldito garoto... ele nos pegou..." Takkuma sentiu seu peito apertar. Sua mente tremeu. As palavras seguintes de Omatsuri soaram como navalhas cortando sua sanidade. Omatsuri: (rindo, ofegante, olhando para Takkuma) "Voc¨º deveria me agradecer... agora a Nyx-Chan n?o vai precisar assistir a morte do pr¨®prio amigo." Um sil¨ºncio mortal tomou conta do campo. O sorriso de Omatsuri desapareceu quando sentiu algo estranho. A temperatura caiu. O ar ficou pesado. O ch?o come?ou a rachar ao redor de Takkuma. Omatsuri: (engolindo em seco, sentindo um calafrio na espinha) "Q-qu¨º...?" O corpo de Takkuma come?ou a liberar uma aura intensa, que oscilava entre o azul brilhante e tons sombrios de roxo. Sua respira??o ficou lenta e profunda. Seu olhar n?o expressava mais a arrogancia de sempre. Era algo mais frio. Mais amea?ador. Takkuma: (em um tom baixo, grave e g¨¦lido) "Voc¨º... realmente fez isso?" Omatsuri sentiu o pr¨®prio corpo tremer. Pela primeira vez, n?o era uma simples provoca??o. Era medo. O instinto gritava para correr, mas suas pernas estavam presas no lugar. Omatsuri: (hesitante, tentando manter a postura) This story has been taken without authorization. Report any sightings. "O-o que diabos est¨¢ acontecendo com voc¨º?!" Takkuma desaparece. Num piscar de olhos, surge atr¨¢s de Omatsuri. A press?o sozinha faz Omatsuri suar frio. Antes que pudesse reagir, uma esfera de energia devastadora j¨¢ estava formada na m?o de Takkuma. Takkuma: (sussurrando no ouvido de Omatsuri, em um tom amea?ador) "HyperCharged Blue." A esfera de Ryujin selvagem explode contra Omatsuri, lan?ando-o para longe com uma for?a brutal. O impacto destr¨®i o ch?o abaixo dele, criando uma cratera profunda. Omatsuri n?o teve nem tempo de gritar antes de ser soterrado pelos escombros. Takkuma parou. Sua respira??o ainda estava pesada. Mas aos poucos, seus olhos voltaram ao normal. A sensa??o de f¨²ria incontrol¨¢vel come?ou a se dissipar. Ele olhou para as pr¨®prias m?os, confuso. Takkuma: (pensando, sentindo seu corpo tremer) "O que foi isso...? Eu... perdi o controle?" Ele ent?o se virou para Nyx e Uzaraki, seu cora??o apertando ao v¨º-los ca¨ªdos. Correndo at¨¦ eles, ajoelhou-se ao lado de Nyx, colocando a m?o sobre o ombro dela. Takkuma: (preocupado, chamando por ela) "Nyx-San?! Voc¨º me ouve?" (Nyx abriu lentamente os olhos, piscando algumas vezes antes de falar) Nyx: (resmungando, irritada) "Tsc... Eu t? viva, idiota... Para de gritar..." Takkuma sentiu um al¨ªvio imenso ao ouvi-la reclamar. Em seguida, virou-se para Uzaraki, que tamb¨¦m come?ava a se mover. Uzaraki: (abrindo os olhos, for?ando um sorriso cansado) "Bom... parece que eu subestimei esse moleque Omatsuri. Hah..." Takkuma se levantou, aliviado. Mas ent?o, um barulho de pedras rolando o fez se virar. Dos escombros, Omatsuri surgiu, arrastando-se para fora da cratera. Ele estava machucado, sujo, mas... sorrindo. Omatsuri: (ofegante, cuspindo sangue, mas com um sorriso determinado no rosto) "Hah... hah... ent?o... ¨¦ isso que voc¨º realmente pode fazer? Heh... Agora sim valeu a pena!" Mesmo ap¨®s aquela luta brutal, ele ainda sorria. Mas ent?o, Uzaraki caminhou at¨¦ ele, observando o jovem com um olhar anal¨ªtico. Uzaraki: (s¨¦rio, cruzando os bra?os) "Isso encerra o treinamento de Takkuma. E voc¨º, Omatsuri... guardando rancor ou n?o, acabou de encontrar um objetivo maior do que apenas lutar." Omatsuri estreitou os olhos, confuso. Uzaraki: (sorrindo levemente, virando-se para Takkuma) "Voc¨º queria ficar mais forte... agora voc¨º est¨¢. E esse estado que voc¨º despertou? Chame-o de Guerrilla Point. ¨¦ a prova de que seu corpo e sua alma se tornaram um com a energia da Kitsune." Takkuma olhou para suas pr¨®prias m?os novamente. Aquele poder... O que mais ele poderia alcan?ar? Omatsuri: (se levantando com dificuldade, apontando para Takkuma) "Escuta bem, Azumori... Isso ainda n?o acabou. Eu vou treinar, e da pr¨®xima vez... eu vou te vencer!" Takkuma apenas sorriu de canto, cruzando os bra?os. Takkuma: (com um olhar provocador) "Heh. Estarei esperando." Mas, antes de qualquer outra coisa, Takkuma simplesmente... caiu no ch?o. Seu corpo cedeu, exausto, e ele dormiu ali mesmo, completamente derrotado pelo pr¨®prio cansa?o. Cap铆tulo 13: Prè´¸xima parada - Na??o de Yukihan A luz do sol dourava os campos enquanto Takkuma e Nyx caminhavam, deixando Minneya para tr¨¢s. O treinamento havia terminado, mas a jornada apenas come?ava. O vento soprava levemente, e a estrada diante deles parecia infinita. Nyx: (olhando para tr¨¢s, suspirando levemente) "Parece estranho sair de l¨¢ sem o velho Uzaraki. Meio que me acostumei com aquela voz grossa gritando ordens o tempo todo." Takkuma: (cruzando os bra?os, com um sorriso de canto) "Hah. Se acostumar com aquilo? Nem em mil anos. Mas... at¨¦ que vai ser estranho n?o ouvir ele me chamando de moleque o tempo todo." Antes que pudessem continuar a conversa, Takkuma . Um pouco mais ¨¤ frente, dois homens conversavam animadamente sobre algo. Suas vozes estavam altas demais, o suficiente para serem ouvidas. ???: (empolgado, gesticulando exageradamente) "Voc¨º ouviu?! Dizem que uma Kitsune apareceu no centro de Minneya! Mas pior... algu¨¦m conseguiu derrot¨¢-la!" ???: (descrente, cruzando os bra?os) "Hah! Isso ¨¦ hist¨®ria de b¨ºbado! Quem teria for?a suficiente pra fazer isso?" Takkuma sorriu, aproximando-se sem hesitar. Takkuma: (cruzando os bra?os, com um olhar confiante) "Fui eu." Os dois homens congelaram no lugar. Eles trocaram olhares antes de darem um passo para tr¨¢s, arregalando os olhos. ???: (gaguejando, assustado) "E-e-e-e-e-e voc¨º ¨¦ quem exatamente?!" Takkuma: (estreitando os olhos, com um sorriso leve) Ensure your favorite authors get the support they deserve. Read this novel on Royal Road. "Takkuma Azumori." O primeiro homem, que parecia mais descontra¨ªdo, arregalou os olhos. O segundo, um pouco mais s¨¦rio, o analisou