《Um Conto de Garras e Asas(PT-BR)》 000 - Prólogo Cap¨ªtulo 00 - Pr¨®logo Onde estou? N?o consigo ver. Tamb¨¦m n?o consigo sentir. N?o h¨¢ sentido f¨ªsico, mas n?o ¨¦ et¨¦reo ¨C como se existe apenas em um vazio infinito. Voc¨º deseja algo? Uma voz me perguntou. Como ouvi-la? N?o fa?o ideia. Mas sei que posso responder. Sei que devo responder. "Talvez uma mudan?a de vida. Algo diferente. Experimentar novas sensa??es e prazeres. Fazer alguns amigos ricos. Ter uma fam¨ªlia." As palavras n?o saem como som. N?o tenho boca para pronunci¨¢-las, mas sei que foram ditas. Fam¨ªlia? Por qu¨º? "Talvez¡­ se eu tivesse nascido com um bast?o em vez de um buraco no meio das pernas, minha vida teria sido diferente." Lembro-me da diferen?a de tratamento entre mim e meu irm?o mais novo. Hum. H¨¢ algo que voc¨º gostaria de fazer, mesmo que fosse al¨¦m da sua realidade? "Acho que¡­ voar." ¨¤s vezes, voc¨º invejava os p¨¢ssaros ¨C at¨¦ lembrar das dificuldades. Por qu¨º? "Sentir o vento forte batendo no rosto. Ter a sensa??o de liberdade. Esquecer todos os problemas. N?o seria incr¨ªvel ter asas enormes e voar quando quisesse? Simplesmente deixar tudo para tr¨¢s." H¨¢ algo que voc¨º inveja? Isso ¨¦ f¨¢cil. "Gatos." Por qu¨º? This story has been taken without authorization. Report any sightings. "Porque eles podem dormir em qualquer lugar. Quando vejo um gato dormindo por doze horas seguidas, parece que t¨ºm uma vida t?o f¨¢cil." Gosta de gatos? "Claro. Adorava acariciar suas orelhas, sentir o qu?o fofas eram. Adorava seus ronronares tamb¨¦m." Qual criatura voc¨º acha mais atraente? Pode ser qualquer coisa. "Atraente¡­?" Isso est¨¢ indo para um caminho estranho. "Hmm¡­ vampiros. Mas por que essa pergunta, em particular?" Se eu tivesse sobrancelhas, teria levantado uma. Que tipo de criatura voc¨º acredita ser o ¨¢pice do poder? "Drag?es ocidentais. E por que tantas perguntas estranhas?" Qual voc¨º prefere: pequeno, m¨¦dio ou grande? "O que? Se voc¨º n?o me explicar¡ª" RESPONDA. Ah, sim. Mesmo sem boca para calar, simplesmente parei de falar. A presen?a da voz me esmagou como se quisesse que eu reduzisse a nada. "G-Grande." ¨²ltima pergunta: h¨¢ algo do que voc¨º se ressente? Desta vez, a press?o foi diferente. Como se me apertassem, tentando espremer at¨¦ a ¨²ltima gota de mim. "M-Meu tamanho." Espec¨ªfico. A voz soava neutra, mas a press?o duradoura. Falei assim que consegui. "Nunca gostei de ser pequena perto dos outros. Nunca gostei de crescer menos que eles. Me ressinto do meu tamanho. Odeio ser pequeno e os problemas que v¨ºm com isso. Se eu pudesse fazer um desejo antes de nascer, seria crescer mais alta. N?o, n?o apenas mais alta¡ªser grande. N?o queria parecer um p¨¦ de feij?o. Feliz agora?" A frustra??o transbordou em minhas palavras. A vida de algu¨¦m com menos de um metr? e meio n?o era f¨¢cil. Hum. Foram sete perguntas. Sete. Sete ¨¦ um bom n¨²mero. A voz parecia adaptada. Gritei quando algo me pegou¡ªe ent?o fui jogar para algum lugar. Boa sorte. Foi tudo o que ouvi antes de perceber¡­ Estou resolvendo. 001 - Tutorial Parte 1 Cap¨ªtulo 1! Quando senti um arrepio na nuca, abri meus olhos de susto e no momento seguinte, a dor veio. Thunk ¡°Uuuhh!¡±, chorei com as m?os no nariz tentando aliviar a dor e for?ando os olhos. Por acaso eu levei um soco?, a dor no nariz fazendo milagres em meu corpo antes adormecido e a sensa??o de que tinha algo errado veio como outro bom soco, apenas mental em vez de f¨ªsico. ¡°Oh¡±, disse uma voz feminina de algum lugar. Acordada e socada o suficiente, imediatamente come?o a explorar ao redor ainda deitada de barriga pra cima, apenas girando o pesco?o, vendo as paredes de pedra a frente e ao redor, percebendo um quarto ou uma sala, desenho e s¨ªmbolos nas paredes e no ch?o todo de pedra cinza, a mesa de pedra na qual eu estava dormindo e finalmente a pessoa que me acordou de maneira t?o indelicada, fazendo todos os c¨¢lculos com meus neur?nios extra limitados, chegando a uma conclus?o. Ent?o eu fui sequestrada por um culto satanico e estou sendo oferecida para algum tipo de ritual de sacrif¨ªcio. Essa ter?a-feira n?o podia ficar pior, "S¨® pra confirmar, voc¨º me sequestrou?¡± perguntei ¨¤ mulher que provavelmente me deu um soco ou tacou algo em mim, a dor em meu nariz indo embora aos poucos. A mulher n?o respondeu por um momento, ela parecia confusa, ainda mais que eu pela express?o em seu rosto. ¡°N?o tenho ideia do que voc¨º est¨¢ falando¡± disse a mulher. Ser¨¢ que ela est¨¢ fodendo comigo com essa brincadeira ?. ¡°Ent?o n?o vou ser sacrificado por algum culto satanico nem nada ?¡± digo. Ela parece confusa e pensa por um momento, ¡°N?o por mim" disse a mulher. OK, pausa pra pensar, eu fui dormir na minha casa, na minha cama depois de um dia cansado de provas e agora estou em algum lugar que parece ser algum ritual estranho para o qual estou sendo oferecido como sacrif¨ªcio¡­ Tudo. Sob. Controle. ¡°Sabe onde estou?¡± perguntei ¨¤ mulher. "Minha vez de fazer perguntas, o que ¨¦ voc¨º ?¡± rebateu a mulher. Batendo um pouco de raiva por n?o ter prioridade nas perguntas, e querendo respostas, insisti. ¡°Eu-¡± n?o terminei. "Tenho certeza que voc¨º tem suas perguntas e estou t?o confuso quanto voc¨º ao que parece¡± disse a mulher, negando-me qualquer chance de formular a frase. "Vamos come?ar nos apresentando, o que voc¨º acha?¡± a mulher acrescentou. Fico surpresa com minha pr¨®pria falta de educa??o, apenas concordei balan?ando a cabe?a. A mulher come?ou: ¡°Meu nome ¨¦ Alice, Alice Nihara, posso saber o seu?¡±, disse ela inclinando levemente o corpo pra frente, puxando as pontas de sua saia e colocando um p¨¦ para tr¨¢s, dando a ela uma aura nobre. Como sei que ¨¦ nobre? Fiquei surpresa com a apresenta??o cordial da mulher ou melhor, garota, parecia estar no auge da adolesc¨ºncia, percebi tamb¨¦m que as roupas dela est?o apertadas, dava de ver a tens?o no tecido, dava para ver todas as suas curvas, ela vestia uma saia vermelha manchada e pouco suja que chegava at¨¦ os joelhos com protetores de couro nas laterais e na frente, sua camisa branca curta com tons de vermelho com um colete de couro na frente, seu longo cabelo preto/alaranjado como ferro fundido caindo muito bem em sua figura. Olho para meu pr¨®prio corpo, percebi que eu estou usando apenas uma grande camisa branca, que a princ¨ªpio me confundiu com o meu antigo pijama, me levantando, ou melhor, tentando se levantar, descobri que meu corpo estava mais pesado que o normal ou estou muito fraca, depois fazer um pouco de esfor?o e finalmente se firmar sentando no altar, meu corpo n?o estava dolorido, apenas¡­ fraco, olhando mais uma vez, vendo algo que fez meu cora??o parar de bater por um instante e come?ar a bater rapidamente.. "Voc¨º t¨¢ bem?¡± disse Alice Nihara, provavelmente vendo o meu estado confuso. Nem registrei a pergunta de Alice, que entrou por um ouvido e saiu pelo outro, toda minha aten??o estava em meus p¨¦s, minhas unhas dos p¨¦s antes unhas humanas foram substitu¨ªdos por algo que reconhe?o serem garras, remexendo os p¨¦s para confirmar se era meu mesmo, descobri que eles dobravam, n?o apenas as garras e mas o p¨¦ em si tamb¨¦m, dava pra prender meu antebra?o ali!, o que ¨¦ isso!? Cad¨º minhas unhas! Abismada, tentei tocar meus p¨¦s para confirmar se era real, parando quando percebi que o mesmo aconteceu com minhas m?os, que tamb¨¦m tinham garras no lugar das unhas. Garras serrilhadas. ¡°Estou sonhando ?¡± pergunto pra ningu¨¦m em particular, perplexa. ¡°S¨® se for acordada¡± a voz risonha de Alice interrompe meus pensamentos. Percebendo a presen?a de Alice novamente, a mesma continua, ¡°A que esp¨¦cie voc¨º pertence ?, nunca vi ou li registros de algo parecido com voc¨º¡±. Esp¨¦cie? "Meu nome ¨¦ Ariel e acredito que sou da ra?a humana" eu respondo ¨¤s duas perguntas e tento me recompor, garras!. eu tenho garras!. "Voc¨º n?o ¨¦ humano, tenho certeza disso¡± disse Alice olhando para algo. ¡°Eu nasci e fui criada como um, como posso n?o ser humano ?¡± digo, franzindo as sobrancelhas. Sou um humano com garras, mas ainda um humano no geral. "Voc¨º j¨¢ olhou para si mesmo? principalmente ali atr¨¢s? ¡± Alice contra-ataca apontando para algo atr¨¢s de mim. Olhando para tr¨¢s, vejo algo branco se movendo, a princ¨ªpio me assustou, suprimindo o terror dentro de mim mais uma vez e tentando me acalmar, observando que na verdade ¨¦ parte do meu corpo, acionando alguns m¨²sculos aqui e ali, elas se abrem, penas brancas, lindas e imaculadas, e enormes, cada asa saindo da parte superior das minhas costas deve ter no m¨ªnimo o dobro da minha altura. como n?o notei elas antes ?¨¦ como se eu estivesse sempre com elas, como acordar um dia e perceber que voc¨º tem uma cabe?a ou orelhas. ¡°Droga, queria ter um desses¡± Alice diz baixinho, quase um sussurro. ¡°O que ?, porque eu tenho asas?¡±, se eu estava perplexa antes, agora parece que levei outro golpe mental com uma pancada de um vaso caindo diretamente do segundo andar. Retraindo minhas asas, outra descoberta ¨¦ feita, um rabo ou uma cauda, observando meu novo membro que n?o deve ter um comprimento menor que minha pr¨®pria altura, coberto de escamas verdes e pretas na parte superior e na parte inferior est¨¢ coberto de pelo da cor do meu cabelo preto, afinando at¨¦ chegar a ponta, tentando mexer minha nova cauda, al¨¦m de se esticar, enrolar, contrair, tamb¨¦m dava para alis¨¢-la for?ando os pelos a se juntarem. Isso ¨¦ algum tipo de brincadeira, estou ficando louca, devo estar ainda na minha cama em casa e tendo esse sonho estranhamente realista e-. "J¨¢ terminou de se inspecionar ?¡± Alice interrompe mais uma vez. ¨¦ t?o dif¨ªcil pensar sem ser interrompido!, alooo?, n?o est¨¢ vendo que estou me adaptando a vida aqui ? "Alice, voc¨º pode me dizer onde estou e quem fez isso comigo ?¡±, digo, gesticulando para minhas asas. "Como eu disse, n?o tenho ideia do que voc¨º est¨¢ falando, acho que voc¨º ¨¦ uma ra?a nova, e uma de alto Tier ,sortuda¡±. Sortuda?, ra?a nova?, do que ela est¨¢ falando ?, n?o.... n?o pode ser isso! Nesse exato momento, enquanto Ariel estava juntando todas as pe?as e chegando a conclus?es que fariam qualquer um dar boas gargalhadas, os pensamentos de Ariel estavam correndo quil?metros por segundo em poss¨ªveis respostas ¨¤ situa??o atual. ¡°A-Alice¡± pergunto a ela, sinto que estou tremendo. ¡°Sim?¡± disse Alice sorrindo, aparentemente j¨¢ sabendo o que viria. "Qual o nome do pa¨ªs em que estamos?¡± perguntei. Abrindo um sorriso como se apreciasse meu medo, Alice responde,¡±estamos no reino de Rihal e o nome dessa masmorra ¨¦ Kunlun La¡±. Claro que estou em outro mundo¡­ ou¡­ ela est¨¢ fodendo comigo!, n?o, a probabilidade disso ¨¦ muito baixa, teria que gastar muito esfor?o pra fazer isso comigo, a sala e ela tudo bem, mas, as asas, garras e rabo n?o tem como com a tecnologia atual. Eu n?o tenho escolha. ¡°P-Posso te incomodar com mais perguntas, Alice?¡±, tenho medo que ela me deixe sozinha sem responder. A garota que parece ter 17-18 anos faz uma express?o pensativa com a m?o no queixo olhando para o ch?o,¡±Claro, mas, voc¨º ter¨¢ que responder ¨¤s minhas perguntas tamb¨¦m, tudo bem?¡±, responde Alice depois de um tempo. ¡°OK¡±, ¨¦ justo. Combinamos de nos sentarmos no ch?o e come?amos. Quando me levanto em toda a minha altura, percebo que ela ¨¦ bem menor que eu, ou eu sou maior. ¨¦ muito estranho ver o topo da cabe?a de algu¨¦m, normalmente ¨¦ ao contr¨¢rio. Sou mais de uma cabe?a mais alta que ela. Talvez at¨¦ duas cabe?as mais alta. Alice talvez n?o querendo ficar com torcicolo se senta e gesticula para que eu fa?a o mesmo, quando me sentei, ela inicia. "Vou come?ar ent?o, voc¨º n?o sabe a sua ra?a?, n?o sabe onde est¨¢ e provavelmente n?o sabe como veio parar aqui, n?o ¨¦?¡± Alice me pergunta. Raciocinando um pouco e organizando as perguntas em ordem, eu respondo, ¡±n?o, n?o e n?o¡±. ¡°Abra sua interface de atributos e veja o que aparece onde indica sua ra?a¡± ¡°......". Claro, ¡®abro seus status e veja o que diz¡¯, essas palavras fazem ping pong com os neur?nios no meu c¨¦rebro. Respira Ariel, inspira Ariel, respira, inspira, claro que teria status, estou em outro mundo com outro corpo, porque n?o teria status?, acho que ¨¦ s¨® pensar que aparece, n¨¦? N?o demorou muito para uma janela aparecer na minha mente. ¡ª--------------------------------------------- [Perfil] [Classes] [T¨ªtulos] [Esp¨¦cie] [Atributos] [Status] [Adaptativos] [Habilidades] [Extras] ¡ª--------------------------------------------- OK¡­ meio que me surpreendeu essa, quem diria que isso iria funcionar. Vamos olhar cada um deles. Perfil: Nome: Ariel Idade: 20 T¨ªtulo: Nenhum Classe: Arcanjo Mutante (VII) N¨ªvel: 1 Massa: 1.145 kg Altura: 2,83 m N¨ªvel Global: 3 Interessante, embora pare?a ter algo muito errado com a massa e a altura, lembro-me que eu tinha 1,40 de altura e 40 quilos at¨¦ ontem, e como assim eu tenho uma tonelada de massa? Mesmo com 2,83m de altura, seria algo pr¨®ximo de 200-400 quilos. Classes: 1 Arcanjo Mutante (VII) +1 de Constitui??o por n¨ªvel +1 de Vitalidade por n¨ªvel +1 de Resist¨ºncia por n¨ªvel +1 de Sentidos por n¨ªvel +1 de Intelig¨ºncia por n¨ªvel +1 de Sabedoria por n¨ªvel +1 de Aura por n¨ªvel Mutante? TIitulos: Nenhum. Reading on Amazon or a pirate site? This novel is from Royal Road. Support the author by reading it there. Esp¨¦cie: Arqui-Quimera (VII) Tra?os: [Mente Perdida] [Vida Longa] [Denso] [Topo da Cadeia Alimentar] [Metabolismo Superior] [Orgulhoso] [Afinidade com Magia] [Asas Grandes] [Mente Adapt¨¢vel] [Instinto Bestial] [Mutante] [Dif¨ªcil de Matar] [Celestial] [T¨ªmido] B?nus Status/n¨ªvel: +1 de Constitui??o por n¨ªvel +1 de Vitalidade por n¨ªvel +1 de Resist¨ºncia por n¨ªvel +1 de Sentidos por n¨ªvel +1 de Intelig¨ºncia por n¨ªvel +1 de Sabedoria por n¨ªvel +1 de Aura por n¨ªvel Arqui-Quimera? ¨¤s quimeras n?o s?o aquelas coisas com cabe?as de cabra e le?o com cauda de cobra? Verificando se tenho outra cabe?a como uma cabe?a de cobra na ponta da minha cauda¡­ Nada. Ufa. E o que esses tra?os significam? pensando mais sobre eles¡­ nada acontece. Pr¨®ximo. Atributos: Pontos livres: 7 Constitui??o: 2 Resist¨ºncia: 2 Vitalidade: 2 Sentidos: 2 Destreza: 0 For?a: 0 Intelig¨ºncia: 2 Sabedoria: 2 Aura: 2 Carisma: 0 ¨¦ quase igual a um jogo. Pr¨®ximo. Status: Vitalidade: 2.361 For?a: 401 Magia: 116 Mana: 1.180 Energia: 1.180 Aura: 116 Okay. N?o sei se esses n¨²meros s?o altos ou n?o. mas eu chuto no baixo. Pr¨®ximo. Adaptativos: 0/7 Pontos livres: 7 Nenhum Creio que essas sejam as habilidades passivas, mas por que o nome ¨¦ Adaptativos? Pr¨®ximo. Habilidades de Classe ativas: 0/5 Nenhum Habilidades de Classe passivas: 0/5 Nenhum Habilidades Especiais: Cria??o Destrui??o Corpo Perfeito Piscada Matem¨¢tica R¨¢pida Encantamento Livre Manipula??o da Lei Condi??es: 1 [¨²ltimo da esp¨¦cie] ¨²ltimo da esp¨¦cie ? refleti, e uma janela apareceu. [¨²ltimo da esp¨¦cie] - como o ¨²ltimo de sua esp¨¦cie, voc¨º tem a miss?o de povoar esse mundo com mais de seu tipo, e para isso, tudo e qualquer coisa relacionado a Lei da Reprodu??o s?o fortalecidas, seja tamanho das suas prov¨¢veis ¨¢reas de interesse do parceiro, taxa de produ??o, pot¨ºncia, quantidade e etc, todos esses fatores poss¨ªveis s?o melhorados significamente. OK¡­ Isso ¨¦ meio bizarro, vou arquivar isso para depois. ¡°A minha ra?a ¨¦ (Arqui-Quimera)¡± eu proclamo. Alice n?o diz nada por um tempo,¡±Quais os tra?os da esp¨¦cie?¡±, Alice pergunta. L¨¢ vamos n¨®s de novo, abrindo minha janela de status de novo, tento pensar em tra?os de ra?a ou tra?os racial, o que n?o ¨¦ dif¨ªcil, apareceu facilmente. ESP¨¦CIE: Arqui-Quimera (VII) Tra?os: [Mente Perdida] [Vida Longa] [Denso] [Topo da Cadeia Alimentar] [Metabolismo Superior] [Crescimento f¨ªsico menor] [Afinidade com Magia] [Asas Grandes] [Mente Adapt¨¢vel] [Instinto Bestial] [Mutante] [Dif¨ªcil de Matar] [Celestial] [T¨ªmido] Informo a Alice meus tra?os e ela fica em sil¨ºncio naquele modo pensativo dela, eles parecem bons, com exce??o de [Mente perdida]. ¡°E o que cada um faz?¡± Alice me pergunta depois de pensar um pouco. ¡°N?o sei, n?o me diz¡± eu digo. "Ariel, Voc¨º deve estar fazendo errado, pare de pensar em todos ao mesmo tempo e pense em cada um individualmente¡± disse Alice. Fazendo o que Alice disse, tentei fazer isso com [Mente perdida] e apareceu uma pequena descri??o. [Mente perdida] - Sua mente ¨¤s vezes ¨¦ uma confus?o de pensamentos f¨²teis. Me senti ofendida. ¡°[Mente perdida] diz que minha mente ¨¤s vezes ¨¦ uma confus?o de pensamentos f¨²teis" eu digo a Alice, que balan?a a cabe?a em confirma??o. "E os outros?¡± Alice me pergunta. Pensando no pr¨®ximo tra?o eu leio a descri??o Alice e sem esperar, vou para o pr¨®ximo e assim continuo. [Vida longa] - Voc¨º tem uma vida ¨²til muito maior do que outras esp¨¦cies em geral. [Denso] - Sua massa ¨¦ dobrada sem afetar seu volume. [Topo da cadeia alimentar] - Sendo um grande predador, voc¨º pode se alimentar at¨¦ de coisas podres sem adquirir qualquer doen?a ou infec??o e ainda satisfazer as suas necessidades de recursos. [Metabolismo superior] - Sua necessidade de comida ¨¦ de extrema importancia, para isso seu sistema digestivo ¨¦ extremamente eficiente, com zero desperd¨ªcio de mat¨¦ria e sem a necessidade de excretar, al¨¦m de aproveitar ao m¨¢ximo cada recurso que ingere. [Crescimento f¨ªsico menor] - Todo tipo de crescimento f¨ªsico ¨¦ aumentado em 2 vezes [Asas Grandes] - Suas asas s?o muito maiores, mais fortes e mais resistentes. Depois de ler a descri??o, tenho que concordar, olhando para uma das minhas asas, acho que posso facilmente tocar cobrir a distancia de uma parede a outra nessa sala, isso tem o que¡­ 10 metros de envergadura? [Afinidade com magia] - Voc¨º adquire habilidades relacionadas a mana com mais facilidade. [Mente adapt¨¢vel] - sua mente se altera para se adaptar melhor ¨¤s mudan?as do ambiente e situa??es. [Instinto Bestial] - O sangue de grandes bestas corre por suas veias, assim como o instinto natural deles. [Mutante] - Seu corpo ¨¦ extremamente adapt¨¢vel, tendo garras para cortar, asas para voar, cauda para se equilibrar e atacar, escamas para proteger, mas, mesmo com tudo isso, voc¨º ainda tem espa?o para mais. [Dif¨ªcil de matar] - Sua vitalidade ¨¦ dobrada. [Celestial] - Voc¨º herda os poderes da cria??o e destrui??o. [T¨ªmido] - Fraco contra a??es intensas. Sei que sempre fui um pouco t¨ªmido. precisava colocar isso aqui ? Eu n?o registrei tudo o que li, apenas fui lendo em voz alta para Alice. Perguntas, perguntas e mais perguntas, ai de mim e ainda vou precisar aprender sobre as leis desse mundo, o continente e criaturas perigosas que tenho CERTEZA que existem! E pela hora seguinte eu e Alice ficaram discutindo o que cada atributo fazia, na maior parte eu fazendo perguntas, organizando tudo o que aprendi na minha cabe?a em resumo ficou assim: 1: O mundo(que ¨¦ chamado de Mundo M¨¦dio) ¨¦ praticamente infinito ou muito grande j¨¢ que ainda n?o descobriram a borda ou deram uma volta completa, parecer ser muito, muito maior que a terra. 2: As regras s?o como pensei, sociedade medieval onde os nobres mandam e os plebeus obedecem. 3: As leis de cada senhor feudal muda de feudo para feudo, o resto ¨¦ b¨¢sico, n?o mate, n?o roube, se matar vai ser escravo de guerra e mandado pra linha de frente, bla bla bla. 4: Tudo ou quase tudo ¨¦ baseado em n¨²meros, seja seu n¨ªvel, sua habilidade ou Tier de esp¨¦cie. 5: Ter um n¨ªvel baixo ou uma classe de Tier inferior ¨¦ praticamente ter uma vida infeliz. 6: Esp¨¦cies de alto tiers (acima de IV) geralmente ¨¦ colocada sob a prote??o de alguma organiza??o ou reino, ou morta por radicais especistas. 7: Os n¨ªveis representam seu crescimento relativo a voc¨º mesmo. o NG(n¨ªvel global) que ¨¦ os n¨ªveis que vemos nos jogos, representa seu poder bruto. Como meu n¨ªvel global ¨¦ 3 e o de Alice ¨¦ 18, Alice tem 6 vezes mais poder bruto que eu(isso sem contar qualquer treinamento que ela fez durante sua vida). Agora os atributos. ATRIBUTOS: A cor VERDE indica que s?o estat¨ªsticas f¨ªsicas Constitui??o - Essa ¨¦ uma das menos usadas pelos humanos, aumenta a massa da pessoa e seu potencial, quanto mais pontos aqui, melhor sua base, melhor seu potencial, aumenta em 0,1% por ponto. Resist¨ºncia - Aumenta minha estamina geral em 1% Vitalidade - aumenta a Vitalidade geral, super importante para qualquer classe, aumenta em 1% por ponto. Sentidos - aprimora todos os sentidos corporais, 1% por ponto. Destreza - aumenta a destreza geral e velocidade geral, 1% por ponto. For?a - aumenta a for?a geral, 1% por ponto. A cor AZUL indica os atributos m¨¢gicos. Intelig¨ºncia - poder de fogo m¨¢gico bruto, para cada ponto, mais 1% Sabedoria - cada ponto adicional = 1% mais mana. A cor Dourada indica os atributos de utilidade, classe com [Generais], [Estrategistas], [Reis], [Nobres], [L¨ªder da Rebeli?o], [Comerciante], [Diplomata] e entre outros s?o os me mais usam. Aura - Aumenta o alcance e a press?o que sua pr¨®pria presen?a causa nas entidades e objetos ao redor, pode ser manifestada de v¨¢rias maneiras e tipos. Carisma - Aumenta seu carisma, facilita a sedu??o e a persuas?o. ADAPTATIVOS: 0/7 (Aprimoramentos corporais que se obt¨¦m da situa??o, necessidade e desejo, visa o aprimoramento corporal e a mudan?a). Dobra o n¨²mero de Slots e os pontos obtidos a cada 100 n¨ªveis, 7 pontos a cada 10 n¨ªveis. Os [Adaptativos], apenas eu tenho por causa do tra?o de [Mutante], humanos com Alice tem algo como [Habilidades Gerais] que por acaso, ¨¦ muito poderoso. Habilidades de classe ativas: 0/5 (Habilidades ativas que a sua classe concede) Habilidades de classe passivas: 0/5 (Habilidades passivas que a sua classe concede) Habilidades Especiais: 7 (habilidades inatas da esp¨¦cie) ¡°A partir do momento em que voc¨º alocar qualquer pontos de atributos, n?o vai mais poder tirar ou mudar a n?o ser que fa?a um reset¡±, Alice me avisa. ¡°O que ¨¦ um Reset?¡± perguntei. ¡°¨¦ quando voc¨º volta ao n¨ªvel 1 perdendo quase todo o progresso que voc¨º fez durante toda sua vida, tem algumas vantagens, mas nada que voc¨º vai usar¡± ela me responde. "Eu nunca ia descobrir isso sem ajuda, obrigado Alice" agrade?o-lhe pelas respostas. ¡°N?o tem problema¡± diz ela com um sorriso como se tivesse ganhado algo. Alice entende que estou perdida e me d¨¢ tempo pra raciocinar a situa??o, estou em um mundo m¨¢gico onde tem n¨ªveis, monstros e outras criaturas, t¨ºm deuses e drag?es, estou presa aqui com ela nessa masmorra e a ¨²nica maneira de sair ¨¦ completando de onde Alice veio, Alice tamb¨¦m parece ter seus pr¨®prios problemas pra cuidar j¨¢ que n?o entrou muito no assunto de como ela acabou aqui comigo, tudo que sei ¨¦ que ela caiu em uma armadilha. ¡°Alice¡± chamo. "Tem mais d¨²vidas ?¡± Alice em autom¨¢tico responde. ¡°O que voc¨º planeja fazer agora?¡± perguntei um pouco apreensiva, afinal, Alice j¨¢ me ajudou muito, se ela me deixasse aqui nessa sala sozinha, eu n?o sei o que faria para sobreviver. Alice sorri e fala ¡°N?o precisa ter medo, vou te ajudar pelo menos a sair da masmorra, mas, voc¨º precisa fazer o que eu disser, tudo bem?¡±. Eu bem que n?o tenho escolha. ¡°N?o vejo problema", eu respondi. "Bem, talvez voc¨º n?o confie muito em mim ainda e eu n?o confio muito em voc¨º, sendo assim, sugiro um [Pacto de sangue], o que acha?¡± Urgh, era bom demais pra ser verdade, ser¨¢ que Alice est¨¢ tentando me escravizar ?, quando tem sangue no nome significa que ¨¦ algo no m¨ªnimo obscuro. ¡°Esse pacto de sangue, ele vai me amarrar a algo e me limitar ou algo assim?¡± "Bem¡­,eu sei com o que voc¨º est¨¢ preocupada e entendo sua situa??o, ¨¦ normal est¨¢ desconfiada, em ess¨ºncia vai te amarrar a mim j¨¢ que ¨¦ um pacto de irm?os de juramento¡± disse Alice. Alice continua: "Um pacto de irm?o de juramento ¨¦ bem simples, ele aprofunda nossa confian?a um no outro e dificulta muito a trai??o¡±. ¡°Como posso saber que voc¨º est¨¢ me dizendo a verdade?¡± pergunto. "Se eu fosse fazer mal a voc¨º, n?o teria te tolerado at¨¦ agora, voc¨º est¨¢ abaixo do n¨ªvel 10 e eu estou acima do n¨ªvel 100, j¨¢ teria te amea?ado ou te matado se eu fosse algu¨¦m ruim¡± diz Alice. ¡°Isso ¨¦ justamente o que algu¨¦m n?o confi¨¢vel diria!¡± pensei. acho que n?o tenho escolha mesmo. ¡°O que preciso fazer ?¡± disse Ariel ¡°¨¦ bem simples, s¨® preciso da sua colabora??o¡± disse Alice Alice puxa uma faca de suas costas e retira uma tigela aparentemente do nada, tamb¨¦m retirando um cantil de algum lugar, enchendo a tigela at¨¦ um ter?o dela com o que parecia ser ¨¢lcool pelo cheiro, at¨¦ a¨ª nada anormal at¨¦ quando alice faz um corte profundo em seu pr¨®prio bra?o, sangue caindo diretamente na tigela com ¨¢lcool, passando a faca para mim. Passando a faca pra mim, ¡°Sua vez¡± , ela diz. Nunca me cortei antes, isso vai doer. penso pra min mesma, me recuperando do choque. Pegando a faca, a inspeciono, uma faca normal com nada de especial pelo que meus olhos dizem, fechando os olhos e n?o pensando muito no que pode acontecer, rapidamente fa?o um corte no bra?o com for?a decente e por incr¨ªvel que pare?a, nem me encolhi, j¨¢ que n?o senti nada, mesmo olhando para seu sangue vermelho pingando no ch?o. natural. pelo menos ¨¦ vermelho. Agora que percebi! Eu n?o senti nada desde que acordei, nem dor, nem contato, se quem criou esse corpo ou n?o fez nervos ou-. ¡°Precisa pingar na tigela", diz Alice com pressa. ¡°Desculpa, me perdi por um momento¡± digo saindo dos meus devaneios "Voc¨º nem vacilou quando se cortou¡± diz Alice ¡°Eu n?o senti nada, nem sei se tenho sistema nervoso¡± "Eu posso ver o que est¨¢ causando isso, depois ¨¦ claro¡±, diz Alice enquanto segurava o tigela embaixo do bra?o de Ariel, com sangue o suficiente, Alice leva a tigela ¨¤ boca tomando alguns goles e passa a tigela para Ariel. Isso ¨¦ errado, Eca , reunindo vontade, levanto a tigela at¨¦ a boca e for?a alguns goles longos. N?o foi t?o ruim, tinha mais gosto de ¨¢lcool do que sangue embora a tigela estivesse bem vermelha. [Mais que um mero amigo, uma irm?!] - adquirida!. [Mais que um mero amigo, uma irm?!] - voc¨º jurou ser irm? de algu¨¦m, seu n¨ªvel de intimidade e amor em rela??o ao outro aumenta rapidamente at¨¦ que voc¨ºs se considerem ser verdadeiramente irm?os um do outro. Eu nem deveria ficar surpresa por uma notifica??o aparecer na minha mente sobre isso, afinal, estou em outro mundo. Extras: 2 [¨²ltimo da esp¨¦cie] [Mais que um mero amigo, uma irm?!] ¡°Era para aparecer uma notifica??o na minha mente sobre isso ?¡± "Sim, agora voc¨º precisa alocar pontos em um Atributo para te ajudar a nivelar, eu sugiro [Constitui??o], ¨¦ um atributo que melhora praticamente tudo, ¨¦ melhor para voc¨º, pois voc¨º tem uma base muito boal. Foi apenas pensar no que eu queria fazer e um monte uma janela ¡®apareceu¡¯ na minha mente. Atributos: Pontos livres: 7 Constitui??o: 2 Resist¨ºncia: 2 Vitalidade: 2 Sentidos: 2 Destreza: 0 For?a: 0 Intelig¨ºncia: 2 Sabedoria: 2 Aura: 2 Carisma: 0 Selecionando Constitui??o [Voc¨º deseja investir 1 ponto na Constitui??o?] Sim. +1 pontos em Constitui??o Abro meus status para ver o que mudou. 002 - Tutorial Parte 2 Cap¨ªtulo 2! Quando terminei de alocar meu ponto, senti algo quase impercept¨ªvel, uma pequena sensa??o estranha passando pelo meu corpo, como se agora eu fosse algo mais. Atributos: Pontos livres: 7 ==> 6 Constitui??o: 2 ==> 3 Resist¨ºncia: 2 Vitalidade: 2 Sentidos: 2 Destreza: 0 For?a: 0 Intelig¨ºncia: 2 Sabedoria: 2 Aura: 2 Carisma: 0 Status: Vitalidade: 2.361 ? 2.363 For?a: 401 Magia: 116 Mana: 1.180 ? 1.181 Energia: 1.180 ? 1.181 Aura: 116 "N?o mudou quase nada" digo. "Bom, continue investindo", Alice diz. ¡°mas-¡± ¡°Invista o resto dos seus pontos¡± ela me ordena. Bem¡­ eu tentei, mas, ela ¨¦ expert no assunto aqui. ¡°Invisto todos os pontos?¡± perguntei, j¨¢ querendo saber o que mais posso fazer com eles. ¡°Se voc¨º tiver mais pontos livres, o foco agora ¨¦ subir de n¨ªvel e sobreviver, n?o precisa economizar nelas agora¡± Alice pergunta. ¡°N?o seria mais eficiente colocar em algo como vitalidade se o foco ¨¦ sobreviver?¡± Perguntei ¡°N?o, coloque tudo em Constitui??o por enquanto, garantir que voc¨º n?o vai morrer pra alguma coisa est¨²pida" diz Alice, sua voz a traindo. Claro que est¨¢ irritada, tamb¨¦m me sentiria assim sabendo que os humanos recebem apenas 2 pontos de atributos por n¨ªvel e 2 pontos em todos os status a cada dez n¨ªveis, quanto a mim, eu ganho 7 pontos de atributos e 7 pontos em todos os status a cada dez n¨ªveis. Abro meus status e invisto meus pontos. A sensa??o de alguma energia percorrendo meu corpo e criando algo ¨¦ viciante. Quando a energia se esvai, abro meu perfil procurando as mudan?as. Perfil: Nome: Ariel Idade: 20 T¨ªtulo: Nenhum Classe: Arcanjo Mutante (VII) N¨ªvel: 1 Massa: 1.151 kg Altura: 2,83 m N¨ªvel Global: 3 Atributos: Pontos livres: 6 ? 0 Constitui??o: 3 ==> 9 Resist¨ºncia: 2 Vitalidade: 2 Sentidos: 2 Destreza: 0 For?a: 0 Intelig¨ºncia: 2 Sabedoria: 2 Aura: 2 Carisma: 0 Status: Vitalidade: 2.373 For?a: 403 Magia: 117 Mana: 1.187 Energia: 1.187 Aura: 117 Adaptativos: 0/7 Pontos livres: 7 Nenhum Habilidades de Classe ativas: 0/5 Nenhum Habilidades de Classe passivas: 0/5 Nenhum Habilidades Especiais: 7 Cria??o Destrui??o Corpo Perfeito Piscada Matem¨¢tica R¨¢pida Encantamento Livre Manipula??o da Lei Extras: 2 [¨²ltimo da esp¨¦cie] [Mais que um mero amigo, uma irm?!] Eu cresci? foi menos de um cent¨ªmetro, mas eu cresci. Os sete pontos me deram um leve aumento em tudo, mas nada muito percept¨ªvel. ¡°Qual a diferen?a entre meu Adaptativos e as Habilidades Especiais?