《Eternal Dawn [português brasileiro]》 O início [português] Eternal Dawn ¨C Cap¨ªtulo 1: O In¨ªcio O sol brilhava forte no c¨¦u, e uma brisa leve soprava pelas colinas verdes. No meio desse cen¨¢rio pac¨ªfico, um garoto de cabelos desgrenhados e olhos inocentes caminhava tranquilamente, carregando nos ombros uma galinha gigante e, na outra m?o, um peixe enorme. Ryo Kazu andava despreocupado, sem saber que sua vida estava prestes a mudar drasticamente. Ele nunca tinha sa¨ªdo muito da ¨¢rea onde vivia. Seu mundo era simples: ca?ar, comer, dormir e isso repita sempre. N?o conhecia cidades, estradas ou pessoas al¨¦m dos poucos animais que o ca?ava. Mas, naquele dia, o destino resolveu que ele teria um primeiro contato inusitado com o mundo exterior. O Encontro Explosivo Uma estrada de terra passava pr¨®xima de onde Kazu caminhava. Ele nunca tinha se importado com aquele caminho antes, mas, sem aviso, um barulho alto se aproximou rapidamente. VRUUUUUM! Uma esp¨¦cie de ve¨ªculo voador apareceu no c¨¦u, descendo em alta velocidade e derrapando no ch?o. Ele parou a poucos metros de Kazu, levantando uma nuvem de poeira. Antes que o garoto pudesse entender o que estava acontecendo, a porta se abriu com for?a, e uma garota saiu furiosa, pisando firme no ch?o. Ela era jovem, com uma roupa normal. Seu cabelo estava preso em um rabo de cavalo. Com uma express?o irritada, ela apontou para Kazu e gritou: ¡ª Ei, seu moleque miser¨¢vel! Voc¨º vai pagar pelo conserto do meu carro! Kazu inclinou a cabe?a, confuso. ¡ª O que ¨¦ um "carro"? A garota arregalou os olhos, mas logo sua express?o mudou para espanto quando percebeu algo estranho: o garoto estava de p¨¦, sem um ¨²nico arranh?o! ¡ª Espera a¨ª... ¡ª ela murmurou ,com a testa machucada. ¡ª Voc¨º deveria ter sido jogado longe! Como ainda est¨¢ de p¨¦?! Kazu piscou. ¡ª U¨¦, voc¨º m?o ¨¦ forte que nem eu? If you find this story on Amazon, be aware that it has been stolen. Please report the infringement. A garota hesitou. Normalmente, qualquer um teria rolado no ch?o e ficado machucado depois de um impacto daqueles. Mas aquele garoto... ele parecia completamente ileso. Antes que ela pudesse dizer mais alguma coisa, seus olhos se arregalaram ainda mais. Atr¨¢s de Kazu, bem vis¨ªvel sobre suas costas, estava uma galinha gigante. E, ao lado dele, um peixe t?o grande quanto um cachorro. ¡ª O que... ¡ª ela deu um passo para tr¨¢s, nervosa. O garoto largou os dois animais e se virou, como se nada tivesse acontecido. ¡ª J¨¢ volto minha janta da noite. Ele saiu correndo at¨¦ uma casinha simples escondida entre as ¨¢rvores, onde deixou sua comida. Ent?o, voltou para onde a garota ainda estava, perplexa. Mas agora, seu rosto mostrava mais do que apenas espanto. Ela estava p¨¢lida e sua m?o tremia enquanto segurava um pequeno dispositivo no pulso. ¡ª N-n?o pode ser... ¡ª ela gaguejou. Com a voz tremendo, apontou para Kazu. ¡ª Voc¨º tem uma Eterion Ball! Kazu co?ou a cabe?a. ¡ª Eu tenho o qu¨º? ¡ª Meu sensor de Eterion Balls detecta uma bem perto... e ¨¦ voc¨º! Ela respirou fundo e, tentando parecer calma, colocou as m?os na cintura. ¡ª Certo, garoto. Diga logo onde est¨¢ essa Eterion Ball! Kazu cruzou os bra?os. ¡ª Mas eu nem sei o que ¨¦ isso. A garota olhou para ele, desconfiada. Ent?o, pegou um pequeno monitor dentro do carro e analisou os dados. A tela mostrava claramente que o sinal vinha do pr¨®prio Kazu. ¡ª O que est¨¢ acontecendo aqui? ¡ª ela murmurou para si mesma. ¡ª N?o faz sentido... Ela olhou de novo para Kazu. ¡ª Voc¨º tem certeza de