de cima a baixo, como se estivesse tentando confirmar a hist¨®ria. Kenjiro: (co?ando a cabe?a, surpreso) "Espera, voc¨º t¨¢ me dizendo que controlou um dos oito fragmentos da alma da Kitsune?!" Takkuma: (simplesmente assentindo, sem mudar a express?o) "Sim." Houve um breve sil¨ºncio. Kenjiro e o outro homem olharam um para o outro. De repente, os dois ca¨ªram no ch?o, completamente perplexos. Ryota: (ajustando os ¨®culos, tentando manter a calma) "Isso ¨¦... inacredit¨¢vel." Kenjiro: (levantando-se num pulo, animado) "Isso ¨¦ coisa de LOUCO! Ei, Takkuma! Deixa a gente participar??" Nyx: (levantando a sobrancelha, cruzando os bra?os) "Hah? Assim, do nada?" Ryota: (se ajeitando, tentando parecer mais formal) "Perdoe meu irm?o, ele ¨¦ um pouco impulsivo. Mas sim, queremos nos unir a voc¨ºs. Eu sou um m¨¦dico. Kenjiro, aqui, ¨¦ um cozinheiro. Podemos ser ¨²teis." Kenjiro: (batendo no pr¨®prio peito, confiante) "¨¦ isso a¨ª! N?o tem como sair por a¨ª lutando contra monstros com o est?mago vazio! Al¨¦m disso, aposto que eu sou melhor do que qualquer um que voc¨ºs j¨¢ conheceram na cozinha!" Takkuma trocou um olhar r¨¢pido com Nyx, que suspirou e deu de ombros Takkuma: (olhando para os dois, pensativo, antes de sorrir levemente) "Certo. Mas se forem ficar no caminho, eu mesmo vou dar um jeito em voc¨ºs." Kenjiro: (rindo, colocando um bra?o ao redor de Ryota) "Hah! Sabia que ia topar! Boa escolha, Azumori!" Ryota: (suspirando, ajeitando os ¨®culos) "Hmph. Espero que essa jornada n?o seja t?o ca¨®tica quanto parece..." Kenjiro ent?o puxou um mapa velho e desgastado de sua bolsa, apontando para um local espec¨ªfico. Kenjiro: (batendo no mapa, animado) "Se querem poder e desafios, temos um destino perfeito: a Na??o de Yukihan! Dizem que h¨¢ guerreiros lend¨¢rios por l¨¢... e eu t? louco pra ver voc¨ºs lutando contra eles!" Takkuma olhou para o mapa e sorriu de canto. O pr¨®ximo destino estava decidido. Cap铆tulo 14: Uma visita inesperada O grupo caminhava lentamente em dire??o aos port?es da Na??o de Yukihan. Diferente das outras na??es, que geralmente tinham uma movimenta??o ativa e barulhenta, este lugar era silencioso... silencioso demais. Kenjiro: (olhando ao redor, co?ando a cabe?a) "Uhh... isso t¨¢ meio esquisito. Esperava ver pelo menos algu¨¦m nos recepcionando... ou tentando nos matar." Ryota: (ajustando os ¨®culos, analisando o ambiente) "N?o ¨¦ normal para uma cidade ser t?o... vazia. Algo est¨¢ errado." Takkuma: (cerrando os olhos, segurando o cabo da katana) "Fiquem atentos. Um lugar famoso por ser um campo de guerra n?o fica assim, em sil¨ºncio, sem um motivo." De repente, uma mulher surge de um dos becos. Assim que seus olhos pousam no grupo, seu rosto se contorce em choque e medo. Ela d¨¢ meia-volta e corre, gritando. Mulher: (desesperada, gritando enquanto corre pela rua) "Forasteiros! Chegaram forasteiros!" Nyx: (erguendo uma sobrancelha, cruzando os bra?os) "Isso ¨¦ um bom sinal ou um p¨¦ssimo sinal?" Kenjiro: (rindo nervoso) "Depende... se trouxerem tochas e lan?as, j¨¢ sabemos a resposta!" Antes que pudessem reagir, sons de passos come?aram a ecoar de todas as dire??es. De repente, estavam cercados por dezenas de moradores. Mas, ao inv¨¦s de uma hostilidade esperada, o que veio foi... comemora??o? Multid?o: (comemorando, animados) "Visitantes! Pela primeira vez em anos temos visitantes!" Takkuma: (confuso, franzindo o cenho) "Hah?" Nyx: (surpresa, piscando algumas vezes) "N?o sei se isso me deixa mais tranquila ou mais desconfiada..." O grupo foi praticamente arrastado pelo povo animado at¨¦ o centro de Yukihan. Comidas eram distribu¨ªdas, dan?as t¨ªpicas aconteciam ao redor, e at¨¦ m¨²sicas come?aram a tocar. Tudo isso apenas porque haviam chegado. Ryota: (ainda confuso, ajustando os ¨®culos enquanto observava o festival repentino) "Isso n?o faz sentido... se esse lugar ¨¦ um campo de guerra, por que parecem t?o felizes?" Kenjiro: (segurando um peda?o de carne assada, sorrindo enquanto mastiga) Stolen from its rightful place, this narrative is not meant to be on Amazon; report any sightings. "N?o fa?o ideia, mas se tem comida gr¨¢tis, n?o vou reclamar!" Takkuma: (cerrando os olhos, desconfiado) "Eu n?o gosto disso. ¨¦ como se estivessem tentando nos distrair de algo." Antes que pudessem refletir mais sobre a situa??o, um grupo de guardas se aproximou. No centro deles, um homem imponente, vestindo um longo manto azul com detalhes dourados. Sua postura era altiva e seus olhos, afiados como laminas. Guarda: (batendo a lan?a no ch?o, em tom formal) "Sil¨ºncio! O Renkai Kazan Iwasaki deseja conhecer os visitantes." A multid?o imediatamente se afastou, abrindo caminho para o grupo de Takkuma. Sem outra op??o, eles seguiram os guardas at¨¦ um enorme Dojo no centro da cidade. O interior do Dojo de Yukihan era grandioso, repleto de bandeiras e ornamentos detalhados. No fundo do sal?o principal, sentado em um trono de madeira refor?ada, estava o Renkai Kazan Iwasaki. Ele os observava com um olhar afiado, mas sua express?o logo se suavizou com um sorriso confiante. Kazan: (com um tom firme e imponente) "Visitantes depois de tanto tempo... isso ¨¦ uma raridade. Sejam bem-vindos ¨¤ Yukihan." Ele ent?o os analisou com um olhar curioso antes de se recostar no trono. Kazan: (levantando uma sobrancelha) "Ent?o... quem s?o voc¨ºs?" Takkuma: (dando um passo ¨¤ frente, cruzando os bra?os) "Takkuma Azumori." Nyx: (colocando a m?o na cintura, mantendo-se alerta) "Nyx Hayabusa." Kenjiro: (fazendo uma leve rever¨ºncia, ainda segurando um peda?o de carne) "Kenjiro Sakamuchi, mestre da culin¨¢ria." Ryota: (ajustando os ¨®culos, com um tom calmo e educado) "Ryota Sakamuchi, sou um m¨¦dico." O nome de Takkuma pareceu despertar algo no olhar de Kazan. Ele sorriu de forma enigm¨¢tica, inclinando-se para a frente. Kazan: (com um olhar misterioso, sorrindo de canto) "Azumori, hein...? Ent?o os boatos eram