¡± perguntei enquanto analisava meus status. "Voc¨º pode pensar adapt¨¢veis como muta??es para o seu corpo que o aperfei?oam ao seu desejo, claro, tem muitas coisas que n?o s?o poss¨ªveis, ent?o ¨¦ limitado em algumas coisas, ¨¦ o que eu sei pelo menos. Humanos n?o tem Adaptativos, mas temos algo chamado habilidades Gerais, que s?o dois slots de habilidades que podemos ter a mais, embora sejam coisas bem b¨¢sicas e nada muito chamativo.¡± diz Alice ¡°Os adaptativos, s?o baseadas em coisas mais simples, podes ganhar alguns que te agrade, desde de que combinem com a sua pessoa ou ra?a, por exemplo, voc¨º tem garras, podes ter na sua lista de habilidades coisas como [Garras venenosas] ou [Garras paralisantes], as duas s?o habilidades v¨¢lidas, j¨¢ eu, n?o posso ter essas habilidades, pois n?o tenho garras, a menos que eu as cultive de alguma forma", Alice continua. N?o me parece uma ideia ruim ter garras venenosas. ¡°Quanto a suas habilidades Especiais, elas s?o imut¨¢veis, o que elas fazem¡­ eu n?o sei, mas parecem fortes¡± Alice me informa. Enquanto eu pensava em poss¨ªveis adapta??es que gostaria de ter, abro meus Adaptativos para ver algo. A lista pode ser algo bem¡­ grande. Parece que tem de tudo aqui. Eu foco naqueles b¨¢sicos que eu sei que vou usar. ADAPTATIVOS: 0/7 Pontos livres: 7 Escolhas: [Regenera??o de HP] - Aumenta a recupera??o de vitalidade em 10% [Vitalidade] - Aumenta a Vitalidade em 10% [Regenera??o de MP] - Aumenta a recupera??o de Mana em 10% [Canais de mana] - Aumenta a Mana em 10% [Regenera??o de SP] - Aumenta a recupera??o de energia em 10% Reading on this site? This novel is published elsewhere. Support the author by seeking out the original. [Resist¨ºncia] - Aumenta a Energia em 10% [Tamanho] - Aumenta sua massa e volume em 1%(2%) por ponto. ¡­. Mais 9.999+ possibilidades. ¡°Quais voc¨º sugere que eu escolha ?¡± perguntei, e por algum motivo, tenho certeza que Alice n?o vai me fuder nessa. De onde veio essa confian?a? ¡°Eu n?o sei suas op??es de Adaptativos, vejo que o tem primeiro, se tiver algo que voc¨º goste, ¨¦ s¨® pegar" disse Alice com um encolher de ombros. ¡°Como eu aumento meu n¨ªvel?¡± perguntei a Alice. ¡°Tem v¨¢rias maneiras, pode ser atrav¨¦s do esfor?o cont¨ªnuo, do impacto que voc¨º causa no mundo por suas a??es, mudan?as que voc¨º faz em voc¨º mesmo e absorvendo experi¨ºncia de algo morto. Achei que tinha que apenas matar algo como nos jogos para nivelar. ¡°Tem como eu liberar novas habilidades?¡± perguntei. ¡°Sim, mas depende se voc¨º as merece ou tem os pr¨¦-requisitos¡±, ela me responde. ¡°Isso ¨¦ funciona para todas as habilidades ?¡± perguntei. ¡°Sim, mas tem habilidades que voc¨º pode n?o ter ou n?o pode usar¡± disse Alice. ¡°Tipo uma pessoa ser feia e ter a Habilidade de Classe [Fofo] ou n?o saber como agir com fofura?.¡± dei um exemplo. ¡°Esse ¨¦ um exemplo." ¡°Hmm¡± reflito, tentei imaginar algu¨¦m com a habilidade [Fofo], deve ter algum efeito estranho. "Voc¨º disse que n?o sente dor ou contato, vou tentar arrumar isso, se deite naquele altar," diz Alice. Fazendo o que Alice pediu e enterrando meus pensamentos, me deito no altar e come?o a perceber o qu?o vulner¨¢vel eu estava, tudo o que tinha era uma grande camisa branco que chegava at¨¦ o canela, a camisa claramente n?o era do meu tamanho, percebendo tamb¨¦m meu cabelo preto que ia ainda mais longe. Quase encostando no ch?o, a camisa apenas n?o caiu porque tinha uma parte na nuca que estava amarrada com um n¨® frouxo. Eu n?o tinha nada por baixo da camisa. Vendo Alice chegando mais perto e inspecionando sua nova irm? mais nova ¡°O que vai fazer?¡± perguntei. "Nada que te prejudique minha querida¡± disse Alice, a excita??o estava palp¨¢vel, saiu como uma melodia. Eu n?o entendo essa mulher, embora ela esteja me ajudando, parece que estou perdendo algo. Sei que ela tem uma habilidade de cura b¨¢sica e uma habilidade de avalia??o geral do corpo, me pergunto como isso funciona. Acionando sua habilidade e pegando o meu pulso, Alice come?a a fazer uma varredura no meu corpo, sua express?o mudando de fascinada para algo no m¨ªnimo estranho em velocidade recorde, mas ela n?o diz nada. Alice disse que sou obrigado a matar para sair dessa caverna, ou masmorra, como ela chama, sei lutar mais ou menos, teve um tempo que pratiquei um pouco de boxe e um curso de defesa pessoal, me pergunto o quanto isso vai me ajudar nesse mundo. "Estranho. Pensei que seus ¨®rg?os seriam humanos ou pelo menos parecido¡± diz Alice. "O que voc¨º quer dizer com isso?¡± perguntei preocupada, tentando manter a calma. "Bem, voc¨º tem dois pulm?es, um baita cora??o, alguns m¨²sculos muito novos na parte inferior das costas, cintura e p¨¦s, tem dois rim maiores que o normal, seu f¨ªgado est¨¢ ali ainda junto com o pancreas e o est?mago, os dois intestinos e o diafragma sumiram¡±, Alice informa. S-Sumiram? ¡°S-Sumiram!?, como assim?¡± digo apavorada, quem n?o ficaria apavorada sabendo de algo assim?. Abrindo um sorriso como se apreciasse o pavor na minha voz, Alice continua, ainda sorrindo "Voc¨º tem algumas coisas novas no lugar dos que sumiram como seu diafragma e seus intestinos¡±, diz Alice. ¡°Voc¨º est¨¢ fodendo comigo?¡± pergunto em descren?a. "N?o estou fodendo com voc¨º, e ainda n?o terminei, seu peito n?o produz leite, ¨¦ apenas m¨²sculo em uma mistura de carne dura e macia, voc¨º tem um sistema biol¨®gico eficiente e caro de manter, precisando de muita energia para se sustentar, ent?o coma bastante no futuro,¡± diz Alice. O que diabos eu me tornei? ¡°Esque?a esses ¨®rg?os, foque em me devolver meu tato e minha dor", eu disse enquanto empurrava as palavras de Alice para o fundo da minha mente. ¡°Terminei¡± diz Alice com um suspiro enquanto se sentava ao lado de Ariel, ¡°praticamente um d¨¦cimo do seu sangue ¨¦ adrenalina, seu est?mago teve muitas mudan?as, parece que voc¨º ainda est¨¢ se desenvolvendo e o corpo tamb¨¦m parece que est¨¢ iniciando a puberdade, seus horm?nios est?o t?o loucos que parece inacredit¨¢vel, ¨¦ como uma pessoa que tem anos de adolesc¨ºncia em um dia, e isso n?o ¨¦ normal mesmo para sua esp¨¦cie, tenho certeza,¡± Alice explica. S¨® me explique o que tem de errado comigo! ¡°Em resumo ?¡± perguntei. "Voc¨º vai ser a pessoa mais louca do mundo, se eu tirar a adrenalina,¡± diz ela estendendo os bra?os. ¡°Louca ? tipo como?¡± pergunto com uma express?o azeda. ¡°Do tipo que voc¨º vai foder com uma parede nos primeiros 10 minutos¡± diz Alice com um dedo levando e sorrindo. "Pelo lado bom, voc¨º j¨¢ terminou sua fase de crescimento, ent?o nada de dores estranhas¡± Alice continua como se estivesse me dando um conselho. "Quanto tempo vai durar isso, voc¨º sabe?¡± perguntei ainda um pouco paralisada pela not¨ªcia. ¡°N?o muito, meio semana com essa quantidade de horm?nio em repouso ou algumas horas de exerc¨ªcio, agora se levanta da¨ª, quero ver sua altura e to muito curiosa com suas medidas¡± diz Alice. Comparando as nossas alturas, parece que Alice ¨¦ 36 cm mais baixo que os meus 2,83 metros, Eu j¨¢ estava perplexa que seus 1,40 m foi transformado em 2,83m ganhando 1 metro e 43 cent¨ªmetros de um mundo pro outro, ainda mais perplexa que a garota que parece ter 17-18 anos tem 2,37 metros de altura!. Hmm... interessante, quando estou com as asas recolhidas uma boa parte esconde meu cabelo bagun?ado de estilo selvagem, t?o grande que os fios se dividem na base cauda, escondendo a conex?o cauda-corpo e asas-corpo em penas brancas e cabelo com apenas a ponta branca das asas penosas se arrastando levemente pelo ch?o, hmm, legal. meu cabelo chegando at¨¦ a bunda n?o parece t?o ruim. nunca tive muita vontade de cuidar dele. "Por que voc¨º ¨¦ t?o alta?, n?o era pra ser tipo 1,60-1,70?¡± perguntei sem esperar mais, garotas altas n?o s?o novidades, o problema ¨¦ que Alice n?o ¨¦ s¨® alta, ela ¨¦ mais que isso, ela ¨¦ grande. ¡°Minha altura ¨¦ um pouco acima da m¨¦dia devido aos bons genes dos meus pais, voc¨º ser t?o alta tamb¨¦m n?o ¨¦ estranho¡± ¡°Que eu saiba os humanos n?o costumam passar dos 2 metros de altura, eu sempre fui sens¨ªvel nesses pontos, Alice, voc¨º n?o ¨¦ apenas alta, voc¨º ¨¦ grande. ¨¦ como ver algu¨¦m de 1,6 metros ampliada at¨¦ 2,3m, e pessoas altas s?o quase sempre esguias¡± "Isso ¨¦ devido a muitos fatores, n¨ªvel dos pais, b¨ºn??os, habilidades, gen¨¦tica, e quantos pontos voc¨º tem em Constitui??o que faz voc¨º ganhar um pouco de tudo, como tamanho, presen?a, for?a e entre outras coisas¡± Alice explicou. "Os humanos tamb¨¦m ganham um pouco de tamanho para cada n¨ªvel dependendo do seu antecessor, investir em Constitui??o aumenta o tamanho tamb¨¦m, mas ¨¦ bem pouco por ponto¡± Alice concluiu. "Qual a altura m¨¦dia de uma pessoa ?¡± perguntei "2,00 m at¨¦ 2,25 m paras as mulheres e quase 2,25 m at¨¦ 2,5 m para os homens do mesmo n¨ªvel, e estou falando do n¨ªvel 120, isso varia muito na verdade nos n¨ªveis mais altos.¡± Alice deu. Isso¡­. ¨¦ rid¨ªculo. Perfil: Nome: Ariel Idade: 20 T¨ªtulo: Nenhum Classe: Arcanjo Mutante (VII) N¨ªvel: 1 Massa: 1.151 kg Altura: 2,83 m N¨ªvel Global: 3 Atributos: Pontos livres: 0 Constitui??o: 9 Resist¨ºncia: 2 Vitalidade: 2 Sentidos: 2 Destreza: 0 For?a: 0 Intelig¨ºncia: 2 Sabedoria: 2 Aura: 2 Carisma: 0 Status: Vitalidade: 2.373 For?a: 403 Magia: 117 Mana: 1.187 Energia: 1.187 Aura: 117 ¡°Tenho uma d¨²vida em rela??o aos meu perfil¡± eu disse. ¡°Diga¡± Alice diz com olhos focados. ¡°Minha altura e peso no meu perfil n?o batem¡± eu explico. ¡°Eles est?o corretos, acredite em mim¡± ¡°Voc¨º disse que esses pontos v?o come?ar a fazer a diferen?a, quando?¡± Alice sorri, ¡°Agora n?o vai fazer muita diferen?a, Constitui??o ¨¦ o atributo menos eficiente no in¨ªcio da sua carreira, mas no final, vai valer cada ponto, acredite em mim.¡± Alice diz empinando o nariz com superioridade. ¡°Mais uma coisa, quando investi meus pontos vi que meu peso e altura mudaram, eu sei que ¨¦ isso que constitui??o faz, eu sei que foi um efeito m¨¢gico do sistema, eu quero saber de onde veio a massa extra¡± Alice sorri macabramente, ¡°Ah, seu perfil mostra as suas medidas atuais, como colocaste alguns pontos em constitui??o, deves ter ganho alguns poucos cent¨ªmetros de altura e alguma massa, mas como voc¨º n?o ingeriu nada, voc¨º acabou trocando experi¨ºncia por mana que foi transformada em massa, essa mana n?o vai imitar a carne por muito tempo o corpo precisa de nutrientes e descanso para substituir a mana que virou carne para carne verdadeira¡±, Alice diz . ¡°Mas tudo que isso faz aparentemente ¨¦ acrescentar um pouco em tudo e me deixar maior, o que eu n?o estou reclamando, s¨® quero dizer que pode demorar bastante para fazer o efeito que voc¨º ta esperando¡± ¡°Bem, sim, mas quanto maior voc¨º for, mais dif¨ªcil ¨¦ nivelar atrav¨¦s das mortes, mais recursos seu corpo pede, ¨¦ uma estrada dif¨ªcil e longa, cheia de pontos baixos. Se n?o fosse por uma coisa, simplesmente n?o teria sentido voc¨º n?o abusar dos seus buffs de crescimento¡±, disse Alice. "E se algu¨¦m for n¨ªvel muito alto n?o deveria ser lento e pesado demais para se erguer de p¨¦ ?¡± ¡°Te explico isso depois, agora chega de perguntas, toda essa sua adrenalina ta enchendo teu est?mago de ¨¢cido, voc¨º precisa comer algo, e pelas suas presas nessa sua boquinha, creio que voc¨º seja carn¨ªvoro e pode comer carne crua.¡± Alice disse Presas ? Tocando meus dentes vejo que realmente tenho quatro dentes muito maiores que os demais, dois em cima e dois em baixo. ¡°Tenho suprimentos, mas, n?o vou desperdi?a sem necessidade, principalmente com algu¨¦m que pode comer quase qualquer coisa.¡± diz Alice com resolu??o¡± Ariel fixa seu olhar em Alice e o ¨²ltimo faz o mesmo. Essa maldita! Ela tem comida, mas n?o vai compartilhar. Tomara que voc¨º passe fome. "Voc¨º realmente vai me dar carne crua ?¡± Culpei Alice dando o meu melhor olhar de cachorrinho. "Voc¨º precisa aprender a ca?ar e comer o que tem dispon¨ªvel, al¨¦m disso, voc¨º tem seu [Topo Da Cadeia Alimentar]¡±, Uma Alice impass¨ªvel rebate com os bra?os cruzados. N¨®s dois ficamos se encarando em uma batalha de vontades por um tempo e diante do olhar resoluto e o argumento racional de Alice, aceitando meu frio destino de carne crua. Um barulho baixo irrompe pela sala. GRRRRRRRRRRRRRRR! Alice j¨¢ estava com a faca na m?o procurando a criatura que fez o barulho alto. ¡°Isso foi¡­¡± Alice come?a e olha para o meu est?mago cuja asas brancas est?o escondendo-o. ¡°¨¦ o meu est?mago protestando!¡± grito. Como isso pode ser t?o alto? "Hahahahahahahahaha" por um tempo a risada de Alice ¨¦ o ¨²nico som na pequena sala. ¡°Ufa, j¨¢ faz um tempo desde que n?o rio assim, viu, voc¨º precisa comer carne, muita carne, e r¨¢pido", diz Alice depois de recuperar o f?lego. Enquanto Alice ia para a porta de ¡®pedra¡¯ ou seja l¨¢ que material for esse, me lembrei de algo muito importante. "Alice, uma ¨²ltima pergunta antes de sairmos por aquela porta¡±. eu disse, me lembrando de como iniciou o dia. ¡°O que foi?¡± disse Alice parando na porta. ¡°Porque voc¨º me deu um soco ?¡± perguntei, essa era pra ser a primeira coisa que eu deveria ter perguntado!, quase esqueci!. Alice apenas olha para mim em um momento de sil¨ºncio. "Ent?o¡­" 003 - Tutorial Parte 3 Cap¨ªtulo 3! ¡°N?o te dei um soco¡± diz ela desviando o rosto. ¡°O que me acertou ent?o?¡± queria, meu olhar apertado. voc¨º n?o vai escapar! ¡°......¡± ¡°Ent?o voc¨º tacou uma pedra no meu nariz?¡± queria. ¡°Sim¡± ela responde desviando os olhos. ¡°Por que?¡± perguntei mantendo o contato visual, ficamos assim por dez segundos. ¡°¡­.¡± "Olha, eu estava um pouco irritada, fui tra¨ªda, tive que fugir de um morto vivo com 2 metros e meio de altura, corri at¨¦ minha pernas quase quebrarem e ai eu te encontro dormindo pacificamente em meio a todo esse caos, voc¨º claramente n?o parecia ser algu¨¦m monstro, e como n?o queria dormir com alguma desconhecida, ent?o joguei uma pedra para verificar sua rea??o e esperar para ver. Simplesmente n?o consigo processar o absurdo que acabei de ouvir. isso deve ser algum tipo de dist¨²rbio psicol¨®gico grave que afeta sua fam¨ªlia. ¡°Essa ¨¦ uma das 10 maiores merdas que eu j¨¢ ouvi¡±. "Escuta aqui seu plebeu, sou a segunda filha do ¨²nico gr?o-duque do Grande Reino de Rihal, a m?o direita do rei, pois saiba voc¨º, seu plebeu, que o crime de falar mal de um nobre de alto escal?o ¨¦ ter sua l¨ªngua cortada¡±. "Seu pai ¨¦ um duque?¡± achei que era filha de um papai rico e nobre, mas, um duque ? voc¨º nasceu com uma colher de ouro na boca! "Vamos ?¡± ela pergunta. ¡°Calma, faltou uma coisa" eu digo. ¡°O que foi ?¡± "Tudo bem eu usar esses pontos Adaptativos?¡± perguntei. "Sim, apenas pense em algo da sua lista, deve ser intuitivo " Alice responde. ¡°Vou deixar para depois ent?o¡± eu digo. Melhor ver o que preciso e gast¨¢-los em algo ¨²til. ¡°Ent?o vamos¡± ela diz saindo. Alice sai pela porta e eu come?o a ir atr¨¢s dela, passando pela porta, sou envolvido em uma escurid?o total, a escurid?o ¨¦ t?o profunda que n?o posso nem ver minha pr¨®pria m?o!. Consigo ver um pouco a silhueta de Alice na escurid?o, parece at¨¦ que ela brilha um pouco, at¨¦ que a perco na escurid?o. ¡°Alice!, espera um pouco, n?o consigo enxergar nada¡± gritei para ela. ¡°N?o est¨¢ t?o escuro, em breve seus olhos estranhos v?o se acostumar'''' ela diz de algum lugar na minha frente. Claro que meus olhos tamb¨¦m mudaram, e como assim ¡®estranhos¡¯ ? ¡°Isso n?o significa nada!¡± protesto deixando essa quest?o dos olhos para depois "Argh. me de sua m?o¡± ou?o a voz e sigo. ¡°Onde voc¨º est¨¢?" tudo que vejo ¨¦ esse preto assustador! ¡°Pelo Sol!¡± Alice pega minha m?o e tenta me puxar. Alice est¨¢ andando com pressa, mas devido a diferen?a de altura, eu ainda estou em uma caminhada leve. ¡°Onde estamos indo?¡± pergunto. ¡°Procurando comida, n?o sei onde estamos¡± ela sussurra. ¡°Tem animais comest¨ªveis aqui ?¡± eu sussurro tamb¨¦m. ¡°S¨® pra voc¨º, grandes humanos nobres como eu tem um sistema digestivo um tanto delicado¡± diz ela imitando um tom nobre. Espero que n?o seja um inseto ou algo gosmento, urgh. "Voc¨º sabe o que diferencia um monstro de um animal?¡± ela pergunta de repente. ¡°Monstros s?o criaturas que matam e comem qualquer coisa e animais s?o¡­. animais ?¡± "Nem mesmo perto, monstros nivelam e evoluem, cada um com seus n¨ªveis, habilidades adaptativas e principais junto com estat¨ªsticas. Animais tamb¨¦m o fazem mas eles s?o mais burros, mais d¨®ceis e mais simples¡° ¡°Isso n?o nos tornaria monstros ent?o ?¡± ¡°Sim, somos considerados monstros, n?o tem diferen?a alguma, matamos para comer, matamos pra conquistar e matamos para nivelar¡±. ¡°Que coisa¡±, eu disse. ¡°Apenas lembre-se disso, quando algo for te matar ou quando voc¨º matar algo¡±, ela diz um pouco baixo. Hmm. Isso ¨¦ verdade, tanto neste mundo quanto no antigo, embora no antigo n?o tinha n¨ªveis. Um sil¨ºncio cai entre n¨®s depois dessa pergunta, andamos por alguns minutos, n?o sei quanto tempo, sinto que a minha percep??o de tempo est¨¢ errada. ¡°Ali, voc¨º v¨º ?¡±, Alice p¨¢ra e pergunta de repente apontando para algo no teto e eu percebo que estou enxergo algo, ainda n?o vejo direito, mas ¨¦ melhor do que antes.. Tentando focar em melhorar minha vis?o ou dizendo para meu corpo para melhorar meus olhos, ou fazer alguma coisa que me fa?a ver no escuro. Nada. Abro meu perfil, vou em Adaptativos e seleciono [Vis?o], investindo todos os meus pontos de uma vez. ADAPTATIVOS: 1/7 Pontos livres: 0 [Vis?o] LVL.7 - Aumenta a efici¨ºncia dos seus olhos em 70%. Continuo olhando para aquilo e quando mais a imagem desfoca e foca, vejo que agora parece um casulo e parece que est¨¢ se contorcendo. "V¨º agora ?¡± diz ela puxando uma faca das costas. ¡°Eu vejo vagamente¡± digo. Se eu tivesse mais alguns pontos de Adaptativo seria muito mais f¨¢cil, mas tenho poucos deles ¡°Ent?o vou deixar voc¨ºs dois sozinhos¡± diz alice se afastando at¨¦ 10 metros para tr¨¢s ¡°Se concentra no bichinho", ela acrescenta, quando volto meu olhar para o casulo. Hmm?. N?o estava mais l¨¢. Quando olho de volta pro casulo, vejo que ele sumiu! Ouvindo um bater de asas ¨¤ minha direita, por reflexo eu viro meu rosto, vendo uma mand¨ªbula aberta cheia de dentes a cent¨ªmetros do meu rosto, coloco meus bra?os na frente em reflexo muscular e a criatura afunda dezenas de dentes no meu bra?o direito. Um grito definitivamente feminino sai da minha garganta no momento em que ele solta meu bra?o e come?a a voar pousando no ch?o ¨¤ minha frente. Eu gritei mais por terror do que por dor. "N?o perca-o de vista de novo" a voz de Alice me distrai. Uma olhada r¨¢pida na dire??o de Alice foi o suficiente para quase perder de vista a criatura na escurid?o, o morcego mutante de meio metro de comprimento voou para o teto e ficou ali, n?o olhou para mim j¨¢ que n?o tinha olhos. A maior parte da cabe?a do morcego era a boca cheia de dentes, um nariz em cima e dois ouvidos enormes se n?o eu estiver enganado, asas de couro e duas patas normais para um p¨¢ssaro do seu tamanho. A coisa tem 1 metro de altura e ¨¦ totalmente grotesca. Algo brota dentro de mim, como alguma coisa que precisava ser acordada, instintivamente sei o que devo fazer. Como ele n?o vai sair do teto, preciso colocar uma isca, olhando meu bra?o percebo que o dano n?o foi t?o ruim, mas algo em mim ligou quando fui mordida. Fome. Eu sinto a saliva inundando o interior da minha boca. Fome. Sentindo a saliva sendo produzida e quase transbordar boca afora, empurro esse desejo para o lado e fa?o uma revis?o no meu bra?o mordido, ainda pinga um pouco de sangue, mas nada de mais, o melhor seria encerrar a luta e enfaixar o bra?o com algum pano. Apenas uma mordida, ainda bem que n?o senti nada, uma r¨¢pida olhada pra Alice me confirma que ela n?o vai fazer nada, e claro, o morcego aproveitou e foi pra cima de mim de novo, mas desta vez eu estava preparado, quando o monstro est¨¢ ao alcance, agarro suas asas com minhas m?os e ele morde novamente meu bra?o direito por causa do seu pesco?o longo. Confirmando que n?o estou sangrando muito, tiro meu bra?o esquerdo da asa e trago o pesco?o dele at¨¦ minha boca, como uma mordida, ou?o um estalo e vejo o corpo no morcego ficar mole e largar meu bra?o direito. "Foi melhor do que eu esperava, grande parte porque voc¨º n?o sente dor, nem mesmo se apavorou¡± Alice elogia. Nem mesmo penso em suas palavras, apertei ainda mais meus dentes no pesco?o, arrancando um peda?o de carne e engolindo sem nem mesmo mastigar direito, repito o processo at¨¦ n?o sobrar muito al¨¦m dos ¨®rg?os digestivos e ossos e partir para outra parte do cad¨¢ver. -------- ¡°Oiiiii¡± uma m?o acenando na minha frente me traz de volta. ¡°Ah, oi, eu estava com fome, desculpe¡± eu disse colocando um osso da costela na boca. ¡°Deu pra ver¡± respondeu Alice me observando,¡± e ent?o como foi sua primeira luta e refei??o?¡±. ¡°Eu diria que fui bem e a comida n?o foi t?o ruim, em que n¨ªvel estava o morcego ?¡± perguntei. "N¨ªvel 20 ou algo por a¨ª" "Ent?o eu fui muito bem!¡± Eu comemoro, matei um monstro com 4 vezes o meu n¨ªvel!. ¡°Vi um gato LVL 1 matando um rato LVL 20¡± ela responde acabando com a minha celebra??o. ¡°N?o exagera tamb¨¦m" eu brinco. ¡°Queria ter voc¨º ca?ando algumas criaturas para voce comer, mas, nesse ritmo vamos levar horas s¨® para achar elas e te alimentar direito¡± ¡°O que isso significa ?¡± pergunto. "Estou te dizendo que estamos progredindo a um ritmo lento, ainda mais se pararmos para voc¨º se alimentar¡± Alice d¨¢ uma resposta honesta. "Estou tentando ok!¡± digo em minha defesa. "Tanto faz, vamos pro pr¨®ximo" diz ela j¨¢ caminhando, parecia que Alice s¨® queria reclamar. [Voc¨º subiu de n¨ªvel!] N¨ªvel: 1 ? 2 N¨ªvel Global: 3 ? 4 +7 Pontos livres +2 de Constitui??o +2 de Vitalidade You might be reading a pirated copy. Look for the official release to support the author. +2 de Resist¨ºncia +2 de Sentidos +2 de Intelig¨ºncia +2 de Sabedoria +2 de Aura ATRIBUTOS: Pontos livres: 0 ? 7 Constitui??o: 9 ==> 11 Resist¨ºncia: 2 ==> 4 Vitalidade: 2 ==> 4 Sentidos: 2 ==> 4 Destreza: 0 For?a: 0 Intelig¨ºncia: 2 ==> 4 Sabedoria: 2 ==> 4 Aura: 2 ==> 4 Carisma: 0 Colocando mais 7 em constitui??o. Constitui??o: 11 ? 18 "Alice, [Vis?o] s¨® serve para ver no escuro ?¡± perguntei. "Que bom que voc¨º pegou esse adaptativo, estava me perguntando se eu teria que te dizer tudo o que voc¨º tinha que fazer¡± ela disse. ¡°[Olhos treinados] ¨¦ o que eu tenho, melhora sua vis?o em geral, podendo ver melhor no escuro, ver mais longe com mais detalhes e at¨¦ ignorar ilus?es nos casos mais raros, habilidade extremamente ¨²til para ca?adores¡± ela responde quase feliz demais. ela tem algum trauma quanto ao ensino? parece que est¨¢ sofrendo de s¨ªndrome de stockholm, pensei. Bastaram mais 2 minutos de caminhada e encontramos dois desses morcegos novamente. Alice vira pra mim e pergunta "Voc¨º consegue lidar com dois ?¡± "Acho que n?o, consegue distrair um deles por um tempo?¡± sem tirar os olhos dos dois morcegos crescidos al¨¦m do poss¨ªvel. "Eles v?o fugir de mim, meu n¨ªvel global ¨¦ muito mais alto.¡± Alice diz em desculpa. ¡°Vou tentar¡­¡± digo com um suspiro. In¨²til. N?o me escapou a minha rela??o atual com Alice, sinto que agora ela ¨¦ fam¨ªlia, o mesmo sentimento que tenho ou tinha do meu irm?o mais novo, ¨¦ dif¨ªcil de explicar, parece que Alice sempre fez parte da minha vida e que posso usar essa minha atitude com ela. o Pacto de Sangue ¨¦ mais eficaz e assustador do que eu pensei. Me aproximando deles, n?o deu nem mesmo tempo de eu abaixar a guarda para atrair eles, eles voam direto para mim, pela direita e esquerda, tenho que prender ou incapacitar um e matar o outro. Escolhi o da direita, o bra?o direito j¨¢ est¨¢ coberto de sangue mesmo, dessa vez dei um passo pra frente e tentei segurar o pesco?o do morcego, claro deu errado e ele mordeu minha m?o, felizmente peguei seu pesco?o com a outra m?o, perfurando com minha garras dentro da boca da criatura que o faz soltar minha m?o e tentar fugir, mas j¨¢ est¨¢ preso e com o pesco?o exposto. ¡°Menos um¡± digo, deixando cair o morcego mutante com o pesco?o esmagado da minha boca. Onde est¨¢ o outro agora ?, enquanto o procuro vejo uma Alice com l¨¢grimas nos olhos e cobrindo a boca com as duas m?os, o que ¨¦ claramente uma tentativa de n?o rir. Uma olhada pra tr¨¢s e ali estava o pestinha, jantando minha cauda. filho da puta. Em um movimento r¨¢pido peguei-o pela asa e pelo pesco?o, dando uma mordida r¨¢pida, ele cai mole. [Voc¨º subiu de n¨ªvel!] N¨ªvel: 2 ? 3 N¨ªvel Global: 4 ? 5 +7 Pontos livres +2 de Constitui??o +2 de Vitalidade +2 de Resist¨ºncia +2 de Sentidos +2 de Intelig¨ºncia +2 de Sabedoria +2 de Aura Minha pobre cauda!, cheia de furos e sangrando, rapidamente abrindo meus status e colocando mais 7 pontos na Constitui??o para aliviar um pouco meu sangramento. N?o d¨®i, apenas co?a. Perfil: Nome: Ariel Idade: 20 T¨ªtulo: Nenhum Classe: Arcanjo Mutante (VII) N¨ªvel: 3 Massa: 1.167 kg Altura: 2,84 m N¨ªvel Global: 5 Eu me sinto mais alto, mas n?o tanto, me sinto mais pesada, mas tamb¨¦m n?o tanto, sinto que preciso de comida, muita comida. Atributos: Constitui??o: 27 Resist¨ºncia: 6 Vitalidade: 6 Sentidos: 6 Destreza: 0 For?a: 0 Intelig¨ºncia: 6 Sabedoria: 6 Aura: 6 Carisma: 0 Status: Vitalidade: 2.550 For?a: 408 Magia: 123 Mana: 1.275 Energia: 1.275 Aura: 123 "27 de Constitui??o ¨¦ o bastante ?¡± Me gabo para a Alice de n¨ªvel 100+, Que fome. "N?o, n?o pare de investir nisso¡±, Ela responde sem emo??o. O quando preciso ¡°Me deixe ver sua cauda¡± Alice pede. Minha cauda?, por que ?, ah, ela vai curar. Colocando minha cauda de quase tr¨ºs metros na frente de Alice, ela passa a m?o por cima dos ferimentos, n?o houve luz ou palavras m¨¢gicas, apenas os ferimentos se fechando diante dos meus olhos. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Um tempo depois¡­. Vis?o de Alice. Isso ¨¦ muito injusto! 27 de Constitui??o no n¨ªvel 3! Estou ajudando um monstro que pode ser um problema no futuro a nivelar, se meu pai souber disso eu vou apanhar, esque?a de ex¨ªlio ou mandada para casar com algu¨¦m de baixo escal?o, ele mesmo vai dar um ¡®jeito¡¯ em mim. MIM! Chegando em casa vou precisar contar tudo a ele. Maldita seja a pol¨ªtica familiar! ¡°Vamos voltar¡± Digo a Ariel, ainda com meu poker face. Todas aquelas aulas valeram a pena. ¡°N?o seria melhor continuar ?¡± ela insiste em se ferir mais ainda, s¨® curei a carne que faltava na cauda, mas ainda vai deixar cicatrizes, essas marcas de mordidas no bra?o v?o se curar sozinhas, embora tamb¨¦m v?o deixar cicatrizes¡­. melhor assim, pra ela se lembrar dessas feridas. ¡°N?o, voc¨º comeu 3 pestes da caverna, deve ter comido pelo menos 10-20 quilos de carne e ossos, at¨¦ sua barriga est¨¢ um pouco pra fora de tanta comida, chega Ariel." digo a ela, a vis?o de um rosto quase humano com orelhas aladas e olhos com fendas cruzadas com o corpo manchada de sangue por todo lado meio que incomoda, essas refei??es dela s?o uma bagun?a. Ela nem est¨¢ incomodada com todo aquele sangue na boca e roupa, nem hesitou em comer essas coisas, embora tenha deixado as partes digestivas fora da refei??o, deve ter sido por instinto. S¨® quando apontei sua barriga um pouco protuberante ¨¦ que ela notou que comeu demais, ou ser¨¢ que cabe ainda mais comida ali ?. ¡°Ta bom, ta bom, mas ainda estou com fome, e¡­um pouco sonolenta?¡± disse Ariel bocejando, embora o n?o demonstre sono em sua atitude. O caminho de volta ocorreu sem problemas. Perfil: Nome: Alice Nihara Idade: 18 T¨ªtulo: [Princesa Ducal] Classe 1: Curandeira Nobre Assassina (III) Classe 2: Biomante (III) N¨ªvel: 101 Massa: 188 kg Altura: 2,37 m N¨ªvel Global: 19 Atributos: Pontos livres: 0 Constitui??o: 40 Resist¨ºncia: 444 Vitalidade: 141 Sentidos: 40 Destreza: 444 For?a: 40 Intelig¨ºncia: 242 Sabedoria: 343 Aura: 646 Carisma: 40 Status: Vitalidade: 930 For?a: 65 Magia: 64 Mana: 1.678 Energia: 2.061 Aura: 140 Classe 1: [Curandeira Nobre Assassina] Habilidades de Classe ativas: 5/5 [Recupera??o Vital] [Escaneamento M¨¢gico] [Insultos Dolorosos] [Fuga] [Por favor pai, por favor, por favor, por favor] Habilidades de Classe passivas: 5/5 [Profici¨ºncia em Adagas] [Instinto do M¨¦dico] [Etiqueta da Alta nobreza] [Inoc¨ºncia] [Corpo em forma] Classe 2: [Biomante] Habilidades de Classe ativas: 1/5 [Biomanipula??o] Habilidades de Classe passivas: 0/5 [Auto-an¨¢lise] Habilidades Gerais: 4/4 Pontos Livres: 4 [Olhos Treinados] lvl.10 [Seios Maiores] lvl.10 [Regenera??o de Mana] lvl.10 [Regenera??o de Vitalidade] lvl.10 Habilidades Especiais: 2/2 [Perseverar] [Improvisar] Chegando na sala onde tudo come?ou, parece que j¨¢ nos conhecemos a um tempo, mas ¨¦ apenas o efeito do contrato que for?a a intimidade que deveria vir com o tempo. Estou cansada, corri at¨¦ aqui e quase morri l¨¢ atr¨¢s, vou dar um tempo para dormir e pensar sobre o que fazer amanh?. ¡°Uwwwaaaaa¡± Ariel boceja, n?o sei como ela consegue bocejar com toda essa adrenalina no sangue, ela n?o vai conseguir dormir com isso no sangue. "T¨¢ pronta pra colocar sentir suas estat¨ªsticas?¡± eu pergunto com um sorriso. "Isso ¨¦ mesmo real ?¡± O jeito que Ariel me pergunta parece fofo, na verdade tudo nela ¨¦ fofo, dentinhos pra fora da boca, asas e uma cauda, quero apert¨¢-la!, quero mord¨º-la! ¡°Que porra foi essa ?, senti um arrepio sinistro¡± diz Ariel esfregando os ombros. Ela tem bons instintos. ¡°Oh Sim, quando voc¨º acorda depois de uma boa noite de sono, seu corpo vai precisar fazer as mudan?as enquanto dorme, algo sobre libera??o de horm?nios¡± esclare?o a ela, eu tinha esquecido disso como ¨¦ conhecimento comum. ¡°Faz sentido.