que n?o est¨¢ escondendo nada? ¡ª Sim. ¡ª Nem um objeto redondo, brilhante, que parece muito importante? Kazu pensou um pouco. Ent?o, deu de ombros. ¡ª Ah, voc¨º t¨¢ falando daquela pedrinha preta com uma estrela vermelha que achei um dia desses? A garota quase caiu para tr¨¢s. ¡ª Pedrinha?! Ele apontou para sua cabana. ¡ª Acho que deixei l¨¢ em casa. Quer ver? A Verdade Sobre a Eterion Ball Sem esperar resposta, Kazu come?ou a caminhar, e a garota, ainda chocada, foi atr¨¢s dele. Quando chegaram ¨¤ cabana, ele entrou e revirou algumas coisas. Depois de um tempo, voltou segurando um pequeno orbe preta cristalino com um pouco de vermelho com um brilho sutil. A garota arregalou os olhos. ¡ª ¨¦ uma verdadeira Eterion Ball! Ela rapidamente pegou um par de luvas e estendeu a m?o. ¡ª Me d¨¢ isso aqui! Kazu deu um passo para tr¨¢s. ¡ª Por qu¨º? ¡ª Porque... porque essas coisas s?o perigosas! Ele co?ou a cabe?a. ¡ª Mas ela n?o fez nada comigo. ¡ª Isso porque voc¨º teve sorte! Voc¨º n?o sabe a quantidade de gente que acredita que essas esferas trazem azar! Kazu riu. ¡ª Eu n?o tenho azar. Eu tenho peixe gigante e galinha gigante. A garota ficou sem palavras. Antes que ela pudesse insistir mais, um barulho ensurdecedor cortou o ar. BOOOOOOM! Uma explos?o sacudiu a cabana. Do lado de fora, uma pequena nave met¨¢lica havia pousado, e v¨¢rias figuras encapuzadas saltaram dela, segurando armas e dispositivos estranhos. A garota empalideceu. ¡ª Droga! Eles j¨¢ chegaram?! Kazu olhou para os novos visitantes, completamente despreocupado. ¡ª Quem s?o esses? A garota se virou para ele com um olhar s¨¦rio. ¡ª Escuta bem, garoto... se voc¨º quer continuar vivo, me entregue essa Eterion Ball AGORA! Kazu inclinou a cabe?a. ¡ª Mas por qu¨º? Ela cerrou os punhos. ¡ª Porque esses caras N?O v?o pedir por favor! Os encapuzados avan?aram, e um deles apontou um aparelho para Kazu. ¡ª Alvo identificado. Entregue a Eterion Ball e ningu¨¦m se machuca! Kazu olhou para a garota, depois para os homens. ¡ª Hmmm... n?o. O l¨ªder deles apertou os olhos. ¡ª Ent?o vamos pegar ¨¤ for?a! Os soldados avan?aram. Kazu piscou. ¡ª Ah, ent?o voc¨ºs querem brincar? Ele sorriu. E o caos come?ou. Continua no pr¨®ximo cap¨ªtulo... O Chamado Da Aventuras Eternal Dawn ¨C Cap¨ªtulo 2: O Chamado da Aventura A Batalha na Cabana A pequena cabana de Kazu estalava e tremia sob os impactos dos ataques dos soldados. Com rachaduras se espalhando pelas paredes de madeira, ele percebeu que n?o tinha escolha ¡ª se ficasse ali, sua casa viraria p¨®. Com um salto ¨¢gil, ele saiu da cabana segundos antes de uma explos?o consumir parte do telhado. Os soldados, agora posicionados ao redor dele, sorriram com arrogancia. ¡ª Agora voc¨º n?o tem mais para onde correr, garoto. A garota misteriosa, que observava tudo escondida atr¨¢s de uma ¨¢rvore, murmurou para si mesma: ¡ª Esse moleque est¨¢ ferrado... Mas, para sua surpresa, Kazu simplesmente esticou os bra?os, deu uma boa espregui?ada e respondeu com um tom divertido: ¡ª Veremos. Sem hesitar, um dos soldados avan?ou primeiro, tentando acert¨¢-lo com um soco. Mas, antes que pudesse reagir, Kazu j¨¢ n?o estava mais l¨¢. ¡ª O qu¨º?! O garoto desviou com uma velocidade impressionante e, num movimento r¨¢pido, desferiu um golpe direto no est?mago do soldado. CRACK! O impacto foi t?o forte que o homem cuspiu sangue e caiu no ch?o, gemendo de dor. Os outros soldados congelaram. Eles n?o esperavam que uma crian?a fosse capaz de derrotar algu¨¦m t?o facilmente. ¡ª Isso n?o pode estar acontecendo... ¡ª