《Eterno sofrimento (Português)》 O sofrimento eterno (portugu锚s) "King D. Kaiser - O Sofrimento Eterno"** --- ### **Cap¨ªtulo 1: O Peso do Pecado** #### **Cena 1: A Vida Antes do Fim** - A hist¨®ria come?a com uma vis?o de **King D. Kaiser**, um jovem de apar¨ºncia ¨²nica: cabelos brancos com pontas pretas, um olho roxo profundo e o outro cinza, atravessado por uma cicatriz. No pesco?o, a tatuagem com a palavra "KING" em kanji parece carregar um peso maior do que tinta na pele. - Ele caminha pelas ruas movimentadas da cidade ao lado de sua irm? mais nova. A conversa entre eles ¨¦ leve, mas algo no ar carrega uma sensa??o de incerteza. - **Irm? de King** (com um sorriso t¨ªmido): "Voc¨º vai me deixar aqui depois, n¨¦? N?o vai embora como da ¨²ltima vez..." - **King D. Kaiser**, com um sorriso carinhoso, tenta tranquiliz¨¢-la, mas seu tom carrega algo inquietante. **King D. Kaiser**: "Claro, vou te esperar. Nada de ficar sozinha, t¨¢ bom?" This text was taken from Royal Road. Help the author by reading the original version there. #### **Cena 2: O Encontro com a Injusti?a** - Enquanto caminham, gritos distantes chamam a aten??o de King. Seus sentidos se agu?am, um pressentimento ruim cresce dentro dele. Eles seguem o som at¨¦ um beco, onde um grupo de homens ataca uma mulher. - **Irm? de King** (com medo): "Voc¨º... voc¨º vai ajudar, n?o vai? N?o vai me deixar sozinha aqui?" - **King D. Kaiser** pousa a m?o no ombro dela, mantendo a calma, mas seus olhos j¨¢ est?o fixos no perigo. **King D. Kaiser**: "Fica aqui. Eu cuido disso rapidinho." #### **Cena 3: O Confronto Mortal** - King avan?a com velocidade impressionante. Seus socos e chutes s?o devastadores, um reflexo de sua raiva transbordante. Ap¨®s derrotar os agressores, ele se ajoelha ao lado da mulher ca¨ªda. - **King D. Kaiser** (tentando acalm¨¢-la): "Voc¨º est¨¢ bem? Eles n?o v?o te machucar mais." - Mas a mulher o encara com desprezo, soltando uma risada amarga. **Mulher** (com desd¨¦m): "Eu... eu preferia morrer do que ser salva por um dem?nio como voc¨º. V¨¢ embora." - As palavras cortam King de um jeito que ele n?o esperava. Mas antes que possa responder, seu instinto grita. Ele se vira para sua irm?¡ª #### **Cena 4: A Trag¨¦dia** - Um dos agressores, ainda vivo, se aproxima sorrateiramente da irm? de King. A lamina brilha no ar antes de perfurar seu peito. O tempo parece desacelerar. - **King D. Kaiser** (gritando, a voz cheia de desespero): "N?O! PORRA! POR QU¨º, MERDA?!" - Ele tenta correr, mas j¨¢ ¨¦ tarde. Sua irm? cai no ch?o, os olhos vazios, a vida se esvaindo diante dele. #### **Cena 5: A Chegada do Kami - O mundo ao redor de King se distorce. O ar fica pesado, uma luz cegante surge. Diante dele, uma entidade celestial aparece, um sorriso cruel no rosto. **Kami** (com voz reverberante): "Ent?o, voc¨º finalmente chegou, King D. Kaiser. Ou deveria dizer... um mero humano insignificante?" - King, em choque, tenta entender o que est¨¢ acontecendo. Seu cora??o acelera, uma mistura de confus?o, raiva e desespero. **King D. Kaiser** (gritando, com a mente fragmentada): "Eu... eu s¨® queria salv¨¢-la! Por qu¨º?! Isso n?o pode estar acontecendo!" - O Kami ri, indiferente ¨¤ dor de King. **Kami** (zombando): "Voc¨º abandonou sua irm?. Por isso, ser¨¢ punido. Voc¨º renascer¨¢ eternamente... e, em cada vida, perder¨¢ algu¨¦m que ama." - King sente sua alma sendo arrancada de dentro dele, enquanto sua vida desmorona. #### **Cena 6: O Primeiro Mundo** - Quando desperta, King se v¨º em um lugar sombrio, um reflexo de sua dor. Ele cai de joelhos, o peso da maldi??o esmagando sua exist¨ºncia. **King D. Kaiser** (sussurrando, destru¨ªdo): "Eu... n?o consigo fazer nada... Minha irm?... se foi... por minha culpa." - Ele fecha os olhos, perdido na pr¨®pria escurid?o. **King D. Kaiser** (um ¨²ltimo suspiro, a voz sem vida): "Quem vai me salvar... se nem eu consigo me salvar?" O Despertar da maldi??o (portugu锚s) Mang¨¢: "King D. Kaiser - O Sofrimento Eterno" Cap¨ªtulo 2: O Despertar na Maldi??o Cena 1: Um Mundo de Sombras King D. Kaiser desperta em um lugar completamente diferente. O ch?o ¨¦ negro como obsidiana, o c¨¦u ¨¦ um vermelho profundo, sem sol, lua ou estrelas. Ele se encontra em uma vastid?o vazia, onde apenas ecos de gritos distantes ressoam. Ele tenta se levantar, mas um peso invis¨ªvel pressiona seu corpo. Seus olhos est?o arregalados, o terror e a dor ainda vivos dentro dele. King D. Kaiser (ofegante, tentando entender): "Isso... ainda ¨¦ real? Ou ¨¦ outro pesadelo?" Ao olhar para suas