verdadeiros. H¨¢ um sobrevivente desse cl?." Takkuma: (estreitando os olhos, desconfiado) "Boatos?" Kazan: (se levantando, caminhando pelo sal?o) "H¨¢ rumores de que um guerreiro da linhagem Azumori ainda vive, mas pelo visto, h¨¢ mais de um." Takkuma sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Antes que pudesse questionar, as enormes portas do sal?o se abriram com um rangido pesado. O som de passos ecoou pela sala, seguidos por uma voz firme e fria. ???: (com um tom s¨¦rio, mas calmo) "Ent?o finalmente nos encontramos." Takkuma se virou rapidamente. E ent?o, seu cora??o parou por um segundo. L¨¢ estava ele. Com os mesmos tra?os da fam¨ªlia Azumori, mas mais maduro, mais forte. Seu cabelo negro balan?ava levemente com o vento que entrava pela porta. Takkuma: (em choque, sussurrando para si mesmo) "N?o pode ser..." O homem caminhou at¨¦ o centro do sal?o, seus olhos frios pousando sobre Takkuma. Ele ent?o abriu um pequeno sorriso, sem desviar o olhar. ???: (com um tom calculista, carregado de mist¨¦rio) "Voc¨º cresceu, Takkuma." Kazan: (sorrindo levemente, cruzando os bra?os) "Apresento a voc¨ºs... Renshiro Azumori, irm?o mais velho de Takkuma." Cap铆tulo 15: Trai??o A sala estava iluminada por tochas, projetando sombras oscilantes nas paredes de pedra do dojo de Yukihan. Takkuma e Renshiro caminhavam lado a lado pelos corredores, conversando como se o tempo n?o tivesse passado. Renshiro: (cruzando os bra?os, olhando para Takkuma com um sorriso de canto) "Ent?o, me diz, irm?ozinho¡­ voc¨º ficou forte de verdade ou ainda est¨¢ vivendo ¨¤ sombra dos nossos pais?" Takkuma: (cerrando os olhos, respondendo com um tom firme) "N?o sou mais a crian?a que voc¨º abandonou anos atr¨¢s. Fui treinado por um Renkai e estou pronto para enfrentar qualquer um." Renshiro: (rindo baixinho, balan?ando a cabe?a) "Heh¡­ qualquer um, ¨¦? Palavras grandes, Takkuma. Mas, para mim, voc¨º ainda parece aquele moleque mimado de Hirokai." Takkuma: (sorrindo de canto, provocativo) "E voc¨º? Todo esse tempo treinando e ainda sente a necessidade de se provar para mim? Parece que n?o superou seu complexo de inferioridade." Os dois se encaram por um momento, a tens?o no ar ficando densa, at¨¦ que Renshiro ri alto, quebrando o clima pesado. Renshiro: (batendo a m?o no ombro de Takkuma) "Hah! Relaxa, irm?o! N?o precisamos resolver isso agora. O Renkai Kazan preparou um banquete para n¨®s. Vamos aproveitar." Takkuma hesita por um segundo, mas acaba assentindo. O grupo inteiro se re¨²ne no grande sal?o do castelo para o jantar. A longa mesa do sal?o real estava repleta de pratos luxuosos. Nyx, Kenjiro e Ryota estavam sentados ao lado de Takkuma, enquanto Kazan e Renshiro estavam ¨¤ frente. Todos pareciam relaxados¡­ exceto Nyx. Nyx: (sussurrando para Takkuma, enquanto observa a sala com olhos desconfiados) "Tem alguma coisa errada¡­ isso n?o parece normal. Desde quando guerreiros de uma terra devastada pela guerra servem banquetes assim?" Takkuma: (pegando um peda?o de carne, sem dar muita importancia) "Voc¨º sempre acha que tem algo errado, Nyx. Relaxa um pouco." Nyx: (apertando os punhos) If you discover this narrative on Amazon, be aware that it has been stolen. Please report the violation. "Voc¨º n?o t¨¢ entendendo. Esse lugar t¨¢ calmo¡­ demais. Voc¨º n?o percebe que ¨¦ uma armadilha?" Kenjiro: (com a boca cheia, dando de ombros) "Se for uma armadilha, pelo menos ¨¦ uma bem saborosa!" Ryota: (ajustando os ¨®culos, olhando para Renshiro de maneira anal¨ªtica) "Nyx pode estar certa. Renshiro n?o demonstra hostilidade, mas h¨¢ algo calculado no olhar dele." Antes que Nyx pudesse insistir, Kazan se levantou, erguendo uma ta?a. Kazan: (sorrindo, com um olhar afiado) "Aos nossos convidados! Espero que sua estadia em Yukihan seja¡­ inesquec¨ªvel." O brinde foi feito, mas Nyx ainda sentia um aperto no peito. Algo estava prestes a acontecer. Assim que Takkuma levou a ta?a aos l¨¢bios, sentiu o corpo estremecer. Um som met¨¢lico ecoou pelo sal?o. Algemas de ferro surgiram do nada, prendendo seus pulsos e os de seus companheiros ¨¤s cadeiras. Takkuma: (olhando para os pulsos, surpreso) "Mas o qu¨º¡ª?!" Nyx: (gritando, lutando para se soltar) "EU SABIA!" Kenjiro: (tentando se mexer, mas sem sucesso) "Ugh, ent?o o banquete era s¨® uma distra??o?! Tinha que ser..." Ryota: (cerrando os dentes, com um olhar g¨¦lido para Renshiro) "Ent?o era isso¡­ sempre foi isso, n?o foi?" Renshiro, que at¨¦ ent?o mantinha um ar amig¨¢vel, se levantou lentamente. Seu olhar agora era frio e calculista, sem vest¨ªgios da camaradagem de antes. Takkuma: (cerrando os dentes, olhando diretamente para o irm?o) "O que significa isso, Renshiro?!" Renshiro: (cruzando os bra?os, olhando para Takkuma com um sorriso ir?nico) "Ah¡­ irm?ozinho, voc¨º realmente n?o percebeu? Isso ¨¦ o que sempre esteve destinado a acontecer." Takkuma: (lutando contra as algemas, furioso) "Que diabos voc¨º quer dizer com isso?!" Renshiro: (dando um passo ¨¤ frente, seu tom calmo e cruel) "Desde o momento em que voc¨º nasceu, eu j¨¢ sabia¡­ Voc¨º sempre foi o escolhido. E eu? Apenas uma sobra. Apenas um erro que precisava ser consertado." O cora??o de Takkuma apertou. Renshiro n?o estava apenas o traindo¡­ ele estava transbordando ¨®dio acumulado h¨¢ anos. Renshiro: (estreitando os olhos, seu olhar carregado de ressentimento) "Essa ¨¦ a minha oportunidade, Takkuma. Eu finalmente posso tomar para mim o que sempre me foi negado." Takkuma: (gritando, tentando se soltar com for?a) "Voc¨º realmente vai fazer isso?! Trair seu pr¨®prio sangue?!" Renshiro: (rindo baixinho, dando as costas para ele) "Sangue? Desde quando fomos irm?os, de verdade?" A porta do sal?o se abriu, revelando dezenas de soldados armados, prontos para agir. Kazan, ao lado de Renshiro, apenas sorria, satisfeito com o desenrolar dos acontecimentos. Kazan: (com um tom calmo, mas afiado) "Agora¡­ vamos conversar sobre o que faremos