um deles murmurou. Um segundo depois, o panico tomou conta do grupo. Did you know this text is from a different site? Read the official version to support the creator. ¡ª R-recuar! Recuar! Os soldados largaram suas armas e fugiram como se tivessem visto um monstro. Kazu observou, co?ando a cabe?a. ¡ª H?? J¨¢ acabou? A garota saiu de tr¨¢s da ¨¢rvore e encarou o garoto com os olhos arregalados. ¡ª Esse garoto ¨¦ um monstro... Ela suspirou. ¡ª Bom, pelo menos isso me d¨¢ tempo para consertar meu carro... Corte de Cena ¨C A Ira do Lorde Enquanto isso, em uma fortaleza escondida em meio a montanhas sombrias, os soldados retornavam em panico. Eles ajoelharam diante de um trono imponente, onde uma figura amea?adora os encarava. Seus olhos brilhavam com uma luz azul intensa. Sua pele era p¨¢lida, quase branca, e em seu peito havia um diamante azul reluzente. Ele era o Lorde, um ser poderoso e impiedoso. Um dos soldados tremia enquanto fazia seu relat¨®rio. ¡ª M-me perdoe, Senhor Lorde! N?o conseguimos recuperar a Eterion Ball! O Lorde inclinou a cabe?a lentamente, sua express?o impass¨ªvel. ¡ª Como... n?o conseguiram deter uma crian?a? Os soldados engoliram seco. ¡ª E-ele era muito forte, senhor... n?o conseguimos nem toc¨¢-lo... O sal?o ficou em sil¨ºncio. Ent?o, a voz do Lorde ecoou fria como gelo: ¡ª Inaceit¨¢vel. De repente, a gravidade ao redor dos soldados aumentou brutalmente. ¡ª AAAAHHH! ¡ª eles gritaram, caindo de joelhos, incapazes de suportar a press?o. O Lorde se levantou de seu trono e caminhou at¨¦ eles. ¡ª Como puni??o pela sua fraqueza, ser?o enviados para a Camara de G¨¢s Carbono. ¡ª M-mas, senhor! ¡ª um deles tentou protestar. O Lorde olhou para ele com desprezo. ¡ª Mas nada. Fracos n?o t¨ºm lugar ao meu lado. Os soldados gritaram de desespero enquanto eram arrastados para um destino sombrio. O Lorde ent?o voltou seu olhar para um holograma mostrando Kazu. ¡ª Uma crian?a capaz de derrotar minha tropa... interessante. Seu sorriso frio se alargou. ¡ª Eu mesmo cuidarei disso. Corte de Cena ¨C O Jantar e a Decis?o de Partir Enquanto isso, de volta ¨¤ cabana, Kazu e a garota jantavam. Ela ainda estava chocada com o que tinha visto mais cedo. ¡ª Esse garoto come como um animal... ¡ª pensou, observando Kazu devorar enormes peda?os de carne sem a menor etiqueta. Depois de terminarem, ela se espregui?ou e bocejou. ¡ª Vou dormir aqui hoje. Amanh? conserto meu carro e sigo viagem. Kazu, que j¨¢ estava deitado de barriga cheia, apenas deu um aceno pregui?oso. ¡ª Beleza. A garota olhou para ele. ¡ª Ali¨¢s, qual ¨¦ o seu nome? O garoto abriu um olho. ¡ª Ryo Kazu. Ela arqueou uma sobrancelha. ¡ª Nome legal. Ele se sentou e sorriu. ¡ª Mas prefiro que me chamem s¨® de Kazu. A garota deu um pequeno sorriso e se apoiou contra a parede. ¡ª Certo, Kazu. Ela ficou em sil¨ºncio por alguns segundos e depois olhou para ele com um olhar determinado. ¡ª Eu tenho um objetivo. Quero encontrar as 13 Eterion Balls. Kazu piscou, curioso. ¡ª Ah, ¨¦? Pra qu¨º? Ela hesitou. ¡ª Isso n?o importa agora. O que importa ¨¦ que vai ser uma jornada dif¨ªcil, e eu preciso de algu¨¦m forte ao meu lado. Ela estendeu a m?o. ¡ª Ent?o, Kazu, quer vir comigo? Ele ficou em sil¨ºncio por um momento, depois sorriu de um jeito animado. ¡ª Eu nunca explorei o mundo... ent?o, por que n?o? Ele apertou a m?o dela. E assim, sem nem perceber, Ryo Kazu acabava de dar seu primeiro passo para a maior aventura da sua vida. No Dia Seguinte Na manh? seguinte, a garota, j¨¢ revigorada, saiu da cabana e encontrou Kazu sentado