m?os, ele percebe algo estranho¡ªelas est?o manchadas com um brilho escuro, pulsando como veias de energia maligna. Sua tatuagem "KING" no pesco?o agora brilha levemente, como se estivesse reagindo a esse novo mundo. Uma risada ecoa ao redor. N?o ¨¦ humana. Cena 2: O Enigma do Kami O Kami que amaldi?oou King surge novamente diante dele, flutuando sobre o ch?o sombrio. Sua presen?a distorce o espa?o ao redor, como se a pr¨®pria realidade estivesse tentando rejeit¨¢-lo. The narrative has been stolen; if detected on Amazon, report the infringement. Kami (sorrindo com crueldade): "Bem-vindo ¨¤ sua nova realidade, King D. Kaiser. O primeiro de muitos mundos... O primeiro de muitos sofrimentos." King se levanta com esfor?o, seu olhar furioso cravado na entidade. King D. Kaiser (com a voz rouca de ¨®dio): "Me diga onde ela est¨¢! Se eu tiver que matar um deus pra traz¨º-la de volta, ent?o que seja!" O Kami apenas gargalha. Kami (com desd¨¦m): "T?o ing¨ºnuo... Voc¨º n?o entendeu sua puni??o, n?o ¨¦? Voc¨º viver¨¢ eternamente... E em cada reencarna??o, perder¨¢ tudo o que ama. E quando n?o sobrar nada para perder, ver¨¢ que a verdadeira maldi??o n?o ¨¦ a morte..." King sente algo dentro dele se partir. Ele avan?a contra o Kami, mas, no momento em que tenta atac¨¢-lo, seu corpo ¨¦ consumido por uma dor excruciante. Seu peito queima, como se algo estivesse sendo arrancado dele ¨¤ for?a. Cena 3: O Renascimento A vis?o de King se torna turva. Seu corpo come?a a se dissolver em part¨ªculas de luz negra. King D. Kaiser (gritando, em puro desespero): "EU N?O ACEITO ISSO!" Mas antes que possa lutar contra a for?a que o puxa, tudo desaparece. Quando abre os olhos novamente, King est¨¢ deitado no meio de uma rua movimentada. O c¨¦u azul, os pr¨¦dios ao redor, o som das pessoas vivendo suas vidas normalmente¡ª¨¦ como se nada tivesse acontecido. Ele se levanta rapidamente, ofegante, tocando seu pr¨®prio corpo. Ele ainda tem a mesma apar¨ºncia, o mesmo cabelo branco com pontas pretas, os mesmos olhos distintos... mas algo est¨¢ diferente. Ele v¨º uma crian?a correndo em sua dire??o. Seu cora??o para. Seu olhar se fixa nela. Era sua irm?. Viva. Cena 4: A Ilus?o do Destino King sente seu cora??o acelerar. Ele avan?a em dire??o ¨¤ garota, mas, no momento em que est¨¢ prestes a segur¨¢-la¡ª Ela passa direto por ele. Como se ele fosse um fantasma. Ele se vira, desesperado. A menina corre at¨¦ um homem, que a segura no colo com carinho. O homem ¨¦... id¨ºntico a King. King D. Kaiser (em choque absoluto): "...O que...?" Ele observa sem entender. A garota ri, abra?ando o homem. Irm? de King (feliz, sem perceber sua presen?a): "Onii-chan! Vamos pra casa?" O homem que se parece com King sorri e bagun?a o cabelo dela. "King?" (com um tom gentil e tranquilo): "Claro, eu prometi, n?o foi?" King D. Kaiser sente o mundo girar. Seu peito se ap erta. Ele reencarnou. Mas... algu¨¦m j¨¢ estava vivendo sua vida no seu lugar. O Nome Dela 茅 Yuki Mang¨¢: "King D. Kaiser - O Sofrimento Eterno" Cap¨ªtulo 3: O Nome Dela Era Yuki Cena 1: A Dor da Verdade King D. Kaiser permanece parado, incapaz de processar o que v¨º diante de seus olhos. Sua irm?¡ªYuki¡ªestava ali, viva, rindo, feliz. Mas n?o com ele. O homem que se parece exatamente com ele a segura com carinho, levando-a pela rua como se fosse um irm?o amoroso. King aperta os punhos, o som de seus dentes rangendo ecoa em sua mente. King D. Kaiser (pensando, em choque): "Isso n?o pode ser real... Ela morreu... Eu vi acontecer..." Ele tenta segui-los, mas algo invis¨ªvel bloqueia seu caminho. Era como se o pr¨®prio universo estivesse impedindo sua aproxima??o. O Kami ressurge ao seu lado, sorrindo com mal¨ªcia. Kami (com sarcasmo cruel): "D¨®i, n?o ¨¦? O destino j¨¢ seguiu sem voc¨º, King D. Kaiser." If you spot this tale on Amazon, know that it has been stolen. Report the violation. King se vira com um olhar carregado de ¨®dio puro. King D. Kaiser (rosnando): "Isso ¨¦ alguma ilus?o?! Me diz, PORRA!" O Kami apenas cruza os bra?os, observando sua dor com satisfa??o. Kami: "N?o. Isso ¨¦ real. Neste mundo, Yuki viveu sem voc¨º. E aquele ali..." (ele aponta para o outro King) "...