¡± ¡°Vou ter que tirar sua adrenalina¡± eu digo. ¡°Porque voc¨º n?o vai conseguir dormir direito, e um bom sono ¨¦ necess¨¢rio para as muta??es ocorrerem no corpo¡±, eu falo. ¡°Bem, sentei, e agora?¡± ¡°Vou precisar te tocar, eu preciso que voc¨º relaxe, ok ?¡± Precisei que Ariel sentasse devido a sua altura imensa, agora que tenho sua permiss?o comecei a tatear sua forma e fazer seu corpo usar a adrenalina de forma r¨¢pida com minha habilidade de biomanipula??o. Claro que tenho outros motivos, e ¨¦ ver sua rea??o a toque, mais especificamente ao toque feminino. Comecei pelos ombros, movendo minhas m?os suavemente para baixo, descendo pelo peito, laterais, barrigas coxas, a rea??o que eu esperava iniciou quando passei pelas laterais, o rosto da Arqui-Quimera estava vermelho e parecia que ela estava quase hiperventilando quando toquei suas coxas, embora Ariel pare?a uma pessoa grande e intimidante de longe, ela ¨¦ absolutamente ador¨¢vel quando tocada. Quando terminei suas pernas, dei uma leve olhada visual de relance em seu centro, procurando qualquer sinal ¨®bvio, infelizmente, Ariel tem as duas m?os descansando ali, ent?o n?o consegui nada, solto um pequeno suspiro em derrota. ¡°Acabou?¡±, a quimera me pergunta. Dei a Ariel um olhar neutro, tenho quase 64 de poder m¨¢gico e ela tem mais de uma tonelada de carne para eu purificar, felizmente a adrenalina ¨¦ algo f¨¢cil de queimar, contando que Ariel mantenha suas defesas abaixadas como agora. ¡°N?o, voc¨º ¨¦ muito grande, vou precisar de mais uma sess?o completa¡± digo e vejo seu rosto cair em mais desespero. Come?o outra sess?o fazendo o mesmo percurso, s¨® que no final eu adiciono mais um percurso: suas costas. ¡°Ariel, se inclina um pouco para frente¡±, eu pe?o. Ela faz o que eu digo e se inclina para frente. N?o sei exatamente o que Ariel est¨¢ passando, mas seus pulm?es pararam brevemente, terminando de purificar suas costas, eu abra?o sua cabe?a por um minuto, manipulando seu c¨¦rebro e liberando melatonina em altas quantidades. Quando eu a liberdade, ela tenta dizer algo, mas Ariel imediatamente cai de lado no ch?o, suas c¨®pias estavam fechando como se n?o houvesse mais for?as, at¨¦ que finalmente se fecha depois de alguma luta. Embora essa pessoa seja minha irm? jurada, que ¨¦ um la?o t?o ou mais forte que o la?o de sangue familiar, os efeitos do pacto s?o assustadores, sinto como se estivesse falando com minha irm? e nada de anormal nisso, exceto que faz algumas horas que nos encontramos. Enquanto eu purificava, o jeito que Ariel me olhava! Muito fofo! Tentando mover Ariel um pouco, ¡±Pesada!¡± Ela realmente n?o estava pensando quando disse mais de 1000 kg , n?o consigo mover um cent¨ªmetro do corpo dela, deixando seu corpo ali mesmo, me sento perto dela, aninhando meu corpo no seu, deu isso um pouco de trabalho, j¨¢ que n?o tenho for?a suficiente para mov¨º-la. Traduziu uma asa para usar como cobertor e a abracei aninhando minha cabe?a no seu peito. "Boa noite, irm?zinha..." eu digo. Revela??o, trai??es, fuga e uma adi??o nova na fam¨ªlia, esse foi um dia e tanto¡­ ron ron ron ron ron Espera¡­. Ronron rnrnrn Ariel est¨¢ ronronando?!, verificando novamente, ela realmente est¨¢ ronronando igual um gato!, a cauda enrolada no meu corpo e as asas nos cobrindo completamente. Ariel n?o seja pequena, as asas dela s?o bem grandes para algo do seu tamanho. ¡°Bons sonhos. Meu gatinho¡± Que dia... no momento em que feche meus olhos, a escurid?o me leva. 004 - Tutorial Parte 4 Cap¨ªtulo 4! Parece que cada vez que abro os olhos depois de uma noite de sono eu tenho uma surpresa diferente. Perfil: Nome: Ariel Idade: 20 T¨ªtulo: Nenhum Classe: Arcanjo Mutante (VII) N¨ªvel: 3 Massa: 1.167 kg Altura: 2,84 m N¨ªvel Global: 5 Atributos: Constitui??o: 27 Resist¨ºncia: 6 Vitalidade: 6 Sentidos: 6 Destreza: 0 For?a: 0 Intelig¨ºncia: 6 Sabedoria: 6 Aura: 6 Carisma: 0 Status: Vitalidade: 2.550 For?a: 408 Magia: 123 Mana: 1.275 Energia: 1.275 Aura: 123 ADAPTATIVOS: 1/7 Pontos livres: 0 [Vis?o] LVL.7 - Aumenta a efici¨ºncia dos seus olhos em 70%. Habilidades de Classe ativas: 0/5 Nenhum Habilidades de Classe passivas: 0/5 Nenhum [Habilidade Desbloqueada: (Reconstru??o)] Habilidade: [Reconstru??o] Tipo: [Passivo] Tier: V Descri??o: Recebe Regenera??o de HP adicional (Vitalidade) [Voc¨º aceita a habilidade?] No momento em que abro meus olhos vejo que estou em cima de Alice e ela est¨¢ me abra?ando, tento sair com delicadeza sem acord¨¢-la. ¨¦ claro que n?o seria t?o f¨¢cil, o abra?o de Alice ¨¦ como ferro, quando olho para ela novamente vejo seus olhos um pouco franzidos e um sorrisinho por uma fra??o de segundo em seu rosto que n?o me escapou. "Alice, eu sei que voc¨º t¨¢ acordada, seu sorriso te entregou¡± eu digo, ela realmente acha que me engana! ¡°Ahhh, queria que fic¨¢ssemos mais tempo assim!¡± Alice exclama. ¡°Tenho uma nova habilidade dispon¨ªvel" eu digo a ela, ainda no colo "Voc¨º n?o pode pedir minha ajuda para tudo, fa?a as coisas que voc¨º acha certo, n?o precisa me dizer essas coisas sabe, e mantenha as habilidades que voc¨º adquire em segredo¡± ela ainda n?o me soltou. ¡°Eu confio em voc¨º¡± eu digo. Com a jogada da minha maior arma em formas de palavras, ela vacila e finalmente me liberto de seu aperto tirano. Ser¨¢ que eu aceito a habilidade? ¨¦ melhor que nada n?o ¨¦? Vamos com essa mesmo. [Habilidade Adquirida: (Reconstru??o)] Habilidades de Classe ativas: 0/5 Nenhum Habilidades de Classe passivas: 1/5 [Reconstru??o] Para quem se regenera com a velocidade de uma lesma pode n?o parecer muito, exceto que sinto imediatamente os efeitos, sinto meus ferimentos da noite anterior fechando muito lentamente, ¨¦ dif¨ªcil ver alguma diferen?a olhando para os pequenos cortes no meu bra?o. ¡°Temos que ser r¨¢pidos agora, estou aqui a dois dias e meu pai vai virar o pa¨ªs de cabe?a pra baixo se eu n?o voltar¡± ela diz com um rosto s¨¦rio enquanto eu olho meus status. "Ele sabe que voc¨º est¨¢ aqui e que foi emboscada ?¡± eu pergunto. ¡°Ele sabe que estou nessa ''¨¢rea'', mas eu s¨® iria ficar por dois dias e depois voltar j¨¢ que as aulas v?o come?ar em breve, ele vai ficar uma fera se eu me atrasar para as aulas.¡± ¡°N?o s?o apenas aulas ?, acredito que voc¨º tenha problemas maiores aqui, n?o ?¡± "N?o ¨¦ t?o simples, eu represento o Ducado Nihara, se eu me atrasar no primeiro dia, outros podem interpretar isso como falta de educa??o por parte do meu pai, ou um ato de rebeldia meu. S¨® isso j¨¢ teria consequ¨ºncias pol¨ªticas o suficiente para causar problemas mais tarde.¡± Hmm... A vida de nobre tamb¨¦m n?o ¨¦ f¨¢cil. Sinto um barulho vindo do meu est?mago; meu corpo pede nutrientes, relembrando o que comi ontem. Urgh... Como pude ter comido aquelas coisas sem nem hesitar? O sangue nem me incomodou. Parecia tudo t?o natural, t?o normal." "Vou comer algo e podemos ir, sei que voc¨º est¨¢ com fome,¡± diz Alice tirando um peda?o enorme de p?o de sua bolsa, como algo t?o grande coube ali em primeiro lugar?! Quando me sento, noto que estou com meu tato novamente, beliscando minha bochecha, eu confirmo que tenho minha dor de volta. ¡°Obrigado por me devolver o meu tato de volta.¡± eu agrade?o. "Voc¨º ia recuperar ele com o tempo de qualquer maneira, voc¨º j¨¢ notou sua outra metade ?" Alice pergunta com um sorriso mal¨¦fico. Ah. Ent?o ela j¨¢ sabia. "N?o cheguei a conferir ainda, e ainda estou perplexa que algo assim possa existir¡±, eu queria manter isso escondido dela pelo m¨¢ximo tempo poss¨ªvel. Ela deve ter descoberto no momento em que me avaliou. Malditas habilidades que acabam com sua privacidade. ¡°De fato, bastante estranho, mas, tudo em voc¨º ¨¦ estranho, voc¨º parece um vampiro com asas de algum p¨¢ssaro e cauda de algum tipo de lagarto, suas orelhas s?o parecidas com a de um¡­ p¨¢ssaro ? nem sei se p¨¢ssaros tem orelhas, e seus olhos s?o cinzas¡± Alice fala enquanto me avalia. P¨¢ssaro? Tocando a lateral da minha cabe?a¡­ sentir o ap¨ºndice peludo voltado para baixo ¨¦ francamente inesquec¨ªvel, n?o ¨¦ mais surpresa que eu n?o tenha mais orelhas humanas, mas sim a sensa??o que elas enviam para meu corpo ao toque. Depois eu lido com isso. ¡°Como s?o meus olhos?¡± Eu perguntei com curiosidade, queria saber como eles eram desde a primeira men??o. Alice avalia meus olhos. ¡°Seus olhos s?o como duas retas douradas cruzadas e fundo cinza em cada um, eles parecem um s¨ªmbolo que eu vi uma vez quando crian?a.¡± eu imaginava outras coisas, meu corpo n?o para de me surpreender. "Grrrrrrrr... Minha barriga est¨¢ roncando de fome, e Alice continua comendo com a maior calma h¨¢ um bom tempo. Ela est¨¢ me provocando? Considerando seu comportamento provocativo, ¨¦ uma possibilidade. Mas n?o irei cair em tenta??o. Serei forte." 5 minutos depois, Alice termina seu enorme p?o e bebe de um cantil que apareceu de algum lugar. ¡°Aaaa, me sinto revigorada!¡± ela exclama guardando tudo e se levantando. "Voc¨º fez de prop¨®sito n¨¦ ?¡± "Comer na sua frente um enorme p?o enquanto seu est?mago roncava ? Eu fiz¡± ela responde. Oh deus, isso ¨¦ um novo n¨ªvel de filha da puta. "Voc¨º n?o tem medo da minha retribui??o ?¡± Eu tenho que colocar alguma raz?o nela. ¡°Oh, n?o se preocupe, voc¨º n?o vai ter tempo de me retribuir, mesmo que queira no futuro¡± ¡°Tem coisas que voc¨º n?o sabe sobre como s?o as hierarquias na sociedade¡± Alice diz com um sorriso malicioso. ¡°O que voc¨º n?o me disse?¡± perguntei. O que eu perdi? n?o, o que ela n?o me disse? "Acha mesmo que vou te dizer? vai sonhando!, ¨¦ minha arma final¡± esse sorriso em seu rosto diz que ela est¨¢ confiante. ¡°Eu vou descobrir¡± eu blefo. ¡°Quando voc¨º descobrir vai ser muito tarde, e significa que eu j¨¢ usei, Ha!" --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Vis?o de Alice: Fazia tempo que eu n?o me divertia assim, raramente podia sorrir de verdade perto de meus colegas, aqueles falc?es. Agora que estou pensando neles, depois que verem o Behemoth que eu vou trazer para a cidade, tenho certeza de que v?o tentar algo. Tenho que garantir que n?o vou perd¨º-la, ela ¨¦ uma pe?a importante, se eu conseguir fazer ela nivelar at¨¦ o n¨ªvel 50 e entrar na academia comigo, vou ter em quem confiar e um ponto de apoio, embora ela n?o parece ser do tipo que use muito a cabe?a, sua pura for?a bruta deve compensar qualquer desvantagem.. Mesmo que Ariel seja um reino inteiro abaixo de mim, ela ¨¦ mais pesada e tem mais que o dobro dos meus Status. Eu sei uma de suas fraquezas, mas ainda n?o ¨¦ garantido, tenho que domin¨¢-la sem amea?ar sua sobreviv¨ºncia ou autonomia, torn¨¢-la leal a mim, por sorte eu tenho mais experi¨ºncia nessa categoria. Com uma Ariel nivelada o suficiente ao meu lado poucos agiriam contra mim. Se eu conseguir um Tier VII para o reino¡­ Ancestrais, j¨¢ que n?o temos nem mesmo um ¨²nico Tier IV, aqueles velhos fedidos v?o fazer de tudo para roub¨¢-la de mim, por isso vou precisar pensar ¨¤ frente deles. Vendo Ariel cuidando desses morcegos pestilentos, embora ela grite agora quando ¨¦ mordida por causa da sensa??o de dor. Ela o matou e comeu, e quando ela terminou de matar mais tr¨ºs, apenas os colocou em seu ombro, ela est¨¢ at¨¦ mais robq1austa do que ontem, seu peito parece est¨¢ um pouco maior e ganhou mais carne nos bra?os, nas pernas e na cintura. Ariel da um ultimo golpe quebrando o pesco?o da peste da caverna que cai mole no ch?o; "Voc¨º t¨¢ cuidando deles facilmente agora, termine essas carca?as e durma,¡± pe?o a ela. "Eu posso continuar," Ariel insiste. ¡°Tenho que bater em voc¨º ?¡± amea?o. N?o que eu tivesse a capacidade de machuc¨¢-la de verdade, ela ¨¦ parece ser muito mais forte que eu em tudo, exceto em velocidade. E ela ¨¦ um reino inteiro abaixo de mim. "Vamos s¨® mais um pouco, por favor! eu consigo comer mais do que esses tr¨ºs!" Ariel diz, eu juro que ela est¨¢ fazendo olhos de cachorrinho. ¡°Mais um ent?o¡­.¡± eu cedi perante sua fofura. Preciso de uma habilidade de resist¨ºncia mental ¨¤ fofura logo. Andamos muito mais do que no dia anterior, Tamb¨¦m percebi que Kunlun La ¨¦ realmente uma masmorra do tipo Morto-vivo, tendo monstros tipo morto-vivo e comensais que comem e atacam tudo pela frente, depois de um tempo caminhando, encontramos um novo monstro no cat¨¢logo de Ariel, acho que era bloodhound o nome desse, pareceria um cachorro normal se n?o estivesse coberto de sangue e com ferimentos que matariam qualquer cachorro, 1,5 metros de altura e 2 m de comprimento. "Bloodhounds tem sentidos de ca?a sens¨ªveis e regeneram vitalidade com tempo e descanso o suficiente, sugiro uma abordagem frontal, tente prender ele e dar um ¨²nico golpe para terminar.¡± dou a Ariel dicas que podem ajudar, bloodhound tem sentido de preserva??o e instintos precisos que podem avaliar o n¨ªvel de amea?a de Ariel, uma pena que n?o avalia as estat¨ªsticas base. ¡°Pode deixar¡± ela me d¨¢ uma resposta curta. Ela est¨¢ confiante¡­. o bloodhound tem 5 n¨ªveis acima dela, melhor ela sofrer com seus erros agora do que no futuro, e tem eu aqui para caso algo possa dar errado. Como eu esperava, o cachorro mordeu violentamente seu bra?o, e agora aquele bra?o pode est¨¢ inutiliz¨¢vel. Posso ter que intervir, pensei. "Precisa de ajuda ?¡± perguntei. ¡°Nah, como posso perder para esse vira-lata?¡± Ariel proclama. Orgulho. Urgh isso vai ficar complicado, esp¨¦cies orgulhosas s?o ... dif¨ªceis. No pr¨®ximo bote do monstro, Ariel se impulsiona com suas asas e pernas para frente pegando-o desprevenido, trancando-o em uma chave com um bra?o preso no pesco?o e com a outra m?o com garras abrindo rasgos violentos na garganta do monstro, jorrando sangue, mesmo assim, o cachorro n?o para, ele chuta Ariel com as patas, rasga suas roupas e abre v¨¢rias feridas em troca de outro rasgo em sua garganta, dessa vez tendo mais efeito com o movimento visivelmente ficando-o mais lento. Acabou... --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Vis?o de Ariel: [Voc¨º subiu de n¨ªvel!] This tale has been unlawfully lifted without the author''s consent. Report any appearances on Amazon. N¨ªvel: 4 ? 5 +7 Pontos livres +2 de Constitui??o +2 de Vitalidade +2 de Resist¨ºncia +2 de Sentidos +2 de Intelig¨ºncia +2 de Sabedoria +2 de Aura Eu j¨¢ havia chegado ao n¨ªvel 4 com os morcegos antes, e eu precisei de 4 deles para subir de n¨ªvel, agora s¨® preciso de um cachorro pelo jeito. A sensa??o de nivelar ¨¦¡­ boa. Eu e o vira-lata ca¨ªmos na po?a pequena po?a de sangue, d¨®i! Ele me estra?alhou s¨® com suas garras, se eu n?o fosse muito maior que ele, ¨¦ prov¨¢vel que eu teria sido arremessada por seu comportamento fren¨¦tico. Ainda deitada debaixo do bloodhound, ergo meu bra?o bom e mostro um sinal de vit¨®ria pra Alice, ela apenas d¨¢ um sorriso satisfeita e balan?a o rosto como se eu estivesse me comportando como uma crian?a. ¡°Uma ajudinha agora seria bom¡± eu grito com ela, ela caminha at¨¦ mim resmungando algo. Alice tira o bloodhound de cima de mim e puxa minha m?o me levantando. N?o dizemos nada um ao outro, apenas mordo o bloodhound, mordidinha por mordidinha, leva um tempo, depois de meia hora quando me levanto para ir at¨¦ as carca?as de morcegos, vejo que meu est?mago est¨¢ realmente cheio, dava de ver a pele branca manchada de vermelho pelos buracos na minha camisa toda rasgada. ¡°Ent?o, o que achou ?¡± Pe?o sua opini?o. ¡°Achei que voc¨º perderia e pararia de ser imprudente, eu estava errada, suas trapa?as praticamente ganharam por voc¨º" Sim, eu ganhei mas agora preciso de roupas novas, embora o cheiro de sangue coagulado ou fresco nem me incomode tanto quanto antes, ainda exijo uma limpeza. "Ganhei de qualquer maneira,¡± digo com orgulho. Alice bufa. ¡°Vamos voltar?¡± perguntei. "Fa?a sua refei??o e durma, faz 2 horas que sa¨ªmos do seguro e n?o vamos voltar para l¨¢, n?o esque?a que o objetivo principal ¨¦ sair da masmorra¡± alice lembra ¡°Achei que era pra me nivelar!¡± estalo. "Tamb¨¦m, agora durma¡± Alice diz. Dormir aqui ? E se algo vim!? "Tem certeza? e se algo aparecer?¡± sei que ela tem sua faca e pode se proteger e me proteger. ¡°Eu te protejo, durma logo¡± Me deitando em um canto da parede de pedra fria, coloco uma asa embaixo de mim para servir como um colch?o prec¨¢rio e a outra asa como um cobertor, o rabo fazendo um volta no meu corpo como o rabo de um gato quando dorme. Sempre que abro meu perfil, a primeira coisa que fa?o ¨¦ investir os pontos livres. Perfil: Nome: Ariel Idade: 20 T¨ªtulo: Nenhum Classe: Arcanjo Mutante (VII) N¨ªvel: 5 Massa: 1.183 kg Altura: 2,86 m N¨ªvel Global: 6 Atributos: Pontos livres: 0 Constitui??o: 31 Resist¨ºncia: 10 Vitalidade: 10 Sentidos: 10 Destreza: 0 For?a: 0 Intelig¨ºncia: 10 Sabedoria: 10 Aura: 10 Carisma: 0 Status: Vitalidade: 2.734 For?a: 414 Magia: 130 Mana: 1.367 Energia: 1.367 Aura: 130 Adapt¨¢veis: 1/7 Pontos livres: 0 [Vis?o] LVL.7 - Aumenta a efici¨ºncia dos seus olhos em 70%. Habilidades de Classe ativas: 0/5 Nenhum Habilidades de Classe passivas: 0/5 [Reconstru??o] ¡ª-------------------- Acordando com as cutucadas de Alice na minha bochecha, ¡°o que foi?¡± perguntei bocejando. parece que n?o dormi nada. ¡°Coma aqueles 3 Morcegos¡±, ela pede. ¡°Por que ?Estou satisfeita, n?o seria melhor guardar para depois ?¡± ¡°Te avaliei e tu ainda precisa de massa, apenas alguns quilos, a¨ª seu corpo vai esta completo¡± "Completo?, n?o estou totalmente desenvolvida ainda?" Pergunto. ¡°N?o, voc¨º est¨¢ totalmente desenvolvida, s¨® que ainda tem mana imitando carne, coma estes para substituir a mana¡± Alice diz. Pegando os morcegos, mordendo pedacinho por pedacinho, logo termino todos os 3, olho para minha barriga esperando uma protuberancia, mas tem apenas um leve incha?o. A vontade de dormir vem logo em seguida, deito-me e adorme?o facilmente. Que bom que pego no sono f¨¢cil. . . . . hmhmhmhmhm mmh! eu me espregui?o, parece que algo realmente mudou dessa vez. vejo Alice sentada ¨¤ minha esquerda. Quando vou agradecer Alice, um cheiro familiar chega ao meu nariz. Cheirando o ar para ter certeza. N?o pode ser. ¨¦ preciso muita coragem ou ela realmente estava reprimida! Olho para Alice e seu poker-face perfeito ¨¦ tudo o que eu preciso para confirmar minhas suspeitas. "S¨¦rio?" Acuso. "O que foi?¡± Alice exclamou como se n?o tivesse feito nada. "Voc¨º sabe o que fez!¡± eu acuso. ¡°N?o sei do que est¨¢ falando¡± Alice consegue manter sua poker-face perfeita durante todo o julgamento, ela fez aulas para isso ou ¨¦ uma habilidade ? "Voc¨º se masturbou enquanto eu estava dormindo!¡± eu explodo. Que coragem! Do meu lado! E enquanto eu dormia! ¡°Ok, Ok, eu fiz,¡± Ela admite. Estou completamente sem rea??o com a aud¨¢cia dessa cara-de-pau. Ela n?o tem vergonha? ¡°Essa sua express?o sem emo??o, ¨¦ uma habilidade ou treino?¡± perguntei, mudando o assunto de prop¨®sito. ¡°Treinamento por 5 anos¡± Ela responde sorrindo, confiante. ¡°Voc¨º n?o tem vergonha ?¡± N?o tenho piedade e volto para o assunto antigo. N?o vou deixar isso de lado, tanto para manter uma fachada nobre e perder tudo em tal a??o. ¡°O que eu fa?o ¨¦ problema meu ok ?! Quero ver como voc¨º vai fazer isso!¡± ¡°Fazer o que? me masturbar? como se eu fizesse isso!¡± ¡°Sim! Voc¨º! Voc¨º n?o ¨¦ diferente de todo mundo! O seu vai ser ainda pior, gra?as a um certo Extra de [¨²ltimo da Esp¨¦cie]¡± Estava prestes a continuar gritando com ela, mas no momento que essa frase entra, eu paro, o mundo para, o universo para. Claro que me lembro quando entrei na puberdade, foi um horror! N?o quero passar aquilo de novo. "Voc¨º est¨¢ me dizendo que vou ter ¨¦poca de acasalamento ?¡± perguntei com descren?a. ¡°Por que n?o teria? todas as esp¨¦cies tem ¨¦poca de acasalamento e humanos n?o s?o exce??o se ¨¦ o que est¨¢s pensando.¡± diz Alice. ¡°E o autocontrole? n?o d¨¢ para evitar isso ?¡± perguntei chocada com a revela??o, viramos animais agora? "¨¦ extremamente dif¨ªcil resistir, normalmente nos ocupamos com brinquedos e drogas que simulam o prazer at¨¦ que o efeito do acasalamento diminua", diz ela. Brinquedos? drogas? Ai, esse mundo ¨¦ mais estranho do que pensei¡­ Foda-se. Acho que vou pegar algo para comer, a satisfa??o de uma refei??o depois de uma luta ¨¦ uma das minhas poucas alegrias nessa caverna sombria. ¡°Vou ca?ar, se eu estiver em perigo eu corro¡± digo com a esperan?a que ela realmente me deixe ir sozinha. ¡°N?o sei, voc¨º ainda ¨¦ imprudente e n?o desvia dos ataques, voc¨º trata como um desafio de resist¨ºncia, vendo quem aguenta mais golpes, parecem dois animais brigando por territ¨®rio.¡± ela me diz. Merda, bem que deve parecer mesmo para ela, eu nunca recuo de um ataque e uso minhas garras para atacar mesmo sendo ferida no processo, devo parecer um animal para ela. ¡°Vamos l¨¢, se eu sofrer algum ferimento pesado eu volto.¡± digo a ela. "Eu vou te procurar se n?o voltar, pode ir", ela diz. ¡°Ok, eu j¨¢ volto" eu digo me distanciando dela. Vitalidade: 2.734 Eu vou abusar muito disso. hehe. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Vis?o de Alice: ¡°Espero que n?o aconte?a nada" digo pra mim mesma. Ariel eventualmente vai voltar, ela precisa da minha cura. Acho que vou comer outro p?o enquanto isso. Vai ser at¨¦ melhor pra ela ficar ligada a mim, vai ser ben¨¦fico para n¨®s dois at¨¦! uma fam¨ªlia poderosa apoiando-a por tr¨¢s, ela vai poder crescer sem problemas. Aquela bruxa vai saber eventualmente e vai agir, uma pena para ela que n?o sou meu pai. Fiquei tendo esses pensamentos enquanto Ariel n?o voltava e fiquei planejando todo tipo de a??o at¨¦ V¨¢rios minutos depois¡­. Ariel ainda n?o voltou¡­ ser¨¢ que algo aconteceu?, n?o tem nada aqui que posso machucar ela pra valer al¨¦m daqueles bloodhound, eles v?o do n¨ªvel 10 ao 15 e coisas de n¨ªvel mais alto s¨® se encontra perto da entrada, por isso essas partes da masmorra quase nunca s?o visitadas. Vou atr¨¢s dela! J¨¢ faz muito tempo que Ariel saiu. Seguindo na dire??o que ela foi, encontrei rastros de sangue e partes de alguns morcegos, mais adiante, tra?os de batalhas, penas, sangue e uma carca?a de bloodhound, seguindo mais para frente, encontrei mais desses, 2 carca?as de morcegos e 2 de bloodhound. Foi Ariel quem fez isso ou outra criatura?, pelos pesco?os quebrados deve ter sido ela, se fosse outra coisa eu teria notado, a caverna ¨¦ uma linha reta com pequenas curvas dentro da terra, n?o tem como eu perder o rastro dela. Mais e mais carca?as dessas criaturas aparecem, contei quase 10 no caminho pra c¨¢, algo deve ter acontecido!, todas as carca?as estavam mais ou menos comidas e tinha penas espalhadas pelo ch?o. "Ariel!" chamo, tudo o que recebo ¨¦ o eco que vertebra pelas paredes da caverna. Comecei a correr pela primeira vez, n?o importa o quanto eu olhe, n?o acho o corpo dela! Quando temia pelo pior, uma pilha de cad¨¢veres aparece mais a frente, vendo algo branco meio enterrado na pilha de corpos, gra?as as suas asas extremamente grandes, tentei puxar, mas era pesado demais, ent?o lancei minha habilidade de escaneamento sobre a asa e descubro que Ariel est¨¢ viva, por pouco, mas ainda viva. Idiota! logo quando eu deixo ela sozinha. Curando ela um pouco e retirando os corpos um por um de cima dela. Um bloodhound me ataca pela esquerda, puxando minha adaga, fa?o um corte fundo em seu pesco?o e um em seu pulm?o. A abomina??o vazando sangue nem percebe que j¨¢ est¨¢ morta. Retirando os corpos de cima da minha irm? enquanto o Bloodhound colapsa, percebi que ela ainda est¨¢ consciente, um de seus olhos pode estar perdido, quando um corte brutal que n?o foi feito por bloodhound ou peste da caverna, isso ¨¦ ferimento de espada! o corte fazendo seu caminho desde a lateral do pesco?o at¨¦ a sobrancelha. Como ela ainda t¨¢ viva, e como n?o sangrou at¨¦ a morte? ¡°Ariel!, podes me ouvir? Ariel!", gritei. ¡°Cof! cof!¡± explodindo sangue de sua boca ela me responde ¡°eu posso¡±. "Ufa, achei que tinha te perdido!, sua idiota, por que fez isso!?¡± grito com ela. "Eu fui arrogante..." ¡°Se deite porra!, vou cur¨¢-la!" ainda grito. Porra de orgulho de merda, ela prefiria morrer do que recuar. ¡°Estou um pouco melhor agora-¡± TAPA! Minha m?o pesada a atinge cortando suas palavras com o estalo ecoando pela caverna. "Nunca, NUNCA!, nunca mais fa?a isso!, voc¨º entendeu?¡± puxando o que restou de sua camisa esfarrapada, ameacei ela com outro tapa. ¡°Eu entendi¡­" logo ap¨®s deixar essas palavras, ela fica inconsciente . ¡°Como voc¨º conseguiu matar tantos?¡± penso em voz alta, quase perdi outra pessoa importante na minha vida! Procurando por pistas, finalmente vejo o que causou seu ferimento no pesco?o. Um soldado zumbi cheio de rasgos a poucos metros jogado na parede, ele estava faltando um bra?o e estava sem a cabe?a, isso n?o devia estar aqui a menos que algu¨¦m tenha morrido nessa caverna, mesmo se morresse ainda viraria comida pra um bloodhound e n?o um zumbi, foram os guardi?es do sal?o ?, feriram um homem e por algum milagre ele escapou, mas morre de hemorragia em algum lugar esquecido da caverna? Avaliando melhor seu corpo, Ariel tem v¨¢rias feridas nos bra?os e pernas, sua cauda tamb¨¦m est¨¢ toda mordida e arranhada, todo seu corpo tem algum tipo de corte ou mordida, seus bra?os e pernas levando a pior. Curei o que pude, curar mais que isso vai me exaurir, agora ¨¦ s¨® esperar, o pior j¨¢ passou. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Vis?o de Ariel [Voc¨º subiu de n¨ªvel!] +7 Pontos livres +2 de Constitui??o +2 de Vitalidade +2 de Resist¨ºncia +2 de Sentidos +2 de Intelig¨ºncia +2 de Sabedoria +2 de Aura +7 em todos os atributos ao atingir o n¨ªvel 10! +7 pontos Adaptativos! Perfil: Nome: Ariel Idade: 20 T¨ªtulo: Nenhum Classe: Arcanjo Mutante (VII) N¨ªvel: 10 Massa: 1.183 kg > 1.229 kg Altura: 2,86 m ? 2,89 m N¨ªvel Global: 6 ? 11 Atributos: Pontos livres: 0 Constitui??o: 31 ? 97 Resist¨ºncia: 10 ? 27 Vitalidade: 10 ? 27 Sentidos: 10 ? 27 Destreza: 0 ? 7 For?a: 0 ? 7 Intelig¨ºncia: 10 ? 27 Sabedoria: 10 ? 27 Aura: 10 ? 27 Carisma: 0 ? 7 Status: Vitalidade: 2.734 ? 3.425 For?a: 414 ? 460 Magia: 130 ? 156 Mana: 1.367 ? 1.717 Energia: 1.367 ? 2.498 Aura: 130 ? 156 Adaptativos: 1/7 Pontos livres: 7 [Vis?o] LVL.7 Habilidades de Classe ativas: 1/5 [Halo da Salva??o] Habilidades de Classe passivas: 2/5 [Reconstru??o] [Resist¨ºncia] Sobrevivi gra?as a minha nova habilidade, poderia ter morrido se n?o fosse pelas minhas asas e constitui??o. "Alice ?¡± chamo ela. Percebo que meu olho est¨¢ de volta quando vejo o teto familiar de pedra da caverna. Logo Alice entra no meu campo de vis?o. Tra?os de l¨¢grimas em seu rosto. ¡°Me desculpe¡± ¨¦ tudo o que digo. ¡°Me promete que n?o vai fazer algo assim de novo ?¡± ela aproxima seu rosto. ¡°Sim, eu prometo¡±, prometo a ela ainda olhando-a nos olhos. ¡°Como voc¨º fez isso ?¡± ela disse, toda a preocupa??o indo embora e tudo que ficou ¨¦ raiva, j¨¢ vai come?ar o interrogat¨®rio? "Essa bagun?a?¡± Sei que ela quer dizer todos esses cad¨¢veres e o zumbi. Recebendo um aceno de Alice eu come?o. ¡°Quando fui ca?ar, encontrei v¨¢rias morcegos, matei-os e quase n?o me machuquei, as lutas tiravam pouco do meu sangue, quando subi mais ainda a caverna, encontrei grupos dessas criaturas e alguns bloodhounds, conseguir derrotar e ganhei algumas habilidades novas durante a prova??o, gra?as a elas eu consegui continuar, quando estava pensando em voltar, ele me encontrou.¡± apontei com dificuldade para o zumbi deplor¨¢vel. ¡°Quando me viu, ele gritou e pulou em cima de mim ainda gritando, seu grito cont¨ªnuo cont¨ªnuo atraiu bloodhounds e pestes da caverna, a partir da¨ª foi s¨® uma luta desesperada, lutando contra o zumbi e os bloodhounds, pelo menos os bloodhounds tamb¨¦m atacaram o zumbi.¡± digo com uma risada fraca. "N?o era um simples zumbi, era um zumbi guerreiro, eles portam armas e s?o sempre acima do n¨ªvel 15 quase 20!¡±, Alice exclama. ¡°¨¦?, obrigado por recuperar meu olho¡± agrade?o. "Voc¨º ficou cheia de cicatrizes, est¨¢ parecendo uma veterana de guerra aposentada¡± Alice informa carinhosamente. ¡°Espero que elas sejam um repelente contra problemas ent?o¡±, eu rio um pouco com minha piada. "T¨¢ tudo bem ?¡± a preocupa??o na voz de Alice me d¨®i. ¡°Estou bem, apenas com fome¡± dou um sorriso pra ela. ¡°Espere aqui vou pegar algo¡± Alice diz e sai. Me levantando para ficar sentada, vejo que ainda estou perto das carca?as e Alice est¨¢ trazendo o corpo de um bloodhound para mim. Olhando para meu corpo, reparo que minha camisa est¨¢ inutiliz¨¢vel e observo a v¨¢rios cicatrizes que est?o por todo meu corpo, na minha cabe?a, s¨® tem uma cicatriz, mas ¨¦ a pior de todas pelo que parece. minhas asas est?o depenadas, vejo as penas crescerem aqui e ali, ainda longe do numero que eu tinha no auge. "Coma enquanto eu pego outro¡± diz Alice enquanto vai pegar outro bloodhound. Eu nunca vou ganhar um p?o, n?o ¨¦? [Topo da cadeia alimentar] - Sendo um grande predador alfa, voc¨º pode se alimentar at¨¦ de coisas podres sem adquirir qualquer doen?a ou infec??o e ainda satisfazer as suas necessidades de recursos. J¨¢ que tenho isso, vamos usar. Eu comi bastante enquanto quase me matava, cresci um pouco tamb¨¦m. Minha camisa, que ¨¦ a ¨²nica pe?a de roupa que tenho, est¨¢ ficando cada vez menor. Mastigo e Mastigo a carne, engolindo peda?os pequenos, quando acaba um, vou para o pr¨®ximo corpo, repetindo essa a??o at¨¦ eu estar satisfeita e ir dormir, pra quando eu acordar e come?ar de novo, at¨¦ eu me sentir cheia e pronta. Demorou bastante tempo para o processo devido a minha boca pequena e mastigar leva tempo e paci¨ºncia, minha roupa est¨¢ toda cortada e rasgada em um estado que parece um pano maltratado, nem parece mais uma camisa. Eu quase morri¡­ agora, vamos usar esses pontos. Abri minha lista de adaptativos e selecionei [Regenera??o de HP]. Adaptativos: 2/7 Pontos livres: 7 ? 