sobre uma pedra, observando o horizonte. Ela cruzou os bra?os e perguntou: ¡ª A prop¨®sito, Kazu... como voc¨º sobrevive aqui sozinho? O garoto olhou para ela e piscou. ¡ª Sozinho? Eu n?o t? sozinho. Ela olhou ao redor, confusa. ¡ª Mas... cad¨º todo mundo? Kazu sorriu e apontou para tr¨¢s. Ela se virou e ficou petrificada. V¨¢rios animais gigantes estavam ali ¡ª lobos enormes, tartarugas do tamanho de rochas, e at¨¦ um urso colossal. Todos olhavam para ela com express?es curiosas. A garota engoliu seco. ¡ª Isso s¨® pode ser brincadeira... Continua no pr¨®ximo cap¨ªtulo... Capítulo 3: o gato ladr?o e um novo inimigo Eternal Dawn ¨C Cap¨ªtulo 3: O Gato Ladr?o e um Novo Inimigo O Problema com o Carro O sol brilhava no c¨¦u enquanto Kazu e a garota trabalhavam no carro quebrado. A garota estava experimentando, descobrindo fios e parafusos, enquanto Kazu apenas observava, entediado. ¡ª Isso t¨¢ demorando... ¡ª ele pensou, balan?ando as pernas enquanto se sentava sobre uma pedra. De repente, sem aviso, ele deu uma forte empurrada no carro. ¡ª N?O, KAZU, PARA! Mas j¨¢ era tarde. O carro disparou como um foguete, deixando um rastro de poeira enquanto sumia colina abaixo. ¡ªN?OOOO! ¡ª a garota comum, segurando a cabe?a em desespero. Kazu, por outro lado, co?ou a nuca. ¡ª Ihhh... acho que botei for?a demais. Sem escolha, os dois sa¨ªram correndo atr¨¢s do carro em disparada. Corte de Cena ¨C O Lorde e os Rankings Enquanto isso, em sua fortaleza, Lorde estava sentado em seu trono, observando um holograma dos acontecimentos recentes. Ele balan?ou a cabe?a, intrigado. ¡ª Esses garotos... ¡ª murmurou, cruzando os bra?os. Atr¨¢s dele, seus generais permanecem em sil¨ºncio, esperando sua ordem. ¨® Senhor suspirou. ¡ª Meus soldados s?o de Ranking C... e ainda assim foram derrotados. Ele tamborilou os dedos no bra?o do trono. ¡ª Isso significa duas coisas: ou eles s?o mais fortes do que parecem, ou meus soldados s?o ainda mais in¨²teis do que eu pensei. Ele fez um gesto para um dos cientistas ¨¤ sua esquerda. ¡ª Entre em contato com os treinadores de elite. Quero essa minha tropa suba de ranking. Love this novel? Read it on Royal Road to ensure the author gets credit. O cientista concordou e saiu rapidamente para cumprir a ordem. O Senhor ent?o olhou novamente para a tela e deu um sorriso frio. ¡ª Eu n?o vou perder meu tempo com crian?as sem poder suficiente para me desafiar. Mas se ficarem no meu caminho¡­ bom, a¨ª ¨¦ outra hist¨®ria. Corte de Cena ¨C A Chegada na Vila Depois de uma longa corrida, Kazu e a garota finalmente alcan?aram a vila mais pr¨®xima. ¡ª Huff... huff... ¡ª uma garota ofegava, tentando recuperar a respira??o. Kazu, por outro lado, parecia completamente normal. ¡ª Esse garoto n?o se cansa nunca?! ¡ª pensei ela, irritada. O carro, milagrosamente, estava intacto na frente de uma pequena oficina mecanica. O mecanico, um homem robusto de bigode detalhado, olhou para o ve¨ªculo com um olhar confuso. ¡ª Que diabos aconteceram com esse carro? Ele apareceu do nada e quase destruiu meu escrit¨®rio! A garota bateu na testa, exausta. ¡ª N?o quero nem falar sobre isso... Ela se recomendou e perguntou: ¡ª Voc¨º pode consert¨¢-lo? O mecanico analisou o carro e concordou. ¡ª Vai levar um dia. Amanh? voc¨ºs podem peg¨¢-lo de volta. A garota suspirou de al¨ªvio. ¡ªBeleza. Enquanto isso, vamos explorar a vila. Mas, assim que deram alguns passos, o radar de Eterion Balls come?ou a apitar loucamente. ¡ª O qu¨º?! ¡ª a garota olhou para o aparelho, surpresa. Kazu se inclinou curioso. ¡ª