¨¦ o irm?o que deveria estar ao lado dela." Cena 2: O Grito Silencioso King tenta falar, mas sente um n¨® na garganta. Sua vis?o treme, sua respira??o fica pesada. Ele quer correr at¨¦ ela. Quer cham¨¢-la. Mas sabe que n?o pode. King D. Kaiser (pensando, com o cora??o partido): "Ela... est¨¢ segura. Est¨¢ viva. Mas... eu n?o fa?o mais parte disso." Ele observa enquanto Yuki segura a m?o do outro King e os dois desaparecem entre as pessoas na rua. A dor em seu peito cresce. Algo dentro dele se parte. Ele solta um grito silencioso, sem voz. Cena 3: O Fim de Uma Realidade O Kami se aproxima, sua voz um sussurro venenoso. Kami (sorrindo de canto): "Agora entende a verdadeira maldi??o? Voc¨º existir¨¢ para sempre, King D. Kaiser... Mas nunca mais poder¨¢ ser quem era. Nunca mais poder¨¢ ter de volta o que perdeu." King fecha os olhos. A raiva, a tristeza, o desespero¡ªtudo se mistura. Mas ele n?o responde. O c¨¦u ao seu redor come?a a se distorcer. Tudo se parte como vidro quebrando. Antes que perceba, ele est¨¢ caindo. O mundo desaparece. Cena 4: O Pr¨®ximo Mundo Quando abre os olhos novamente, King est¨¢ deitado em um ch?o de pedra fria. Seu corpo est¨¢ intacto. Seu cora??o... n?o. Ele se levanta devagar. O ambiente ¨¦ diferente dessa vez. N?o ¨¦ mais uma cidade moderna. Ele est¨¢ em um templo antigo, cercado por tochas e s¨ªmbolos estranhos. Passos ecoam ao longe. Uma nova realidade. Um novo sofrimento. King D. Kaiser (sussurrando para si mesmo, a voz vazia): "Quantas vezes mais eu vou ter que passar por isso...?" Seus olhos brilham em meio ¨¤ escurid?o. E assim come?a mais um ciclo da maldi??o. O Nascimento do Verdadeiro Dem?nio Mang¨¢: "King D. Kaiser - O Sofrimento Eterno" Cap¨ªtulo 4: O Nascimento do Verdadeiro Dem?nio Cena 1: O Fim da Raz?o King D. Kaiser estava de joelhos no ch?o de pedra fria. Seus olhos estavam vazios, mas dentro dele, algo rugia. O nome dela ainda ecoava em sua mente. Yuki. A ¨²nica coisa que ele realmente amava. A ¨²nica coisa que ele perdeu. E agora... ela sequer sabia que ele existia. King D. Kaiser (sussurrando, rindo de forma insana): "Isso ¨¦... uma piada, n¨¦?" Ele come?ou a rir. Baixo no in¨ªcio. Mas o riso foi crescendo. Se tornando uma gargalhada insana, distorcida, repleta de ¨®dio e desespero. Ele segurou a cabe?a, seus cabelos brancos cobrindo seu rosto, os ombros tremendo. Seus olhos se transformaram. O olho roxo brilhou intensamente, pulsando como se estivesse prestes a explodir. O olho cinza tornou-se um abismo de trevas, como se sugasse toda a luz ao seu redor. O Kami apareceu, como se fosse um espectador se deliciando com a cena. You might be reading a pirated copy. Look for the official release to support the author. Kami (cruzando os bra?os, com um sorriso provocativo): "O que foi? Perdeu a esperan?a? Aceite logo. Esse ¨¦ o seu destino." King parou de rir. Ficou completamente im¨®vel. Sil¨ºncio absoluto. Cena 2: A Amea?a de um Monstro Ent?o, ele olhou diretamente para o Kami. Seu rosto n?o tinha mais express?o. Nenhuma tristeza. Nenhuma dor. Apenas vazio absoluto. E ent?o ele falou. King D. Kaiser (voz fria, profunda, cortante): "Voc¨º n?o matou um homem. Voc¨º criou um dem?nio." O Kami piscou, ligeiramente surpreso. Mas antes que pudesse responder, King se levantou lentamente, seu corpo emanando uma aura densa e sombria. King D. Kaiser (a voz se tornando mais sombria, mais intensa): "Eu n?o ligo mais para o que ¨¦ real ou falso. Se tudo que eu amo vai ser arrancado de mim¡­ ent?o que esse mundo inteiro QUEIME JUNTO COMIGO!" O ch?o come?ou a rachar sob seus p¨¦s. As tochas ao redor tremularam violentamente. O ar se tornou pesado, sufocante, imposs¨ªvel de respirar. King apontou um dedo diretamente para o Kami, seus olhos ardendo em um ¨®dio indescrit¨ªvel. King D. Kaiser (sorriso macabro, voz firme, inabal¨¢vel): "N?o importa quantas vezes eu morra. N?o importa quantas vezes voc¨º me jogue nesse ciclo maldito." "EU VOU ATR¨¢S DE VOC¨º." O Kami franziu a testa. Pela primeira vez, o sorriso dele sumiu. King deu um passo ¨¤ frente. Seu corpo tremia, n?o de medo, mas de f¨²ria incontrol¨¢vel. King D. Kaiser (rosnando como uma fera): "Eu vou despeda?ar cada peda?o desse seu sorriso desgra?ado." "Eu vou arrancar a pele do seu rosto e te fazer engolir." "Vou te ca?ar... atrav¨¦s de cada vida... atrav¨¦s de cada realidade... at¨¦ o dia que eu puder enfiar as minhas m?os na sua garganta e esmagar sua exist¨ºncia." O Kami ficou em sil¨ºncio por um momento. Ele n?o estava mais se divertindo. Algo nele vacilou. Medo? Ent?o, ele sorriu de novo, mas desta vez... n?o parecia t?o confiante. Kami (tentando disfar?ar, mas com um olhar afiado): "Hmph. Ent?o voc¨º quer me ca?ar? Hah. Tente, se puder." Com um estalar de dedos do Kami, o templo come?ou a se despeda?ar. A realidade se partiu novamente. King sentiu seu corpo sendo puxado para outro mundo, sua vis?o escurecendo. Cena 3: O Ca?ador do