0 [Vis?o] LVL.7 - Aumenta a efici¨ºncia dos seus olhos em 70%. [Regenera??o de HP] A Regenera??o natural de Vitalidade aumenta em 70% Agora ¨¦ s¨® esperar. 005 - Tutorial Parte Final Cap¨ªtulo 5! Perfil: Nome: Ariel Idade: 20 T¨ªtulo: Nenhum Classe: Arcanjo Mutante (VII) N¨ªvel: 10 Massa: 1.229 kg Altura: 2,89 m N¨ªvel Global: 11 Habilidades ativas: 1/5 [Halo da Salva??o] Habilidades passivas: 2/5 [Reconstru??o] [Resist¨ºncia] ¡ª Habilidade: [Halo da Salva??o] Tipo: [Ativo] Tier: VII Descri??o: Conjura uma halo brilhante proporcional ao seu tamanho acima da sua cabe?a, curando quaisquer danos ¨¤ aliados. (Intelig¨ºncia) Habilidade: [Reconstru??o] Tipo: [Passivo] Tier: V Descri??o: Recebe Regenera??o de HP adicional (Vitalidade) Habilidade: [Resist¨ºncia] Tipo: [Passivo] Tier: V Descri??o: Receb¨º SP Total adicional. (Resist¨ºncia) "Tenho mais Habilidades agora¡± digo. ¡°Meus parab¨¦ns" diz Alice enquanto olha pro teto ao meu lado, ela n?o tem animo para comemorar e nem eu. Alice cheira. ¡°Sua camisa j¨¢ era, voc¨º fede e est¨¢ suja", ela reclama com desgosto. Eu quase morri, o ideal seria dar um tempo, mas estamos com limite de tempo. ¡°Alice¡± chamo. ¡°O que foi?¡± ela responde ¡°Quanto falta para sairmos daqui ?¡± Eu pergunto, eu quero um banho, quero comida decente e eu quero sair daqui. ¡°Dei uma explorada logo a frente, logo ali est¨¢ o sal?o, se trabalharmos juntos podemos passar por ele sem muitos problemas¡± Alice me informa. "O sal?o ¨¦ problem¨¢tico?" Perguntei. "Nah, apenas um cara forte l¨¢ dentro" "N¨ªvel?" "30? 40?, algo assim" "Vou dormir um pouco agora, a vig¨ªlia ¨¦ sua", ela simplesmente diz isso e deita. Ah ¨¦, ela estava de guarda enquanto eu dormia, ela deve estar cansada. "Boa noite", eu digo. "Boa noite" Ela dormiu¡­. Acho que s¨® vou esperar aqui at¨¦ Alice acordar, afinal, ela me salvou. O m¨ªnimo que posso fazer ¨¦ garantir que ningu¨¦m perturbe seu sono. Ativei [Halo da salva??o] e esperei enquanto o C¨ªrculo de circuitos m¨¢gicos flutuava acima de mim, emitindo aquela luz linda variando de cor cada vez que piscava. ¡­¡­¡­¡­¡­¡­. "Humming¡­¡±, Alice geme ao acordar meio bocejando e se esticando. ¡°Descansou ?¡± perguntei, estou de guarda a um bom tempo e ainda n?o sinto que estou cansada. ¨¦ o efeito das estat¨ªsticas ? ¡°Sim¡± diz Alice com um rosto feliz e um sorriso genu¨ªno raro. Como voc¨º pode ter bons sonhos em meio a esse pesadelo? ¡°Sei que voc¨º j¨¢ me explicou um pouco do funcionamento do reino, mas pode me falar um pouco de sua terra natal como um todo, falar um pouco sobre a hist¨®ria talvez¡±, perguntei. Vamos tentar tirar esse peso da cabe?a de que quase morri um tempo atr¨¢s. Por que esse interesse repentino ?¡± Alice me pergunta com alguma suspeita. ¡°Nenhum interesse, apenas curiosidade, quero saber um pouco do mundo l¨¢ fora, n?o posso ?¡± digo, quando na verdade, tamb¨¦m estou apenas entediada por ficar sem ningu¨¦m para falar enquanto Alice dormia. "Vou come?ar pelo continente ent?o, estamos no continente de Akthos, existem mais de setenta na??es de v¨¢rios tamanhos espalhados pela terra e dois Imp¨¦rios, um no leste e outro no oeste, no reino de Rihal, que ¨¦ o reino que estamos, fica no centro-norte e ¨¦ governado pelo rei ou era, pelo menos, devido ao nosso rei fracassado e quase in¨²til, atualmente, a rainha ¨¦ quem governa com m?o de ferro o rei, que por extens?o o reino, e meu pai ¨¦ o Gr?o-Duque Raphael e um vassalo direto do rei. ¡°Calma, ¨¦ a rainha que governa atualmente? Como a rainha pegou o poder?¡± perguntei. ¡°Depois te explico isso, ¨¦¡­ complicado¡± Alice diz. ¡°O reino de Rihal n?o ¨¦ grande com um imp¨¦rio nem pequeno como um de nossos reinos vizinhos, ainda pequeno se compararmos com o tamanho m¨¦dio dos pa¨ªses do resto do continente, mas, devido a nossa alta popula??o, somos uma hegemonia no norte-centro do continente, somos pobres em quase tudo, menos no essencial, a economia n?o ¨¦ exatamente aquilo do que se espera de uma hegemonia, os impostos s?o um pouco altos e as coisas do dia a dia s?o um tanto caras.¡± ¡°Rihal ¨¦ bom em algo?¡± perguntei. ¡°Nossa cultura, com¨¦rcio, produ??o e guerra, n?o os n¨ªveis mais altos, mas os mais numerosos, enquanto um inimigo envia um ex¨¦rcito, enviamos cinco ex¨¦rcitos." "Tem tanta gente assim em Rihal ?¡± perguntei j¨¢ que a popula??o parece ser alta para pouco espa?o. ¡°Temos mais de cem milh?es de s¨²ditos, mesmo nossos vizinhos juntos n?o batem metade desse n¨²mero" Praticamente uma Bangladesh. ¡°Por que tanta diferen?a na popula??o ?¡± ¡°¨¦ uma das pol¨ªticas do pen¨²ltimo rei, que quem tivesse v¨¢rios filhos, o casal teria redu??es de impostos por algum tempo, e como os impostos eram altos, a partir da¨ª a popula??o explodiu", ela explica. ¡°Isso foi realmente t?o efetivo?¡±, perguntei. "O suficiente para que cada casal tenha mais de 10 filhos¡± Alice diz. "Voc¨ºs s?o humanos ou coelhos ?¡± dez filhos por casal ? Como sustenta uma fam¨ªlia dessas ? "Quer mais alguma explica??o ?¡± Alice me pergunta. ¡°N?o, obrigada pelas por me esclarecer, podemos ir? N?o aguento mais essa caverna, necessito de um pouco de sol¡±, digo. Eu s¨® quero sair desse buraco. "N?o falta muito, estamos quase na entrada¡± Alice diz j¨¢ levantando, tirando um pouco de poeira de sua saia. Caminhamos em sil¨ºncio e matamos tudo no caminho, seja bloodhounds ou pestes da caverna, at¨¦ ganhamos um n¨ªvel chegando a 11 e 102 pra mim e Alice respectivamente em nossos n¨ªveis pessoais. Toda a opera??o levou uma hora e eventualmente chegamos a duas enormes portas, essas portas devem ter pelo menos 3 metros de altura. ¡°E agora ? Entramos?¡± perguntei a Alice ao meu lado, todo dano no caminho foi curado por mim e ela. Alice acena na minha dire??o e cada uma de n¨®s abre uma porta, dando em um sal?o com tochas nas paredes e quatro enormes pilares de dez metros de altura sustentando o teto. Do outro lado do sal?o vejo outro conjunto de portas como a que acabamos de abrir e na direita vejo um trono com um cavaleiro ao lado. No momento em que vejo o cavaleiro de armadura completa de 2,5 metros de altura, ele puxa sua espada da bainha e corre em dire??o a n¨®s. Pelos menos ele n?o grita como o ¨²ltimo. ¡°Apenas aguente, e caso a oportunidade se apresente, ataque.¡± Alice diz isso e corre pelo flanco do cavaleiro. Ah, ent?o eu sou a isca. No momento em que vejo a espada descendo, instintivamente coloquei meus bra?os na frente. A espada atinge meus bra?os e eles cedem, o a?o afiado descendo at¨¦ meu ombro onde p¨¢ra, a dor percorrendo todo meu corpo e quase caio de joelhos, seguro a espada e pressiono ela no meu ombro, fazendo-o sangrar ainda mais. Ao notar Alice vindo por tr¨¢s do cavaleiro, tento fazer um ataque ao pesco?o do cavaleiro, sua cota de malha absorve a maior parte do impulso, mas, ainda corta, embora pouco, uma adaga brota em uma das viseiras do cavaleiro, fazendo-o cambalear para tr¨¢s, ele agarra um dos bra?os de Alice que est¨¢ em cima dele e a arremessa pela sal?o atingindo um dos pilares com um baque doloroso. "Alice!", gritei. ¡°To legal¡±, veio em resposta. Alice se levanta e volta para a batalha como se nada tivesse acontecido depois de cambalear um pouco, a adaga ainda est¨¢ na viseira do cavaleiro, tento segurar seus bra?os, mas ele ¨¦ quase t?o forte quanto eu, ele me d¨¢ uma cabe?ada e por um momento eu vejo estrelas. Foi o suficiente para Alice perfurar seu outro olho com sua faca. Larguei sua espada e me distanciei. ¡°Ele est¨¢ cego agora, temos que prend¨º-lo e arrancar sua cabe?a, pequenos cortes n?o v?o parar ele" Alice me informa. ¡°Alguma ideia?¡± perguntei. "Vamos desarm¨¢-lo e prend¨º-lo no ch?o, a partir da¨ª podemos atacar a nuca, eles sempre morrem quando ¨¦ a nuca¡± Ela disse isso como se j¨¢ fosse um fato, ¨¦ uma boa estrat¨¦gia. Alice vai pela esquerda e eu vou pela direita, o cavaleiro est¨¢ fren¨¦tico pela perda da vis?o, vai ser estupido, mas ¨¦ o ¨²nico jeito. Reading on this site? This novel is published elsewhere. Support the author by seeking out the original. Seguro o bra?o direito dele pelas costa, ele se liberta e me da um soco na lateral, o soco foi t?o forte que senti minhas costelas arquearem,¡±porra, isso d¨®i!¡±, quase vomito sopa de morcego. Com a dor me mantendo em uma linha fina, agarro seu bra?o esquerdo em uma chave e tento jog¨¢-lo no ch?o, quase consigo. Na hora certa em que o cavaleiro ia me cortar, Alice se junta a mim pegando o pulso do cavaleiro e corta seus dedos, a espada caindo no ch?o. Usando nosso peso combinado de quase 1500 kg para prend¨º-lo, ele tenta se levantar e fracassar. Fazendo contato visual com Alice e come?amos a golpear sua nuca, sua cota de malha entre o capacete e o peitoral sendo destru¨ªda por golpes consecutivos de n¨®s dois, s¨® quando o cavaleiro para de se mover e fica mole, ¨¦ quando relaxamos. ¡°Isso era mesmo n¨ªvel 30?!¡±, exclamei. [Halo da salva??o] Um c¨ªrculo dourado brilha acima de mim e me acalmo um pouco com a sensa??o da luz batendo nos meus ferimentos. Puta merda, esse soco doeu. Um grande c¨ªrculo m¨¢gico aparece em cima de mim e come?a a produzir uma luz azulada, que lentamente se infiltra nas minhas feridas em uma tentativa de parar o sangramento, n?o faz muito al¨¦m de curar ferimentos leves "Sim, era, deu mais trabalho do que pensava, talvez alguma habilidade", diz ela entre as respira??es, ignorando minha nova habilidade chamativa. ¡°Urgh, ele me feriu pesado nessa¡± eu digo j¨¢ investindo todos os 7 pontos livres em constitui??o, sentindo aquela sensa??o de al¨ªvio percorrendo meu corpo. [Voc¨º subiu de n¨ªvel!] N¨ªvel: 11 ? 12 +7 Pontos livres +2 de Constitui??o +2 de Vitalidade +2 de Resist¨ºncia +2 de Sentidos +2 de Intelig¨ºncia +2 de Sabedoria +2 de Aura Perfil: Nome: Ariel Idade: 20 T¨ªtulo: Nenhum Classe: Arcanjo Mutante (VII) N¨ªvel: 12 Massa: 1.245 kg Altura: 2,91 m N¨ªvel Global: 12 Atributos: Pontos livres: 0 Constitui??o: 115 Resist¨ºncia: 31 Vitalidade: 31 Sentidos: 31 Destreza: 7 For?a: 7 Intelig¨ºncia: 31 Sabedoria: 31 Aura: 31 Carisma: 7 Status: Vitalidade: 3.654 For?a: 466 Mana: 1.827 Magia: 163 Energia: 2.643 Aura: 163 Habilidades de Classe ativas: 1/5 [Halo da Salva??o] Habilidades de Classe passivas: 2/5 [Reconstru??o] [Resist¨ºncia] Adaptativos: 0/7 Pontos livres: 0 [Vis?o] LVL.7 - Aumenta a efici¨ºncia dos seus olhos em 70%. [Regenera??o de HP] A Regenera??o natural de Vitalidade aumenta em 70%. Gemi de prazer sentindo os pontos adicionais fazendo seu trabalho quando fechei meus status, quando o efeito acabou, me lembrei que faltava algo. ¡°Deixe-me ver isso¡± Alice pede para ver meus ferimentos. Puxo minha camisa ou o pouco que sobrou dela revelando o corte no meu ombro. Sinto o ferimento fechar um pouco enquanto Alice faz sua m¨¢gica. Quando olho, vejo que o ferimento n?o est¨¢ mais t?o profundo quanto antes, ainda ¨¦ um corte feio, mas n?o sangra mais. ¡°Acabou minha energia¡­.¡± ela se deita e depois se levanta, retirando outro p?o enorme de sua bolsa, ¡±Meu ¨²ltimo" ela comenta antes de dar uma grande mordida. Tamb¨¦m n?o perco tempo, vou at¨¦ o cavaleiro e come?o a retirar sua armadura, seu capacete, a adaga e a faca dos olhos, desamarro seu cinto, tirando suas botas, um fedor me ataca, ta ai um fedor de matar. Acho que acabo de descobrir uma nova arma biol¨®gica. ¨¦ mais complicado tirar uma armadura do que eu pensava, muitas etapas, puxando seu peitoral e depois sua cota de malha, camisa e depois as cal?as. tirei suas prote??es do bra?o e da canela, deixando-o apenas com sua parte ¨ªntima. Vendo-o agora ¨¦ um homem normal, apenas fedorento e podre. Agora vamos comer. Come?o por seus bra?os e pernas subindo at¨¦ seu peito, deixando o t¨®rax e a cabe?a intocados, s¨® comi seus membros, membros grossos e cheios de m¨²sculos, bastante carne at¨¦. Olhando para Alice eu pergunto, ¡°Queres usar algo da armadura ?, porque sen?o eu vou.¡± digo. Alice nem mesmo olha na minha dire??o enquanto est¨¢ sentada no trono com uma express?o entediada e responde, ¡°Pode ficar, essa tralha s¨® vai me atrasar.¡± Come?o a vestir a cal?a quando me deparo com minha maldito cauda, brincadeira, eu te adoro. com minha garra, fa?o um corte generoso na traseira da cal?a, enfiando meu rabo ali coloco o cinto para segurar a cal?a, quando chego na camisa, minhas asas impedem-me de vesti-la. ¡°Me empresta sua adaga?¡± pergunto a Alice. ¡°Pode usar", ela diz. Fazendo um corte vertical na parte de tr¨¢s da camisa, eu visto-a deixando minhas costas para meu cabelo cobrir, pegando a malha de ferro de corpo inteiro, vejo que tenho que fazer o mesmo com a camisa, tentei usar minhas garras para cortar o ferro, mas a adaga de Alice ¨¦ melhor, fazendo o mesmo que fiz na camisa, abro dois cortes verticais para minhas asas e um corte vertical l¨¢ embaixo para minha cauda. Vestindo a malha, amarro as prote??es da canela e do bra?o, deixo as botas, as luvas e o capacete de fora. Vou para o peitoral, ¨¦ um peitoral de placa de ferro com couro por baixo, retirando quase toda a parte de tr¨¢s do peitoral eu percebo como a adaga de Alice realmente ¨¦ afiada, vestindo-o, percebo que ficou apertado. Maldito seja meu peito. ¡°Vou dormir um pouco, e voc¨º ?¡± perguntei a Alice. ¡°Me ajude a fechar aquela porta e podemos dormir. Se algo entrar, vai fazer barulho quando a porta se mover e nos acordar", diz Alice. Era uma boa ideia. Caminhamos at¨¦ a enorme porta de a?o e a fechamos com um estrondo. Em seguida, nos aninhamos atr¨¢s do trono para dormir. Quando vou dar boa noite, percebo que Alice j¨¢ havia ca¨ªdo no sono. Eu fa?o o mesmo logo em seguida. ¡­¡­¡­¡­ Acordei mais cedo do que eu queria. ¡°bom dia¡± eu digo, ainda acordando. ¡°Boom¡­. diaaaa¡­..maninha" ela manda de volta, aparentemente com mais sono do que eu. Levei um segundo para raciocinar com quem ela quis dizer com maninha. Maninha? Tu mal chega aos meus ombros. ¡°Finalmente vamos sair desse buraco¡±, eu disse. J¨¢ estava ficando depressiva aqui. ¡°Era qual porta mesmo ?¡± Alice perguntou em d¨²vida, ainda meio sonolenta. ¡°A porta a direita¡± respondo, quando me levanto para ir at¨¦ a porta, sinto o peso de toda a armadura e suas limita??es nos meus movimentos, pelo menos o barulho n?o ¨¦ t?o irritante. A armadura est¨¢ apertada. Abrimos a porta e revelamos uma escadaria de pelos menos 10 andares em dire??o a superf¨ªcie. olhamos uma a outra, sorrimos e subimos, vendo a luz no final e finalmente o c¨¦u, um ¨²nico sol e um anel planet¨¢rio at¨¦. Meus olhos suam l¨¢grimas de alegria. Uma plan¨ªcie aberta sem montes ou criaturas por perto. Quando penso em sentir a grama me jogando nela, uma voz me tira do devaneio. "Ora, ora, o que temos aqui!¡± uma voz masculina. "Que sorte, voc¨º sobreviveu ao sal?o, n?o esper¨¢vamos isso, pensei que ¨ªamos ficar sem a recompensa¡± N?o sei do que ele estava falando, os dois homem e uma mulher saem de um buraco no ch?o. Todos jovens, mal nos vinte e quatro anos de idade, percebi que eles estavam falando com Alice. ¡°Conhecidos seus?¡± perguntei baixinho. "Sim, foram eles que me emboscaram, eles precisavam de uma pessoa com habilidades de cura e eu vim com eles at¨¦ aqui, quando chegamos no sal?o, eles me atacaram e tive que correr caverna adentro para sobreviver¡± Alice me diz tudo. Ah, ent?o foram eles. ¡°N?o sei quem ¨¦ voc¨º, senhorita-muitas-coisas-grandes, e acho melhor voc¨º dar o fora daqui se n?o quiser problemas¡± o homem de cabelo loiro me avisa. Olho pra Alice e ela olha de volta, chegando a um acordo, come?amos a agir. Corro direto para o homem de cabelo loiro no centro, ele tem um escudo de madeira e uma espada larga de o que parece ser a?o, ele bloqueia minha garra com o escudo e me ataca, bloqueei sua espada com meu bra?o, a lamina afundando na armadura do cavaleiro, incapaz de cortar minha carne devido a minha minha manopla e malha que aparecem no caminho. O homem de cabelo preto com armadura de couro e lan?a vai direto para Alice e ela corre ao redor dele. Aqueles dois s?o r¨¢pidos. O homem na minha frente n?o parece ter muito mais for?a que eu, apesar de ele ser uma cabe?a mais baixo que eu, puxo seu escudo com uma m?o e agarrei seu ombro com a outra puxando-o para mim, ele me tenta me apunhalar com a espada, mas n?o tem impulso o suficiente para causar danos relevantes, quando mordo sua clav¨ªcula ¨¦ quando ele grita, largando sua espada e puxando uma adaga ele me esfaqueia v¨¢rias vezes, mas eu n?o solto e mordo mais uma vez, dessa vez com minhas garras perfurando seu pesco?o. Voc¨º devia estar usando capacete, ¨¦ praticamente pedir para ser atacado aqui. N?o que eu esteja usando, ¨¦ claro. Quando mordo para arrancar outro peda?o de carne, algo que eu descreveria como uma ¡®bola de fogo¡¯ literal do tamanho da minha cabe?a me atinge na lateral, explodindo eu e o homem de cabelo loiro, o que me lembra da exist¨ºncia da mulher um momento depois. Essa foi de longe a coisa mais dolorosa que j¨¢ me atingiu. Ela ¨¦ uma maga ent?o, Alice me avisou sobre os magos humanos, temidos e numerosos. O cheiro de queimado vindo da minha pele em meu bra?o fervendo em ar quente e ainda pegando fogo, quase soltei o escudeiro, parece que a explos?o tamb¨¦m o atingiu, um lado do seu rosto est¨¢ em carne viva j¨¢ que eu estava t?o perto dele, cortando sua garganta e virando seu pesco?o em uma dire??o n?o saud¨¢vel, volto minha aten??o para a mulher. ¡°Como voc¨º ainda est¨¢ viva depois daquilo?¡± ela me pergunta em choque. Ainda sinto o cheiro da minha pele queimada junto com um pouco do meu cabelo e asas, ela dispara outra bola de fogo, colocando minhas asas na frente, me acerta em cheio quase me jogando no ch?o, a dor nas minhas articula??es das asas nas minhas omoplatas quase me nocauteando por si s¨®, me recuperando do impacto, corro at¨¦ ela, e ela corre de mim, vejo seu rosto desesperado e por algum motivo isso me satisfaz. Covarde. Ela ¨¦ um pouquinho mais lenta que eu, s¨® um pouco, depois de alguns momentos de pega-pega . demorou um pouquinho para peg¨¢-la, a maldita correu em c¨ªrculos, cravando minhas garras no ombro dela, ca¨ªmos, me firmando em cima dela. ¡°Por favor¡­ n?o¡­.¡± ela diz. Tarde demais para se desculpar. Ela consegue conjurar outra bola de fogo em sua m?o e acerta o lado esquerdo do meu rosto de rasp?o, quase apagando minha consci¨ºncia, em meio a turbul¨ºncia que era minha cabe?a naquele momento, comecei meu ataque na mulher embaixo de mim. Rasguei seu rosto, peito, bra?os, tudo enquanto ela gritava por ajuda com l¨¢grimas nos olhos, um corte final na garganta a silenciando, sua express?o de pavor com l¨¢grimas e ranho escorrendo congelada na morte. Analisando o estado da batalha, veja Alice ao longe correndo e sangrando por v¨¢rios cortes em sua armadura de couro esfarrapada, vendo que ela est¨¢ com problemas, corro em dire??o ao homem de cabelo preto com a lan?a, quando ele me ver, seus olhos se arregalam um pouco, dando uma olhada r¨¢pida nos dois cad¨¢veres, ele v¨º sua situa??o atual. "Que tal esquecermos tudo o que aconteceu hoje e encerramos as hostilidades?¡±, ele diz, confiante. "Vai sonhando, no momento em que voc¨º apontou essa lan?a para n¨®s, voc¨º j¨¢ ¨¦ um homem morto¡±, eu digo. Esse humano acha que vai sair com vida, s¨® se for pelo meu cad¨¢ver! "Tem certeza ?, um de voc¨ºs pode morrer aqui¡± o homem fala. Ele tem raz?o, ele n?o parece cansado e Alice est¨¢ ferida, mas tudo vai para o fundo da minha mente quando vejo Alice bebendo algo e um corte no rosto fechando sem deixar marcas. ¡°Tch!¡± ele exclama. "Voc¨º esqueceu quem eu sou filha ? Voc¨º vai morrer aqui, Thomas", diz Alice com sua falsa fachada de falsa nobre arrogante usual que ela n?o ¨¦.. ¡°N?o quer saber quem nos contratou, princesa?¡±, a express?o de Alice quase, quase muda com essas palavras, mas ela n?o demonstra rea??o. "N?o se preocupe, vou descobrir eventualmente, prefiro que meus inimigos venham at¨¦ mim, afinal sou ocupada demais para ir at¨¦ eles¡±, a resposta de Alice faz sua m¨¢scara confiante cair,¡° ele ¨¦ todo seu, Ariel¡±, Alice diz. J¨¢ que Alice renunciou sua reivindica??o ao humano, avan?o at¨¦ ele, tentei desviar de sua lan?a, mas ela ¨¦ r¨¢pida e me acerta na coxa com tanta for?a que ficou presa, cortou a pobre cota de malha, mas parou nos m¨²sculos. Agarrando seus bra?os e apertando-os at¨¦ sair sangue "voc¨º ¨¦ meu agora¡± sussurrei para ele entre a dor de queimado e a perfura??o da lan?a. ¡°Me solta sua aberra??o!¡± ele grita. Ele tenta me jogar no ch?o, o que ¨¦ uma tentativa ris¨ªvel, joguei-o na grama e firmando-me em cima dele depois de algum esfor?o, ele finalmente solta sua lan?a que ¨¦ in¨²til agora e come?a a socar meu peito e barriga, eu rasgo ele igual fiz com a mulher, diferente dela, ele n?o grita ou chora, continuamos nos batendo por alguns segundos at¨¦ que a luz de seus olhos finalmente se apaga com um ¨²ltimo golpe. Com um suspiro, saio de cima dele e me sento, apenas para me deitar, girando meu olhar para Alice que est¨¢ sentada me observando. Esse ¨²ltimo soco dele doeu. "Voc¨º t¨¢ bem?¡± perguntei a ela. Merda. Ele me quebrou um dente, Pensei cuspindo o dente, felizmente n?o ¨¦ uma das minhas presas. "Estou bem, apenas cansada de correr e sem mana", ela responde. Isso me tranquiliza. ¨¦ um dente grande e afiado, um pouco diferente de um humano, ele ainda ¨¦ quadrado e retangular como os humanos, mas ainda ¨¦ muito mais afiado. Alice saqueia os corpos recolhendo suas bolsas e outras coisas prendendo-as em seu cinto. "Vamos ?¡± ela chama. ¡°Vamos¡± digo seguindo-a em dire??o a estrada. [Voc¨º subiu de n¨ªvel!] +7 Pontos livres +2 de Constitui??o +2 de Vitalidade +2 de Resist¨ºncia +2 de Sentidos +2 de Intelig¨ºncia +2 de Sabedoria +2 de Aura 006 - Casa Nihara Cap¨ªtulo 6! Perfil: Nome: Ariel Idade: 20 T¨ªtulo: Nenhum Classe: Arcanjo Mutante (VII) N¨ªvel: 13 Massa: 1.253 kg Altura: 2,91 m N¨ªvel Global: 12 Atributos: Pontos livres: 0 Constitui??o: 124 Resist¨ºncia: 33 Vitalidade: 33 Sentidos: 33 Destreza: 7 For?a: 7 Intelig¨ºncia: 33 Sabedoria: 33 Aura: 33 Carisma: 7 Status: Vitalidade: 3.767 For?a: 469 Mana: 1.883 Magia: 166 Energia: 2.717 Aura: 166 Habilidades de Classe ativas: 1/5 [Halo da Salva??o] Habilidades de Classe passivas: 2/5 [Reconstru??o] [Resist¨ºncia] Adaptativos: 0/7 Pontos livres: 0 [Vis?o] LVL.7 - Aumenta a efici¨ºncia dos seus olhos em 70%. [Regenera??o de HP] A Regenera??o natural de Vitalidade aumenta em 70%. ¡°Quanto falta para chegarmos ¨¤ Capital Real?¡± perguntei j¨¢ que estamos andando a um tempo. ¡°Umas 4 horas a p¨¦ nesse ritmo ou 1 hora de carruagem¡± ela me informa. ¡°N?o tem um viajante na estrada capaz de nos fornecer uma carona?¡± Eu sonho acordada. ¡°Essa sua nova habilidade....¡± Alice come?a a falar. Ela me ignorou¡­ ¡°Essa que conjura esse neg¨®cio em cima de mim?¡± eu confirmo, conjurando a habilidade novamente. ¡°Sim, o que isso faz?¡± ela me pergunta apontando acima de mim. ¡°¨¦ chamada de [Halo da Salva??o], tudo que ela faz ¨¦ curar, maneiro n¨¦?¡± eu digo. O que Alice t¨¢ curiosa ¨¦ minha que adquiri la no n¨ªvel 10, quando lutei contra o batedor morto-vivo, aparentemente a habilidade faz um grande c¨ªrculo de aproximadamente 3 metros de diametro cheio de runas que n?o entendo nada e emite uma luz azul e dourada que cura onde a luz toca, curando minhas queimaduras, ainda deixando a marca de queimado, mas recuperou meu cabelo perdido e fechou cortes, deixando apenas a cicatriz. Ouvimos um som de estalo de rodas atr¨¢s de n¨®s, chamando nossa aten??o vemos um enorme lagarto carregando dois vag?es de carro?a t¨ªpica da idade medieval, o maldito lagarto tem 2,5 metros de altura com 6-7 metros de comprimento. ele ¨¦ enorme! ¨¦ assustador pra caralho! ¡°Boa tarde senhor¡±, quando o homem de quase 2,4 metros que est¨¢ dirigindo o lagarto passa ao nosso lado, Alice o comprimenta. "Boa tarde senhoritas, o que posso fazer por voc¨ºs?", ele diz. "Gostar¨ªamos de uma carona at¨¦ a capital real, teria um espa?o vago ?¡± Alice pergunta. ¡°Por duas pratas eu levo voc¨ºs at¨¦ l¨¢", ele diz. N?o tenho nem ideia de quanto ¨¦ duas pratas. ¡°Isso ¨¦¡­. meio caro, n?o ?¡± Alice hesita ao ouvir o pre?o. ¡°N?o, n?o ¨¦, estou levando duas garotas de origem duvidosa que est?o cobertas de sangue e cheirando a cad¨¢veres por 1-2 horas at¨¦ a capital¡± o homem com bigode coloca seus argumentos na mesa. ¡°..... justo¡± Alice aceita entregando duas moedas prateadas a ele. ¡°No ¨²ltimo vag?o onde seu cheiro n?o me alcance, aproveitem a viagem", ele informa. O primeiro vag?o estava cheio de feno ou trigo, seja l¨¢ o que for isso, o segundo vag?o estava pelo menos com um pouco de palha, subimos e nos deitamos olhando para o c¨¦u. ¡­¡­¡­¡­¡­¡­¡­¡­. ¡°Ariel, acorda¡± Alice me acorda, eu ca¨ª no sono sem nem mesmo perceber? Olhando para a dire??o que Alice aponta veja uma enorme muralha com pelo menos 25 metros de altura, de pedra, achei que coisas assim s¨® existia em livros de hist¨®ria, s¨® posso ficar de boca aberto com o tamanho dessa coisa, entrando na fila perto da entrada, com Alice saltando da carro?a e me puxando. ¡°Vamos, n?o precisamos ficar aqui esperando¡± ela diz me puxando. Eu a sigo de m?os dadas e logo chegamos a o que parece um posto de verifica??o na parede onde fica uma entrada com pelo menos 5 metros de altura e largura. Pra que fazer t?o alto e largo? Alice fala com um cavaleiro e tira uma medalha ou semblante e mostra para o guarda, o guarda troca algumas palavras com seu colega e sai correndo para dentro da cidade. "Podemos ir agora, temos que ir r¨¢pido, eles v?o informar toda a cidade que eu cheguei.¡± ela me diz. Aceno e corro junto com ela, passando por v¨¢rias casas e pessoas com v¨¢rios estilos antigos de roupas e de muitas esp¨¦cies diferentes, mas sendo sua maioria principalmente humanos, notei uma crian?a com orelhas de gato, um centauro adulto e o que parecia ser duas pessoas-cobra, a maioria dos adultos do tamanho de Alice, mas nenhum maior que eu, e n?o importava onde n¨®s ¨ªamos, as pessoas apontavam e sussurravam umas pras outras. Se Alice n?o estivesse me puxando com pressa, eu teria absorvido mais dessa cidade. Depois de v¨¢rias lojas, restaurantes, estalagens e mais casas, e depois do que pareceram uma hora de caminhada, chegamos a outra muralha duas vezes mais alta que a primeira, passamos por outro posto de verifica??o, nesse Alice nem mesmo para pra conversar com os guardas, no momento em que ela se aproxima, os v¨¢rios guardas abrem o port?o e nos deixam entrar. Parece que entramos em outro mundo, quando passamos pelo port?o, casas enormes e mans?es parecidas com pal¨¢cios, ruas bem limpas e guardas fazendo patrulhas. Esses guardas s?o grandes, cada um deles acima de 2,5 m de altura, devem estar acima do n¨ªvel 200 ou 50 no n¨ªvel global. Finalmente chegando ao nosso destino, uma enorme mans?o que tenho certeza que ¨¦ maior que o pent¨¢gono em todos os sentidos, principalmente na porta, 4 metros de porta. Ok, isso ¨¦ um absurdo, tudo aqui ¨¦ grande demais. Passando pelos port?es, os cavaleiros que estavam guardando se curvaram e disseram algo como "Bem vinda de volta, princesa!¡± Em un¨ªssono, chegando a enorme porta, vejo v¨¢rias ma?anetas, cada uma para um certo n¨ªvel de altura. Isso ¨¦ engenhoso, eu penso. O Sol j¨¢ estava se pondo e levamos praticamente. estou suando e preciso urgentemente de um banho. Unauthorized content usage: if you discover this narrative on Amazon, report the violation. Abrindo um pouco a porta e praticamente chutando-a, Alice entra enquanto me arrasta gritando ¡°Estou Viva!" Ou?o um leve tremor quando um homem grande vestido como um mordomo aparece. ¡°Princesa, tenha modos, pelo menos na presen?a de convidados", ele diz enquanto alterna entre eu e Alice. Quando Alice estava para responder ao mordomo, um par de m?os a pega por tr¨¢s e a levanta. "Rafaela!, n?o, n?o!¡±, a mulher que se parece com Alice, a esmaga e a joga pra cima e a sufoca. Ela n?o ¨¦ muito grande, duas d¨²zias de cent¨ªmetros maior que Alice, mas claramente mais forte pelo jeito que Alice ¨¦ arremessada para cima. "Alice!" Ou?o uma voz profunda e alta que faz meu corpo tremer no ritmo da voz, quando um homem na casa dos40 caminha at¨¦ n¨®s, cada passo dele faz o ch?o tremer, parece que meu cora??o est¨¢ batendo ao ritmo de seus passos. Ele ¨¦ mais alto que eu! ¨¦ a primeira vez que encontro algu¨¦m t?o alto. "Alice, minha filhinha, por que demorou tanto?, quase fechei as fronteiras e estava a caminho de pedir uma ordem real para te procurar. Quando soube que voc¨º voltou para casa fiquei t?o aliviado!¡± A pessoa que presumo que seja o pai de Alice diz com sua voz profunda. "Eu n?o duvido disso, n?o consigo nem nivelar direito com a quantidade de prote??o que voc¨º coloca em mim quando me leva para ca?ar¡± Alice exclama quando se liberta da Alice mais velha. ¡°Que bom que voltou para casa, voc¨º vai ter que me contar tudo depois do banho, pelo Sol! Minha filha, voc¨º est¨¢ cheirando a um cad¨¢ver! Leve sua nova amiga com voc¨º, depois nos apresentamos.