com voc¨ºs." TO BE CONTINUED. Cap铆tulo 16: Duelo Azumori O sal?o do castelo estava um caos. O ar estava denso com a energia de Ryujin selvagem. O som de metal se rompendo ecoava enquanto Takkuma, de olhos fechados, respirava fundo. Ele tentava esvaziar sua mente, lembrando-se do ensinamento de Uzaraki. Mente de Takkuma: (recordando as palavras de seu mestre) "Mantenha a calma. Deixe o Ryujin fluir. Harmonia traz poder." Sua energia come?ou a crescer, se fundindo ao Ryujin selvagem da Kitsune. Chamas azuladas se ergueram ao seu redor, e com um ¨²nico impulso, ele rompeu as correntes que o prendiam. Takkuma: (abrindo os olhos, sua voz agora carregada de determina??o) "N?o vai ser assim que voc¨º vai me parar, Renshiro." Ele se moveu rapidamente, quebrando as correntes de Nyx, Kenjiro e Ryota. Seu olhar permaneceu fixo em seu irm?o mais velho. Nyx: (respirando fundo, massageando os pulsos) "Demorou, mas at¨¦ que foi um belo show." Kenjiro: (se alongando, aliviado) "Achei que ia morrer antes mesmo de comer a sobremesa desse banquete!" Ryota: (ajustando os ¨®culos, analisando a situa??o) "N?o temos tempo para comemora??es. Esse n?o ¨¦ um inimigo comum." O sal?o ficou em sil¨ºncio por um instante. Renshiro, ainda sentado em sua cadeira, sorriu. Ele se levantou lentamente, estalando os dedos antes de olhar diretamente para Takkuma. Renshiro: (com um sorriso frio, sem demonstrar qualquer surpresa) Unauthorized duplication: this narrative has been taken without consent. Report sightings. "Interessante. Parece que voc¨º realmente aprendeu alguma coisa... Mas ainda n?o ¨¦ o suficiente." Os dois irm?os se encararam, fa¨ªscas invis¨ªveis dan?ando no ar. A tens?o era quase esmagadora. Takkuma: (cruzando os bra?os, com um tom s¨¦rio) "Ambi??o ¨¦ uma coisa¡­ Mas voc¨º t¨¢ levando sua loucura longe demais, Renshiro." Renshiro: (rindo baixo, inclinando a cabe?a) "Loucura? N?o, irm?ozinho¡­ Isso ¨¦ clareza. Finalmente entendi meu prop¨®sito. E voc¨º? Continua perdido, achando que tem escolha." Sem mais palavras, Renshiro avan?ou, sua velocidade quase invis¨ªvel aos olhos comuns. Takkuma mal teve tempo de reagir antes do primeiro golpe. Takkuma: (erguendo sua katana para bloquear, sentindo o impacto pesado) "Tch... ent?o ¨¦ assim?" Renshiro girou no ar, desferindo outro ataque com precis?o. Takkuma desviou por pouco, recuando alguns metros. Renshiro: (arqueando uma sobrancelha, debochado) "Voc¨º t¨¢ hesitante, Takkuma. O que foi? N?o consegue lutar de verdade contra seu pr¨®prio irm?o?" Takkuma respirou fundo. Ele n?o queria matar Renshiro, mas tamb¨¦m n?o podia perder. Com uma decis?o tomada, avan?ou contra seu irm?o. Takkuma: (com um olhar determinado) "Se eu n?o te parar aqui¡­ ningu¨¦m mais pode!" A batalha continuou, os dois trocando golpes intensos. Mas ent?o, algo inesperado aconteceu. O corpo de Renshiro come?ou a sangrar¡­ e se dissolveu em n¨¦voa escarlate. Takkuma: (ofegante, arregalando os olhos) "O que¡­?" De tr¨¢s dele, uma risada ecoou pelo sal?o. O verdadeiro Renshiro surgiu das sombras, os olhos brilhando em mal¨ªcia. Renshiro: (batendo palmas lentamente, com um sorriso afiado) "Voc¨º realmente achou que eu fosse te atacar sem te testar primeiro? Que decep??o." Ele apontou para a n¨¦voa de sangue no ch?o, que come?ava a se dissipar. Renshiro: (balan?ando a cabe?a, em tom provocativo) "Isso era s¨® uma c¨®pia feita do meu pr¨®prio sangue. O verdadeiro duelo¡­ ainda nem come?ou." TO BE CONTINUED. Capitulo 17: A Beira da Loucura O vento cortante assobiava pelas salas do sal?o de Yukihan. As brasas azuladas do Guerrilla Point ainda ardiam ao redor de Takkuma, enquanto ele analisava cada movimento de seu irm?o. Takkuma: (cerrando os olhos brevemente, exalando uma respira??o pesada) "Uma c¨®pia feita com sangue¡­ Hah. Isso significa que voc¨º tem algo maior guardado, n?o ¨¦?" Renshiro manteve um sorriso malicioso no rosto, seus olhos brilhando com excita??o. Renshiro: (esticando os bra?os, girando os ombros como se estivesse se aquecendo) "Eu poderia te contar, mas¡­ qual seria a gra?a nisso, irm?ozinho?" O sil¨ºncio foi quebrado de repente. Renshiro avan?ou sem hesita??o, como um animal sedento por sangue. Com um selo r¨¢pido das m?os, seus olhos brilharam em um tom escarlate intenso. Renshiro: (sorrindo, em um tom insano) "Vamos ver como voc¨º lida com ISSO! PIERCING BLOOD!" Disparos de sangue cortaram o ar como laminas afiadas, voando em dire??o a Takkuma com uma velocidade absurda. Takkuma: (rangendo os dentes, movendo-se rapidamente para esquivar-se) "Tsc¡­ ele pode transformar o pr¨®prio sangue em proj¨¦teis?!" Desviando rapidamente, Takkuma se moveu entre os disparos, mas n?o saiu ileso. Alguns cortes surgiram em sua pele, o sangue escorrendo por suas roupas. Takkuma: (ofegante, encarando Renshiro com um olhar afiado) "Isso n?o pode continuar assim¡­ Eu n?o posso s¨® fugir!" This story has been taken without authorization. Report any sightings. Renshiro, observando os ferimentos de Takkuma, abriu um sorriso s¨¢dico. Renshiro: (rindo baixo, inclinando a cabe?a) "Isso mesmo, irm?ozinho¡­ continue correndo. Voc¨º j¨¢ percebeu, n?o ¨¦? Cada gota do meu sangue derramada me torna¡­ mais forte." Takkuma estreitou os olhos. Renshiro estava certo. Apenas desviar seria in¨²til. Ele precisava contra-atacar antes que seu irm?o ficasse ainda mais poderoso. Takkuma: (segurando firme sua katana, preparando-se para o ataque) "Chega disso." Com um passo ¨¤ frente, Takkuma explodiu em velocidade, desaparecendo da vista de Renshiro por um instante. Renshiro: (erguendo a sobrancelha, surpreso por um breve momento) "Oh?" Antes que pudesse reagir, Takkuma apareceu ao seu lado, sua katana brilhando com o fluxo de Ryujin. Takkuma: (com um olhar feroz, girando a lamina) "RUSHDOWN!" A lamina cortou o ar com uma sequ¨ºncia avassaladora de golpes r¨¢pidos e calculados. Renshiro foi atingido diversas vezes, cortes