O que foi? ¡ª Tem uma Eterion Ball aqui por perto! Sem perder tempo, os dois v?o a seguir a dire??o do radar. A Apari??o do Gato Ladr?o Enquanto caminhavam pelas ruas da vila, Kazu olhou para a garota e disse: ¡ª Ei, eu nunca perguntei... qual ¨¦ o seu nome? Ela hesitou por um momento. ¡ª Ah, ¨¦ mesmo... Eu me chamo¡ª Antes que eu pudesse terminar a frase, algo passou por eles em alta velocidade. VUUUUSH! ¡ª H??! Era um gato, mas n?o um gato comum. Era um gato grande, de pelo cinza e olhos alongados, que carregava uma Eterion Ball na boca! ¡ª A¨ª, seu ladr?o! ¡ª Kazu mencionou, apontando para o felino. Sem pensar duas vezes, os dois sa¨ªram correndo atr¨¢s do gato. O animal era absurdamente ¨¢gil, pulando sobre bairros, telhados e carrinhos de comida. ¡ª Mas que gato ¨¦ esse?! ¡ª inventei a garota, j¨¢ cansada. Kazu, por outro lado, estava se divertindo. ¡ª Hahaha! Isso ¨¦ legal! O gato deu um salto incr¨ªvel e desapareceu em um beco estreito. ¡ª Droga! ¡ª uma garota resmungou. Mas, antes que pudesse continuar a persegui??o, uma figura apareceu bloqueando a entrada do beco. Era um homem alto, vestindo uma armadura diferente dos soldados do Lorde. Sua roupa tinha um emblema distinto no peito. A garota arregalou os olhos. ¡ª Mas que estranho... essa camisa... n?o ¨¦ a mesma dos soldados do Lorde... Ela franziu a testa, sentindo um frio na espinha. ¡ª N?o pode ser¡­ ent?o isso significa que... Continua... Capítulo 4 De Eternal Dawn: A Energia! Amanhecer Eterno ¨C Cap¨ªtulo 4: A Energia! Uma Revela??o Surpreendente¡­ ou N?o A tens?o emparelhava no ar. A garota estava prestes a dizer algo importante, seu olhar fixo no estranho soldado ¨¤ sua frente. Kazu aguardava curioso, pronto para uma grande revela??o. ¡ª N?o pode ser... ent?o ¨¦¡ª Um sil¨ºncio dram¨¢tico se instalou. A garota piscou algumas vezes. ¡ª Ah! Me esqueci! Kazu caiu de cara no ch?o. ¡ª S¨¦rio?! A garota deu de ombros. ¡ª O que importa ¨¦ que temos que pegar as Eterion Balls! Ela se virou para seguir o gato, mas Kazu parou parado, observando o soldado de uniforme diferente. ¡ª N?o. Eu quero lutar contra ele para ver se ele ¨¦ isso mesmo. O soldado franziu a testa, confuso. ¡ª Lutar? Comigo? Antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa, Kazu disparou um soco direto no queixo dele. P¨¢! O impacto fez um barulho seco, mas o soldado n?o se mexeu um cent¨ªmetro. A garota arregalou os olhos. ¡ª Kazu! Esse cara ¨¦ forte! Mas, ao inv¨¦s de recuar, Kazu transmitiu de canto. ¡ª Agora eu encontrei algu¨¦m que saiba lutar. O soldado estalou o pesco?o. ¡ª Voc¨º tem coragem, garoto... mas isso n?o ser¨¢ suficiente. O Combate Come?a! Kazu avan?ou rapidamente, lan?ando uma sequ¨ºncia de golpes r¨¢pidos. O soldado desviava habilmente, bloqueando alguns ataques e esquivando-se de outros. Love this novel? Read it on Royal Road to ensure the author gets credit. ¡ª Nada mal para um pirralho... ¡ª ele comentou. Kazu saltou para tr¨¢s e girou no ar, tentando um chute girat¨®rio. O soldado cruzou os bra?os e bloqueou com firmeza, mas foi arrastado um pouco para tr¨¢s. - Oh? Ent?o voc¨º tem for?a tamb¨¦m... A garota observava tudo com aten??o. ¡ª Esse Kazu... Ele n?o ¨¦ normal! Os dois lutadores continuaram trocando golpes. Kazu era ¨¢gil e imprevis¨ªvel, enquanto o soldado mantinha uma defesa s¨®lida e golpes precisos. Mas ent?o, algo inesperado aconteceu. Enquanto Kazu preparava um empurr?o com as duas m?os para afastar o advers¨¢rio, uma onda de energia surgiu do nada! VUUUUUSH! Uma esfera de energia azul-clara