¡± Diz o homem enorme. Alice acena e puxa minha m?o, me arrastando pela enorme casa at¨¦ o que eu presumo que seja o banheiro, eu esperava apenas uma banheira com ¨¢gua , mas subestimei o sistema de encanamento desse mundo, tinha at¨¦ um chuveiro e a banheira com a qual imaginei se transformou em uma piscina de v¨¢rios n¨ªveis de profundidade, rapidamente tirando minha armadura que saqueei do zumbi, quando estou para entrar na piscina. Necessito tanto de um banho nesse momento quanto uma pessoa pode precisar. ¡°N?o entre ainda, vamos tirar toda essa sujeira primeiro¡± Alice me alerta. Quase estraguei a ¨¢gua. ©\©\---©\--------©\--------------------------------------------------------©\--------------------------------------------------- Vis?o de Raphael "O que acha?" Perguntei a Rafaela. "Ela n?o sabia quem voc¨º era ou eu, viu o jeito que ela olhou para tudo? Sem nem mesmo prestar uma sauda??o a n¨®s?" minha filha disse. Como uma crian?a ou algu¨¦m de algum lugar distante. N?o tem como n?o saberem quem eu sou. ¡°Viu aquelas cicatrizes? e a queimadura e o corte no rosto? cicatrizes nas m?os e bra?os tamb¨¦m, essa marca de queimado ¨¦ [bola de fogo], ela deve ter passado por maus bocados, coitada, t?o jovem¡­. ser¨¢ que ela fez time com Alice para ir a masmorra ou apenas para se aproximar dela?, ou ¡­¡± perguntei ¨¤ minha filha, sempre confiei nas intui??es dela. "N?o vi nada estranho com Alice, ¨¦ a mesma de sempre com 2 n¨ªveis a mais, e essa garota que ela trouxe ¨¦ uma inc¨®gnita, tem muitas caracter¨ªsticas de muitas esp¨¦cies, um meio-vampiro da mais alta descend¨ºncia talvez?¡± Rafaela me pergunta. ¡°Vampiros podem ter garras nas m?os, mas a garota tinha asas penosas grandes demais e garras nos p¨¦s tamb¨¦m, coisas que vampiros n?o tem " reflito em voz alta. "Ser¨¢ que Alice foi encantada de alguma maneira ?¡± eu pergunto, fazendo minha filha Rafaela me dar cara feia. "Voc¨º n?o acha que eu teria percebido algo assim ?¡± Rafaela disse me dando um olhar de raiva, por isso prefiro Alice, muito mais fofa quando fica com raiva. "Vou mandar ficarem de olho nela, Alice nunca traz algu¨¦m para casa e quando o faz, vem essa coisa parecida com um cad¨¢ver, juro que quando vi pela primeira vez a confundi com um morto-vivo por causa da pele p¨¢lida, sangue e o cheiro.¡± digo esfregando o nariz. "Se Alice descobrir que voc¨º est¨¢ espionando sua nova amiga, ela vai fazer birra e n?o vai te ver por uma boa semana.¡± Rafaela me alerta. "Urgh, nem me fale, eu teria abra?ado e apertado ela, se n?o tivesse recebido um relat¨®rio de que ela chegou na cidade com algu¨¦m que ningu¨¦m conseguiu identificar. Vou manter um pouco de distancia enquanto ela estiver aqui." "Vou ¨¤ biblioteca ducal tentar achar algo sobre sua esp¨¦cie, enquanto isso, deixo essas coisas com voc¨º.¡± Disse Rafaela saindo pela porta Rafaela diz isso e passa pela porta, deixando eu e Roberto na entrada, n?o precisa dar ordens a Roberto, aprendi a muito tempo que nunca precisei, ele sempre fez o melhor pela fam¨ªlia, agora, o que eu fa?o?, sei que Alice n?o est¨¢ em perigo pois se aquela garota fosse uma assassina, teria feito o ato longe da cidade. Ela ¨¦ uma garota crescida agora, ela era t?o pequeninha quando Sylvia estava viva, que saudades¡­. nossa garota cresceu e se tornou uma mulher adulta, ah meu amor, como eu queria que voce estivesse aqui entre n¨®s. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Atualmente no banheiro: Atributos: Pontos livres: 0 Constitui??o: 124 Resist¨ºncia: 33 Vitalidade: 33 Sentidos: 33 Destreza: 7 For?a: 7 Intelig¨ºncia: 33 Sabedoria: 33 Aura: 33 Carisma: 7 Eu atualmente estou informando Alice dos meus atributos que ela tanto queria saber. ¡°A diferen?a entre um Tier II e um Tier VII ¨¦ t?o est¨²pida! e voc¨º ainda nem tem um t¨ªtulo!" Alice grita. ¡°Por favor, aceite a realidade Alice¡± eu digo. ¡°¨¦ simplesmente muito injusto, porque estou presa a este corpo humano quando tem coisas melhores pra ser? "Alice! O jantar est¨¢ quase pronto!¡± Uma voz feminina vem do outro lado da porta. A voz faz Alice congelar. ¡°Merda, n?o nos lavamos quase nada! Temos que nos apressar!¡± Alice exclama e come?a a se lavar em velocidades recordes. "Voc¨º tamb¨¦m, se quiser comer" ela me avisa, exceto a parte ¡®se quiser comer¡¯ que soou como uma amea?a. Trocando olhares e chegando a um acordo t¨¢cito, come?amos a nos lavar, esfregamos as costas um ao outro, Alice enlouquece nas minhas asas e cabelo, o que eu tenho de monte, a ¨¢gua come?ando a ficar vermelha e marrom de tanta sujeira contida, terra, sangue e peda?os pequenos de pele e carne. Quase esqueci do meu rabo, felizmente foi t?o f¨¢cil quanto limpar um perna, lavando meu novo membro mais sens¨ªvel, n?o posso deixar de soltar alguns suspiros, maldito org?o sens¨ªvel. O processo foi bem mais moderno do que eu esperava de uma sociedade medieval, com sab?o, espuma e outros produtos para a pele e cabelo, n¨®s se enxugamos e enxugamos um ao outro, eu n?o tinha roupas sobressalentes, Alice disse que posso pegar roupas no arm¨¢rio perto da porta de sa¨ªda, abrindo o arm¨¢rio gigante, vejo muitos roup?es brancos de diversos tamanhos dobrados e algumas roupas ¨ªntimas. ¡°Posso pegar qualquer um desses ?¡± perguntei a Alice. ¡°Pode at¨¦ rasgar um pouco para encaixar suas asas e o rabo, eles v?o ser substitu¨ªdos mesmo¡± ela me responde entrando em uma porta lateral com alguns ¡®brinquedos¡¯ na m?o. Estreme?o com a vis?o. Antes de Alice fechar a porta,¡± Pode usar umas das salas laterais como essa pra poder se aliviar, se quiser, ¨¦ claro¡± ela diz maliciosamente, fechando a porta. Na casa de outra pessoa ? Nunca. Pegando as roupas ¨ªntimas que acho que devem servir, fa?o os rasgos padr?es nelas, felizmente ¨¦ apenas 3 pe?as de roupas, 2 pe?as ¨ªntimas e o enorme roup?o que se estende at¨¦ o tornozelo, amarrando e garantindo que os buracos n?o foram grandes demais. Quando eu e Alice sa¨ªmos do banheiro, encontramos o mordomo no caminho levando uma enorme mesa e algumas banquetas menores, essas coisas devem pesar tanto quanto Alice e ele n?o parece nem um pouco incomodado. "Ei! Roberto! Estou atrasada?¡± Alice pergunta. Dando um olhar para baixo, Roberto responde, ¡°N?o, princesa, chegou na hora certa, vou colocar as banquetas e trazer a comida¡± e se curvou levemente, as banquetas nem balan?aram. Como ele fez isso sem mover as banquetas ? Chegamos a uma sala com uma grande mesa, provavelmente 4 por 12 metros, um pouco acima do recomendado para minha altura, ent?o ¨¦ para isso que servem as banquetas. O mordomo, Roberto coloca as banquetas ao redor da mesa e gesticula para nos sentarmos, tomando meu lugar ao lado de alice, vejo As 3 banquetas, a grande esta na ponta da mesa em frente a enorme janela, vendo atrav¨¦s do vidro um enorme campo atr¨¢s e duas fileiras de muralhas ao longe. ¡°Oh, n?o sabia que t¨ªnhamos um convidado, isso ¨¦ uma raridade¡± disse um homem parecido com o pai de Alice, provavelmente irm?o de Alice, entrando pelo corredor principal e passando pelas enormes portas do sal?o. Ele tem a minha altura, e tem o cabelo preto como pai. ¡°Prazer Senhorita, sou Arthur Nihara, um cavaleiro do reino e atual herdeiro do ducado Nihara." Ele me comprimento estendendo a m?o, ele ¨¦ maior que Rafaela por uns bons 20 cent¨ªmetros. Ele ¨¦ bonito. Levanto e aperto sua m?o, ¡±Prazer, sou Ariel" digo dando-lhe um sorriso.¡± Ele piscou uma vez perplexo e olha pra Alice ao meu lado que estava contendo uma risada, Alice o ignora totalmente seu olhar. Quando ou?o impactos no ch?o e a mesa vibra um pouco a cada passo, vejo a irm? mais velha de Alice, Rafaela e seu pai, do qual ainda n?o sei o nome entrando pela porta, os dois dando-me olhares e se sentando, Arthur e Rafaela sentam do outro lado da mesa ficando de frente comigo e Alice, como dois ca?adores esperando a oportunidade, posso dizer que eles est?o me observando. O pai de Alice, que agora lembrei o nome, Raphael, toma o centro, sentando-se no ch?o, colocando a enorme banqueta/mesa em cima da mesa para combinar com sua estatura. "Enquanto a comida n?o chegou, que tal nos apresentarmos?, eu come?o, meu nome ¨¦ Raphael Nihara, Gr?o-Duque do nosso glorioso reino de Rihal e atual chefe dessa linda e amorosa fam¨ªlia.¡± diz Raphael, sua voz infiltrando-se em cada mol¨¦cula minha. ¡°Eu sou a pr¨®xima, Meu nome ¨¦ Rafaela Nihara, filha de Raphael e irm? mais velha de Alice", diz Rafaela produzindo uma sauda??o parecida com a de Alice quando a conheci. "J¨¢ nos apresentamos antes, mas fa?o novamente, sou Arthur Nihara, cavaleiro do reino e atual herdeiro do ducado Nihara, irm?o mais velho de Alice e Rafaela, ¡± disse ele. Alice gesticula para eu me apresentar. "Sou Ariel, prazer em conhec¨º-los" me apresento. ¡°Bom!, agora que estamos apresentados, minha filha, Alice, por que voc¨º n?o nos conta sua hist¨®ria de como a conheceu, heim? Estamos extremamente curiosos, afinal voc¨º nunca trouxe algu¨¦m para casa e costuma esconder com quem se relaciona¡± diz Raphael olhando para Alice ao meu lado. Ele foi direto no assunto. ¡°¨¦ uma longa e complicada hist¨®ria, quer mesmo ouvir?, papai ?¡± Alice tenta dissuadir seu pai, dando-lhe um golpe cr¨ªtico, chamando-o de ¡®papai¡¯ e dando seu melhor olhar de ¡®n?o quero¡¯. Parece funcionar no pai, e ele cede, mas o mesmo n?o vale para seus irm?os, que sempre procuram vantagens na fam¨ªlia, descobrindo segredos uns dos outros, negociando favores, arrancando os cabelos uns dos outros e tentando obter cada conex?o poss¨ªvel. ¨¦ dif¨ªcil viver em um reino onde seus status s?o altos o suficiente para que os ¨²nicos rivais poss¨ªveis sejam sua fam¨ªlia. ¡°Oh, agora que o pai mencionou isso tamb¨¦m estou interessado, n?o mesmo Rafaela ?¡± diz Arthur, olhando para Rafaela. "Sim, tamb¨¦m quero saber, afinal ¨¦ a primeira pessoa que Alice traz para casa em dez anos¡± diz Rafaela com um olhar transmitindo algo para Alice, fazendo-a enrijecer. 007 - O Gr?o-Duque Cap¨ªtulo 7! O golpe pode ter funcionado no Raphael, mas seus irm?os n?o t¨ºm o mesmo n¨ªvel de amor que seu pai, s?o maldosos, sempre ¨¤ espreita de uma oportunidade de atacar sua irmanzinha menor. Relutante, Alice cede e come?a a contar os eventos que aconteceram dentro da caverna e como ela foi emboscada. ¡°Eu queria ter um pouco de a??o, e tentar nivelar um pouco mais antes de ir a academia desde que cheguei novamente ao segundo reino, por isso fui ¨¤ guilda de mercen¨¢rios e me juntei a uma equipe de baixo n¨ªvel para me ajudar e fornecer suporte¡± Alice come?a. A comida chega, enormes pratos com enormes fatias de carnes e verduras, Tudo aqui ¨¦ muito grande! Que tipo de carne ¨¦ essa? Roberto colocou os pratos no centro da mesa e o pessoal come?a a se servir e comer enquanto Alice continua sua hist¨®ria. "Uma equipe se ofereceu para o trabalho, todos eles estavam no segundo reino com o n¨ªvel global em torno de 20, o mais alto ¨¦ era um cara com uma lan?a, nem lembro o nome dele mais-¡± "Thomas" eu interrompi, recebendo olhares dos quatro. Melhor ficar quieta. ¡°Isso, Thomas e o resto de sua equipe me tra¨ªram quando chegamos ao sal?o do cavaleiro, eles se viraram contra mim e come?aram a me atacar, me pressionando entre o guardi?o cavaleiro e uma porta que eu n?o sabia onde levava", Alice continua. "Como n?o tinha como voltar mais para a superf¨ªcie por causa que a entrada estava bloqueada pelo grupo traidor, fui para outra porta que dava para algum lugar mais fundo na caverna, depois de colocar o cavaleiro e a equipe de Thomas um contra o outro, corri e corri, s¨® parei quando descobri que eles n?o me seguiram.¡± "Estava apavorada, n?o tinha uma habilidade de classe com um ataque forte, o que eu agradeci, pois sem minha habilidade de cura, teria morrido pelos ferimentos ou falta de sangue.¡± Alice faz uma pausa para colocar comida em seu prato, corta um peda?o de carne com algum tipo de vegetal, engolindo-os, ela continua. ¡°E agora come?a a parte estranha¡± gesticulando para mim, fazendo o resto da fam¨ªlia voltar seu interesse para mim, as m?os de Raphael est?o fechadas com tanta for?a que exalam o cheiro de sangue, fazendo Roberto tirar um len?o e come?a a limp¨¢-las, mesmo assim ele nunca interrompeu Alice. ¡°Como sabia que n?o poderia voltar, fui mais fundo e acabei encontrando uma sala, com runas de ilumina??o nas paredes e um altar no centro com um corpo em cima. No come?o eu pensei que era um pessoa morta ou um tipo semelhante ao cavaleiro que ia me atacar logo em seguida, mas a avaliei e descobrir que estava no n¨ªvel 5, fiquei um pouco surpresa que algu¨¦m nesse n¨ªvel chegou t?o longe na caverna¡± ¡°Seguindo os conselhos do papai do que fazer quando est¨¢ em uma situa??o incerta, joguei uma pedra no corpo-¡± ¡°Puft!¡± Arthur e Rafaela engasgam com aparentemente apenas oxig¨ºnio, Alice continua, ignorando os dois ¡°Continuando, depois de acordar-l¨¢, foi a partir da¨ª que nos conhecemos, Ariel n?o sabia onde estava e como ela veio parar ali, e parece que Ariel tinha um corpo humano antes disso.¡± ¡°Espera, t¨¢ me dizendo que voc¨º encontrou essa sua ¡®amiga¡¯ em Kunlun La no n¨ªvel 5 e agora ela est¨¢ no n¨ªvel 12?, n?o faz nem quatro dias que voc¨º partiu!¡±, Rafaela grita, o que faz todos se concentrarem em mim e se perguntarem como algo assim aconteceu. "Calma, j¨¢ chego l¨¢, depois de conversar um pouco com Ariel, cheguei a uma decis?o que n?o poderia escapar sozinha, depois de avaliar Ariel, descobrir que ela tem ¨®timos tra?os dos quais permanecer?o em segredo, sei que ¨¦ dif¨ªcil de acreditar nisso, mas Ariel tem capacidade de lutar contra criatura com o dobro do seu n¨ªvel, gra?as as suas garras e presas, ela consegue vencer um zumbi guerreiro sem estar usando uma armadura ou alguma arma¡± "Isso ¨¦ realmente impressionante¡± O Gr?o-Duque Raphael elogia. ¡°Nas partes mais profundas da caverna, ajudei Ariel a nivelar do n¨ªvel 1 ao 5, dos 5 ao 10, Ariel praticamente nivelou sozinha lutando contra hordas de bloodhounds e pestes da caverna, s¨® recebendo ferimentos graves quando encontrou o zumbi batedor" Alice me elogia que se estivesse contando algo impressionante. ¡°Depois da luta com o zumbi batedor, Ariel me ajudou a derrotar o (cavaleiro guardi?o do trono), mal conseguimos, o cavaleiro me arremessou como se eu n?o fosse nada, s¨® Ariel podia bater de frente com ele com seu tamanho rid¨ªculo, e eu s¨® entrava na luta quando via uma oportunidade. ¡°Depois de o derrotamos a um custo significativo, recuperamos nossa energia depois de uma soneca. No momento em que sa¨ªmos da masmorra, encontramos o Thomas e sua equipe me esperando no lado de fora da masmorra. Lutamos e ganhamos, bem¡­ Ariel lutou, eu s¨® corri de Thomas e me curava quando ele me feria, Thomas veio atr¨¢s de mim e o escudeiro e a maga foram pra Ariel, ela os destro?ou e durante essa batalha ganhou essa marca de queimadura no rosto." disse Alice apontando para o meu lado direito do rosto. ¡°O que aconteceu com Thomas?" Arthur pergunta, sua voz fria. "Quando Ariel terminou aqueles dois, ela foi para Thomas e o matou¡± Alice responde enquanto coloca outro peda?o de comida na boca. ¡°E mais uma coisa" diz Alice recebendo aten??o. "Eu n?o queria ser tra¨ªda novamente, mesmo com a baixa possibilidade, tive que fazer um pacto de sangue com Ariel.¡± disse Alice. Isso tira a respira??o de todos, colocando seus olhares em mim, tentando baixar a tens?o na mesa. ¡°Que tipo de pacto voc¨º fez, minha filha?¡± Raphael pergunta me olhando nos olhos. ¡°O de [irm?os de juramento]¡± Alice responde apreciando sua comida com calma. A resposta faz todos suspirarem, eles temiam o pior, quando sinto um leve movimento em minhas penas, vejo o mordomo, Roberto, atr¨¢s de mim. Eu nem o notei se aproximando. ¡°HAHAHAHAH!¡±, Raphael solta uma risada estrondosa, que faz os pratos na mesa tremerem. "Ent?o ganhamos um novo membro da fam¨ªlia!¡± Ele exclama e se levanta em toda sua altura de 3,5 metros, agora que eu tive uma precis?o melhor em medir sua altura aparente. Ele se curva para mim, nivelando nossas alturas. ¡°Tenho que me desculpar em rela??o a voc¨º, senhorita Ariel, pensei que voc¨º tinha se aproximado da minha filha com o intuito de se aproveitar dela como muitos tentaram antes, jamais teria imaginado que voc¨º teria salvo a vida dela, eu me desculpo profundamente¡± ele diz ainda curvado e espera minha resposta. Fico surpresa com tal declara??o, depois de um momento de sil¨ºncio eu falo. "Levante sua cabe?a, Gr?o-Duque, ¨¦ normal para um pai levar a prote??o de sua pequena filha a s¨¦rio¡± Alice chuta meu lado, quase me fazendo cair da banqueta. "Voc¨º s¨® tem tamanho! T¨ªmida como um pintinho! Aposto que te derrubo em um duelo!¡±, Alice protesta em rela??o ¨¤ palavra ¡®pequena¡¯, o que arranca risadas de todos os presentes, me sentando na banqueta novamente, vejo o pai de Alice com um olhar feliz, o que me faz sorrir. ¡°Veremos quando eu chegar ao segundo reino¡± , eu afirmo pra ela. "Agora vamos comer, nem toquei na minha comida ainda", disse Raphael voltando a se sentar e comer. ¡°Ah, antes que eu me esque?a, Rafaela, voc¨º n?o tem nada a dizer a Ariel?" Raphael a pressiona. Rafaela para o peda?o de carne a meio cent¨ªmetro da boca e olha entre mim e Raphael, se levantando, ela me d¨¢ um olhar complexo. "Eu compartilhava a mesma opini?o de meu pai, senhorita Ariel, me desculpar por duvidar de voc¨º" Rafaela diz abaixando a cabe?a. ¡°Tudo bem, n?o se preocupe com isso¡± eu disse com um gesto, n?o me importando no que os outros pensam de mim. isso ¨¦ estranho pra caralho. Passamos o resto do jantar comendo e trocando frases uns com os outros, acho que nunca comi tanto comida na minha vida, muito mais do que na caverna, e ainda nem mesmo perto do que Raphael comeu. quando est¨¢vamos prestes a sair, o Duque chamou Alice. "Querida, depois me encontre no meu escrit¨®rio, ah, e traga Ariel junto", diz ele. "Pode ser agora ? N?o temos nada para fazer agora." Responde Alice. "Ent?o me sigam", diz Raphael passando por n¨®s e come?a a caminhar pelo enorme corredor, subindo v¨¢rios andares de escada, passamos por mais alguns corredores, chegamos a uma porta com quatro metros de altura que o duque pode ter alguns problemas para entrar no futuro, entrando em um quarto com v¨¢rias mesas ocupadas de o que presumo serem arquivos ou relat¨®rios. O Duque Raphael se sentando atr¨¢s da mesa central com vista para o resto da cidade, gesticulando para nos sentarmos nas duas cadeiras ¨¤ sua frente, n¨®s fazemos, embora um pouco atrapalhado, j¨¢ que s?o bem altas. The narrative has been taken without authorization; if you see it on Amazon, report the incident. "Bem, vou ir direto ao assunto, Alice, a academia vai abrir em breve, voc¨º vai entrar na sala de nobres especiais, onde a futura elite nobre do nosso pa¨ªs estar¨¢ sendo ensinada." "Sobre isso¡­tenho uma sugest?o." "Colocar Ariel na mesma classe ¨¦ quase imposs¨ªvel" disse Raphael j¨¢ sabendo o que sua filha pensava, ele estava ciente que Alice iria precisar de aliados l¨¢ dentro. "Por que ?" Alice protesta. "Regras, Ariel precisa est¨¢ no n¨ªvel cinquenta no m¨ªnimo e ser a herdeira de uma casa nobre com terras" "N?o tem como contornar essas regras ?" "At¨¦ tem, voc¨º precisa provar que Ariel tem algo que ningu¨¦m tem, e que vale o que investir tempo e dinheiro nela, e n?o apenas isso, precisa ser algo que n?o ameace seus colegas pr¨®ximos" diz Raphael pensativamente. O que na verdade ¨¦ apenas uma estrat¨¦gia de Raphael conseguir informa??es sobre Ariel, sua filha n?o iria trazer algu¨¦m sem utilidade para casa, Raphael quer saber o que Ariel tem de especial, ele sabe que tem algo especial na garota de asas e rabo de¡­ lagarto?, mas Raphael n?o sabe tudo ainda.. Raphael n?o estava mentindo, esse seria o caso para qual uma pessoa especial seria submetida na classe noble especial como uma Esp¨¦cie de Tier III ou Tier IV , Raphael poderia facilmente colocar Ariel dentro de uma classe nobre sem problemas, apenas com a desculpa de que Ariel ¨¦ apenas um servo para cuidar de sua filha amada, ou qualquer outra desculpa aleat¨®ria. Mas n?o dentro da classe nobre especial. Apenas a futura elite do pa¨ªs pode entrar l¨¢ Os Nihara s?o geralmente Neutros, s¨® intervindo quando a realeza ou a nobreza est¨¢ fazendo algo que n?o deve, ou quando ultrapassam a linha amarela. Raphael Nihara queria saber mais sobre essa garota de quem ningu¨¦m sabia de nada, e ele estava jogando com sua filha nesse sentido, ele tamb¨¦m n?o sabe se a hist¨®ria que ela contou ¨¦ verdade, e se for realmente mentira, ele jamais encontraria testemunhas, afinal, os mortos n?o falam. "Ent?o vai ser moleza." Diz Alice pulando de euforia. "A escola come?a em tr¨ºs semanas, Ariel n?o vai conseguir chegar a cinquenta a tempo. O nivelamento diminui quando mais alto vai." "Claro que ela vai, Ariel ¨¦ uma aberra??o quando se trata de nivelar. Al¨¦m disso, ela ¨¦ uma atrasada" Alice diz. Atrasada? "Isso apenas complica mais as coisas, por que a escola a aceitaria ? Se for porque ela tem asas, um rabo escamado e ¨¦ uma vampira de alto escal?o? Isso n?o ¨¦ o suficiente" rebate Raphael. O que ¨¦ mentira, ele e sua filha sabem disso. "Posso contar?" Alice me pergunta. "Pode" respondi, n?o quero me separar de Alice ainda, se tiver que fazer esse pequeno sacrif¨ªcio, que fa?a. "Pai, Ariel n?o vem de uma esp¨¦cie comum ou rara como os vampiros, mas de uma esp¨¦cie de Tier VII !." As palavras de Alice fazendo os olhos de Raphael se abrirem um pouco mais. "Como posso acreditar nisso?" Raphael perguntou estreitando os olhos. "Ela est¨¢ no n¨ªvel global 12, n?o ¨¦?" "Sim?" Raphael n?o sabe onde sua filha quer chegar. "Ariel consegue matar algo com o dobro do seu n¨ªvel, n?o porque ela ¨¦ um pouco maior ou porque tem garras, Ariel tem enormes vantagens¡­ Ela para, me olhando, dessa vez com nervosismo, apenas dou um encolhida de ombros. ¡°Ela ¨¦ Tier (VII), ela tem mais de 100 de Constitui??o, no n¨ªvel 12, n?o existe ningu¨¦m no mundo capaz de bater de frente com ela!, bem¡­ quase ningu¨¦m." Disse Alice. "Quantos pontos tem nas outras estat¨ªsticas ?" Ele me pergunta virando o rosto. "Geralmente eu coloco meus pontos apenas em constitui??o quem tem 124, 33 em Resist¨ºncia, Sentidos, Aura, Sabedoria e vitalidade, o resto est¨¢ tudo em 7" respondi confiante. Eu posso me gabar, afinal, sou claramente superior como esp¨¦cie. ¡°Qual o n¨ªvel pessoal ?¡± ele me pergunta. ¡°13¡± eu respondo mais r¨¢pido que o normal. Ele solta um suspiro e come?a a massagear a testa, pega um peda?o de papel e come?a a escrever, Alice e eu ficamos em sil¨ºncio enquanto isso, ele termina e olha para n¨®s. "Esse ¨¦ um grande assunto e terei que falar com o rei sobre isso, apenas uma esp¨¦cie de Tier V ¨¦ um caso in¨¦dito no reino, soube que tem alguns dentro dos imp¨¦rios e reinos distantes, mas nunca em Rihal. Agora¡­ um Tier VII ¨¦ algo realmente s¨¦rio." Raphael enfatiza com severidade. Uma respira??o depois, ¡°Uma esp¨¦cie tier VII ¨¦ algo que pode entrar pra hist¨®ria, a ¨²ltima vez que algo assim apareceu foi¡­ antes da vingan?a de Zakros, O Senhor dos Raios¡± "Se eu receber a aprova??o do rei, colocarei voc¨º duas na mesma classe, mas antes, vou ver por mim mesma se suas palavras s?o verdadeiras ou n?o¡± disse ele estreitando os olhos para mim. Entendo que Raphael ainda est¨¢ desconfiado do quanto ¨¦ verdade, embora me mostrar isso abertamente me incomode um pouco. Como ousa.. ¡°Como voc¨º planeja fazer isso exatamente?, vai test¨¢-la ?" Alice pergunta com relutancia, fazendo parecer que seu pai n?o ¨¦ uma pessoa que se pode medir por padr?es normais. ¡°Vou lev¨¢-la para o norte, para o al¨¦m das grandes plan¨ªcies, perto da Grande Fortaleza de Pawarth.¡± "Est¨¢ louco ?, mesmo com¡­ espera, esse ¨¦ um bom m¨¦todo.¡± diz Alice com um sorriso, embora ele mude para outra coisa quando olha para mim, ela olha pra mim com¡­ Pena? Simpatia? n?o entendi ao certo. "Se voc¨º ¨¦ t?o boa quanto minha filha diz, deve sofrer um pouco, mas vai sobreviver sem problemas, no pior dos casos, irei intervir e caso n?o consiga nivelar at¨¦ 50 em tr¨ºs semanas¡­ bem, n?o preciso dizer o resto.¡± Raphael avisa. ¡°Ariel pode morar nessa casa por enquanto, Roberto j¨¢ preparou um quarto para ela dormir essa noite, n?o que v¨¢ usar, sairemos antes do amanhecer, esteja pronta,¡± ele diz olhando para mim. ¡°Obrigado pela chance, Duque Raphael" agrade?o. se for para ficar com minha irm?, n?o vejo problema "Podem sair, enquanto isso vou para o pal¨¢cio" ele diz isso e n¨®s dois sa¨ªmos. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Vendo as duas garotas sa¨ªrem, n?o posso deixar de soltar um suspiro, n?o deixei de notar porque Alice quer tanto Ariel e ela na mesma sala, ter um aliado confi¨¢vel em um ambiente desconhecido ¨¦ bom, ainda mais uma esp¨¦cie ¨²nica! Minha filhinha encontrou uma mina de ouro em forma de Ariel, n?o deixei de notar que Ariel ¨¦ muito mais pesada que Alice, na verdade, ela ¨¦ mais pesada que eu por uma boa margem. Vestindo meu uniforme oficial, minhas medalhas, colocando uma das minhas espadas na bainha da minha cintura. Foram tantas que usei durante minha vida, faz tanto tempo desde a primeira¡­. ¡­¡­.. Sempre admirei o pal¨¢cio real, embora passar tantas vezes me cause um pouco de enjoo, cada homem, serva, guarda, soldado, me observa quando eu saio da carruagem, eles sabem que posso ouvir quando cochicham um com outro e mesmo assim o fazem, n?o me importo, vivi de acordo com minhas pr¨®prias regras, minha reputa??o ¨¦ impec¨¢vel e minha casa ¨¦ t?o poderosa quanto muitas casas nobres juntas, ostentando a maior for?a militar do reino. Passando pelos postos de controle, digo ao guarda que quero uma audi¨ºncia de caso especial com o rei, vendo o guarda saindo com pressa, enquanto isso espero em frente a camara real onde s?o decididos as dire??es que o reino deve seguir, a qualquer momento pode sair uma declara??o de guerra a um de nossos vizinhos ou outra coisa t?o relevante quando isso. Vendo o guarda voltando. ¡°Sua Majestade o chama, Gr?o-duque¡± diz o mesmo guarda com quem falei mais cedo. Ele me acompanha at¨¦ os aposentos reais, onde a fam¨ªlia real vive, o lugar todo ¨¦ um esbanjamento total de dinheiro, espa?o precioso dentro das grandes muralhas que poderiam ser melhor utilizados do que servir de moradia para apenas 5 pessoas e 50 servos. O guarda no qual n?o sei o nome e nunca saberei pelo jeito, j¨¢ que ele trabalha no pal¨¢cio a d¨¦cadas e nunca disse nada mais do que o necess¨¢rio, me guia at¨¦ a porta dos aposentos reais, abrindo a porta para mim, eu entro. Agora come?a a parte chata desse lugar. ¨¦ enorme, e tenho que encontrar o rei onde quer que ele esteja, torcendo para n?o cruzar com aquela mulher. Queria tanto cham¨¢-la de bruxa... Sei que muitos dos meus colegas pensam o mesmo dela. Algu¨¦m que chegou ao poder controlando o pr¨®prio marido. Se eu a vir, n?o vou pensar em mais nada al¨¦m de correr como se minha vida dependesse disso. N?o quero ter nada a ver com aquela coisa. Era para os guardas j¨¢ terem se livrado daquela bruxa a muito tempo. Indo em dire??o ao p¨¢tio, vejo que est¨¢ vazio. agora a caminho do outro p¨¢tio, ele tamb¨¦m n?o est¨¢ l¨¢, gra?as as minhas pernas grandes, consigo caminhar muito mais r¨¢pido que a maioria das pessoas, e gra?as ao Sol, ele est¨¢ no terceiro p¨¢tio, vendo sua figura atrav¨¦s dos arbustos, parece que est¨¢ conversando com algu¨¦m, mas devido ao guarda-sol n?o sei quem poderia ser, outro vassalo talvez? Imposs¨ªvel, como se algu¨¦m realmente viesse aqui por vontade pr¨®pria. Quando entro atrav¨¦s da porta de arbusto bem mantidos e organizados, vejo a pessoa ou melhor, pessoas, o rei e suas duas filhas mais novas e, embora sejam g¨ºmeas, s?o muito diferente uma da outra, parece at¨¦ que o tempo em que todos nasceram foi cronometrado com o meu, sua filha mais velha, a princesa herdeira tem a mesma idade de arthur com 26 anos e suas duas g¨ºmeas t¨ºm a mesma idade de Alice com 18 anos. Quando olho para a ¨²ltima figura n?o posso deixar de ficar cauteloso, por um momento eu pensei que era a princesa herdeira, mas n?o. Cada cent¨ªmetro do meu corpo entra em alerta m¨¢ximo, diminuindo a velocidade de meus passos e preparado para correr a qualquer momento, mantendo a distancia mais longa poss¨ªvel. "Sua majestade, vim aqui na necessidade de discutir um assunto de circunstancias um tanto especiais¡± eu disse em uma distancia bem consider¨¢vel dos tr¨ºs. ¡°Raf, meu amigo!, n?o h¨¢ necessidade de tamanha distancia, venha, se aproxime.¡± Rawell pede. Me aproximando um pouco mais, olhando para a rainha e suas filhas, todos bonitos, a rainha de longe supera todos eles, mesmo eu, que j¨¢ fui casado e tive filhos, me sinto atra¨ªdo por sua beleza, o que me faz aumentar ainda mais minha guarda. ¡°Estou bem dessa distancia, Rawell, podemos discutir um certo assunto em particular?¡± ¡°Deixe-me te apresentar meus filhos mais novos ent?o antes de sairmos, desde que me casei voc¨º evita esse pal¨¢cio como se fosse a torre de uma bruxa, bem n?o ¨¦ s¨® voc¨º que faz isso¡­¡± diz Howell arrancando algumas risadinhas dos seus filhos. ¨¦ porque esse pal¨¢cio ¨¦ a torre de uma bruxa, aquela que est¨¢ te escravizando, e esse seu maldito s¨ªndrome de stockholm n?o nos deixa livr¨¢-la de voc¨º! Apontando para suas filhas, Rawell come?a a apresent¨¢-las. "Eles fizeram 18 anos esse ano, o mesmo que sua filha, Alice, essa ¨¦ minha filha Anastasia, e esse ¨¦ meu filho, Haphel, dei esse nome a ele em homenagem a voc¨º, meu amigo, por todo seu apoio a mim, n?o s¨® como rei, mas como amigo tamb¨¦m. ¡°Oh, sua majestade, me perdoe por minha falta de tato, nem mesmo percebi, n?o sabia desse fato, me desculpe por isso.