profundos surgindo em seu corpo, mas¡­ algo estava errado. Renshiro: (sorrindo amplamente, mesmo enquanto sangrava profundamente) "Isso¡­ ISSO ¨¦ O QUE EU QUERIA!!" O sangue de Renshiro come?ou a ferver, evaporando em um vapor denso e vermelho. Seu corpo tremeu por um instante, ent?o, de repente, a press?o de seu Ryujin aumentou drasticamente. Takkuma: (ofegante, recuando um passo, sentindo a energia opressiva) "O que diabos¡­?" Renshiro inclinou a cabe?a para o lado, os olhos completamente dominados pelo escarlate intenso. Ele respirava pesadamente, mas n?o era exaust?o. Era euforia. Era loucura. Renshiro: (rindo como um man¨ªaco, enquanto seu sangue continuava escorrendo e fervendo) "A dor¡­ o sangue¡­ isso s¨® me torna MAIS FORTE!" Ele abriu os bra?os, deixando as feridas escorrerem mais. Seu Ryujin come?ou a se distorcer, tornando-se algo ainda mais selvagem, ainda mais destrutivo. Renshiro: (com um sorriso enlouquecido, sua voz reverberando pelo sal?o) "E agora, irm?ozinho¡­ chegou a hora de voc¨º ver meu verdadeiro poder." TO BE CONTINUED. Cap铆tulo 18: Sanguinol锚ncia O ar ao redor tremia. O Ryujin se espalhava pelo campo de batalha, distorcendo o ambiente como se o pr¨®prio mundo estivesse rejeitando o que acontecia ali. Renshiro, coberto por seu pr¨®prio sangue, abriu um sorriso insano enquanto finalizava os selos com as m?os. Renshiro: (rindo, seus olhos brilhando em escarlate) "Est¨¢ na hora de acabar com essa brincadeira, irm?ozinho. Twins Blood!" O sangue no ch?o come?ou a borbulhar, se unindo em um turbilh?o grotesco. De dentro dele, uma silhueta monstruosa emergiu¡ªuma figura deformada, com garras afiadas e olhos vermelhos ardentes. Um Kaishin criado pelo sangue dos dois irm?os havia nascido. Takkuma: (ofegante, cerrando os dentes ao ver a criatura tomar forma) "O que¡­ que diabos ¨¦ isso?!" Renshiro: (abrindo os bra?os, rindo como um louco) "Ele ¨¦ Kusachi! O Kaishin formado pelo meu sangue¡­ e pelo seu! Uma fus?o perfeita das nossas ess¨ºncias! E adivinha? Ele carrega nossos poderes tamb¨¦m." Kusachi, com um sorriso grotesco, rugiu antes de avan?ar contra Takkuma com uma velocidade absurda. Kusachi: (rosnando, sua voz ecoando como um monstro ancestral) "Mostre-me sua for?a, humano!" Takkuma mal teve tempo de reagir. Kusachi j¨¢ estava em cima dele, desferindo um soco devastador. No ¨²ltimo instante, ele canalizou seu Ryujin e contra-atacou. Takkuma: (gritando, reunindo sua energia) "HYPERCHARGED BLUE!" A esfera de energia azul selvagem explodiu contra Kusachi, o impacto gerando uma onda de choque imensa. Mas o Kaishin n?o recuou. Em vez disso, seus olhos brilharam em vermelho escuro enquanto absorvia parte da energia. Kusachi: (sorrindo, os olhos brilhando como brasas) "Para um humano... ate que foi interessante. Agora veja como se faz." Kusachi ergueu as m?os, formando sua pr¨®pria vers?o distorcida do ataque. O Hypercharged Blue agora emanava uma tonalidade sangrenta, repleta da ess¨ºncia maligna da criatura. A case of literary theft: this tale is not rightfully on Amazon; if you see it, report the violation. Takkuma: (arregalando os olhos, sentindo a press?o esmagadora) "Ele pode copiar minhas habilidades?!" O ataque de Kusachi disparou contra ele com for?a devastadora, o impacto o lan?ando longe, quebrando o solo em seu caminho. Takkuma rolou pelo ch?o, cuspindo sangue, mas antes que pudesse sequer recuperar o f?lego¡­ Renshiro: (com um sorriso frio, aparecendo atr¨¢s dele) "Parece distra¨ªdo irm?ozinho" Com um movimento r¨¢pido, Renshiro balan?ou o bra?o no ar, seu sangue formando laminas cortantes. Renshiro: (gritando o nome do ataque com f¨²ria) "EMINENCE SLASHES!" As laminas de sangue se cravaram no corpo de Takkuma, cortando profundamente. Um instante depois, um golpe mais brutal foi desferido¡ªe ent?o, o horror se fez. Nyx: (gritando, os olhos arregalados em choque) "T-Takkuma-San!!!" O bra?o de Takkuma voou pelo ar, arrancado brutalmente pelo ataque de Renshiro. O sangue jorrou como uma cascata carmesim, pintando o ch?o em vermelho. Kenjiro: (segurando Ryota pelo ombro, sentindo um arrepio gelado na espinha) "Isso¡­ isso n?o pode estar acontecendo..." Ryota: (apertando os punhos, prestes a correr para ajudar) "Eu tenho que intervir! Se ele continuar perdendo sangue, ele vai¡ª" Nyx: (interrompendo Ryota, segurando seu bra?o com firmeza, sua express?o s¨¦ria) "N?o. Ele n?o precisa de ajuda. Ele precisa de um empurr?o." Ryota olhou para ela com incredulidade, enquanto Kenjiro engolia em seco, tentando entender o que Nyx estava dizendo. Ryota: (com os olhos arregalados, furioso) "Voc¨º viu o que acabou de acontecer?! Ele perdeu um bra?o, Nyx! Isso n?o ¨¦ mais uma luta, ¨¦ uma execu??o!" Nyx: (cerrando os dentes, olhando diretamente para Takkuma ca¨ªdo no ch?o) "Se entrarmos agora¡­ ningu¨¦m sair¨¢ vivo. Eu sinto que ele ainda tem algo a mais dentro dele." Takkuma, no ch?o, sentia seu corpo queimar. Sua vis?o estava turva. Sua respira??o estava pesada. Mas, dentro de sua mente, algo ecoava. Uma voz¡­ familiar, mas n?o humana. Kitsune: (sussurrando em sua mente, fria e poderosa) "Voc¨º est¨¢ no limite, crian?a? Tolo. Seu verdadeiro poder¡­ est¨¢ apenas come?ando." O corpo de Takkuma come?ou a se contorcer. Sua energia oscilava de forma selvagem. Seus olhos come?aram a brilhar em um tom azul intenso¡­ e ent?o, suas pupilas se tornaram fendidas, como as de um predador. TO BE CONTINUED. Cap铆tulo 19: Por um Fio O corpo de Takkuma tremia. Seu sangue fervia. A Kitsune finalmente despertara, rompendo qualquer barreira que ainda existia dentro dele. Seus olhos, agora completamente selvagens, brilhavam em um tom azul espectral, com pupilas fendidas como as de um verdadeiro predador. Nyx: (recuando instintivamente, arregalando os olhos) "Isso¡­ isso n?o ¨¦ o Takkuma!" Kenjiro: (engolindo em seco, suando frio) "Merda¡­ Eu sabia que ele tinha poder, mas¡­ isso¡­ isso ¨¦ outra coisa!" Ryota: (cerrando os punhos, tentando pensar r¨¢pido) "Se ele continuar assim, n?o vai sobrar ningu¨¦m para contar essa hist¨®ria!" A Kitsune virou lentamente a cabe?a na dire??o deles. Seu sorriso era afiado, quase animalesco. Ela ergueu a m?o, deixando que as chamas azuis serpenteassem entre seus dedos. Kitsune: (voz fria e distorcida, cheia de prazer) "Humanos fracos¡­ voc¨ºs s?o t?o insignificantes. Acham que podem me parar?" Em um instante, ela desapareceu. Quando reapareceu, j¨¢ estava atr¨¢s de Renshiro e Kusachi. Renshiro: (arregalando os olhos, tentando reagir a tempo) "O qu¨º¡ª?!" The story has been illicitly taken; should you find it on Amazon, report the infringement. Kitsune: (sorrindo cruelmente, sua voz um sussurro venenoso) "Divirtam-se no inferno." SHINRE OF EMBER! Uma explos?o azul se espalhou, cobrindo tudo ao redor em chamas fantasmag¨®ricas. O ar queimava, e o solo se despeda?ava sob o calor avassalador. Renshiro e Kusachi foram consumidos pelas chamas antes que pudessem reagir. Kusachi: (rugindo em dor, seu corpo se contorcendo enquanto as chamas devoravam sua carne) "N?O¡­ IMPOSS¨ªVEL¡­ EU SOU SUPERIOR¡­!!" Renshiro: (gritando, tentando controlar o pr¨®prio sangue para resistir, mas falhando) "Tsc¡­ maldita¡­!!" (Mas a Kitsune n?o parou por a¨ª. Seu olhar se voltou para Kusachi, agora ¨¤ beira do colapso. Ela ergueu a m?o lentamente, absorvendo sua energia.) IMMANENCE DRAIN! Kusachi gritou em desespero enquanto seu Ryujin era drenado at¨¦ a ¨²ltima gota. Seu corpo come?ou a se dissolver, transformando-se em poeira diante do olhar impiedoso da Kitsune. Nyx: (gritando para os irm?os Sakamuchi, segurando seu arco com for?a) "N¨®s temos que fazer alguma coisa! Ele n?o vai parar!" Kenjiro: (olhando para Ryota, desesperado) "E ent?o?! O que a gente faz?!" Ryota: (respirando fundo, apertando os dentes) "N?o podemos atac¨¢-lo de frente. Se Takkuma ainda estiver a¨ª dentro¡­ precisamos traz¨º-lo de volta!" A Kitsune virou-se lentamente para eles, com um sorriso cruel nos l¨¢bios. Kitsune: (andando calmamente na dire??o deles, sua voz g¨¦lida e distorcida) "Querem brincar tamb¨¦m, insetos?" TO BE CONTINUED. Cap铆tulo 20: A Ira do Mais Forte O ar ainda vibrava com o calor das chamas azuis do Shinre of Ember. O cen¨¢rio era um inferno vivo, ru¨ªnas fumegantes se espalhavam por todos os lados. A Kitsune ergueu a cabe?a, satisfeita com a destrui??o ao seu redor. Kitsune: (rindo para si mesma, seus olhos brilhando com pura mal¨ªcia) "Tsc... ¨¦ isso? Esse ¨¦ o limite dos descendentes do cl? Azumori? Que decep??o." Antes que pudesse continuar seu massacre, um som inesperado ecoou entre os escombros... o som de palmas lentas e ir?nicas. Renshiro: (saindo dos destro?os, aplaudindo com um sorriso debochado) "Que espet¨¢culo magn¨ªfico... mas tamb¨¦m, que burrice inacredit¨¢vel." A Kitsune virou-se lentamente, seus olhos penetrantes analisando Renshiro. Kitsune: (cruzando os bra?os) "Oh? Voc¨º ainda est¨¢ vivo? Interessante¡­ Mas por pouco tempo." Renshiro: (rindo, passando a m?o pelo cabelo ensanguentado) "Hah! Voc¨º realmente achou que esses ataques me matariam? Voc¨º pode ser um Kaishin Ancestral, mas parece que est¨¢ faltando intelig¨ºncia nessa cabecinha ai." Os olhos da Kitsune estreitaram-se. Sua energia tremulou, mas ela n?o atacou imediatamente. Kitsune: (em um tom levemente irritado) "Est¨¢ dizendo que eu errei? Engra?ado¡­ Voc¨º est¨¢ literalmente em carne viva." Renshiro riu novamente, mas seus olhos estavam s¨¦rios. Ele se apoiou em uma das pernas, sentindo as queimaduras pelo corpo, mas manteve a postura imponente. If you spot this tale on Amazon, know that it has been stolen. Report the violation. Renshiro: (com um olhar frio e calculista) "N?o me entenda mal, suas chamas s?o devastadoras... Mas s¨® seriam fatais se voc¨º tivesse os oito fragmentos completos." A Kitsune apertou os olhos. Pela primeira vez, um leve tra?o de irrita??o passou por seu rosto. Kitsune: (estreitando os olhos, um brilho perigoso emanando de seu corpo) "Ent?o voc¨º apostou tudo nisso? Em um detalhe t¨¦cnico? Voc¨º est¨¢ arriscando sua vida por uma teoria rid¨ªcula?" Renshiro: (sorrindo, seu olhar afiado como laminas de sangue) "Uma teoria que acabou de ser provada, n?o acha?" A Kitsune ficou em sil¨ºncio por um instante. Depois, soltou uma risada baixa, sua voz reverberando pelo ambiente destru¨ªdo. Kitsune: (balan?ando a cabe?a, divertindo-se novamente) "Hah¡­ humanos s?o mesmo fascinantes. Mesmo quando est?o ¨¤ beira da morte, continuam convencidos de que podem mudar o destino." Mas ent?o, a divers?o em seu olhar desapareceu. Ela ergueu a m?o e, com um movimento suave, moldou um novo bra?o feito inteiramente de Ryujin Selvagem. A energia vibrava como um fogo vivo. Kitsune: (sorrindo de canto, preparando seu ataque final) "Mas sabe o que ¨¦ mais fascinante? Seu truque n?o funciona contra mim." Em um instante, a Kitsune girou o bra?o e o cravou no pr¨®prio peito, absorvendo cada gota de sangue exposta em seu corpo. Renshiro, pela primeira vez na luta, arregalou os olhos em surpresa. Renshiro: (dando um passo para tr¨¢s, murmurando para si mesmo) "Ela¡­ se livrou de todo o sangue no corpo?!" Kitsune: (olhando diretamente para ele, sua aura crescendo absurdamente) "Voc¨º j¨¢ percebeu, n?o ¨¦? Sua habilidade s¨® funciona quando h¨¢ sangue presente. Sem ele¡­ voc¨º n?o ¨¦ nada." Renshiro sentiu um arrepio gelado percorrer sua espinha. Pela primeira vez, ele n?o tinha resposta. TO BE CONTINUED. Cap铆tulo 21: O ç…¤ltimo do Cl? O sil¨ºncio reinava entre os escombros do Dojo. O ar ainda carregava o cheiro de cinzas e sangue. Takkuma, possu¨ªdo pela Kitsune, caminhava lentamente em dire??o a Renshiro, seus passos ecoando como o pren¨²ncio do inevit¨¢vel. Renshiro, ferido, tremia. Seu corpo j¨¢ n?o obedecia mais sua vontade. Ele estava acabado. Seu orgulho esmagado. Seu destino selado. Renshiro: (com a voz fraca, cuspindo