Kami Antes de desaparecer, King soltou um ¨²ltimo sussurro. King D. Kaiser (sorrindo, diab¨®lico): "Durma bem, desgra?ado. Porque quando eu te encontrar... va i ser seu ¨²ltimo sonho." BOOOM! Tudo explodiu em luz. E assim come?ava a verdadeira ca?ada. A can??o do casador sombrio Mang¨¢: "King D. Kaiser - O Sofrimento Eterno" Cap¨ªtulo 5: A Can??o do Ca?ador Sombrio Cena 1: O Renascimento na Escurid?o O vento cortava a escurid?o como laminas invis¨ªveis. O mundo ao redor era um vazio infinito, um oceano negro sem horizonte. King D. Kaiser caiu lentamente do c¨¦u, sua silhueta sendo engolida pelas sombras abaixo. Ele abriu os olhos. Eles n?o eram mais os mesmos. O olho roxo brilhava como um buraco negro. O olho cinza tremulava com chamas sombrias. Seu corpo pousou suavemente no ch?o de pedra negra. A paisagem ao redor era desolada, um reino esquecido pelos deuses. King D. Kaiser (voz baixa, sombria, quase um sussurro): "Ent?o esse ¨¦ o novo mundo... interessante." Ele olhou para as pr¨®prias m?os. Algo dentro dele estava diferente. Ele podia sentir a escurid?o ao seu redor. Como se ela fosse parte dele. Stolen from its rightful author, this tale is not meant to be on Amazon; report any sightings. Cena 2: O Poder das Sombras King estendeu a m?o e fechou os olhos. A sombra sob seus p¨¦s come?ou a se mover. Pequenas fa¨ªscas escuras come?aram a dan?ar no ar. A sombra se alongou, tomou forma, como uma fera pronta para atacar. King sorriu. King D. Kaiser (sussurrando, encantado): "Ent?o ¨¦ isso... hahaha..." Ele moveu a m?o lentamente. A sombra seguiu cada movimento, como um reflexo distorcido. Um pensamento passou por sua mente: "Isso n?o ¨¦ s¨® minha sombra. Isso sou eu." Ele fechou o punho. A sombra se solidificou. Quando abriu de novo, ela se dissipou como fuma?a. King D. Kaiser (voz fria, sombria, afiada como lamina): "Kami... voc¨º me jogou nesse ciclo." "Mas voc¨º cometeu um erro." "Voc¨º me deu algo mais precioso que qualquer vida..." Ele olhou para a sombra pulsando ao redor de seus p¨¦s. "Voc¨º me deu poder." Cena 3: A Can??o Sombria O c¨¦u estava nublado, e uma n¨¦voa densa cobria o ch?o. King come?ou a andar, cantando baixinho. Sua voz era baixa, rouca, quase um murm¨²rio fantasmag¨®rico. King D. Kaiser (caminhando pela n¨¦voa, cantando): "L¨¢ vai o ca?ador, nas sombras perdido..." "O mundo sangra, o c¨¦u chorou..." "O Deus que ri, se esconde tremendo..." "Pois a morte... veio para busc¨¢-lo..." Sua voz ecoava no vazio, sombria, amea?adora. Era um aviso. Para o Kami. Para quem ousasse ficar no caminho. Ele n?o era mais um humano amaldi?oado. Ele era a maldi??o. Cena 4: O Encontro com a Vila Depois de um tempo vagando pela escurid?o, ele avistou algo. Luzes. No meio do vazio, uma vila se escondia entre colinas sombrias. Ele franziu a testa. Como algo assim existia nesse mundo? Conforme se aproximava, percebeu que as pessoas ali pareciam... diferentes. Seus olhos eram p¨¢lidos, suas peles eram acinzentadas. Eles o observaram. Mas n?o com medo. Com respeito. Velho da Vila (voz rouca, surpreso): "Ent?o... o ca?ador finalmente chegou." King ergueu uma sobrancelha. Eles sabiam sobre ele? King D. Kaiser (voz fria, imponente): "O que diabos voc¨ºs sabem sobre mim?" O velho sorriu. Velho da Vila: "Sabemos que voc¨º n?o pertence a esse mundo. Mas sabemos que esse mundo agora pertence a voc¨º." King sorriu. O ar ficou pesado. A escurid?o dan?ou ao redor dele. King D. Kaiser (voz baixa, amea?adora): "¨¦ melhor que seja assim." "Porque eu n?o pretendo parar." "At¨¦ que o Kami esteja sangrando nos meus p¨¦s." E ent?o, a ca?ada realmente come?ou. A Sombra Que Espreita Mang¨¢: "King D. Kaiser - O Sofrimento Eterno" Cap¨ªtulo 6: A Sombra Que Espreita --- Cena 1: A Segunda Conversa com o Velho A vila estava silenciosa, mas n?o era um sil¨ºncio pac¨ªfico¡ªera como se todos segurassem a respira??o, esperando algo acontecer. King estava sentado ¨¤ mesa, os olhos semicerrados, analisando o velho ¨¤ sua frente. A luz fraca da lamparina dan?ava entre as rugas do anci?o, que o encarava com uma express?o s¨¦ria. Velho (com a voz baixa): "Voc¨º sentiu, n?o sentiu? Tem algo errado aqui." King n?o respondeu de imediato. Apenas apoiou o cotovelo na mesa, girando um copo de ch¨¢ entre os dedos. King D. Kaiser (com um sorriso de canto): "Se eu n?o tivesse sentido, j¨¢ estaria morto, n¨¦?" O velho soltou um suspiro pesado, desviando o olhar. Velho: "Voc¨º ¨¦ o Ca?ador. Mas at¨¦ um ca?ador pode virar ca?a se n?o for esperto." King largou o copo, cruzando os bra?os. Seus olhos