¡± "Sauda??es, vossa gra?a, sou a princesa Anastasia" diz a figura bonita magra. "Sauda??es, vossa gra?a, sou o pr¨ªncipe Haphel" disse- Pr¨ªncipe? 008 - O Esquema Cap¨ªtulo 8! Olhando novamente para o maior dos g¨ºmeos, eu percebo que n?o s?o duas garotas, mas um homem e uma mulher. Sempre pensei que eram garotas como os dois t¨ºm cabelos longos semelhantes, mas apenas a menina tem seios pronunciados. O menino ¨¦ mais alto e mais robusto, ainda assim t?o bonito que parece uma garota. ¡°Me perdoe. Vossas Altezas, sou o Gr?o-Duque Raphael Nihara, vassalo de seu pai e podem me chamar de tio Raphael se quiserem¡± "Que voc¨º tenha um bom dia ent?o, tio Raphael," Eles fazem uma sauda??o e voltam a se sentar. "Eles est?o no segundo reino, v?o entrar juntos com sua filha na academia, vamos para o meu escrit¨®rio, vou ouvir o que ¨¦ que est¨¢ te incomodando¡± diz o rei. ¡°¨¦ t?o importante assim, meu duque?¡± A rainha pergunta. A voz! o quanto voc¨º treinou em Rawell para produzir uma voz t?o sedutora? Bruxa! Todo meu corpo para e por instinto quase coloco minha m?o na espada em minha cintura, n?o queria tanto olhar para essa bruxa que esqueci dela por um momento. "Querido, n?o esconda coisas da fam¨ªlia, certamente podemos ouvir as preocupa??es do duque, n?o ¨¦, querido?¡± A for?a das palavras fazem todo o corpo de Hawell estremecer, Seu controle sobre ele ¨¦ t?o absoluto que recuperar sua liberdade j¨¢ ¨¦ um caso perdido, quando soube que suas filhas estavam sendo ensinadas pela pr¨®pria rainha, fiz todo o poss¨ªvel para evitar contado com o meu filho, imagine Arthur no mesmo estado que Hawell? Seria lament¨¢vel. "Isso diz respeito ¨¤ seguran?a e ao futuro do reino, Vossa Majestade.¡± digo tentando faz¨º-la entender que ¨¦ algo importante e que n?o a quero no assunto. "¨¦ algo t?o importante que n?o posso nem mesmo saber?, voc¨º desgosta tanto assim de mim?, o duque nem mesmo se aproxima de mim ou me olha nos olhos, todos aqui trabalhamos para o melhor do reino, n?o ¨¦, querido?¡± A rainha Ros¨¢lia pressiona novamente seu marido, mais forte dessa vez. At¨¦ seus filhos estremecem junto com o pai, e eu tamb¨¦m, o qu?o imcopetente Howell foi para acabar desse jeito? "I-Isso mesmo, Laf, n?o h¨¢ necessidade de discutir isso em privado.¡± diz o rei com uma express?o de dor. ele tem a express?o de um homem preste a ser enforcado. ¡°Tudo bem ent?o¡­.¡± come?o a dizer, o que faz a mulher mais velha sorrir. ¡°Ent?o terei que voltar em outra oportunidade,¡± o sorriso cai como uma pedra, me virando para sair, quando estou a poucos metros da porta ¡°N?o diz respeito ¨¤ seguran?a e ao futuro do reino, duque?¡± A rainha realmente quer saber do que se trata e pergunta atr¨¢s de mim. Quando estou para sair da linha de vis?o deles, a rainha agarra meu pulso, o que envia envia uma sensa??o calmante que me faz baixar um pouco minha guarda, e me tornar mais receptivo. Ela est¨¢ usando suas malditas habilidades, por isso n?o queria encontr¨¢-la, n?o tenho defesas contra esse tipo de coisa mal¨¦fica, j¨¢ que costumo evitar essas coisas. ¡°Venha duque, me conte o que est¨¢ te incomodando¡± diz a rainha tentando me puxar, estou t?o relaxado por suas habilidades que ela consegue me arrastar at¨¦ sua mesa mesmo sendo pateticamente menor que eu, com um servo servindo suco e me oferecendo, eu pego e bebo. Isso vai ser uma bagun?a. Me desculpe Alice, voc¨º vai precisar lutar um pouco. ¡°Okey, Okey, eu perdi, serei direto, Hawell, sua majestade, Vossas altezas¡± digo olhando para cada um nos olhos alternadamente, transmitindo o sentimento que isso n?o deve sair daqui. "A tr¨ºs dias atr¨¢s, foi descoberto uma nova esp¨¦cie" eu digo j¨¢ me arrependendo e dando mais um gole na jarra de suco por que o copo ¨¦ malditamente min¨²sculo. ¡°Novas esp¨¦cies s?o descobertas todos os anos, duque, o que tem de importante nisso?¡± a rainha pergunta. "Foi minha filha quem descobriu, n?o qualquer esp¨¦cie, mas, uma esp¨¦cie de Tier VII, a primeira do tipo em todo o reino¡± digo, o que faz todos focarem mais. ¡°Tenho certeza que todos n¨®s conhecemos tra?os raciais de esp¨¦cies como os gigantes, cuja for?a e vitalidade recebem de gra?a em virtude de sua ra?a.¡± digo recebendo v¨¢rios acenos ¡°Elfos, b?nus em Sabedoria, Sentidos, Destreza. An?es, b?nus em For?a, Destreza e Resist¨ºncia" "Foi descoberto em uma masmorra dentro de nossas fronteiras, aparentemente apareceu do nada l¨¢ dentro, o que n?o ¨¦ novidade e como toda esp¨¦cie ¨²nica deve ter pelo menos tra?os raciais poderosos, e com base no tempo em que vai crescendo para a idade adulta, vai ficando mais forte. "Seu nome ¨¦ Ariel, soube de sua exist¨ºncia quando Alice voltou para casa depois de uma pequena aventura, ela parece estar bem longe de casa.¡± ¡°Ariel¡­ uma mulher?¡± perguntou o rei com interesse. "Minha filha, Rafaela, disse que o seu corpo est¨¢ dividido, a parte superior ¨¦ parecida com a de uma mulher e a parte inferior ¨¦ semelhante a de um homem, s¨® que com uma apar¨ºncia mais feminina¡± o que faz a rainha e suas filhas sorrirem, s¨® o sorriso da rainha j¨¢ me causa pavor, imagine se as filhas s?o como a m?e. pobre Ariel. elas podem realmente tentar amarrar Ariel. Eu n?o mencionei que Ariel pode ser um desafio para acasalar no futuro, afinal, pelo que ouvi das conversas entre Alice e Ariel, Ariel pode crescer bastante, e n?o se sabe qu?o seguro ¨¦ tentar ir para a cama com ela. "Percebi apenas duas coisas de sua esp¨¦cie, uma foi minha filha que contou, o outro eu descobri apenas observando.¡± "Ela ¨¦ Tier VII, s¨® isso j¨¢ a permite receber 7 pontos s¨® de investimento quando nivela e seu peso corporal base ¨¦ totalmente estupido, a garota deve pesar mais de uma tonelada pelo o que eu observei, sua for?a f¨ªsica tamb¨¦m ¨¦ muito mais alta para algu¨¦m daquele n¨ªvel" quando falo sobre o primeiro tra?o, todos respiram mais fundo. ¡°Sete! isso ¨¦ t?o invejoso!" Diz a segunda princesa. "Sim, por isso vim aqui para matricul¨¢-la na academia depois de adot¨¢-la como minha filha, amarrando-a ao nosso reino antes que um dos imp¨¦rios ou outra for?a independente tenha a oportunidade de atra¨ª-la. ou elimin¨¢-la." ¡°Ent?o como vamos mant¨º-la no pa¨ªs?, n?o podemos usar a for?a, n?o ¨¦ confi¨¢vel ter uma esp¨¦cie ¨²nica que possa te colocar uma adaga nas costas" a rainha pergunta. Voc¨º acha que eu n?o sei o que est¨¢s pensando? espertinha. Pensei apertando meus olhos para ela, que ela finge n?o ver. ¡°Vou adot¨¢-la, mas isso pode n?o ser suficiente, outros pa¨ªses v?o saber, e rumores de minha filha chegando a capital toda suja de sangue com uma criatura que ningu¨¦m viu na vida parecendo um morto-vivo j¨¢ est?o se espalhando pela cidade¡± "Vim aqui para avisar que irei colocar ela junto com Alice na classe nobre da academia nesse ano, tudo que falta ¨¦ o n¨ªvel cinquenta e coloc¨¢-la no meu registo familiar¡± eu terminei. ¡°N?o seria melhor amea?¨¢-la ?¡± Rawell me pergunta. "E ganhar a ira da minha querida filha e de uma esp¨¦cie ¨²nica? , 3 dias sem v¨º-la e quase fiquei doente de preocupa??o! Imagine um m¨ºs!" exclamei, fazendo todos revirarem os olhos. ¡°Ela vai para academia e voc¨º n?o vai v¨º-la de qualquer jeito¡± ou?o a rainha resmungar baixinho. ¡°Que tal dinheiro e t¨ªtulo? n?o sei mais o que pode interess¨¢-la, ¨¦ o mais alto que posso oferecer" Rawell d¨¢ uma ideia, ¨¦ uma boa ideia, mas onde vamos achar a terra? N?o temos nada al¨¦m de terreno baldio, n?o cederei uma parte do meu, nem Rawell o dele. Stolen from its rightful author, this tale is not meant to be on Amazon; report any sightings. ¡°Onde?¡± perguntei. ¡°Nas grandes plan¨ªcies ao norte, ¨¦ dentro de nossas fronteiras e precisa de um supervisor de confian?a para ser desenvolvido¡± disse meu amigo. Ele est¨¢ pensando em amarr¨¢-la com for?a "¨¦ um terreno enorme, uma boa parte do reino, mas n?o tem nada al¨¦m do forte fronteiri?o nas altas montanhas e algumas vilas, como voc¨º vai fazer para aceitar o t¨ªtulo? e melhor, qual t¨ªtulo?" quem aceitaria algo assim? ¨¦ uma honra enorme, sim, mas n?o tem muita proje??o de poder al¨¦m daquela fortaleza est¨²pida. Guardar toda a fronteira norte do pa¨ªs com apenas um grande peda?o de terra com pequenas vilas aqui e ali. Isso ¨¦ loucura, mas pode funcionar, s¨® de saber que tem um Tier VII guardando a fortaleza pode ser bem efetivo. Vamos engan¨¢-la para d¨¢-la um peda?o de terra que nossos inimigos n?o podem ter, e assim garantindo que Ariel n?o tenha muito poder no curto prazo, e com responsabilidades rigosoras. ¡°Lhe darei o t¨ªtulo de condessa, um t¨ªtulo de n¨ªvel m¨¦dio, tente pressionar ela para aceitar.¡± "Alice vai se intrometer nesse assunto, e ela ¨¦ bem esperta, ela vai barganhar com tudo pela amiga, isso pode se transformar em ¨®dio depois¡± eu o aviso. E ela ainda tem a chance de herdar o ducado, voc¨º n?o vai querer algu¨¦m que te odeie como o teu vassalo mais forte, n?o ? ¡°O que eu fa?o ent?o?¡± o rei pede ajuda. "Tenho uma id¨¦ia, se importam de ouvir?¡± A rainha interv¨¦m. ¡°Meu amor, nos aben?oe com sua intelig¨ºncia" diz o rei, Rawell ¨¦ mesmo um caso perdido¡­ quase coloco minha cabe?a entre as minhas m?os. "O objetivo ¨¦ atra¨ª-la para ficar no nosso reino, n?o ¨¦?¡± ela pede confirma??o Rawell e eu balan?amos a cabe?a em confirma??o para ela. ¡°De a ela o maior t¨ªtulo poss¨ªvel, e n?o s¨® a ¨¢rea ao redor da fortaleza, mas toda as grandes plan¨ªcies, norte e sul, temos que pressionar ela o suficiente para aceitar na hora sem recorrer a Alice¡± "E se ela se tornar in¨²til?, tanto para amarr¨¢-la ao reino e n?o retornar os frutos de nossos esfor?os ?¡± diz o rei. "Simples, fa?amos um investimento e um teste, o t¨ªtulo de condessa enquanto ela est¨¢ na academia com a promessa de um t¨ªtulo maior ou total no futuro caso ela se torne promissora, isso ainda pode servir de incentivo para ela se esfor?ar e nos mostrar resultados se quiser ganhar o t¨ªtulo" oferece a rainha. ¨¦ realmente uma boa ideia, n?o esperava menos da mulher mais temida do centro-norte do continente, parece que ela nasceu para esquemas. "Ent?o est¨¢ decidido ?¡± perguntei a todos. "Sim, vou faz¨º-la condessa antes de ir a academia com apenas Pawarth e seus arredores como seu dom¨ªnio, como ela vai estar na academia e ¨¦ obrigat¨®rio para os nobres a frequentarem, n?o vai poder sair para arrumar problemas durante tr¨ºs anos, exceto em excurs?es de classe e f¨¦rias. O resto do tempo foi arrumando os detalhes desses esquemas e logo terminamos. ¡°Como ela ¨¦ ?¡± A segunda princesa pergunta. "Voc¨º vai saber que ¨¦ ela quando a ver¡± eu digo a ela. ¡°Obrigado pelo tempo, Rawell, irei me despedir agora¡± eu digo me levantando. "Espero que tudo corra bem, duque", diz a rainha. Dou um aceno para a fam¨ªlia real e a rainha, saindo do jardim, quando estou a uma distancia razo¨¢vel, come?o a correr com velocidade total, quanto mais cedo eu sair melhor. ©\--©\---------©\---©\--©\---------©\---©\--©\---------©\---©\--©\---------©\---©\--©\---------©\---©\--©\---------©\---©\--©\---------©\---©\--©\ Vis?o de Ros¨¢lia: Vendo o duque indo embora assim, com o m¨ªnimo de respeito pela realeza, ele realmente n?o se importa com n¨®s, mas sim com o reino? vendo essa intera??o durante os muitos anos n?o posso deixar de pensar nisso. Ser¨¢ que devo mexer alguns pauzinhos ?, n?o..., o duque pode realmente pirar de vez se eu fizer isso. No passado, uma vez, meus agentes seduziram um de seus homens de confian?a para conseguir algumas informa??es, a esposa desse homem descobriu e tive que elimin¨¢-la. o Gr?o-Duque descobriu o cad¨¢ver dela e todo o caso foi revelado, resultando nas mortes de metade de todos os meus agentes no ducado e nas regi?es vizinhas. ele declarou assim sua linha amarela. A mensagem era: Voc¨º mata os meus, eu mato os seus. Ele adora demais sua filha ca?ula, queria garantir uma uni?o entre nossas fam¨ªlias ou pelo menos com outras casas nobres poderosas, seria t?o bom juntar Haphel com Alice, ou melhor, Arthur e Natalis. O Duque ¨¦ poderoso. Sua casa ¨¦ poderosa. ele ¨¦ razoavelmente leal, mas n?o ¨¦ o suficiente, Rowell e eu temos que garantir uma uni?o, infelizmente todos os candidatos eleg¨ªveis n?o se aproximam nem das muralhas do pal¨¢cio, eles tem medo que seus filhos acabem como meu lament¨¢vel marido . J¨¢ solicitei um casamento entre Arthur e Natalis v¨¢rias vezes, mas o Duque est¨¢ firme em sua decis?o de n?o for?ar nada a seus filhos. Raphael pode ser a pessoa mais leal do reino, j¨¢ que oportunidades de tomar o trono n?o faltaram para ele. Trocando um olhar com Anast¨¢sia, que ela percebe e acena, sa¨ªmos juntas para um canto. "Est¨¢ interessada?" Perguntei a ela. "N?o sei, n?o a vi ainda" "Tente se poss¨ªvel, parece ser um alvo f¨¢cil, , praticamente n?o sabe quase nada sobre o mundo." "O Gr?o-duque n?o vai ficar zangado se eu fizer isso ?" Ela me perguntou cautelosa. "Ele vai pirar, sua filha vai ser sua inimiga mortal, mas ele vai entender que n?o podemos deixar tal j¨®ia sem dono" digo. "N?o ¨¦ maldade fazer isso com ele?" ela me pergunta com hesita??o. "¨¦ maldade, mas temos que tentar roub¨¢-la do duque, n?o gosto de uma casa nobre com tanto poder, o duque pode vir a falecer em um momento e qualquer que seja seu herdeiro pode ter outras ideias em rela??o a coroa, n?o quero isso para meus filhos" ¡°Vou tentar¡± ¡°Boa menina¡± eu elogio. ¡ª------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ ¡°O quanto voc¨º falou para o rei ?¡± Alice me interroga no momento em que chego a porta, essa carinha de fofa de raiva dela! ainda deve estar com raiva por eu t¨º-la encurralado antes para ela revelar alguns segredos. ¡°Quase tudo, tem mais coisa em jogo do que voc¨º imagina" eu digo fingindo seriedade. Ela n?o compra. ¡°Coisas como?¡± Quero entrar em casa, mas Alice ainda est¨¢ parada na frente, mesmo fazendo um desvio, ela ainda se intromete na frente. "N?o precisa se preocupar com isso, n?o ser¨¢ feito mal algum a Ariel" tranquilizo. ¡°Tem um ¡®mas¡¯ nessa final, certo ?¡± ¡°Sim¡­, a rainha sabe junto com toda a fam¨ªlia real¡± digo. tenho certeza que aquela bruxa vai tramar por tr¨¢s das cenas atrav¨¦s de sua filha, maldita seja, ela fez os filhos dela no mesmo momento que eu de prop¨®sito, casando nossos herdeiros achando que vai absorver minha casa. como se eu deixasse isso acontecer! J¨¢ que ela n?o conseguiu o casamento, vai tentar tirar Ariel de mim na tentativa de aumentar o poder da fam¨ªlia real, j¨¢ que n?o pode enfraquecer a casa, vai impedi-la de crescer, ela realmente acha que sou t?o estupido?! ¡°A bruxa? a mulher mais temida do norte de Kathus?, A Grande Ca?adora?¡± Alice se apavora com as m?os na cabe?a em panico. "N?o fiz muito j¨¢ que n?o posso com ela no mesmo local, ela vai se intrometer em qualquer caso que aumente o poder de nossa casa, ela n?o vai aceitar que exista um homem com mais poder que ela no reino enquanto ela ser rainha.¡± "Como pode fazer isso ?, por que n?o correu quando a viu ?¡± "Achas que n?o tentei?, ela conseguiu chegar perto de mim e usar suas habilidades, perdi minha chance ali mesmo!¡± ¡°Achei que meu pai fosse melhor que isso!¡± ai, essa me doeu. "J¨¢ aconteceu, o passado n?o vai mudar¡± digo a ela. ¡°Agora Ariel vai ter aquelas duas atr¨¢s dela!¡± ¡°¨¦ apenas uma, quanto ao outro, descobri que ¨¦ na verdade um homem¡± ¡°S¨¦rio ?, isso ¨¦ verdade?¡± sua express?o se transforma parcialmente em alegria. ¡°Sim¡­ o que voc¨ºs fizeram enquanto eu estava fora?¡± ¡°Fomos explorar a cidade, as lojas, as ruas e todo o arredor, nada demais" "Em suma, voc¨º mostrou Ariel para a cidade inteira, n?o ¨¦?¡± perguntei, o que faz Alice enrijecer, ela realmente n?o pensou muito nisso, t?o inteligente, mas ¨¤s vezes me surpreende. "Eu s¨® queria mostrar a capital para ela, tamb¨¦m mostrar o mais novo membro da fam¨ªlia, como a classe nobre n?o aceita plebeus, voc¨º vai coloc¨¢-la no registro da fam¨ªlia certo?¡± "Sim, farei isso quando voltarmos, queria busc¨¢-la durante a madrugada, mas vou agora, antes que algo aconte?a, vou preparar a carruagem e os suprimentos para a viagem, diga a Ariel para se preparar agora.¡± "Okay, que horas voc¨ºs v?o ?¡± ela pergunta. ¡°Agora, ou o mais cedo poss¨ªvel" eu a aviso. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Vis?o de Ariel: ¡°Voc¨º vai vestida com essa coisa ?¡± o duque me pergunta. ¡°Sim, ¨¦ a ¨²nica que me serve, e prefiro usar isso¡± gesticulando para minha armadura que saqueei do cavaleiro morto-vivo. Me apertando mais do que nunca. Raphael olha para minha armadura mais um pouco e suspira. ¡°Que seja, vamos", diz ele entrando na carruagem. ¡°Onde vamos?¡± perguntei entrando na carruagem. ¡°Norte¡± ¨¦ tudo o que ele diz. 009 - As três leis Cap¨ªtulo 9! Tr¨ºs semanas depois¡­ ¡­ Eu cravei meus dentes no pesco?o do lobo gigante e ele morreu de vez, encerrando sua luta. [Voc¨º subiu de n¨ªvel!] +7 Pontos livres +2 de Constitui??o +2 de Vitalidade +2 de Resist¨ºncia +2 de Sentidos +2 de Intelig¨ºncia +2 de Sabedoria +2 de Aura Perfil: Nome: Ariel Idade: 20 T¨ªtulo: Nenhum Classe: Arcanjo Mutante (VII) N¨ªvel: 85 Massa: 2.242 kg Altura: 3,53 m N¨ªvel Global: 58 Atributos: Pontos livres: 0 Constitui??o: 821 Resist¨ºncia: 226 Vitalidade: 226 Sentidos: 226 Destreza: 56 For?a: 56 Intelig¨ºncia: 226 Sabedoria: 226 Aura: 226 Carisma: 56 Status: Vitalidade: 41.661 For?a: 1.224 Magia: 730 Mana: 13.522 Energia: 50.066 Aura: 730 Adaptativos: 6/7 Pontos livres: 3 [Recupera??o de Vitalidade] LVL.10 - Aumenta a recupera??o de vitalidade em 100%. [Recupera??o de Mana] LVL.10 - Aumenta a recupera??o de vitalidade em 100%. [Recupera??o de Stamina] LVL.10 - Aumenta a recupera??o de estamina em 100%. [Vitalidade] LVL.10 - Aumenta a Vitalidade em 100% [Vis?o] LVL.10 - Aumenta a efici¨ºncia dos seus olhos em 100%. [Recupera??o de Mana] LVL.10 - Aumenta a recupera??o de Mana em 100%. [Tamanho] LVL.10 - Aumenta o tamanho do seu corpo em 20%. Habilidades de Classe ativas: 3/5 [Halo da Salva??o] [Puni??o Celestial] [Dil¨²vio Sagrado] Habilidades de Classe passivas: 3/5 [Sobreviv¨ºncia] [Resist¨ºncia] [Asas Blindadas] ¡ª- Habilidade: [Halo da Salva??o] Tipo: [Ativo] Tier: VII Descri??o: Conjura uma halo brilhante proporcional ao seu tamanho acima da sua cabe?a, curando quaisquer danos danos vis¨ªveis. (Intelig¨ºncia) Habilidade: [Reconstru??o] Tipo: [Passivo] Tier: V Descri??o: Recebe Regenera??o de Vitalidade adicional (Vitalidade) Habilidade: [Resist¨ºncia] Tipo: [Passivo] Tier: V Descri??o: Receb¨º Stamina Total adicional. (Resist¨ºncia) Eu ganhei tr¨ºs novas habilidades neste m¨ºs infernal. Habilidade: [Asas Blindadas] Tipo: [Passivo] Tier: VIII Descri??o: Suas asas ignoram at¨¦ uma certa quantidade de dano antes que atinja sua vitalidade principal. (Vitalidade) Habilidade: [Puni??o Celestial] Tipo: [Ativo] Tier: IX Descri??o: Invoca uma ¨²nica lan?a divina altamente mortal e com alto poder de penetra??o que cai em dire??o ao alvo selecionado em alta velocidade, explodindo no impacto. (Intelig¨ºncia) Habilidade: [Armamento Auxiliar de Origem Divina] Tipo: [Ativo] Tier: VII Descri??o: Convoca at¨¦ uma certa quantidade de armamento de origem divina que operam dentro do alcance de sua aura que podem ser direcionados a um alvo em alta velocidade. O armamento explode instantaneamente ao contato. (Intelig¨ºncia),(Aura). ¡ª---- Empurrando o lobo de cima de mim com alguma dificuldade, o que n?o consigo porque o b¨¢rbaro espartano praticamente o chutou para longe atrav¨¦s das ¨¢rvores na montanha quase me levando junto com o rastro de v¨¢cuo. "Acho que j¨¢ est¨¢ bom, vamos embora.¡± diz ele fazendo uma grande sombra para mim com seu corpo. ¡°Finalmente acabou?¡± perguntei com l¨¢grimas e sangue de lobo nos olhos com um raio de esperan?a, jurava que ¨ªamos continuar at¨¦ o ¨²ltimo segundo. Te odeio sua gra?a, te odeio tanto. "Sim, voc¨º tem uma cerim?nia para comparecer, e um t¨ªtulo para receber¡± disse Raphael. ¡°E que cerim?nia seria essa Gr?o-Duque?¡± perguntei escondendo um sorriso provocador. Criamos um v¨ªnculo estranho durante esses ¨²ltimos meses. Raphael me d¨¢ um peteleco que me faz ver estrelas por um momento. Ack! isso doeu. ¡°Me chame de pai, pirralha¡± ele rosnou. ¡°Por que voc¨º insiste tanto nisso?¡± perguntei esfregando o local dolorido. Ele suspira. "Gostei de voc¨º, n?o reclama muito, sabe ouvir ordens simples, ¨¦ cheia de surpresas estranhas e o mais relevante, salvou a vida da minha filha mais amada quando ela estava sozinha. Somando aquele pacto de sangue ¨¤ equa??o, voc¨º j¨¢ ¨¦ praticamente fam¨ªlia para Alice. Por que n?o usar o nome dela tamb¨¦m?" Ele disse com uma risada. ¡°Voc¨º n?o tem nada a perder e muito a ganhar, pare de ser teimosa, esque?a aquela sua fam¨ªlia infeliz.¡± Ele ficou insistindo para eu cham¨¢-lo de ¡®pai¡¯ no ¨²ltimo m¨ºs.. Processando tudo o que ele disse, faz sentido, ou talvez sejam as coisas que querem de mim, sei que sou um investimento que Raphael est¨¢ fazendo, e eu preciso de algo para me apoiar, n?o vendo motivo para recusar. "OK, Voc¨º ganhou" digo pegando sua m?o e levantando. "Bem vinda a fam¨ªlia" ele diz me erguendo do ch?o e me abra?ando. "Obrigado Duq- Raphael me belisca. AHHH. -Pai¡± eu disse, quase chorando. "Voc¨º vai me chamar de pai, o mesmo que meus outros filhos", ele diz soltando o abra?o. Durante meu per¨ªodo de tr¨ºs meses nessa montanha infernal amaldi?oada por deus, aprendi v¨¢rias coisas com Raphael, ele me deu uma explica??o muito mais detalhada do sistema e como ele funciona. O Duque tamb¨¦m me ensinou ¡®as tr¨ºs grandes leis¡¯, sobreviv¨ºncia, evolu??o e reprodu??o. A primeira lei, sobreviv¨ºncia, ¨¦ a mais fraca, a vontade de viver de todas as coisas. Eu digo fraca porque embora tudo queira viver e sobreviver nesse mundo hostil, pessoas e monstros nem sempre a seguem, s?o casos um pouco raros, mas acontecem. A Segunda lei, Evoluir, ¨¦ o desejo de melhorar de ser algo mais, de ultrapassar seus limites, a busca por poder. Todas as criaturas vivas a seguem, o pr¨®prio mundo te for?a a isso. Seu corpo te for?a a isso. A terceira Lei ¨¦ reprodu??o, que ¨¦ de longe a lei mais poderosa, n?o importa o que aconte?a, essa lei ¨¦ para todas as entidades, de vivas a mortas, vale at¨¦ mesmo para pedras, ¨¦ o desejo avassaldor de fazer sexo, a lei faz com que seu pr¨®prio corpo te obrigue a reproduzir. Nunca na hist¨®ria de toda a Cria??o algu¨¦m ou algo conseguiu fugir desta ¨²ltima. Love this story? Find the genuine version on the author''s preferred platform and support their work! Raphael me explicou que quando o corpo chega a idade adulta e est¨¢ saud¨¢vel o suficiente, a lei entra em a??o, ela come?a aos poucos, uma vontade ali, uma aqui, um desejo ali, mas com o tempo chega ao ponto em n?o conseguimos pensar em nada mais al¨¦m de sexo. N?o ¨¦ o desejo de ter filhos, apenas o desejo de satisfazer seu apetite sexual, ou seja, tenha orgasmos o suficiente e a lei n?o te incomoda. Raphael tamb¨¦m me avisou que devido a minha condi??o de [¨²ltimo da esp¨¦cie], isso vai ser ainda pior para mim. Muito pior. E os efeitos j¨¢ come?aram, todo dia de manh? preciso ir at¨¦ alguma pobre ¨¢rvore para deixar minha semente nela, no come?o era para ser a cada 1 semana, depois 4 dias, dois dias e agora? ¨¦ todo dia. Raphael disse que n?o adianta lutar, ¨¦ algo que preciso fazer. Ou terei bolas azuis(o que do¨ª bastante). Tentei conversar com ele sobre como todos vivem com isso, e ele disse que todos fazem isso em privado. Ter um parceiro para atividades noturnas alivia bastante os sintomas devido ¨¤ maior estimula??o. Ter filhos quase o extingue. Eu tamb¨¦m n?o posso ir para a cama com ningu¨¦m at¨¦ que algu¨¦m verifique que ¨¦ ¡®seguro¡¯. Ningu¨¦m sabe o que vai sair de mim. Agora entendo o comportamento de Alice na masmorra. O pr¨®prio ato de gozar minimiza temporariamente os efeitos. Fiz uma ¨²ltima refei??o com meu pai adotivo e descemos a montanha, indo em dire??o a mesma carruagem em que viemos. ¡ª----- Na semana seguinte¡­ Durante o caminho de volta para a capital, Pai me ensinou sobre meus deveres como nobre e o que ele e todos esperam de mim, claro que eu n?o poderia aprender tudo em uma semana de viagem, ele deixou de lado todo o neg¨®cio de etiqueta e partiu logo para as coisas que eu vou usar. "Acorde Ariel, chegamos em casa" meu agora ¡®pai¡¯ disse me cutucando na costela, quase quebrando elas. ¡®Casa¡¯, quase ri, pensando que agora vou come?ar a morar aqui Me levantando do enorme assento que pra mim ¨¦ uma cama para algu¨¦m de estatura normal, vejo a enorme mans?o da casa Nihara a frente, quando sa¨ªmos da carruagem, Raphael troca algumas palavras com Roberto quando outra carruagem do mesmo tamanho que a nossa chega. O Gr?o-Duque olhando para isso j¨¢ parece saber do que se trata. Quando entramos dentro de casa com Roberto indo para outro lugar, o pai me pede para tomar um banho e me arrumar, s¨® que n?o tenho roupas, fazendo com que eu pegasse as roupas do pai para quando ele crescesse mais. Saindo do banho, encontro Roberto, o mordomo, ele me informou que como o pai e eu temos que ir ao pal¨¢cio logo, e daqui a 2 horas come?a os testes de entrada na academia. Foi bem a tempo de ver o pai chegando, ele me guiou at¨¦ um quarto e me vestiram com uma armadura de um a?o que n?o consegui identificar, parecida com a minha que est¨¢ atualmente jogada em algum lugar no norte, ela n?o resistiu a prova??o do dem?nio. Esta, parece que foi feita sob medida para mim, coube o rabo e as asas perfeitamente, uma bota de couro blindado com a?o por cima com espa?o para minha garras e luvas com o mesmo, a parte superior da armadura se parecendo com as escamas que possuo na cauda, o mesmo com a saia blindada de escamas e uma capa longa que cobre tudo at¨¦ os joelhos. Eu cresci ainda mais desde que me separei de Alice, superando at¨¦ mesmo Raphael. Pai praticamente me arrastou quando fiquei pronta, subindo naquela carruagem que chegou a pouco tempo, logo vejo as muralhas do castelo real, e o enorme Pal¨¢cio, quando sa¨ªmos da carruagem e entramos em v¨¢rios postos de controle e corredores, finalmente chegamos em frente a uma grande porta com um ¨²nico guarda, um que meu instinto avisa que n?o ¨¦ para perguntar seu nome, n?o sei como ou o por que. Quando o guarda abre a porta para n¨®s e entramos. "Que demora!, achei que n?o conseguiria!" Exclamou um homem grande sentado em um grande trono cercado de guardas e servos. hmm. O rei ¨¦ pequeno para esse trono, devem caber dois Raphaels ali sentados. O Pai se ajoelhou e eu me ajoelhei junto, n?o foi preciso muito para saber que aquele homem cercado por dois guardas de armadura requintada era o rei. "Sua majestade, trouxe minha mais nova filha para receber um t¨ªtulo de nobreza." O pai falou ainda ajoelhado e com a cabe?a baixa. "Obrigado por vir, gr?o-duque Nihara, voc¨º deve ser Ariel, se aproxime mais." pede o rei. Fazendo o que ele pediu, cheguei at¨¦ em frente ao come?o das escadas. N?o pise nas escadas, ou os guardas v?o te esfaquear. "E agora come?a sua intitula??o, Ariel Nihara, filha de Raphael Nihara, voc¨º est¨¢ pronta para arcar com a responsabilidade de possuir um t¨ªtulo nobre?" ele me pergunta. "Sim" Eu disse como o pai me instruiu no caminho at¨¦ aqui. "Voc¨º jura que nunca levantar¨¢ suas garras contra o reino, que nunca abusara de seus s¨²ditos, que buscar¨¢ a seguran?a e a estabilidade de seu dom¨ªnio acima de tudo." ¡°Sim¡± "Jure pelo nome Nihara e por si mesma e eu considerei um t¨ªtulo digno de voc¨º de caso voc¨º se prove merecedor do mesmo" "Eu juro" claro, n?o perdi suas ¨²ltimas palavras, caso eu me prove merecedora desse t¨ªtulo, achei que seria feita uma viscondessa igual Alice, mas parece que n?o, ¨¦ um t¨ªtulo acima dela. "Voc¨º ser¨¢ avaliada durante seu tempo na academia, caso voc¨º termine nos 10 primeiros no final do ¨²ltimo ano, ser¨¢ feita Duquesa, juro por meu sangue e alma, at¨¦ l¨¢, voc¨º ter¨¢ o t¨ªtulo de condessa de fronteira, com a fortaleza das altas montanhas como dom¨ªnio." "Agora um ¨²ltimo juramento, Ariel Nihara, voc¨º jura se esfor?ar para alcan?ar o posto de duquesa e servir ao reino com a melhor de suas capacidades?" "...Eu juro" eu disse depois de pensar um pouco. O rei se levanta do seu trono e desce as escadas, puxando a espada ornamental da bainha que um servo oferece. "Por meu nome como [Rei] Rawell du Vonks de Rihal, eu te entrego o t¨ªtulo [Condessa de Fronteira], com a fortaleza das altas montanhas como seu dom¨ªnio, Diz ele balan?ando a espada nos meus ombros, um servo diferente vindo at¨¦ mim. ¡°Levante-se e receba seu certificado, n?o se preocupe em perd¨º-lo, posso fazer mais desses, embora seja uma vergonha para uma nobre perder tal documento." [Voc¨º recebeu um t¨ªtulo!] Deseja aceitar o t¨ªtulo [Condessa de Fronteira] ? T¨ªtulo: Condessa de Fronteira Tier: III B?nus: + 6 de Aura por n¨ªvel Voc¨º recebeu o t¨ªtulo [Condessa de Fronteira]! +510 pontos em Aura Atributos: Pontos livres: 0 Constitui??o: 821 Resist¨ºncia: 226 Vitalidade: 226 Sentidos: 226 Destreza: 56 For?a: 56 Intelig¨ºncia: 226 Sabedoria: 226 Aura: 226 ? 736 Carisma: 56 Status: Vitalidade: 41.661 For?a: 1.224 Magia: 730 Mana: 13.522 Energia: 50.066 Aura: 730 ? 