sangue, tentando se arrastar para tr¨¢s) "E-eu¡­ eu admito. Voc¨º¡­ voc¨º venceu." A Kitsune parou diante dele, seus olhos azul-escuros brilhando com frieza e desprezo. Ela inclinou a cabe?a, analisando seu advers¨¢rio derrotado como se fosse um inseto esmagado. Kitsune: (sorrindo cruelmente) "Oh? Agora voc¨º admite? Agora que est¨¢ ca¨ªdo, sem for?as, voc¨º finalmente entende sua inferioridade?" Renshiro, em desespero, abaixou a cabe?a e apertou os dentes. Renshiro: (tentando segurar o orgulho, mas falhando) "Por favor¡­ me poupe. Eu¡­ eu serei seu servo leal! Voc¨º precisa de soldados, n?o precisa? Eu posso ser ¨²til! Juro que posso¡­" A Kitsune riu. Uma risada baixa, sarc¨¢stica, carregada de nojo. Kitsune: (interrompendo-o, sua voz carregada de desprezo) "Um servo leal? Voc¨º n?o passa de um boneco de pano¡­ sujo¡­ e rasgado." Os olhos de Renshiro se arregalaram. Seu corpo congelou. Renshiro: (gaguejando, em choque) "N-n-n-n?o¡­" A Kitsune ergueu a m?o lentamente, as garras brilhando com uma energia selvagem e destrutiva. Seu sorriso cruel se alargou. Kitsune: (sussurrando com prazer) "Hora de rasgar esse boneco." ESSENCE SEAL! Stolen from Royal Road, this story should be reported if encountered on Amazon. Com um movimento r¨¢pido e preciso, as garras da Kitsune perfuraram o cranio de Renshiro. No mesmo instante, as chamas do Kitsune Purgatory envolveram seu corpo, queimando-o de dentro para fora. Renshiro: (gritando, seus olhos cheios de lagrimas de sangue) "T-Takkuma, me perdoe¡­" Mas n?o havia mais Takkuma ali para ouvi-lo. A ¨²nica resposta que ele recebeu foram as chamas consumindo sua exist¨ºncia. Segundos depois, tudo o que restava era um corpo carbonizado. As l¨¢grimas de sangue que Renshiro derramou antes de morrer ainda estavam vis¨ªveis em seu rosto queimado. A Kitsune suspirou de satisfa??o, limpando as garras ensanguentadas em suas vestes. Kitsune: (friamente, olhando para os restos de Renshiro) "Pat¨¦tico." De repente, o brilho intenso nos olhos de Takkuma come?ou a enfraquecer. Seu corpo tremeu e a Kitsune, satisfeita, voltou a se adormecer dentro dele. O corpo de Takkuma caiu de joelhos no ch?o. Sua respira??o estava pesada. Seus olhos voltaram ao normal¡­ e ent?o, ele viu. Takkuma: (olhando para o cad¨¢ver de seu irm?o, sentindo a realidade se despeda?ar dentro de si) "O que¡­ eu fiz?" Ele caiu no ch?o, tremendo, e come?ou a chorar. O peso do que aconteceu esmagou sua mente. Nyx, Kenjiro e Ryota, que assistiram a tudo sem poder interferir, finalmente se aproximaram. Nyx: (ajoelhando-se ao lado dele, com um olhar preocupado) "Takkuma-San¡­ voc¨º est¨¢ aqui agora? Voc¨º¡­ est¨¢ bem?" Takkuma: (com a voz quebrada, sem levantar a cabe?a) "Eu¡­ eu matei ele." Kenjiro: (desviando o olhar, tentando encontrar palavras, mas sem sucesso) "..." Ryota, como m¨¦dico, sabia que precisava agir. Engolindo o n¨® na garganta, ele rapidamente pegou suas ataduras e come?ou a cuidar dos ferimentos de Takkuma. Ryota: (tentando manter a calma, enquanto amarrava as bandagens) "Chorar n?o vai mudar o que aconteceu. Agora precisamos seguir em frente." Takkuma n?o respondeu. Seu olhar ainda estava preso no corpo de Renshiro. Mas ele sabia que Ryota estava certo. Ele fechou os olhos, respirou fundo e se levantou com dificuldade. Seus olhos estavam vermelhos de tanto chorar¡­ mas sua determina??o, embora abalada, ainda existia ali. Takkuma: (olhando para seus amigos, com a voz cansada) "Para onde vamos agora?" Nyx olhou para ele, surpresa. Ela n?o esperava que ele se recomporia t?o r¨¢pido. Kenjiro suspirou e olhou para o mapa. Kenjiro: (tentando aliviar o clima, for?ando um sorriso) "Bem¡­ depois desse inferno, eu acho que qualquer lugar parece um para¨ªso." O grupo permaneceu em sil¨ºncio por alguns segundos, apenas ouvindo o vento carregar as cinzas da batalha. Eles n?o sabiam exatamente o que viria a seguir¡­ com apenas uma coisa certa... Cap铆tulo 22: De Volta è„¿ Estrada O vento cortava o caminho de terra, levantando poeira enquanto o grupo avan?ava em sil¨ºncio. J¨¢ haviam se passado vinte dias desde o que aconteceu em Yukihan, mas ningu¨¦m tocava no assunto. Era como se qualquer palavra sobre aquilo fizesse o peso da realidade voltar ainda mais forte. Takkuma caminhava na frente, o olhar perdido na estrada. Os outros, mesmo sem dizer nada, percebiam que ele n?o era mais o mesmo desde aquele dia. O brilho de arrogancia e provoca??o que ele carregava antes parecia... apagado. Como se algo dentro dele tivesse sido esmagado e ele ainda n?o soubesse como se levantar de novo. Nyx: (reclamando, cruzando os bra?os) "Certo, vou dizer isso antes que eu enlouque?a: eu PRECISO de um banho! Vinte dias na estrada ¨¦ uma puni??o desumana!" Kenjiro, que vinha ao lado dela, jogou os bra?os para tr¨¢s e soltou uma risada. Kenjiro: (provocando) "Ah, ent?o era voc¨º que tava com esse cheiro estranho esse tempo todo? Eu achei que fosse algum bicho morto na estrada." Nyx: (estreitando os olhos, mortalmente s¨¦ria) "Quer testar se meu arco ainda t¨¢ funcionando, Kenjiro?" Kenjiro ergueu as m?os, rindo. Kenjiro: (assustado com a fala de Nyx) "Ei, ei! S¨® t? falando a verdade! O Ryota pode confirmar!" Ryota, que caminhava um pouco atr¨¢s, suspirou, esfregando seus olhos. Ryota: (com um tom sarc¨¢stico) "Se isso significa que voc¨ºs dois v?o parar de brigar, ent?o sim, eu confirmo qualquer coisa." This story has been unlawfully obtained without the author''s consent. Report any appearances on Amazon. Takkuma ouviu a conversa ao fundo, mas n?o fez nenhum esfor?o para entrar nela. O barulho das vozes parecia distante, como se ele estivesse ouvindo tudo debaixo d¡¯¨¢gua. Sua mente estava em outro lugar¡­ em algu¨¦m que n?o estava mais ali. Ele viu o rosto de Renshiro. O sangue escorrendo dos olhos, a pele se desfazendo em cinzas. Os gritos que nunca sa¨ªram da sua cabe?a, ele matou o pr¨®prio irm?o. Seus dedos apertaram