explodiu das m?os de Kazu e atingiu o soldado em cheio. BOOOOM! O soldado foi lan?ado para tr¨¢s, batendo contra um muro e afundando parte dele. A garota arregalou os olhos em choque. ¡ª O QUE FOI ISSO?! Kazu olhou para as pr¨®prias m?os, surpreso. ¡ª Eu n?o sei... aconteceu sem querer! A garota ainda tentou processar o que tinha acabado de ver. ¡ª Mas isso n?o faz sentido... Corte de Cena ¨C A Base do Lorde Em sua fortaleza, o Lorde observava tudo atrav¨¦s de um holograma. Mas, de repente, a imagem ficou distorcida e falhou completamente. ¡ª O que aconteceu?! ¡ª ele disse, irritado. Um dos cientistas digitou furiosamente em seu painel. ¡ª Senhor, parece que houve um choque de energia na ¨¢rea onde o garoto est¨¢. O holograma parou de funcionar. O Senhor estreitou os olhos. ¡ª Um choque de energia? Outro cientista ajustou os dados e balan?ou a cabe?a. ¡ª Senhor... de acordo com as leituras, parece que algu¨¦m estava ocupado concentrando energia espiritual. ¨® Senhor Francisco, a testa. ¡ª Energia espiritual? Isso ¨¦ imposs¨ªvel. Apenas guerreiros do Ranking Z+ conseguem fazer isso. O cientista hesitou. ¡ª Sim... Mas se esse garoto conseguiu, isso significa que ele pode desenvolver esse poder. Se ele aprender a control¨¢-lo, poder¨¢ se tornar uma grande amea?a. O Lorde ficou em sil¨ºncio por um momento. Ent?o, deu um sorriso frio. ¡ª Se for esse o caso... temos que elimin¨¢-lo antes que isso aconte?a. Corte de Cena ¨C O Apag?o na Vila Na vila, as luzes come?aram a piscar at¨¦ que tudo se apagou. Os moradores sa¨ªram de suas casas, confusos. ¡ª O que aconteceu?! ¡ª Foi um apag?o? ¡ª Eu nunca vi isso antes! A energia desapareceu completamente por alguns segundos e, quando voltou, ningu¨¦m entendeu o que tinha causado aquilo. Enquanto isso, no meio da rua, o soldado se clamou, ofegante. ¡ª Como... Como voc¨º fez isso?! Ele olhou para Kazu com um misto de medo e surpresa. Mas Kazu apenas co?ou a cabe?a. ¡ª Eu j¨¢ disse... Aconteceu sem querer. O soldado deu um passo para tr¨¢s, hesitante. Ent?o, de repente, virou-se e saiu correndo o mais r¨¢pido que podia! Uma garota piscou. ¡ª Ele... FUGIU?! Kazu sorri. ¡ª Eu acho que sim. ¡ª Voc¨º asssustou um soldado de uma organiza??o poderosa... Isso ¨¦... Insano! Mas antes que pudesse continuar a conversa, o gato ladr?o apareceu novamente. Dessa vez, ao ver Kazu, ele imediatamente soltou a Eterion Ball no ch?o e fugiu em disparada. Kazu pegou uma bola e a olhou no ar. ¡ª ¨¦! CONSEGUIMOS UMA! A garota ainda estava at?nita. ¡ª Primeiro Kazu solta uma explos?o de energia sem querer, depois faz um soldado fugir de medo, e agora at¨¦ o gato desistiu de Eterion Ball... Esse garoto ¨¦ realmente estranho. Mas, no fundo, ela sabia que isso era s¨® o come?o. Continua no pr¨®ximo cap¨ªtulo¡­ Capítulo 5 de Eternal Dawn: o passado da garota Cap¨ªtulo 5 ¡ª O Passado da garota No outro dia, o sol ainda nem tinha subido direito quando Manari acordou com um barulho estranho. Ao sair da pequena cabana da vila onde estavam hospedados, ela viu Kazu do lado de fora, suando e se movendo rapidamente. ¡ª Voc¨º... t¨¢ se exercitando? ¡ª ela perguntou, com um tom de surpresa. Kazu olhou pra ela com aquele jeito simples e respondeu: ¡ª Eu s¨® gosto de fazer isso mesmo. ¨¦ divertido. Manari deu uma risadinha. ¡ª Voc¨º ¨¦ estranho... mas de um jeito bom. Ela se sentou numa pedra pr¨®xima, observando Kazu se mover como se fosse instinto. Aquilo fez ela pensar em seu pr¨®prio passado. Respirou fundo e disse: ¡ª Ei... acho que t¨¢ na hora de eu me apresentar de