1.874 Puta merda. Isso praticamente triplicou meu atributo de aura. "Muito obrigado, sua majestade" digo recebendo o papel, tentando parecer calma. "Acabou, a academia come?ou a uma semana, mas as aulas come?am para valer a partir de amanh?." disse o [Rei] sorrindo. Me curvando uma ¨²ltima vez para o rei e saio com o pai, depois de 20 minutos, sa¨ªmos do pal¨¢cio e foram mais 20 minutos para chegar ¨¤ porta da academia onde tem um funcion¨¢rio supervisionando a entrada. ¡°Condessa de Fronteira Ariel Nihara, eu presumo?¡± ele me pergunta. ¡°Sim¡± respondo sem estar surpresa, ¨®bvio que o pai ou o rei j¨¢ informou a academia enquanto eu me arrumava. ¡°Por favor, coloque sua m?o nesta pedra para eu poder te classificar¡± ele diz apontando para uma pedra de vidro familiar. Colocando minha m?o, uma imagem familiar aparece. ¡ª----------------------------------------------------- N¨ªvel Global: 58 ¡ª----------------------------------------------------- ¡°Essa coisa t¨¢ quebrada?¡± o funcion¨¢rio se pergunta. ¡°Os n¨²meros est?o batendo¡± Raphael diz de lado. "T-Tudo certo ent?o, podes entrar. Uma boa tarde para voc¨º condessa, e a vossa excel¨ºncia.¡±ele diz se curvando. N?o importa se est¨¢ correto ou errado, se algu¨¦m como o pai fala que est¨¢ certo, est¨¢ certo e fim de discuss?o. Eu e o pai acenos para ele e passamos pelo port?o Entrando em um grande p¨¢tio com o que parece ser mais de mil pessoas sentadas em fileiras, o pai me guiou at¨¦ uma cadeira bem maior que as outras, vi que a cadeira tem o meu nome e me sentei, o que atraiu alguns olhares e sussurros de alguns nobres e plebeus ao meu redor, posso dizer que estou incomodando com minhas asas grandes, mas como diz o ditado que aprendi no caminha pra c¨¢. Se voc¨º n?o pode ver depois do muro, nivele e destru¨ªa-o, ou seja maior que ele. "Agora ¨¦ com voc¨º, fiz tudo o que pude, boa sorte minha filha" ele disse e saiu. N?o venha com essa, velho, sei que voc¨º est¨¢ me deixando ¨¤ pr¨®pria sorte. Aceno para ele enquanto ele vai embora. Uma mulher grande estava no palco a poucos metros, nossos olhos se encontram por um momento antes de voltar sua aten??o para o p¨¢tio, provavelmente n¨ªvel 200+ pelo tamanho, falando coisas sobre como somos o futuro do reino, futuros grandes guerreiros e artes?os, l¨ªderes, nobres etc. At¨¦ que finalmente acaba o discurso. "E agora que comecem o show, ser?o sorteados 2 alunos do departamento de combate para lutarem um contra o outro, as regras s?o simples, n?o pode infligir ferimentos fatais ao oponente nem a si mesmo, o que pode resultar em expuls?o do mesmo, rendi??o ou incapacidade de continuar determinam o vencedor, lembre-se que n?o ¨¦ importante vencer e sim mostrar aos professores e colegas que voc¨º merece estar nessa academia dando o m¨¢ximo de si. "Boa sorte a todos" Com isso ela termina seu discurso e sai do palco. Ela ¨¦ uma professora?, temos que lutarmos ent?o, como Alice vai fazer isso?, ela mal tem habilidades de ataque. Um homem e uma mulher sobem ao palco, "Para aqueles que n?o s?o do departamento de combate, podem conversar com a professora Stephane, que vai avali¨¢-los individualmente enquanto as lutas acontecem." O homem fala gesticulando para a mulher ao seu lado, Stephane. "Agora vamos sortear os nossos primeiros candidatos" puxando dois nomes de uma caixa que apareceu do nada em cima de uma mesa, "Bar?o Norman Claus do condado de Claus contra Phelipe Osthon, por favor venham para o palco, n?o se preocupem em quebrar algo, ¨¦ bem resistente, e mesmo se quebrar, vamos consertar." "Lembrando que matar seu oponente resultar¨¢ em expuls?o e penalidades severas" lembra o homem grande. Os dois jovens sobem ao palco, com os dois fazendo uma rever¨ºncia um para o outro. "Podem come?ar!¡± diz o juiz respons¨¢vel. Iniciando a luta, Phelipe ¨¦ r¨¢pido com suas espadas curtas e armadura leve, provavelmente com uma habilidade que escala com velocidade, j¨¢ o bar?o norman, ele parece ser capaz de controlar espadas, com duas espadas desembainhadas e duas flutuando ao redor. Norman tenta manter Phelipe ¨¤ distancia, que consegue cort¨¢-lo uma vez ou outra, depois de muitos desviadas vai e vem, Norman se rende, parece que sua mana acabou, cortes leves por todo o seu corpo e Phelipe mal est¨¢ ferido, toda a luta mal durou cinco minutos. ¡°Phelipe e Norman uma salva de palmas para esses dois excelentes guerreiros¡± Isso acabou sendo bem interessante, o cara das espadas n?o podia fazer muito numa luta um contra um, mas se tivesse um time para proteg¨º-lo, ele seria uma dor de cabe?a. Quando a pr¨®xima o homem sorteia novamente,"Visconde Lafel Brunswiky do ducado Markous contra¡­"Ele faz uma pausa quando l¨º o nome no proximo papel, "Um momento para confirmar isso, por favor esperem," ele sai e vai conversar com um grupo de professores que observam as lutas, o nome causa uma pequena como??o entre os alunos, vendo um homem mais baixo que eu subindo at¨¦ o palco. "Me desculpem pelo atraso, Condessa Ariel Nihara, est¨¢ presente?" Mas j¨¢? Levantando minha m?o no alto para ele ver, ele me pede para subir ao palco enquanto as conversas aumentam atr¨¢s de mim. "Me desculpe, condessa, posso ver seu certificado?, apenas para garantir," entrego meu certificado a ele, depois de olhar, ele devolveu e me deixou subir. Lafel n?o parece nervoso, espada curta na cintura, uma armadura de couro leve, m?os nuas e um broquel no bra?o esquerdo, provavelmente um guerreiro, fazemos uma rever¨ºncia um ao outro "n?o sabia que fam¨ªlia Nihara tinha outra filha, se importa de me contar de onde voc¨º saiu e como conseguiu esse t¨ªtulo?" Lafel me pergunta, um pouco de Arrogancia em sua voz. A aud¨¢cia! n?o sei se realmente ¨¦ inteligente ou burro em irrita alguem com o que¡­ quase duas toneladas de peso? "Me derrote e te direi" provoquei o garoto de 2,3m. "Podem come?ar!" Nenhum de n¨®s se moveu imediatamente, apenas observando um ao outro. Abrindo minhas asas e fazendo uma batida, comecei a andar at¨¦ Lafel, que, por sua vez, conjurou uma pequena bola de fogo na m?o direita. Porra. Um mago. Olhando para aquilo, n?o posso deixar de lembrar da mulher que matei quando sa¨ª da caverna. Lafel come?a atirando sua pequena bola de fogo no ch?o, aos meus p¨¦s. Dou um pulo junto com um bater de asas para tr¨¢s, desviando calmamente do ataque, que queimou o ch?o com uma pequena explos?o. Um sorriso aparece no rosto de Lafel. N?o sei do que ele est¨¢ sorrindo. Ele ¨¦ menor que eu por muito, cerca de um metro inteiro, e ainda acha que tem qualquer chance. Conjurando outra bola de fogo, desta vez com for?a total, ele a dispara contra mim. ¨¦ muito mais r¨¢pida que a primeira, imposs¨ªvel para mim desviar. Ela me acerta em cheio. Deve ter um dano equivalente a 800, pelo que Raphael me ensinou a estimar. Elas n?o machucam muito, mas doem. Antes que eu me recuperasse do golpe, outra bola de fogo veio em minha dire??o. Felizmente, coloquei minhas asas na frente, e desta vez elas n?o pegaram fogo, nem meu cabelo, mas senti que um pouco de Vitalidade foi embora, mesmo que eu tenha bloqueado. Correndo direto para Lafel, ele arremessa outra bola de fogo, que me acerta. O impacto quase me para. Felizmente, posso tomar mais dez desses ataques e ainda tenho Vitalidade para sobreviver de sobra. Quando o terceiro ataque vem, estou a um metro dele, atacando-o com minhas garras. Uma ele bloqueia de rasp?o com o broquel, e a outra atinge pesadamente suas costelas, arrancando sangue e ¨®rg?os, deixando-o sangrando. Ele estava preparado para tomar esse golpe. Uma pena que n?o esperava que minhas garras fossem t?o pesadas. Empurrando uma bola de fogo ¨¤ queima-roupa direto no meu ombro, a for?a da explos?o provavelmente quase o descola. Lafel ¨¦ jogado para tr¨¢s por ser pego parcialmente na explos?o. Olhando para a parte da armadura do meu ombro chamuscada e mostrando a malha de a?o por dentro, fumegante junto com o odor de pele queimada, um sorriso vem ao seu rosto. J¨¢ fazia um tempo que eu n?o sentia esse cheiro. Outra bola de fogo j¨¢ estava vindo na minha dire??o. Mesmo me protegendo com minhas asas, o impacto sacode todo o meu corpo, criando algumas feridas internas. Correndo mais uma vez para Lafel, ele jogou outra bola de fogo, desta vez longe para n?o ser pego no impacto e perto o suficiente para eu n?o conseguir desviar. Ela me acerta em cheio na barriga e me faz hesitar, mas n?o ligo para a dor. Apenas parte da for?a da explos?o e o calor que consegue passar pela armadura me machucam. Sei que ele est¨¢ com dor, e seu rosto contorcido me diz que o ferimento est¨¢ fazendo seu trabalho. Tudo que falta s?o mais alguns golpes. Quando estou prestes a atac¨¢-lo¡­ "Eu me rendo!" Lafel grita, paralisando meu ataque. 010 - A??o no banheiro (R-18) Cap¨ªtulo 10! "Por que?" Perguntei depois de alguns segundos. "Levei um golpe decisivo, e vendo voc¨º n?o aparecer nem um pouco abatido depois de ser atingido por cinco bolas de fogo com poder total me fez perder a confian?a, o sangramento ainda est¨¢ fazendo efeito e eu perderia por falta de sangue mesmo te golpeando pelo resto do jogo" diz ele abatido. "O vendedor ¨¦ a Condessa de Fronteira Ariel Nihara!" O homem do papel grita, fazendo o p¨²blico gritar junto. isso ¨¦ um pouco vergonhoso¡­ ¡°Mesmo com a derrota do visconde Fafel, ele se mostrou experiente e tendo amplo poder de fogo, e mesma a condessa Ariel de n¨ªvel inferior e inexperiente com sua grande constitui??o o desgastou, embora com ferimentos um tanto s¨¦rios, cada um deles provou seu ponto forte, a grande vitalidade da condessa Ariel contra as fortes bolas de fogo do visconde lafel. "Voc¨ºs dois podem ir at¨¦ aquelas pessoas", diz ele apontando para um grupo de duas pessoas ao longe paradas perto da porta de um domo, o visconde e eu caminhamos at¨¦ l¨¢ em sil¨ºncio. "Algum ferimento grave que precise de cura imediatamente ou algum dano permanente?" Uma das duas mulheres nos perguntou, eu balancei a cabe?a e Lafel apontou para as marcas de queimadura na m?o e o meu corte no tor?o dizendo que estava com hemorragia grave. As duas o curam e fazem um diagn¨®stico, quando terminam, eles me perguntam se eu preciso de cura novamente, recusei e eles nos deixaram passar, entrando em um sal?o que por enquanto s¨® tem 4 pessoas contando com o visconde e eu. Bar?o Norman nota nos dois e sorri. "Pelo menos voc¨º venceu, Lafel. Eu perdi para um plebeu, meu pai vai pirar" Disse o bar?o Norman. "Venci? quem disse que eu venci? Eu perdi, perdi feio, como se todo meu esfor?o fosse nada em frente a condessa." Lafel diz olhando para baixo. "Condessa?" Norman pergunta. "Sauda??es bar?o Norman, sou a condessa de fronteira Ariel Nihara" digo oferecendo uma m?o. ¡°Dentro dos limites da academia n?o podemos exercer o poder da nobreza de qualquer patente, l¨¢ dentro voc¨ºs s?o todos iguais, embora ainda devem se dirigir um ao outro com o respectivo t¨ªtulo de cada um.¡±, Lembrei ¡°O prazer ¨¦ meu condessa, uma nobre de alto escal?o t?o jovem, voc¨º faz parte da fam¨ªlia do gr?o-Duque ?, se me permite perguntar?" Lafel me pergunta. "Eu fa?o" respondi a ele. "O Gr?o-Duque ¨¦ muito famoso e todos sabem sobre sua fam¨ªlia, n?o acredito que ele tinha outra filha e ningu¨¦m saiba" Norman comenta, o que atrai olhares dos outros dois homens. "Eu tamb¨¦m n?o esperava isso, achei que sua ¨²nica filha da nossa idade era a viscondessa Alice, ele deve ter surpreendido toda a nobreza com a chegada da condessa, por falar nisso como conseguiu o t¨ªtulo de condessa?" Diz Lafel. "Tamb¨¦m quero saber" Norman concorda. "Segredo" digo a ele. Quanto menos souberem, melhor. "A condessa n?o ¨¦ uma nobre honor¨¢ria, n?o ¨¦ ?" Lafel pergunta. "N?o sou" digo a eles. "Que territ¨®rio voc¨º governa ent?o ?" Fafel pergunta. "Isso me deixou curioso" Norman concorda. "Vai ser surpresa por enquanto, chega de falar sobre t¨ªtulos, voc¨ºs se conheciam antes ?" Perguntei. "Visconde Lafel e eu nos conhecemos antes em festas de casamentos e torneios juvenis, e quando nossos pais nos levavam para ca?ar." As palavras de Norman o fizeram ganhar um olhar de aviso de Lafel que ele n?o deixou de perceber, Phelipe que estava sem dizer uma ¨²nica palavra se juntou ¨¤ conversa. "Sauda??es condessa, sou Phelipe, um plebeu, soube que venceu o visconde Lafel, poderia me contar como foi sua luta?, tive a oportunidade de assistir, j¨¢ que o visconde tem a fama de ser um prod¨ªgio desde pequeno e muitos falam que ele vai se tornar um grande mago no futuro." disse Phelipe com curiosidade genu¨ªna em sua voz. "Oh, Phelipe, eu te conto, mas, n?o espere que foi uma luta magn¨ªfica, Lafel me fez parecer uma crian?a, fui atingida com bola de fogo ap¨®s bola de fogo, s¨® venci gra?as a um golpe de sorte e meu corpo. "Hahahaha" Fafel ri quando terminei minha frase," n?o foi bem assim, Phelipe, a condessa n?o lhe contou o principal fator por que eu perdi." "Poderia nos contar, Visconde Lafel?" Norman que estava apenas ouvindo com interesse se pronunciou. "Claro, quando a partida iniciou, comecei testando sua agilidade, uma bola de fogo fraca foi o suficiente, descobrindo que a condessa n?o poderia desviar com sua agilidade atual, mesmo assim n?o a subestimei e comecei com tudo no primeiro golpe, cada bola de fogo minha causa em m¨¦dia 400 de Vitalidade de acordo com com os meus testes atuais, isso ¨¦ eficaz at¨¦ em quem tem dez mil de vitalidade. ¡°Depois de acertar 3 bolas de fogo em cheio na condessa, mal a parou, quando tomei um golpe de suas garras afiadas e comecei a sangrar, a situa??o piorou, e como meu VP ¨¦ bem baixo, iria durar apenas um pouco mais de 3 minutos antes de sair para fechar o ferimento¡±. ¡°Como j¨¢ tinha acertado tr¨ºs bolas de fogo, pensei que a vit¨®ria estaria ¨¤ vista, e aproveitei a oportunidade para atacar, acertando outra bola de fogo, s¨® que a condessa mal se mexeu quando minha habilidade atingiu suas asas, foi quando fiz uma ¨²ltima tentativa.¡± ¡°Minha quinta e ¨²ltima bola de fogo a acertou em cheio na barriga tirando algumas das escamas da armadura e mesmo assim a condessa emergiu da explos?o parcialmente atordoada e pouco ferida, como n?o tinha mais tanta mana e mesmo com meu corpo-corpo a corpo decente, eu n?o iria vence-la a tempo, o sangramento ainda estava fazendo seu trabalho, apenas me rendi, n?o tinha sentido continuar.¡± ¡°E para completar, a condessa estava t?o ¨¤ vontade que recusou a cura na entrada, mesmo depois de aguentar dano o suficiente para matar qualquer outro estudante¡±, terminou Lafel. "Como condessa est¨¢ bem mesmo depois disso, creio que dez mil de VP n?o ¨¦ nem a metade do seu VP total." Ele completa "Mais de 10000 de Vitalidade¡­ N?o tem como derrotar algo assim!" Norman Exclama. "Bater e correr?" Phelipe d¨¢ uma ideia. "N?o adianta, mesmo para voc¨º Phelipe e sua velocidade, um ¨²nico golpe dela faria voc¨º sangrar at¨¦ a morte, e no momento em que isso acontecer, voc¨º estaria contra a vitalidade dela de mais de 20.000 com a sua de menos de 2.000" "Eca, n?o ¨¦ justo!" Phelipe exclamou . "O mundo nunca ¨¦" digo com uma risada, o que faz todos olharem para mim. Enquanto est¨¢vamos conversando o sal?o come?ou a encher de pessoas, cabem muitos aqui dentro, quando estava praticamente cheio e a porta de entrada foi fechada, a mesma mulher que deu o discurso l¨¢ atr¨¢s no palco, apareceu aqui. "Todos em sil¨ºncio e formam 10 colunas com 10 fileiras cada, os de mais alto escal?o na frente." Ela gritou para todos ouvirem. O que se seguiu se define em uma palavra. Caos. Os plebeus indo para a parte mais funda em grupos gigantes e os filhos nobres sem t¨ªtulo seguindo, seguidos pelos bar?es, o que s?o menos de 10, viscondes, menos de 5 e eu que sou a ¨²nica condessa, apenas duas pessoas est?o ¨¤ minha frente, e nao sei quem s?o elas. Toda essa reorganiza??o durou impressionantes 5 minutos inteiros. "Bem, foi mais r¨¢pido do que o ano passado, todos voc¨ºs sabem por que est?o aqui?, provavelmente n?o sabem, todos voc¨ºs foram os que tiveram as notas mais altos dado pelos ju¨ªzes quando lutaram no palco e nas avalia??es te¨®ricas e pr¨¢ticas, quase exatos 1000 agora alunos da academia mais prestigiada do Reino, esse ano ¨¦ ainda melhor, temos alunos de intercambio de nossos reinos aliados e duas princesas e um pr¨ªncipe, Uma delas sendo do Imp¨¦rio do Leste e um pr¨ªncipe e uma princesa de Rihal." "A partir de hoje, sua rotina vai mudar, quem n?o sair daqui a meta estar¨¢ reprovado no ano, sairemos em muitas excurs?es de Campo, mas n?o se preocupem, pois estar?o acompanhados por profissionais quando estiverem l¨¢." N?o sei o qu?o dif¨ªcil ¨¦ atingir o n¨ªvel 100, mas pela confus?o que esse n¨²mero causou entre os alunos deve ser dif¨ªcil atingir esse n¨²mero no nesse pouco per¨ªodo de tempo. Ariel, voc¨º est¨¢ enganada, nivelar n?o ¨¦ t?o f¨¢cil quando voc¨º faz parecer, eu poderia ter Alice aqui matando o dobro de ursos, lagartos e lobos que voc¨º matou, e ela ganharia apenas uns n¨ªveis ao inv¨¦s dos setenta n¨ªveis que voc¨º ganhou. Como prova disso, voc¨º est¨¢ matando a um bom tempo nos 80 e s¨® ontem voc¨º foi para o 85. Seu nivelamento estagnou. A matan?a n?o vai mais te ajudar tanto. Lembrei das palavras de Raphael. "Todos voc¨ºs estar?o divididos em 4 grupos com 25 alunos cada, nos reuniremos 5 vezes por semana para praticar, duelar, ser submetido a testes desagrad¨¢veis de for?a de vontade, torturas, dores f¨ªsicas e mentais. E o melhor de tudo, voc¨ºs v?o sangrar, sangrar muito." Doce, doce sangue. "Permita-me explicar como vai funcionar o sistema dentro da escola, moedas de prata, bronze e ouro est?o proibidas de agora em diante, voc¨ºs agora usar?o o sistema de ranking para determinar seu valor, ser¨¢ fornecida comida nutritiva e com gosto de merda na cozinha, de gra?a. Todo in¨ªcio do m¨ºs¡­ que por coincid¨ºncia ¨¦ amanh?, ser?o feitos duelos para determinar os melhores do primeiro ano." "Ser¨¢ assim at¨¦ o 3 ano, onde aquele que estiver em primeiro lugar no torneio de formatura pode pedir um dos 3 pr¨ºmios, um t¨ªtulo honor¨¢rio, 100 moedas de ouro ou uma mans?o na sua cidade natal." "Terminamos aqui, v?o para seus dormit¨®rios, e se preparem para os duelos de amanh?, agora caiam fora!". O grito da instrutora foi acompanhado por uma explos?o de ar que levitou o cabelo de muitos.. Saindo do sal?o quase surda e seguindo o fluxo at¨¦ os dormit¨®rios, me dirigi a uma pessoa atr¨¢s de um balc?o para informar meu nome. Em troca, recebi uma chave e agora estou diante de uma porta de 3 metros de altura que exala uma aura desagrad¨¢vel, como se v¨¢rias energias estivessem lutando para se destacar. Observando a porta que dizia "Quarto 101", percebi que coincidia com o n¨²mero da chave que me foi entregue. Eu fui avisar que minha estatura iria me incomodar, mas a escola tinha que colocar apenas tr¨ºs m¨ªseros metros? Ao adentrar o quarto me curvando mais do que eu gostaria para n?o bater minha cabe?a ou as asas no batente da porta, deparei-me com Alice e outras duas garotas. Reconheci as mesmas que vi mais cedo no sal?o. No entanto, todas pareciam um pouco tensas, com suas auras em conflito. Aura ¨¦ algo engra?ado, pode pode us¨¢-la para muitas coisas, como limitar o movimento de algu¨¦m criando um dom¨ªnio, pressionar a aura de outras pessoas, etc. Assim que a minha pr¨®pria aura identificou o ataque, ela fluiu para fora do meu corpo preenchendo o quarto, tendo uma rea??o vis¨ªvel em Alice e na garota ao lado dela "Irm?!" Alice pulou da cama e me abra?ou, e eu retribu¨ª o gesto afetuosamente. "Ah, voc¨º cresceu tanto!", ela comentou enquanto olhava para cima. Agora tenho 3,5 metros de altura, enquanto ela est¨¢ com seus 2,3 metros, talvez um cent¨ªmetro mais alta desde a ¨²ltima vez que nos vimos. "Finalmente nos encontramos, senti tantas saudades", eu disse, abra?ando-a ainda mais forte e levantando-a, o que provocou uma tosse de uma das garotas cujos nomes ainda n?o conhe?o. Abaixei Alice e fui cumprimentar as outras duas garotas. "¨¦ um prazer conhecer voc¨ºs. Sou a Condessa de Fronteira Ariel Nihara. Posso saber seus nomes?" Fiz uma sauda??o com a m?o sobre o peito. "Sauda??es Condessa, Sou Anast¨¢sia Du Vonks, a segunda princesa do Reino de Rihal. ¨¦ um prazer conhec¨º-la", disse a garota de cabelo preto, que se assemelhava ao rei e provavelmente era sua filha. Sinto que ela est¨¢ em algum lugar acima do n¨ªvel 100, talvez at¨¦ 120. Ela ¨¦ um pouquinho mais baixa que Alice. "Sou Sophia Kanorian, a terceira princesa imperial do Imp¨¦rio Kanorian. ¨¦ um prazer, Condessa. Eu assisti ¨¤ sua luta, foi muito interessante", disse a garota de pele um pouco p¨¢lida e longos cabelos brancos. Sophia ¨¦ maior que Alice por muito, com cerca de 2,8 metros. Sua aura ¨¦ completamente diferente de todos os alunos que eu vi, exalando poder, respeito e tamb¨¦m... familiaridade? H¨¢ algo familiar nela que n?o consigo identificar. As auras s?o coisas estranhas, e perto dela sinto uma briga entre nossas auras. Sophia tamb¨¦m exala uma presen?a muito mais perigosa que Anastasia e Alice, como um predador nato. "Obrigada pelo elogio, Sua Alteza Imperial" eu disse me curvando um pouco. Mas n?o tirei os olhos dela, afinal nunca se sabe se ela ¨¦ hostil ou amig¨¢vel Me virando para as camas, me perguntei: qual ¨¦ a minha cama? Ao observar o quarto, percebi que h¨¢ quatro camas: tr¨ºs de casal, grandes, e uma cama redonda enorme. Ao verificar o nome escrito embaixo, vi que a cama redonda ¨¦ a minha. N?o que eu durma da forma convencional, gosto de dormir enroscada como um gato. Support creative writers by reading their stories on Royal Road, not stolen versions. As camas est?o posicionadas de forma estranha, bloqueando a passagem de Alice. A cama dela est¨¢ encostada na parede esquerda, atr¨¢s da minha cama redonda, enquanto as camas das princesas ficam de cada lado da minha, formando uma esp¨¦cie de barreira. Parece que Alice precisa passar por cima das camas para chegar ¨¤ sua. Quem projetou isso? "As camas est?o um pouco estranhas", comentei. Isso as fez olhar umas para as outras. Deixei isso de lado e me estiquei na minha pr¨®pria cama, que tem quase 4 metros de diametro. ¨¦ mais do que suficiente. Ao estender minhas asas ao m¨¢ximo, algo que raramente fa?o, elas encostam nas paredes laterais do quarto, com uma envergadura de mais de 14 metros, esse quarto deve ser 10x10m com 5 metros de altura. "Uau, isso ¨¦ enorme, e intimidante...", comentou Sophia para si mesma. "Eu sei, elas precisam ter esse tamanho para me sustentar no ar", respondi confiante, embora ainda n?o tenha voado. "Voc¨º voa com elas?", perguntou a princesa imperial. "Ainda n?o aprendi a voar, mas talvez em breve", disse, enquanto ia explorar as duas portas dentro do quarto. Descobri que ambas levavam a um ¨²nico banheiro com uma piscina grande. Tem uma piscina no meu banheiro! S¨® a piscina deve ser metade do quarto onde vou dormir. No canto tem dois chuveiros separados com cortinas e paralelos a eles tem duas portas que deve ser onde ficam as privadas, tem um pedra presa na parede para usar com pia. De jeito nenhum vou caber l¨¢ dentro, o pequeno cub¨ªculo chamado banheiro tem Quando voltei ao quarto, encontrei Alice na porta. "O que faremos at¨¦ a hora do jantar?", perguntou Alice. Estou com fome, mas preciso de um banho primeiro. "Vou tomar um banho at¨¦ l¨¢. Estou toda suja com meu pr¨®prio sangue e suor devido ¨¤ armadura. Aquelas bolas de fogo doeram", revelando minha ideia, Alice se pronuncia. "Vamos juntas ent?o", diz Alice. "N?o precisa... irei sozinha", digo, n?o querendo chamar aten??o e transmitindo um olhar para ela entender. "Se for sobre aquilo, acho que todos aqui j¨¢ sabem. N?o se preocupe", Alice me diz com um sorriso gentil. ¡­ Todos sabem? Olhando para as duas garotas e vendo-as desviarem o olhar. Minhas pernas perdem a for?a e caio de joelhos no ch?o, causando um barulho pesado o suficiente para ser sentido no andar de baixo. Meu maior segredo... revelado t?o facilmente... "Como eles sabem? Voc¨º contou a eles?", perguntei a Alice com a mesma express?o de J¨²lio C¨¦sar nos seus ¨²ltimos momentos enquanto meu mundo desmoronava. "N?o, habilidades como clarivid¨ºncia e onisci¨ºncia espacial podem facilmente revelar o que est¨¢ debaixo de v¨¢rias camadas de roupas", ela explica. N?o h¨¢ privacidade neste mundo?! "Vamos, vou te ajudar a tirar essa armadura", ela diz tentando me levantar, mas sou mais de 1 metro mais alta e peso mais de duas toneladas, chegando a quase duas toneladas e meia com a armadura. Eu interiormente sorrio com sua fraca tentativa de me mover, ¨¦ at¨¦ fofo. Eu me sinto um pouco mal por ela. "Voc¨º ¨¦ fraca, irm?. Precisa ganhar mais pontos", digo, olhando para ela e esperando por uma rea??o. Claro, a rea??o n?o veio t?o rapidamente quanto eu esperava. Quando ela estava prestes a dizer algo, a abracei com meus 1200 de for?a, arrastando-a para o banheiro comigo e deixando as duas princesas no quarto. A luz vem de alguma pedra redonda no teto e tem uma janela alta para deixar o vapor sair. Com a ajuda de Alice, tirei minha armadura e a joguei no canto esquecido. Ao entrar na piscina, afundei como uma pedra devido a densidade da minha carne. Alice logo me seguiu, afundando ao meu lado. Ou?o a porta abrindo. Sophia entra e se despe, senti um rubor subindo enquanto olhava para sua figuta voluptuosa e rapidamente desviei o olhar, ela tamb¨¦m entra na mesma piscina que eu e Alice assim que termina, o que provoca um olhar furioso desta ¨²ltima. "Tem o outro lado da piscina, por que n?o a utiliza?", pergunta Alice com raiva disfar?ada. Apesar do tom agressivo, a garota n?o para e, ao observ¨¢-la mais de perto, agora que est¨¢ nua, percebo que Sophia tem seios quase t?o grandes quanto os meus, mesmo eu sendo muito maior que ela como um todo. "Iremos passar os pr¨®ximos 3 anos juntas neste quarto. N?o acha que dever¨ªamos confiar mais umas nas outras? Coabita??o melhora o trabalho em equipe e a confian?a", argumenta Sophia enquanto se aproxima. "Temos bastante tempo para nos aproximarmos. N?o precisavam-" "Nossa confian?a pode ser aprimorada de maneira mais eficiente em situa??es como esta. Todos n¨®s estamos vulner¨¢veis... Oh, Progenitores, olhem s¨® isso..." Sophia comenta enquanto se aproxima de Alice por tr¨¢s, agarrando seus seios saud¨¢veis e brincando com eles. "Hya! O que voc¨º pensa que est¨¢ fazendo?", exclamou Alice em uma tentativa falha de se livrar da oponente maior e muito mais forte. "O que? Estou curiosa", diz Sophia, olhando para Anast¨¢sia. "A Viscondessa Alice certamente ¨¦ bonita, parece inteligente e, o melhor de tudo..." Sophia passa a l¨ªngua em uma das art¨¦rias localizadas no pesco?o de Alice. ¡°Mhm¡­ deve ter um sabor delicioso", canta Sophia. Alice estremeceu com o toque e desistiu de oferecer qualquer resist¨ºncia. Sophia vendo aquilo, sorri e se prepara. Vendo Sophia abrir mais a boca e ver duas presas entre seus dentes. Quando Sophia se abaixa para morder, segurei sua cabe?a no lugar com uma m?o e tiro Alice do seu abra?o com a outra. Rapidamente me afasto levando Alice a reboque. Olhei para uma Sophia em choque, como uma animal selvagem que teve seu alimento roubado. Sophia se recomp?e. ¡°Condessa, ¨¦ rude interromper o almo?o de algu¨¦m.¡± disse Sophia. Olhei para minha irm? no meu peito e depois para a vampira, ¡±Minha irm? n?o ¨¦ sua comida, vampira¡± digo. Eu deveria estar com raiva, mas estou surpresa com a atitude de algu¨¦m que deveria ter um comportamento nobre. Ela ¨¦ apenas outro predador que est¨¢ tentando estabelecer dom¨ªnio. Sophia se aproximou, parando na minha frente, nossos narizes quase se tocando. ¡°Voc¨º valoriza tanto assim esse humano?¡±. Eu me levanto em toda a minha altura,¡°Ela ¨¦ minha irm?¡± eu digo na cara dela. Sophia d¨¢ um passo para tr¨¢s, ¡°Ok. OK. n?o vou mais comer ela¡±, ela me oferece a m?o,¡± vamos fazer as pazes?¡± Fiquei um pouco surpresa que isso foi de 100 a 0 t?o r¨¢pido. Pensei por um momento e cheguei a conclus?o que ¨¦ melhor termos um bom relacionamento. Voltei a minha posi??o agachada na piscina e apertei sua m?o, no momento em ia me retirar, Sophia me puxa, ou pelo menos tenta, j¨¢ que foi ela que veio at¨¦ mim, a pobre Alice fica presa entre nossos seios. ¡°Apenas uma condi??o¡± Sophia diz, um brilho em seus olhos. ¡°Qual seria ?