o cabo da espada em suas costas. Ser¨¢ que algum dia ele ia se acostumar com isso? Ryota: (quebrando o sil¨ºncio) "Temos que pensar em um jeito melhor de viajar. Se continuarmos assim, vamos perder tempo demais." Takkuma piscou, voltando ¨¤ realidade. Takkuma: (voz baixa, sem energia) "T? ouvindo." Ryota olhou para ele por um instante, percebendo que a resposta n?o era totalmente sincera, mas optou por n?o comentar. Ryota: (ajustando os ¨®culos) "Tava pensando¡­ se aprendermos alguma t¨¦cnica de locomo??o ou conseguirmos um animal forte o suficiente, podemos agilizar nossa viagem. Eldoria n?o ¨¦ logo ali." Nyx: (levantando a sobrancelha) "Se essa t¨¦cnica existe, por que n?o aprendemos em Yukihan?" Ryota:(com um frio tom na resposta) "Porque em Yukihan, a prioridade era a nossa sobreviv¨ºncia." Takkuma sentiu um arrepio ao ouvir aquela palavra, sobreviv¨ºncia. Foi isso que Renshiro queria tamb¨¦m, mas ele n?o sobreviveu. E por mais que Takkuma tivesse vencido¡­ ele n?o sentia como se tivesse sa¨ªdo vivo daquela luta. Takkuma: (cerrando os punhos) "...Certo. Se queremos ficar mais fortes, Eldoria ¨¦ o ¨²nico caminho." Sua voz saiu seca, como se a garganta estivesse queimando. Kenjiro: (estalando os dedos, animado) "Ent?o ¨¦ isso! Nosso pr¨®ximo destino t¨¢ decidido!" Nyx: (resmungando) "Desde que tenha uma fonte termal..." Takkuma soltou um pequeno sorriso, quase impercept¨ªvel. Mas, mesmo tentando agir normalmente, o peso do passado continuava l¨¢, enterrado fundo no peito. Cap铆tulo 23: A um Dia do Destino O sol come?ava a se p?r no horizonte, lan?ando sombras longas sobre a estrada de terra. Eldoria estava a apenas um dia de viagem, e a expectativa no grupo era vis¨ªvel. Nyx: (olhando para frente, determinada) "Estamos quase l¨¢... Espero que esse treinamento valha a pena." Takkuma: (bocejando, esfregando os olhos) "S¨® espero que eles n?o nos fa?am correr por horas sem motivo." Ryota: (ajustando os ¨®culos, pensativo) "Eldoria n?o ¨¦ conhecida por pegar leve. Se queremos evoluir, teremos que aguentar." Antes que pudessem continuar a conversa, Kenjiro levantou a m?o, mandando todos ficarem em sil¨ºncio. Kenjiro: (baixando a voz) "Voc¨ºs ouviram isso?" O som de folhas se mexendo veio dos arbustos pr¨®ximos. Algo ou algu¨¦m estava escondido ali. Nyx: (cerrando os olhos, sacando uma flecha) "Fiquem atentos." Unauthorized duplication: this narrative has been taken without consent. Report sightings. Sem hesitar, os irm?os Sakamuchi entraram na mata para investigar. Nyx revirou os olhos, mas antes que pudesse repreend¨º-los, um grito ecoou na floresta. Nyx: (alerta) "Mas que droga!" Sem perder tempo, puxou Takkuma pelo colarinho e correu para dentro da mata, arrastando-o consigo. Ao chegar, encontrou Ryota ca¨ªdo no ch?o. Antes que pudesse reagir, outro grito soou mais ¨¤ frente. Nyx: (correndo na dire??o do som) "Kenjiro?!" Quando o encontrou, ele estava parado ao lado de um galho ca¨ªdo, co?ando a cabe?a. Kenjiro: (confuso) "Ent?o¡­ O Ryota desmaiou porque isso caiu na cabe?a dele." Nyx piscou algumas vezes, tentando processar a cena. Nyx: (incr¨¦dula) "Espera¡­ Voc¨º est¨¢ me dizendo que quase morremos de preocupa??o por causa de UM GALHO?" Kenjiro: (dando de ombros) "Ei, foi um galho grande!" Takkuma suspirou pesadamente, ainda sonolento. Takkuma: (desanimado) "Eu devia ter continuado dormindo..." Nyx massageou seus olhos, tentando manter a paci¨ºncia. Nyx: (reclamando) "Vamos sair logo daqui antes que algu¨¦m resolva morrer de susto com uma folha." Ryota come?ou a despertar lentamente, murmurando algo sobre um ataque surpresa, e Kenjiro apenas ria da situa??o. Com a confus?o resolvida ¨C ou pelo menos ignorada ¨C, o grupo retomou sua jornada para Eldoria. O verdadeiro teste ainda estava por vir. Cap铆tulo 24: Entrada Dinamica Ap¨®s dias de viagem, o grupo estava finalmente pr¨®ximo de Eldoria. O entusiasmo crescia, mas o cansa?o tamb¨¦m pesava em seus corpos. Takkuma, ainda reclamando da dor no dedo, come?ou a pensar em uma maneira de chegarem mais r¨¢pido. Sem avisar ningu¨¦m, ele arregalou os olhos, fez uma express?o assustadora e soltou um grito aterrorizante antes de sair correndo na dire??o dos companheiros. Takkuma: (berrando) "AAAAAAAAHHHHH!" O grupo, pego de surpresa, instintivamente entrou em panico. Kenjiro: (desesperado) "MAS O QUE¡ª?! CORRE!" Nyx e Ryota n?o pensaram duas vezes e come?aram a fugir, sentindo Takkuma em persegui??o. Mesmo sem entender o motivo, o medo os impulsionava para frente. E assim, entre gritos e correria, chegaram aos port?es de Eldoria. Ao perceberem onde estavam, pararam, exaustos e ofegantes. Taken from Royal Road, this narrative should be reported if found on Amazon. Nyx: (com raiva, apontando para Takkuma) "VOC¨º ¨¦ UM IDIOTA!" Ryota: (respirando fundo, apoiado nos joelhos) "Eu... eu achei que a gente ia morrer..." Kenjiro: (passando a m?o no rosto, ainda recuperando o f?lego) "Por que diabos voc¨º fez isso, seu man¨ªaco?!" Takkuma: (sorrindo, satisfeito) "Plano bem-sucedido. Chegamos mais r¨¢pido, n?o foi?" Nyx: (com uma veia pulsando na testa) "Isso n?o ¨¦ um plano! Isso ¨¦ LOUCURA!" Antes que pudessem continuar brigando, uma voz feminina interrompeu a confus?o. ??? "Voc¨ºs fazem uma entrada bem dinamica..." O grupo se virou e se deparou com uma mulher de postura firme, mas com um leve sorriso no rosto. Seu olhar avaliava cada um deles com curiosidade. ???: "Ent?o... O que vieram buscar numa na??o t?o distante?" Nyx, ainda tentando ignorar a raiva que sentia por Takkuma, respirou fundo e tomou a frente da conversa. Nyx: "Viemos atr¨¢s do treinamento. Eldoria ¨¦ conhecida por sua excel¨ºncia nisso." A mulher cruzou os bra?os, deixando escapar um sorriso maior. ???: "Se era por isso, por que n?o disseram logo de cara?" O grupo acompanhava a mulher, finalmente percebendo que, enquanto discutiam, j¨¢ haviam entrado no cora??o de Eldoria sem nem notar.