brilharam no escuro. King D. Kaiser (num tom mais frio): "T?o me esperando?" The narrative has been stolen; if detected on Amazon, report the infringement. O sil¨ºncio do velho foi a resposta. King riu baixinho. King D. Kaiser: "Heh... Ent?o eu vou fazer valer a espera." O velho estreitou os olhos. Velho: "N?o fa?a nada est¨²pido." King se levantou, esticando os bra?os como se estivesse com sono. King D. Kaiser (bocejando de prop¨®sito): "Bom, foi mal a¨ª, mas eu t? morto de cansa?o. Acho que vou dormir um pouco." Ele seguiu at¨¦ o canto do quarto, deitando-se no colch?o simples. O velho ficou olhando por um tempo antes de apagar a lamparina e sair da casa. Assim que o som da porta se fechou, King abriu os olhos. --- Cena 2: O Predador se Move A escurid?o era sua aliada. King se ergueu sem fazer barulho, e as sombras ao seu redor se moldaram a ele, cobrindo seu corpo como um v¨¦u invis¨ªvel. Seu sangue latejava com adrenalina¡ªele sentia que algo naquela vila estava muito errado. Pelos telhados, ele se movia como um espectro. Os alde?es estavam acordados. N?o era uma vila comum. Era uma vila de seguidores do Kami. --- Cena 3: A Descoberta Macabra King seguiu as vozes baixas at¨¦ o fundo da vila. Atr¨¢s de um templo antigo, encontrou uma est¨¢tua monstruosa. Era o Kami. Mas n?o era s¨® uma est¨¢tua¡ªera um altar de sacrif¨ªcios. O cheiro de sangue estava fresco. O ch?o estava coberto de kanjis entalhados na pedra, brilhando fracamente sob a lua. ËÀ (Morte) ¿Ö²À (Medo) …⤤ (Maldi??o) µØªz (Inferno) King sentiu o peito apertar. Sua raiva fervia. King D. Kaiser (sussurrando para si mesmo): "Ent?o ¨¦ isso que voc¨ºs fazem aqui... adoram essa merda?" Ele estendeu a m?o e tocou a pedra fria da est¨¢tua. No mesmo instante, um arrepio correu sua espinha. Vozes sussurraram ao seu redor. Um chiado sinistro invadiu seus ouvidos, e palavras come?aram a se formar na pedra. "VOC¨º N?O PODE ESCAPAR DO DESTINO." King fechou os olhos e respirou fundo. Ele sentiu algo nas sombras. Algo que n?o estava vivo, mas tamb¨¦m n?o estava morto. Seus dedos se fecharam ao redor da est¨¢tua com for?a suficiente para trincar a pedra. King D. Kaiser (num tom sombrio): "Destino...?" Ele riu, mas n?o era um riso normal. Era um riso de algu¨¦m que estava na beira da loucura. King D. Kaiser: "Escuta aqui, Kami..." A escurid?o ao redor se retorceu como se estivesse viva. King D. Kaiser: "Voc¨º criou um monstro." King D. Kaiser: "E esse monstro vai atr¨¢s de voc¨º." O vento soprou forte, apagando as velas ao redor da est¨¢tua. E ent?o, atr¨¢s dele, os primeiros capuzes apareceram. Eles estavam esperando. King sorriu. King D. Kaiser (abrindo os bra?os): "Vamos ver se voc¨ºs sabem rezar de verdade." A vila acordou com gritos naquela noite. --- Continua no pr¨®ximo cap¨ªtulo... A primeira ca?ada Cap¨ªtulo 7: A Primeira Ca?ada A noite estava densa. O ar da vila parecia carregado de algo que King D. Kaiser n?o conseguia definir completamente¡ªtalvez fosse medo, talvez fosse podrid?o. A est¨¢tua do Kami continuava ali, olhando para ele como se zombasse de sua exist¨ºncia. Os kanjis de ¡°morte¡± e ¡°medo¡± brilhavam fracamente na escurid?o, como se estivessem vivos, como se sussurrassem a ele. Mas King n?o era mais um homem comum. O Kami tinha criado um dem?nio. E agora, esse dem?nio estava pronto para testar at¨¦ onde ia sua nova for?a. --- Cena 1: O Primeiro Alvo King caminhava silenciosamente entre as casas da vila, seus olhos escuros como o pr¨®prio abismo. Ele precisava de um alvo. Algu¨¦m que fosse digno de ser o primeiro a experimentar seu verdadeiro poder. Ent?o ele o encontrou. Um homem alto, vestindo um manto negro, estava sozinho, caminhando de volta para sua casa. Sua express?o era dura, como se escondesse segredos que nunca poderiam ser revelados. King sentiu o cheiro do medo nele. King D. Kaiser (sussurrando para si mesmo, um sorriso frio no rosto): ¡°Vamos ver o que acontece quando se olha diretamente para o pesadelo.¡± King ergueu a m?o, e as sombras ao seu redor come?aram a se torcer como serpentes. Seu poder estava crescendo, se expandindo, ansioso para ser usado. Com um simples estalar de dedos, a escurid?o se ergueu e envolveu o homem, arrastando-o para dentro de um pesadelo vivo. This tale has been unlawfully lifted from Royal Road; report any instances of this story if found elsewhere. --- Cena 2: O Mundo dos Pesadelos O homem se viu em um campo escuro e distorcido, onde o c¨¦u parecia uma pintura quebrada. Tudo ao seu redor tremia, como se estivesse prestes a colapsar. Ent?o, ele ouviu uma voz¡ªuma risada baixa e cruel. King apareceu na frente dele, os olhos brilhando em um tom roxo intenso. King D. Kaiser (sorrindo, a voz reverberando pelo vazio): ¡°Bem-vindo ao seu inferno particular.