verdade. Meu nome ¨¦ Manari Souleskull. E... bom, eu n?o sou ningu¨¦m especial, mas eu lutei muito pra chegar at¨¦ aqui. Kazu parou, curioso. ¡ª Voc¨º lutou com quem? If you come across this story on Amazon, it''s taken without permission from the author. Report it. Ela riu baixinho. ¡ª Comigo mesma, Kazu. Manari ent?o come?ou a contar sua hist¨®ria. --- O Passado de Manari ¡ª Eu cresci numa cidadezinha pobre, onde quase ningu¨¦m sonhava com o futuro. Na escola, eu era meio obesa e muito t¨ªmida. Tinha alguns amigos, mas a maioria das pessoas simplesmente... me ignorava. Ela olhou para o c¨¦u, como se procurando palavras entre as nuvens. ¡ª Eu me escondia no fundo da sala, lia livros sozinha e imaginava um mundo diferente. Enquanto isso, meu pai... ¡ª ela fechou os olhos por um momento ¡ª Ele passava os dias bebendo cacha?a. Eu via minha m?e chorar e meu irm?o dormir sem jantar ¨¤s vezes. Kazu escutava em sil¨ºncio, co?ando a cabe?a, sem saber o que dizer. ¡ª Mas um dia, meu pai... mudou. N?o sei o que aconteceu. Talvez tenha sido ver a gente sofrendo. Talvez ele tenha abrindo os olhos e viu oque realmente estava acontecendo. Mas ele fez uma promessa pra mim e pra minha m?e: que ia largar a bebida e virar algu¨¦m de verdade. Ela sorriu, com os olhos brilhando. ¡ª Ele voltou a estudar. J¨¢ tinha terminado o ensino m¨¦dio quando era jovem, ent?o entrou numa faculdade com bolsa. Depois fez outra. Aprendeu engenharia, ci¨ºncias... e come?ou a construir coisas incr¨ªveis. Foi ele quem me ensinou a mexer com tecnologia. Aquele radar que usamos? Fui eu que montei, mas ele me ensinou tudo. Kazu fez um "ohh" com a boca. ¡ª Ent?o seu pai ¨¦ tipo... um g¨ºnio? ¡ª Sim. Mas n?o nasceu assim. Ele s¨®... decidiu mudar. ¡ª Manari ficou em sil¨ºncio por um tempo. ¡ª Eu vi minha fam¨ªlia mudar de rumo de pobre para uma que s¨® na esperan?a mudou de vida. Depois eu Comecei a treinar, a estudar, a correr atr¨¢s dos meus sonhos. Me prometi que ia sair daquela cidade... e que ia encontrar todas as Eterion Balls, n?o importa quanto tempo levasse. ¡ª Por qu¨º? ¡ª perguntou Kazu, curioso. Manari olhou pra ele, s¨¦ria. ¡ª Porque eu quero fazer um pedido. Um desejo. Mas... ainda n?o posso contar qual ¨¦. Kazu ficou pensativo. ¡ª Voc¨º fala muito, sabia? Ela deu uma risada alta, mas seus olhos estavam um pouco molhados. ¡ª Desculpa, acho que falei demais. Enfim... se eu n?o tivesse tomado essa decis?o de vim explorar o mundo eu faria no meu quarto vivendo em um mundo de escurid?o medo e voc¨º tava vivendo seu mundo deboa talvez mesmo se eu n?o fosse ia atr¨¢s das Eterion Balls os soldados ia atr¨¢s de voc¨º e voc¨º ia procurar resposta oque era essas pessoas e voc¨º ia ter outra hist¨®ria. Kazu abriu um sorrisinho. ¡ª Ent?o ainda bem que mudou, n¨¦? Sen?o eu ia ter que carregar aquela galinha gigante sozinho. Os dois riram. Manari enxugou os olhos sem que ele percebesse. ¡ª Vamos buscar o carro. Ainda temos muitas Eterion Balls pra encontrar. E juntos, eles partiram rumo ao mecanico da vila ¡ª com um passado pesado nas costas e uma jornada ainda maior pela frente. Capítulo 6 De Eternal Dawn: As estrelas n?o deveriam cair Cap¨ªtulo 6 ¨C As Estrelas N?o Deveriam Cair No mesmo dia, Kazu e Manari voltaram ao mecanico da vila. O carro estava pronto, mas o mecanico avisou: ¡ª Funciona direitinho agora, mas o tanque t¨¢ quase seco. Se forem longe, v?o precisar abastecer mais. ¡ª Deixa comigo! ¡ª disse Manari, tirando um gal?o do porta-malas. Eles encheram o tanque e partiram estrada afora, o radar das Eterion