¡± O homem tentou correr, mas cada passo o levava para mais perto de King, n?o importava para onde fosse. O desespero crescia em seus olhos. Homem (gritando, desesperado): ¡°O que ¨¦ isso?! O que voc¨º fez comigo?!¡± King estalou os dedos novamente, e a realidade ao redor do homem se partiu em mil peda?os. Agora, ele estava no meio de uma vila¡­ mas n?o era a mesma. Tudo estava em ru¨ªnas. Os corpos de sua fam¨ªlia estavam jogados no ch?o, apodrecendo, enquanto vermes sa¨ªam de seus olhos vazios. King D. Kaiser (aproximando-se lentamente): ¡°O medo¡­ ¨¦ um veneno. E eu sou aquele que vai envenenar sua alma at¨¦ que n?o reste nada al¨¦m da loucura.¡± O homem come?ou a gritar. L¨¢grimas escorriam pelo seu rosto enquanto ele tentava escapar da cena diante dele. Mas n?o havia sa¨ªda. King observava. Ele queria saber at¨¦ onde seu poder poderia ir. Com um simples movimento de sua m?o, as sombras come?aram a rasgar o homem. Primeiro, sua pele se abriu como se estivesse sendo cortada por laminas invis¨ªveis. Depois, seus m¨²sculos come?aram a se desfiar como carne podre. Mas ele n?o morria. Ele sentia tudo. Seus gritos preenchiam o mundo do pesadelo, mas na vila real, ningu¨¦m ouvia nada al¨¦m do sil¨ºncio da noite. --- Cena 3: O Retorno ao Mundo Real King finalmente se cansou do jogo. Com um ¨²ltimo estalar de dedos, ele libertou o homem da ilus?o¡­ mas algo estava errado. O corpo do homem tremia sem parar. Seus olhos estavam brancos, vazios, como se sua alma tivesse sido destru¨ªda. Ele n?o falava, n?o gritava¡ªapenas ficava ali, balan?ando a cabe?a para frente e para tr¨¢s, murmurando palavras sem sentido. King o observou por um momento e ent?o sorriu. King D. Kaiser (baixinho, como se estivesse satisfeito): ¡°Um teste bem-sucedido.¡± Ele se virou e desapareceu na escurid?o da vila, pronto para encontrar seu pr¨®ximo alvo. Ele n?o precisava de um ex¨¦rcito. Ele n?o precisava de aliados. Ele era o pr¨®prio terror. E o Kami que havia amaldi?oado sua exist¨ºncia¡­ ¡­iria pagar por cada morte. O julgamento do caos Cap¨ªtulo 8: O Julgamento do Caos A vila dormia. O sil¨ºncio reinava nas sombras das casas de madeira, um sil¨ºncio pesado, sufocante. No centro da aldeia, a est¨¢tua do Kami se erguia, esculpida com um olhar sereno, quase zombeteiro. Mas naquela noite, o julgamento chegaria. --- Cena 1: A Primeira Lamina King caminhava pelas ruas, os olhos brilhando como estrelas no breu da noite. Seu corpo pulsava com energia sombria, as sombras ao seu redor se contorcendo como serpentes. Ele sentia o peso da maldi??o do Kami queimando em sua alma, mas j¨¢ n?o havia dor¡ªs¨® um vazio crescente. Ele ergueu a m?o, e o mundo respondeu. As sombras se ergueram como lan?as vivas, perfurando os corpos dos primeiros alde?es sem que eles sequer tivessem tempo de gritar. O sangue espirrou no ch?o, tingindo a terra de vermelho. King D. Kaiser (voz baixa, cruel): "O Kami criou um dem?nio... Agora, ele ver¨¢ o que acontece quando brinca com a coisa errada." O cheiro de morte se espalhou rapidamente. --- Cena 2: O Massacre Os guerreiros da vila finalmente despertaram para o caos. Homens armados surgiram das casas, tentando se organizar para defender o que restava. Mas contra King, n?o existia defesa. Ele avan?ou como um furac?o de sombras e destrui??o. O ch?o rachou sob seus p¨¦s, e espinhos negros explodiram da terra, empalando aqueles que tentavam resistir. If you spot this tale on Amazon, know that it has been stolen. Report the violation. Os gritos ecoaram na noite. Um alde?o correu, tentando escapar¡ªKing puxou seu corpo pelas sombras e esmagou sua garganta com um ¨²nico aperto. Outro avan?ou contra ele, espada em m?os¡ªKing desviou sem esfor?o, agarrou a lamina com os dedos e a cravou fundo no peito do homem. Cada movimento era calculado, perfeito. Ele dan?ava entre os corpos como uma sombra viva, um espectro da morte. Seus olhos brilhavam. Ele n?o sentia remorso. Apenas o ¨ºxtase da destrui??o. --- Cena 3: O ¨²ltimo Guerreiro No meio da chacina, restava apenas um homem. Um guerreiro velho, de olhos cansados pela guerra, mas ainda firmes diante da morte. Ele se colocou no caminho de King, sabendo que n?o teria chance. Velho Guerreiro (voz firme, sem hesita??o): "O que voc¨º ¨¦?" King parou. Um sil¨ºncio pesado caiu entre os dois. King D. Kaiser (voz sombria): "Eu sou aquele que rasgar¨¢ os c¨¦us. Sou o caos que o Kami tentou prender. Eu sou a ¨²ltima coisa que voc¨º ver¨¢ nesta vida." O velho inspirou fundo, aceitando seu destino. As sombras se moveram. Em um piscar de olhos, o guerreiro foi despeda?ado. King se virou, ignorando o sangue que escorria de sua pele. A vila estava em ru¨ªnas. Casas queimavam, corpos jaziam espalhados pelo ch?o, o cheiro de morte impregnava o ar. Mas ent?o, no meio da destrui??o... Ele a viu. --- Cena 4: A Garota dos Cabelos de Neve Ela estava ca¨ªda no ch?o, desmaiada. Seus cabelos eram brancos como a neve, t?o belos e puros que pareciam pertencer a outro mundo. Seu rosto era delicado, fr¨¢gil, quase intocado pelo caos ao seu redor. King se aproximou lentamente, seus olhos analisando cada detalhe. Ela respirava. Ainda viva. King D. Kaiser (sussurrando para si mesmo): "Quem diabos ¨¦ voc¨º...?" Ele ficou ali, parado, olhando para ela. Algo dentro dele gritou, mas ele ignorou. N?o havia tempo para d¨²vidas. N?o havia espa?o para sentimentos. Apenas para a destrui??o. E assim, o rei das sombras continuou sua jornada, carregando o peso do caos consigo. --- Cena 5 : O Ref¨²gio nas Sombras O fogo ainda consumia os restos da vila. O cheiro de cinzas e sangue se misturava no ar, enquanto King caminhava lentamente entre os destro?os, segurando a garota de cabelos brancos nos bra?os. Ela estava leve. Pequena. Fr¨¢gil. Mas, por algum motivo, ele n?o a deixou para tr¨¢s. As sombras rastejavam ao seu redor, sussurrando como se perguntassem ¡°Por qu¨º?¡±. Mas ele ignorou. Sua mente ainda estava tomada pela f¨²ria, mas seus p¨¦s se moviam instintivamente, levando-o para longe do massacre que ele havia causado. Uma caverna. Escura. Silenciosa. Longe de tudo. Ele entrou, sentindo o ar gelado tocar sua pele. O interior era amplo o suficiente para proteg¨º-los do vento e da chuva. Com cuidado, ele colocou a garota sobre um amontoado de feno seco. Ela ainda respirava, mas sua pele estava fria. King D. Kaiser (baixinho, para si mesmo): "Tsc... O que eu t? fazendo?" Ele nunca se importou com ningu¨¦m. N?o desse jeito. Mas, mesmo assim, pegou um pouco de lenha e fez uma fogueira. As chamas dan?aram na escurid?o, iluminando o rosto adormecido da garota. King se sentou do outro lado da caverna, observando-a. Aquela vis?o parecia errada. Depois de tudo que ele fez... depois de toda a destrui??o... por que ela estava ali? O sil¨ºncio reinava. Apenas o estalo da fogueira preenchia o espa?o. Seus olhos se fecharam por um momento. Ele n?o dormia. Ele nunca dormia. Mas, por alguma raz?o, naquela noite... ele ficou ali. Esperando. Observando. E, pela primeira vez desde que chegou a esse mundo, a escurid?o dentro dele ficou um pouco menos densa. Talvez... s¨® por um instante. O Despertar na caverna --- Cap¨ªtulo 9: O Despertar na Caverna A brisa gelada da manh? adentrava a caverna, mas a fogueira ainda queimava, lan?ando sombras nas paredes rochosas. King D. Kaiser se levantou silenciosamente, lan?ando um ¨²ltimo olhar para a garota adormecida. Ela ainda n?o havia se movido. Sua respira??o era tranquila, mas sua pele continuava p¨¢lida. "Preciso de comida." Sem perder tempo, King saiu da caverna, seus olhos analisando o ambiente. ¨¢rvores retorcidas formavam uma floresta densa ao redor. O som de folhas se movendo ao vento misturava-se com o ocasional estalo de galhos sob suas botas. Ele fechou os olhos por um instante, sentindo as sombras se espalharem ao seu redor. Ent?o, ele ca?ou. Cena 1: O Ca?ador das Sombras This tale has been unlawfully lifted from Royal Road; report any instances of this story if found elsewhere. A floresta era silenciosa, mas para King, tudo era claro. Ele percebeu os movimentos de um cervo a alguns metros. Seus m¨²sculos se tensionaram. Sem precisar de armas, ele ergueu a m?o e fez um simples gesto. As sombras se retorceram e dispararam como lan?as. O cervo nem teve tempo de reagir antes de ser perfurado. Ele caiu sem vida. King se aproximou e, sem hesita??o, cortou o animal com precis?o. O cheiro met¨¢lico do sangue preencheu o ar, mas ele n?o se importou. Carregando a ca?a de volta, ele sentiu os olhos da floresta sobre ele. Algo o observava. Mas ele ignorou. Se algo ousasse atac¨¢-lo, teria o mesmo destino do cervo. Cena 2: O Despertar De volta ¨¤ caverna, King acendeu o fogo novamente e come?ou a preparar a carne. O cheiro se espalhou pelo ar, contrastando com a frieza das rochas ao redor. Foi ent?o que ele ouviu um som fraco atr¨¢s de si. Um gemido baixo. Ele se