Balls os guiando. A estrada de terra levantava poeira enquanto o carro vibrava sob o calor do dia. Durante a viagem, Kazu olhou pela janela, pensativo, e ent?o disse: ¡ª Agora ¨¦ minha vez de contar minha hist¨®ria. Manari, curiosa, virou-se pra ele com um sorrisinho: ¡ª Voc¨º tem hist¨®ria? Pensei que s¨® comia peixe e conversava com as ¨¢rvores. ¡ª Mas rapaz, deixa eu falar, intrometida! Ela riu, e Kazu continuou: ¡ª Meu v? me disse que eu vim de uma c¨¢psula. Uma c¨¢psula que falava que eu ainda n?o tava pronto pra sair. The story has been stolen; if detected on Amazon, report the violation. ¡ª Voc¨º tinha um v??! E como assim veio de uma c¨¢psula? Isso ¨¦ imposs¨ªvel... Pelo menos, eu acho. Kazu suspirou, olhando o c¨¦u pela janela: ¡ª Ele era tudo pra mim. A gente nunca passou fome, ca?ava junto, constru¨ªmos nossa casa com barro, depois com tijolos que a vov¨® aprendeu a fazer... Ele me ensinou tudo. ¡ª E o que aconteceu com ele...? ¡ª Manari perguntou, agora com o tom mais s¨¦rio. Kazu fechou os olhos por um instante. ¡ª Dizem que foi um lobo gigante. Mas n?o era um lobo comum... era meio humanoide. Eu... eu tava dormindo quando aconteceu. Se eu pudesse, trocava de lugar com ele. --- Flashback ¡ª O Encontro com a C¨¢psula Anos atr¨¢s... Um velho de cabelos grisalhos caminhava com seu cajado pela floresta ¨¤ noite, quando uma luz atravessou o c¨¦u como um raio. ¡ª Uma estrela cadente? N?o... ela t¨¢ caindo... aqui perto?! O velho correu entre as ¨¢rvores, o cajado batendo contra as pedras do caminho. O c¨¦u noturno ficou mais claro por um instante com o clar?o da queda. Entre as ¨¢rvores, uma pequena clareira foi aberta. E no meio dela, uma c¨¢psula met¨¢lica, ainda soltando vapor, tremia no ch?o. ¡ª O que... ¨¦ isso? ¡ª murmurou o velho. ¡ª Eu n?o pedi nada ao c¨¦u... A c¨¢psula se abriu com um estalo. Um menino de cabelos brancos com uma mecha estranha na testa estava ali, dormindo, enrolado em uma manta fina com inscri??es estranhas em um idioma que o velho nunca tinha visto. Dias depois... O velho escutou um choro distante vindo da floresta. Ele seguiu o som at¨¦ uma caverna de folhas, onde o menino estava escondido, com os joelhos encolhidos, chorando baixinho. ¡ª Voc¨º ¨¦ aquele menino da c¨¢psula... por que t¨¢ chorando, pequeno? O garoto olhou com olhos brilhantes, assustado. ¡ª Eu... eu n?o sei quem sou. O velho se ajoelhou, colocou a m?o em seu ombro e sorriu. ¡ª Ent?o eu vou te ajudar a descobrir. A partir de hoje... voc¨º ¨¦ meu neto. --- Fim do Flashback Kazu, agora sentado na traseira do carro parado, olhava para o ch?o, com l¨¢grimas caindo dos olhos. Manari, assustada por v¨º-lo daquele jeito, se aproximou. ¡ª Kazu...? O que houve? Ele respondeu com a voz baixa, embargada: ¡ª Eu lembrei da minha v¨®... do meu v?... Eles n?o deveriam ter morrido. Eles eram tudo que eu tinha. Manari se aproximou e colocou a m?o no ombro dele. ¡ª Voc¨º ainda tem a mim, seu bob?o. Kazu olhou pra ela, e for?ou um sorrisinho... mas antes que pudesse responder, o radar come?ou a apitar freneticamente. ¡ª O qu¨º? ¡ª Manari olhou para o visor. ¡ª Tem... tem uma Eterion Ball MUITO perto... e... tem outra coisa... alguma coisa estranha se mexendo r¨¢pido demais perto dela. Kazu se levantou. ¡ª Algu¨¦m... ou alguma coisa... t¨¢ indo atr¨¢s da Eterion Ball antes da gente. Eles correram at¨¦ o carro. A camera fecha no radar piscando mais r¨¢pido a cada segundo. Pr¨®ximo cap¨ªtulo: Quem ou o qu¨º est¨¢ se aproximando da pr¨®xima Eterion Ball... e por que parece t?o familiar...