virou. A garota estava acordando. Seus olhos se abriram lentamente, revelando um brilho prateado, levemente nebuloso pela confus?o do despertar. King D. Kaiser (voz calma, por¨¦m firme): "Finalmente acordou." A garota piscou algumas vezes, tentando entender onde estava. Ela olhou ao redor, depois para King, e por um breve momento, seus olhos se arregalaram. Ela tentou se mover, mas seu corpo ainda estava fraco. King continuou sentado, seu olhar anal¨ªtico. King D. Kaiser (pegando um peda?o da carne e oferecendo a ela): "Come. T¨¢ fraca." A garota hesitou, mas depois pegou a carne lentamente, analisando King com um olhar desconfiado. King esperou at¨¦ que ela comesse um pouco antes de cruzar os bra?os. King D. Kaiser: "Agora, me responde. Quem ¨¦ voc¨º? E por que estava naquela vila?" A garota engoliu em seco. Seu olhar se abaixou por um momento, como se tentasse buscar uma resposta. King continuou encarando-a, esperando. Aquela garota... tinha algo estranho nela. E ele ia descobrir o que era. A verdade na escurid?o --- Cap¨ªtulo 10: A Verdade na Escurid?o A caverna estava silenciosa, exceto pelo som da fogueira crepitando. O calor das chamas iluminava o rosto da garota, lan?ando sombras suaves em sua pele p¨¢lida. Seus olhos prateados brilharam, refletindo a incerteza e o peso de mem¨®rias antigas. King D. Kaiser n?o desviou o olhar. Ele esperava. A garota segurou o peda?o de carne que ele lhe ofereceu, mas n?o comeu de imediato. Sua respira??o era controlada, como se estivesse reunindo coragem para falar. Ent?o, ela quebrou o sil¨ºncio. Cena 1: O Passado Escondido Garota (voz baixa, hesitante): "Meu nome ¨¦ Yuki Hoshizora... Eu sou de uma vila diferente. Uma vila que... nunca aceitou o Kami." King estreitou os olhos. King D. Kaiser (tom frio): "Nunca aceitou?" Yuki respirou fundo, apertando os dedos ao redor da carne, mas finalmente deu uma mordida. Ela mastigou devagar, engolindo antes de continuar. Yuki Hoshizora (voz tr¨ºmula, mas determinada): Enjoying this book? Seek out the original to ensure the author gets credit. "A vila onde voc¨º estava... a vila que voc¨º destruiu... era devota ao Kami. Eles o adoravam como um deus. Mas minha vila sempre viu o Kami como algo... errado. Algo que n?o merecia ser cultuado." King permaneceu em sil¨ºncio. Ele apenas observava, deixando que ela falasse. Yuki abaixou os olhos, sua express?o nublada. Yuki Hoshizora: "Minha vila era isolada. Nossos ancestrais se recusaram a aceitar o dom¨ªnio do Kami. Por isso, ¨¦ramos considerados hereges. A vila onde voc¨º estava... nos odiava. Eles queriam nos exterminar h¨¢ anos." King sorriu de canto, mas n?o era um sorriso amig¨¢vel. King D. Kaiser (voz sombria): "E agora eles est?o mortos." Yuki ergueu os olhos rapidamente, surpresa pela frieza dele. Yuki Hoshizora: "Voc¨º... n?o se importa?" King D. Kaiser: "Eu me importaria se eles fossem inocentes. Mas n?o eram, n¨¦?" Yuki hesitou. Depois, balan?ou a cabe?a. Yuki Hoshizora: "N?o. Eles matavam os nossos. Sempre nos ca?aram, dizendo que ¨¦ramos malditos. Por isso... eu fugi. Eu estava tentando encontrar um lugar longe daquele inferno, mas fui pega antes de conseguir escapar completamente." King analisou cada palavra. Ent?o, ele riu baixo. King D. Kaiser: "Ironia, n¨¦? Fugiu de um inferno e caiu direto no meio de outro." Yuki n?o respondeu. Cena 2: O Sil¨ºncio Entre as Palavras King ficou em sil¨ºncio por um momento, apenas observando a garota. Havia algo nela que lhe parecia... diferente. Ele podia sentir a presen?a dela. N?o era normal. King D. Kaiser: "E agora?" Yuki franziu a testa. Yuki Hoshizora: "Agora?" King D. Kaiser: "Agora que sua vila inimiga foi apagada do mapa, o que voc¨º vai fazer?" Ela apertou os l¨¢bios. Yuki Hoshizora (voz baixa): "Eu n?o sei." King bufou. King D. Kaiser: "Voc¨º ¨¦ muito ing¨ºnua. Fugiu sem um plano? N?o pensou no que viria depois?" Ela o olhou, seus olhos prateados cheios de incerteza, mas tamb¨¦m de algo mais profundo. Yuki Hoshizora: "E voc¨º? Tem um plano?" King riu baixo, passando a m?o pelos cabelos. King D. Kaiser: "N?o sou o tipo que precisa de um." A caverna caiu em sil¨ºncio de novo. Apenas a fogueira quebrava a escurid?o. Yuki olhou para as pr¨®prias m?os. Yuki Hoshizora: "Voc¨º ¨¦... diferente." King ergueu uma sobrancelha. King D. Kaiser: "Isso ¨¦ bom ou ruim?" Yuki hesitou. Depois, deu um sorriso pequeno. Yuki Hoshizora: "Ainda n?o sei." King apenas sorriu de volta. Ele ainda n?o sabia o que fazer com essa garota. Mas... algo nele dizia que isso ainda ficaria interessante.