¡± ¡°Me impe?a¡± e Sophia se lan?a em Alice que come?a a gritar apavorada. Tirando Alice do caminho, rapidamente intercepto Sophia , que com sua velocidade superior na ¨¢gua, pula em mim. Ela subiu por cima de mim e continuou indo at¨¦ Alice, que est¨¢ se afastando, eu a agarro pelo tornozelo e a joguei na ¨¢gua, um splash de ¨¢gua subiu do impacto. Enquanto a ¨¢gua cai, duas pernas saem da ¨¢gua e se cruzam no meu pesco?o, por um momento vejo a barriga lisa e macia de Sophia ganhar um conjunto completo de m¨²sculos tonificados e me jogar na ¨¢gua. Debaixo da ¨¢gua Sophia me deu dois socos r¨¢pidos na lateral que tira o ar dos meus pulm?es, um pouco de ¨¢gua entra pelo boca e nariz, tento me levantar para respirar, mas Sophia estava esperando isso. Ela me agarra e me leva para o fundo em um mata-le?o, percebo que ela n?o est¨¢ querendo realmente me sufocar, o mata le?o dela n?o est¨¢ me machucando, apenas me imobilizando e me mantendo no fundo. Tento alcan?ar ela com meus bra?os, mas Sophia cruza suas pernas no meu peito, prendendo meus bra?os. Tentei me livrar de suas pernas fortes, mas Sophia ¨¦ t?o forte quanto eu, e isso nem ¨¦ o pior. Ela est¨¢ usando algum tipo de charme que est¨¢ me deixando excitado, mal come?amos e j¨¢ estou distra¨ªda. Movi meu rabo at¨¦ o pesco?o dela, enrolei-o ao redor e comecei a puxar. Por um minuto ou dois, nada aconteceu, at¨¦ que Sophia muda sua estrat¨¦gia e me ataca de uma maneira inimagin¨¢vel. C¨®cegas, seus dedos finos e delicados correm e voltam nas laterais da minha barriga, a sensa??o enviando espasmos pelo meu corpo. ¨¢gua enche meus pulm?es, e n?o aguentando mais, solto Sophia. Sophia afrouxa um pouco o aperto, mas n?o me solta. Entrou ¨¢gua demais no meu pulm?o, tanto que estou me afogando. Meu pulm?o tenta expulsar a ¨¢gua e acaba ingerindo mais ¨¢gua. Admitindo a derrota, come?o a dar tapas no bra?o dela. N?o demorou muito pra eu ser liberada de sua pris?o macia, nado at¨¦ a borda da piscina e saio da ¨¢gua, vomitando litros de ¨¢gua, quando finalmente me deito para recuperar a respira??o.. Enquanto recuperava a respira??o, a vampira se aproximava para captar minha aten??o. Como um predador se aproximando de sua refei??o cansada e ferida. Eu devo ter enlouquecido, ela ¨¦ realmente bonita. Tento me levantar, mas n?o consigo. Isso ¨¦ estranho, eu n?o deveria estar t?o fatigada por algo t?o simples como ingerir ¨¢gua. Tudo que posso fazer ¨¦ rastejar dolorosamente para longe dela. Tudo isso t¨¢ errado, onde est¨¢ o sangue? Onde est¨¢ a brutalidade de uma briga? Por que estou t?o fraca ? Sinto a m?e de Sophia na ponta do meu rabo, me impedindo de me afastar ainda mais. ¨¦ isso, eu perdi. Me virei para e aceitei minha derrota. Barriga para cima, expondo v¨¢rios ¨®rg?o vitais para ela. Por que estou fazendo isso? Era pra eu estar brigando at¨¦ a morte com ela! ¡ª------------------------------------------------- (A cena abaixo ¨¦ 18+) Ponto de vista: Sophia Olhando o corpo nu de Ariel n?o posso deixar de notar como ele ¨¦ diferente de tudo que j¨¢ vi. A marca de queimadura no lado direito do rosto de Ariel vai dos olhos at¨¦ o ombro. Todas essas cicatrizes me surpreendem. Duvido que existam tantos guerreiros com essas marcas sexy de guerra. Ela tem cicatrizes pelo corpo inteiro! Esse corte de espada que vai do pesco?o at¨¦ o meio das sobrancelhas! Como ela sobreviveu? Olhando mais pra baixo, percebo que a informa??o que recebi estava correta. Eu esperava algo mais¡­ normal, n?o isso. Esse anjo n?o tem um penis, mas um maldito ariete entre as pernas, at¨¦ suas bolas s?o gigantes, mesmo em compara??o ao peda?o de carne em que est?o presas. Eles s?o lindos. Ela ¨¦ tudo o que algu¨¦m poderia querer, poder, tamanho, potencial, massa, curvas. Eu quero ela. Volta meu olhar para cima e nossos olhos se encontram, posso ver o medo, a excita??o, a resigna??o e uma pitada de raiva com a situa??o em seus olhos, mas acima de tudo isso, a submiss?o. Eu sorrio largamente mostrando minha presas e lambendo os l¨¢bios. Indo pegar meu pr¨ºmio, me deito em cima do seu rabo e comecei a escalar seu corpo. Cada pux?o dos meus bra?os me puxando para cima, chegando at¨¦ suas pernas grandes, onde cravo minhas garras e come?o a subir ainda mais, chegando a sua virilha. Paro por um momento para tirar meu olhar dos olhos de Ariel e apreciar o tamanho do monolito diante de mim. ¨¦ ainda maior de perto. Uma pequena parte de mim quer brincar com isso, mas rapidamente jogo esses pensamentos pela janela. Muito cedo para essas coisas. Continuando. Me certifico de maximizar o contato corporal em todo o trajeto, meus seios grandes, minhas barriga, minhas pernas, meu peito sai de suas coxas e come?a a subir conforme eu avan?o, quando passo por sua barriga e chego na parte inferior dos seus seios, sinto seu peda?o de carne entrar no v?o entre meus seios. Um arrepio de excita??o percorre meu corpo, mas n?o demonstro. Suprimindo minha excita??o, agarro seus seios, surpresa momentaneamente com o qu?o firmes eles s?o, e me puxo para cima, desalojando junior dos meus seios e arrastando-o at¨¦ minha barriga. Um pequeno gemido sai da boca de Ariel. Finalmente chegando at¨¦ o seu rosto, olho a olho, onde ela parece estar fervendo viva por sua pr¨®pria excita??o e vergonha. Tento ao m¨¢ximo ignorar seu penis entre minhas coxas. Um movimento para baixo e ela entra. De alguma maneira, estamos na posi??o perfeita para o ato. N?o querendo correr esse risco. Me sento em cima de sua barriga com as canelas nas asas delas. Que sensa??o fofa. ¡°Vire-se¡± eu ordeno. Ariel hesita por um momento e diante do meu olhar, ela se vira de costas para mim, tive que dar algum espa?o devido a suas asas enormes enquanto ela rola e fica de costas para mim. Ela olha pra mim por cima do ombro, seus olhos tremendo. Eu fa?o quest?o de prolongar o momento por alguns segundos. Eu me abaixo, pressionando meus seios nas suas costas grandes, coloco minhas m?os na sua cabe?a e no ombro e os separo, expondo o lado do seu pesco?o n?o queimado. Limpei meus l¨¢bios uma ¨²ltima vez para provar possivelmente o sangue mais raro de todo o continente, apenas sentir a textura fria do a?o pressionada no meu pesco?o. ¡°N?o se mexa¡± Reconhe?o a voz fria, Alice. Ah. Garotinhas mimadas que acham que est?o no controle quando n?o est?o. ¡°N?o sei o que voc¨º pode fazer para me impedir de prov¨¢-la¡± digo sem olhar para ela. N?o vou ser interrompida novamente. A ¨²nica maneira de Alice me parar ¨¦ me ferir fatalmente, e ela ¨¦ inteligente demais para fazer isso. ¡°Quer mesmo descobrir?¡±, Alice diz pressionando a ponta da adaga fundo, tirando um pouco de sangue. Sua vadia, voc¨º vai pagar por isso. Olhei para Ariel, que observava a situa??o entre meus dedos da m?o pressionada em seu rosto. Observe. ¡°Vamos supor que voc¨º consiga enfiar essa faca na minha garganta. Vamos supor tamb¨¦m que o ferimento me matara e me impedir¨¢ de abrir seu peito e comer seu cora??o.¡± ¡°Me diga, como voc¨º vai lidar com as consequ¨ºncias? Uma princesa imperial morta pelas m?os de uma princesa ducal¡± Alice treme quase imperceptivelmente, mas eu notei o tremor em seus c¨ªlios. ¡°N?o importa o que voc¨º ou seu pai diga em sua defesa, mesmo ainda a palavra de Ariel. A Investiga??o vai ocorrer, eles v?o saber que voc¨º me matou por praticamente nada¡± ¡°Ent?o vem os assassinos, depois as escaramu?ar, e ent?o uma promessa de apoio do imp¨¦rio ¨¤ Alian?a Anti-Rihal. E ent?o, a guerra. Sua casa vai queimar, seus familiares v?o queimar, seu reino rid¨ªculo vai queimar.¡± eu disse em uma voz desprovida de emo??o. A m?o segurando a lamina treme, mas seu rosto n?o demonstra rea??o. Ela sabe que estou certo, que ¨¦ isso que vai acontecer. Ou ela n?o consegue um bom golpe e eu a mato, que vai fazer Ariel me matar ou me imobilizar para ser levada ao tribunal. Se eu for ao tribunal, vou sair viva com uma pena menor, mas as consequ¨ºncias pol¨ªticas seriam enormes, e seria o reino quem sairia ganhando. ¡°Vou te dizer o que voc¨º vai fazer¡±, eu disse com autoridade. J¨¢ sabendo que ganhei. ¡°Voc¨º n?o vai fazer nada, vou mord¨º-la e voc¨º n?o far¨¢ absolutamente nada. N?o importa o resultado que tu vai escolher, tu morre mais cedo ou mais tarde¡± eu digo em tom final. Por um momento, eu e ela ficamos paradas, mas logo Alice cede, sua faca se afastando junto com sua figura enquanto se afasta e me observa. Tendo certeza que Alice n?o vai se mover, volto minha aten??o para a minha refei??o. Dou um longa lambida na pele onde pretendo morder, sentindo o gosto. Simplesmente Divino. Eu n?o enrolo mais e mordo, minhas presas perfuram facilmente sua pele macia. Ariel tem espasmos por um segundo e logo ¨¦ substitu¨ªdo por um suspiro profundo. Eu sinto todo o seu sistema cardiovascular atrav¨¦s das minhas presas. Quando eu tomo meu primeiro gole, Ariel estremece e sinto o gosto divino do seu sangue sobrecarregando minhas papilas gustativas. Ah, que erro eu cometi. Nunca mais vou conseguir me saciar com sangue comum. Vou para outro gole e a sinto estremecer novamente. Reconhe?o quando algu¨¦m tem um orgasmo. O tremor se repete no pr¨®ximo e no pr¨®ximo. No meu d¨¦cimo gole, sinto que estou ficando b¨ºbada, e com muita for?a de vontade, eu saio de cima dela. Quando piso no ch?o, a sensa??o do fluido quente chama minha aten??o, a grande po?a de fluido branco que cresce a cada segundo. N?o precisei pensar muito. Pelo progenitor, olha essa quantidade. Observei enquanto Ariel expulsava mais e mais do fluido espesso de seu pilar de carne, suas bolas subindo a cada jato. Mesmo que eu j¨¢ tenha terminado sa¨ªdo de cima dela, Ariel ainda continua ejaculando, e ela simplesmente n?o para de expelir seu DNA nos ladrilhos do banheiro. ¨¦ normal gozar quando ¨¦ mordido por um vampiro. Precisa ser bom para a pessoa ainda estar disposta a ser mordida novamente. Eu sabia que ela tinha bastante dentro de suas bolas pelo tamanho delas. A largura da po?a j¨¢ alcan?ou a metade da altura do anjo. Quando finalmente Ariel parou de cuspir e gemer, cinco minutos depois, a po?a j¨¢ tinha superado sua altura e chegado at¨¦ a piscina, escorrendo para dentro dela e se misturando ¨¤ ¨¢gua. Olhei para o anjo e vejo que ela desmaiou. 011 - Duelos parte 1 Cap¨ªtulo 11! Acho que nunca em toda a minha vida eu acordei t?o Aliviada. O ch?o duro de m¨¢rmore fez uma maravilha dolorosa em meus m¨²sculos, cada movimento uma enviando sinais de dor ao c¨¦rebro. Fa?o uma pausa tentando lembrar o que aconteceu antes de eu dormir, me lembro de perder para Sophia em uma¡­ uma briga? N?o sei o que deu em mim. Meu c¨¦rebro e meu corpo tinham simplesmente se rendido a ela. A sensa??o de sua mordida enviando choques el¨¦tricos por todo o meu corpo antes de eu apagar. Eu tenho quase certeza de que vim. Ai, que vergonha. Me levantando e verificando minha virilha¡­ nenhum fluido, nenhum cheiro. Estou com fome. Me levantei do ch?o de m¨¢rmore com meus m¨²sculos protestando a cada movimento. Dou um mergulho r¨¢pido na piscina morna para aliviar um pouco a dor muscular, uma lavada r¨¢pida no corpo com sab?o, e finalmente o cabelo, que eu devia ter cortado a muito tempo. Saindo pela porta vestida com um roup?o fofo, encontrei o quarto desprovido de vida, nenhuma das princesas, nem mesmo Alice estavam ¨¤ vista. Abri meu arm¨¢rio torcendo para ter roupas que me sirvam, encontrei algumas um pouco apertadas e algumas um pouco largas. As roupas j¨¢ estavam furadas onde minhas asas e rabo v?o. Vesti uma camisa larga, uma saia m¨¦dia, um sobretudo marrom horr¨ªvel para evitar olhares errantes, o de costume. Notei um peda?o de papel na minha cama, parece que algu¨¦m passou por aqui e deixou o cronograma do dia. ¡®Confirmar presen?a no p¨¢tio principal¡¯, ¨¦ basicamente isso que estava escrito, s¨® que com mais palavras. Quando sai do quarto, dei de cara com uma garota no corredor. ¡°Com licen?a, podes me dizer onde fica a cantina?¡± perguntei ¨¤ uma garota de cabelo marrom. "Siga em frente e vire ¨¤ direita, vai ter uma pequena fila. Tenha um bom dia condessa.¡± ela diz apressadamente. Todo mundo parece me conhecer por causa da luta. Agradecendo-a e seguindo suas instru??es, encontro a ¡®pequena¡¯ fila de 100 pessoas, quando chega minha vez, comecei pegando um prato enorme, e colocando todo tipo de carne desconhecida no prato, levando at¨¦ onde ¡®pagaria¡¯ a comida, lembro que n?o tenho dinheiro!, quando lembro disso j¨¢ estou na frente da bancada onde pesa os pratos. ¡°Nome?" ela pede. ¡°Ariel Nihara¡± responde esperando que nada ser¨¢ cobrado. ¡°A nova Condessa de fronteira?,¡± ela me pergunta eu confirmo acenando. Ela observa por um momento, como se visse algo que n?o era para estar ali, ¡±se importa de me mostrar o certificado? s¨® para garantir, j¨¢ que n?o costumamos ter algu¨¦m com um t¨ªtulo de alto escal?o por aqui¡± Pegando meu certificado e entregando a ela, ela inspeciona e inspeciona mais um pouco, me entregando de volta o certificado, d¨¢ um aceno de ¡®tudo certo¡¯ e come?a a pesar o meu prato, a balan?a n?o ¨¦ aquele quadrado moderno, mas uma caixa com cristais embaixo que brilham de vez em quando, o n¨²mero 24 aparecendo em azul claro em cima no meu prato. ¨¦ como um holograma, s¨® que m¨¢gico. ¡°Como a condessa ainda n?o tem pontos de conquista, esses pontos ser?o retirados depois do torneio, caso a condessa n?o consiga pontos suficientes no torneio, seus pontos podem ficar negativo¡±, ela disse me entregando o prato de quilos de comida, dei um agradecimento final e come?o a procurar um lugar para me sentar, o local ¨¦ totalmente enorme, enormes pilares de 5 metros de altura sustentando o teto de pedra, percebendo dois tamanhos de mesas, aquelas para pessoas de 2 metros de altura e aquelas com 3 metros, a grande maioria de 2,5 m. Sentando em uma mesa de quatro cadeiras sem ningu¨¦m que demorei a achar perto da parede, a pobre cadeira protestou quando sentei minha bunda gorda demais para uma cadeira desse tamanho, a madeira lascando com um som alto, percebi v¨¢rios olhos em mim. Que vergonha, era ¨®bvio que isso ia acontecer. E essa ¨¦ uma das maiores mesas. Fingindo que nada aconteceu, coloquei a cadeira debilitada no canto e juntei duas cadeiras para me sentar. Felizmente, parece que as duas aguentam o tranco. Por pouco. Aguente, por favor. Tentando ignorar os olhares, devoro minha comida como uma pessoa normal com fome, quando logo percebo que meu prato j¨¢ est¨¢ vazio, eu peguei tanto e ainda assim acabou t?o r¨¢pido¡­ Eu repeti o prato mais duas vezes at¨¦ que muitas das pessoas que estavam ao redor foram embora, deixando as mesas vazias, pegando meu prato vazio e colocando em uma montanha de pratos sujos em cima de uma mesa, fico procurando um rel¨®gio nas paredes, vendo que j¨¢ estava quase 5 minutos atrasada, comecei a ir ao p¨¢tio. Passando pelo corredor que leva ao p¨¢tio, acabo encontrando Alice no caminho, as mem¨®rias de ontem vem ao presente e tento esconder o rubor do meu rosto com uma das asas. Alice sorri divertida e pega minha m?o, e juntos fomos ao p¨¢tio. Todo esse lugar ¨¦ muito grande, desde esses corredores exageradamente alto e largo at¨¦ o p¨¢tio, que tem 9 arenas quadradas enormes, erguidas um metro e meio acima da grama no solo. Percebi que os alunos estavam formando o mesmo tipo de fila de antes, s¨® que ¨¦ baseada na hierarquia social dos quartos dos dormit¨®rios, sempre grupos de quatro, chegando ao meu lugar na fila perto de Alice, finalmente perguntei. "O que aconteceu depois que Sophia me mordeu?¡± perguntei baixinho ¨¤ Alice ao meu lado. "N?o aconteceu nada demais, apenas um banho, sabe. Brincamos um pouco e ca¨ªmos no sono de cansa?o¡± Alice me disse com seu PokerFace. O que ? ¡°Brincadeira¡± Alice ri. ¡°Depois que tu desmaiou, eu e a princesa imperial tentamos te mover para te lavar, infelizmente, mesmo n¨®s duas n?o conseguimos te mover. N¨®s at¨¦ pensamos em chamar ajuda, mas como tu tem vergonha de mostrar seu corpo aos outros, deixamos assim mesmo.¡± ¡°Ent?o quem me limpou ?¡±, perguntei. ¡°Eu e a princesa imperial, d?¡± Alice revira os olhos. ¡±Demorou um pouco para limpar toda a sua bagun?a, e eu n?o te deixaria l¨¢ naquele estado, como sua irm? mais velha, ¨¦ meu dever cuidar de ti.¡± ¡°Obrigado, irm?zona¡± eu enrolei meu rabo em seu t¨®rax e apertei, como um abra?o. ¡°D-De nada irm?zinha¡±, ela ofega. ¡°Desculpa pela bagun?a, mas ¨¦ normal isso acontecer quando vampiros te mordem?¡± perguntei. Por favor, que seja normal. ¡°Bem, sim. Vampiros t¨ºm esse efeito nas pessoas.¡± ela diz. Gra?as a deus. ¡°Teve algo a ver com o tanto de comida que eu comi hoje mais cedo?¡± perguntei, ainda incr¨¦dula, n?o consigo me lembrar de nada, isso ¨¦ muito estranho. ¡°As chaves logo ser?o divulgadas¡± diz Alice me ignorando, e com o canto do olho, uma Sophia apressada chega ao nosso lado com uma anastasia euf¨®rica, parecia que Sophia quase estava levando dois mel?es em seu busto pelo jeito que se movia. ¡°Bom dia condessa, bom dia viscondessa¡± Sophia nos comprimenta alegremente. ¡°B-Bom dia¡± forcei uma resposta. Um dia, vou te devolver aquela mordida. "Bom ver que est?o todos alimentados e prontos para sangrar bastante hoje.¡± A mesma professora fan¨¢tica por sangue de ontem que eu n?o sei o nome fala em cima de uma das arenas, sem microfone, apenas sua voz alta viaja pelas fileiras de alunos. "Cada um de voc¨ºs ir?o duelar um contra o outro nessas arenas, seu lugar no placar ser¨¢ decidido no momento em que a batalha individual acabar, s?o exatas 128 pessoas lutando aqui hoje, e como sempre, os anos superiores vieram assistir, afinal o resultado aqui pode influenciar neles tamb¨¦m.¡± ela terminou com um sorriso. "Sobre os pontos agora, o primeiro lugar receber¨¢ 1000 cr¨¦ditos a cada in¨ªcio do dia at¨¦ ser retirado de sua posi??o, o segundo lugar vai receber 900 cr¨¦ditos, e os dois que ficaram em terceiro lugar v?o receber 800 cr¨¦ditos, os que ficarem em quarto lugar v?o receber 700 cr¨¦ditos e assim por diante at¨¦ o ¨²ltimo lugar que receber¨¢ 300 cr¨¦ditos. 300 cr¨¦ditos ¨¦ o suficiente para viver, nada mais.¡± ¡°Eu diria que esse sistema ¨¦ incrivelmente injusto¡± pensei em voz alta. "E agora, anunciando as chaves!,¡± uma enorme proje??o m¨¢gica aparece ¨¤ nossa frente em v¨¢rios quadros, estou procurando meu nome, mas s?o muitas pessoas! Sabe, acho que nem estou mais surpresa, eu entro em um p¨¢tio e terei que lutar, eu gosto de lutar. Quem ¨¦ meu oponente? vamos ver¡­ Achei, mas esse n?o ¨¦ aquele cara de ontem? Quando vi quem era meu oponente, fiquei surpresa, vai ser dif¨ªcil essa, Phelipe ¨¦ r¨¢pido e dif¨ªcil de pegar, minha arena ¨¦ a n¨²mero 9, ¨¦ uma das 9 primeiras lutas, j¨¢ que s¨® tem 10 arenas, cada um de n¨®s foram para suas arenas, menos Alice ,como ela n?o ¨¦ uma combatente completa, n?o necessita passar por essas coisas. ¡°Todos voc¨ºs t¨ºm uma hora para se apresentarem a suas respectivas arenas, boa sorte a todos¡±, a instrutora disse e foi embora. Nos quatro voltamos para nosso quarto, cada um vestiu sua armadura e armou para o pequeno torneio Indo para a arena numero 9, vejo que Phelipe j¨¢ est¨¢ subindo as escadas ao mesmo tempo que eu. ¡°Phelipe, bom te ver¡± eu o cumprimentei no meio da arena. The tale has been illicitly lifted; should you spot it on Amazon, report the violation. "Condessa Ariel¡± Phelipe me cumprimenta. ¡°Sem ressentimentos Phelipe, mas se voc¨º n?o se render, voc¨º vai apanhar.¡± digo. "N?o cheguei at¨¦ aqui desistindo na primeira parede que encontro¡±, ele responde, sem irrita??o ou arrogancia. Hmm. Eu sei que ele ¨¦ bom, todos aqui s?o melhores que eu em t¨¦cnica e experi¨ºncia. De todos no reino inteiro, Phelipe conseguiu entrar na academia, onde as vagas s?o limitadas a apenas mil e poucos alunos por ano. Embora ele esteja entre os melhores da sua idade, sua forma humana ¨¦ muito inferior ¨¤ minha, ele deve ter um d¨¦cimo do meu peso e metade da minha altura. ¡®Ariel, Tamanho n?o ¨¦ documento¡¯ eu ri quando essas palavras sa¨ªram da boca do Gr?o-duque. Vamos testar. "Condessa Ariel, Phelipe, voc¨ºs est?o prontos? Lembrando que caso um dos lados n?o possa continuar consciente, se render ou cair da arena, e quando digo cair da arena ¨¦ tocar a grama no ch?o, o lado oposto ¨¦ declarado vencedor e ir¨¢ para a pr¨®xima partida, entenderam?¡± Um homem que est¨¢ vestido com o uniforme de professor fala, ambos damos nossas confirma??es. "¨®timo, Podem come?ar!¡± Phelipe parte para um ataque frontal com suas laminas vindo em dire??o a minha garganta, ele faz um corte fintando com uma espada e cortando com a outra, n?o cortou muito fundo, mas ainda faz sangrar bastante, tentei agarrar um de seus bra?os, mas Phelipe ¨¦ r¨¢pido e recua a tempo, ele sabe que se eu o agarrar ¨¦ o seu fim, abrindo minhas asas e manifestando [Halo da salva??o] por um mero segundo. A habilidade ¨¦ incrivelmente poderosa, muito superior a habilidade de cura de Alice, s¨® que gasta mana demais, se eu us¨¢-la por mais de tr¨ºs minutos, come?o a sofrer de fadiga de mana pesada. Phelipe fica incr¨¦dulo ao ver a luz do c¨ªrculo m¨¢gico em cima de mim fechar o corte surpresa que ele fez diante dos seus olhos, o corte em si n?o tirou muito sangue, senti um pouco da minha vitalidade ir embora, o problema era o sangramento massivo que vinha de b?nus, ativando minhas habilidades defensivas das minhas asas, e dessa vez preparada, me lan?o at¨¦ ele, e claro, ele come?a a correr de mim. Aquele corte doeu. Sempre que vou at¨¦ ele, Phelipe come?a a correr pela borda da arena. Ele quer me atrair para a borda e me derrubar? Sonhe! Ele n?o tem for?a assim para me mover, e eu ainda posso cravar minhas garras do p¨¦ no ch?o da arena para permanecer imovel, vendo que sua estrat¨¦gia n?o est¨¢ funcionando, ele parte pra cima, abrindo pequenos cortes na minha armadura, dificilmente forte o suficiente para eu dar a m¨ªnima, e continuamos nesse corre-corre por um tempo. Finalmente consigo encoraj¨¢-lo contra a ponta da arena. Ele conseguiu infligir algum dano em 2 minutos de luta, mas um ¨²nico halo surgindo acima de mim por alguns segundos cuidou desses ferimentos. "Isso ¨¦ injusto!, os cortes que fiz nos seus bra?os desde o in¨ªcio da luta est?o curados!" Ele protesta. De fato, n?o ¨¦ justo, tenho duas vezes mais estat¨ªsticas que ele, ¨¦ a vida, fazer o que. "O mundo nunca ¨¦ justo!, sua for?a ¨¦ a ¨²nica justi?a!" mando a real para ele, como o pai/Gr?o-duque me ensinou. Em uma tentativa de sair de sua situa??o, Phelipe finalmente faz uma luta frontal, ele gira seu corpo muito r¨¢pido, abrindo ferimentos significativos nos meus bra?os dentro do a?o da armadura e pousando atr¨¢s de mim do giro com gra?a, Phelipe volta ao jogo, um pouco cansado e tonto, mas ileso. Ele investe contra mim, e deixei sua espada correr solta pelo meu corpo, quando ele faz uma pausa para respirar, ¨¦ quando aproveito o momento, segurando um dos seus bra?os com minhas garras e aproveitando a enorme diferen?a de peso, eu o giro por cima de mim at¨¦ bater seu corpo no ch?o e fa?o novamente e novamente at¨¦ que percebo que ele n?o est¨¢ mais se mexendo, dando um olhada mais de perto, todos os seus membros provavelmente est?o quebrados, percebi que ele tamb¨¦m caiu na inconsci¨ºncia. Foi assim que o Hulk se sentiu quando espancou Loki? Deus fraco. O juiz vendo isso, se aproxima e chama duas alunas que tiram Phelipe da arena e come?am a curar de alguma maneira. As pessoas que curam nivelam fazendo apenas isso? ¡°O vendedor ¨¦ a condessa Ariel!" declarou o juiz. Quando saio da arena para dar lugar ao pr¨®ximo combatente, o juiz me impede. "Condessa, seu pr¨®ximo oponente j¨¢ est¨¢ te esperando¡± ele me avisa, quando vejo uma mulher com armadura surrada e um pouco abatida subir na arena, ela era mediana em apar¨ºncia e altura. "Voc¨º t¨¢ legal?" perguntei por preocupa??o. ¡°N?o se preocupe comigo condessa¡± ela responde sem se importar com seu estado. ¡°N?o estou te desprezando, me desculpe se eu te ofendi¡± digo. N?o recebo uma resposta dela, ela fica em sil¨ºncio enquanto me preparo. "Condessa, isso que voc¨º faz antes da luta iniciar, ¨¦ proposital?, por que se for, est¨¢ funcionando muito bem.¡± ela diz antes da luta iniciar. ¡°N?o sei do que voc¨º est¨¢ falando¡± digo, o que eu fa?o? "Essas asas enormes meio encolhidas fazendo uma enorme sombra agindo como se fosse seu escudo, seu tamanho, sua posi??o com costas reta, exibindo tudo em voc¨º como ¨¦ grande, olhos misteriosos que brilham um pouco, tudo isso junto intimida" ela me revela. ¡°Oh, eu n?o sabia disso e n?o era minha intui??o, ¨¦ s¨® uma postura confiante, obrigado por me dizer¡± respondo honestamente a ela. Essa minha postura ¨¦ para as bestas da montanha, para impedi-las de me desrespeitar como faziam na primeira semana. "Voc¨ºs duas est?o prontas?¡± o professor pergunta. ¡°Estamos¡± ¡°Estou¡± "Ent?o agora come?a o duelo entre a condessa Ariel e a baronesa Natasha! Lutem!¡± Quando a partida come?a, ela vem para cima de mim, s¨® no mano a mano, socos ¨¦ a especialidade dela, sua armadura protege bem dos meus ataques, alguns perfuram pouco, outros mais, sinto o impacto de cada soco dela passando pela minha armadura que ela amassou com seus socos. Ela soca minha barriga e minhas pernas, meu peito ¨¦ est¨¢ bem alto pra ela socar com efici¨ºncia. n?o se deixe enganar pela sua apar¨ºncia abatida, ela pode ter poucos recursos sobrando, mas o impacto dos seus socos passam direto pela minha armadura, tornando-a quase in¨²til contra esse tipo de oponente. ¡°¨¦ minha primeira vez que enfrento algu¨¦m que usa socos, todos s?o t?o fortes quanto voc¨º?" perguntei me acostumando um pouco com a dor. Ela n?o me responde, julgando pelo seu tamanho ela deve estar acima de 120, mesmo bloqueando seus socos com a palma da m?o, ela ainda me machuca, ¨¦ pouco dano, mas ela ¨¦, at¨¦ que r¨¢pida, sendo assim, s¨® posso ignorar totalmente a defesa. J¨¢ machuquei minha palma e n?o acertei nada nela ainda, come?ando a atac¨¢-la com garras, n?o me importei se ela me acerta ou n?o. Acertando um golpe de rasp?o no bra?o, um no rosto, e outro no peito, ela cambaleou um pouco com o ¨²ltimo, aproveitando essa oportunidade, como ela est¨¢ um pouco longe eu a chuto na lateral, o chute quebra sua postura e a joga voando pela arena. Foi como chutar um saco de treino. ¨¦ um pouco dif¨ªcil lutar com algo que n?o alcan?a nem mesmo minha cintura. Posso dizer que n?o tem chance de ela vencer, mas ainda assim, me levou uma boa quantidade de esfor?o para algu¨¦m t?o¡­ pequena. Caminhei at¨¦ ela e colocando minha bota blindada em cima dela, cobrindo quase todo o seu torso usando um pouco do meu peso para fazer press?o e usando tamb¨¦m o peso da minha cauda para restringir as pernas dela. Ela se desespera para tirar eu de cima dela, uma pena que devo pesar dez ou mais vezes mais que ela. "At¨¦ quando vai ficar em cima de mim?, esse n?o ¨¦ o jeito de uma nobre lutar¡°, diz ela com frustra??o. Dando de ombros, pisei no bra?o direito dela, ela n?o deu um pio quando um ter?o do bra?o se transformou em pasta, envolvendo minha m?o ao redor do seu antebra?o, estranhei a sensa??o, parecia que eu tinha agarrado algo do tamanho de um cabo de vassoura. A ergo at¨¦ que nossos olhos se alinhem. "Pe?o desculpas, recebi meu t¨ªtulo a pouco tempo e n?o tive tempo para aprender todas essas regras e costumes que provavelmente n?o vou me incomodar de aprender no futuro, tendo certeza que voc¨º n?o vai se libertar, poderia se render? Por favor , n?o quero fazer isso com um colega.¡± eu disse, mostrando minhas presas t?o grandes quanto os dedos dela. Ela n?o responde. "Tem certeza que quer continuar?, n?o reparou minhas presas?, elas n?o s?o feitas para enfeites sabe.¡± digo a ela com presun??o, posso dizer que ela est¨¢ pensando na possibilidade de isso ser verdade ou n?o, vendo que ela est¨¢ indecisa, quando levo minhas presas perto do seu pesco?o ¡°Eu me rendo!¡± ela finalmente grita. ¡°Obrigado pela luta, aprendi bastante¡± agrade?o a ela. ¡°Posso fazer uma ¨²ltima pergunta?¡± ela diz. ¡°Pode¡± "Sei que voc¨º ¨¦ grande e que aos seus olhos, sou quase t?o inofensivo quanto um coelho de chifre, mas, tenho certeza que te machuquei com meus golpes, mesmo que sua constitui??o e vitalidade fosse alta, voc¨º deveria estar pelo menos um pouco atordoada¡± ela pergunta. ¡°Os golpes que voc¨º deve ter dado n?o chegaram a realmente me machucar de verdade, pois s?o fracos em compara??o com a minha vitalidade total de mais de 40.000¡± digo com ¨ºnfase no n¨²mero.¡± ¡°Isso ¨¦ imposs¨ªvel, n?o tem como voc¨º ter tudo isso¡± ela exclama. ¡°Acredite se quiser, mas esse ¨¦ um fato, eu n?o minto¡± digo a ela. Ela ri tristemente e ela pula para fora do ringue. Minhas palmas ainda doem. Ferimentos leves por enfrentar duas pessoas, j¨¢ foram duas de dez partidas, quando meu pr¨®ximo oponente chega, um homem de armadura cheia, um escudo de torre maior que ele e uma espada curta, me lembra um pouco um legion¨¢rio. Ele ¨¦ um dos maiores humanos que j¨¢ vi abaixo do n¨ªvel 200. deve ter uns 2,5 metros. "Bar?o Christopher, condessa Ariel, essa ¨¦ a terceira partida, voc¨ºs est?o prontos?¡± o professor juiz perguntou. Quando a partida come?ou, a primeiro coisa que fiz foi tentar tirar seu escudo do caminho, o maldito a?o pode muito bem estar fundido no bra?o desse cara, ¨¦ mais firme do eu pensava, tentei tirar seu escudo algumas vezes e ganhei dois cortes duas vezes. Vendo que minha estrat¨¦gia n?o estava indo bem, eu n?o sabia o que fazer, esses cortes tirando bastante sangue. me distanciei e conjurei meu halo. Ainda sou inexperiente demais, mas ainda vou ganhar, s¨® me resta a minha ¨²nica estrat¨¦gia que nunca me deixou na m?o. A defesa do bar?o Christopher ¨¦ dura, ele ¨¦ lento, t?o lento quanto eu, ele ¨¦ forte e tem bom equipamento, mas eu ainda peso mais que ele, seria uma pena se eu o empurrasse da arena, n?o ¨¦ ? Ele ¨¦ menor que eu por uma boa margem, e eu sou muito mais pesada que ele, j¨¢ tentei circular ele e n?o consegui, minha ¨²nica escolha ¨¦ utilizar meu tamanho e peso ao meu favor, como j¨¢ estamos perto da borda da arena, eu come?o a empurrar o bar?o. Ent?o ele me corta novamente, colocando um asa na frente da sua espada para me proteger, a espada a atinge com um impacto met¨¢lico, posso dizer que o bar?o est¨¢ ficando nervoso, ele ¨¦ empurrado pouco a pouco a pouco e tenta resistir, cortando minha asa, me empurrando de volta "Nunca pensei que poderia ser pressionado na minha pr¨®pria especialidade assim, magn¨ªfico, condessa¡± o bar?o diz enquanto era empurrado para a beirada da arena. Quando o bar?o estava a um metro de distancia da borda, um FINK no da arena interrompe meu empurr?o, mesmo comigo insistindo em empurrar, o bar?o n?o se move, como ele n?o est¨¢ mais me atacando, finalmente entendo o porque, ele espetou sua espada larga no ch?o e est¨¢ usando com ancora para eu n?o mov¨º-lo, como vou tir¨¢-lo agora? e como o Bar?o vai me atacar agora ? "Estamos em um impasse", eu disse olhando para seu rosto coberto por um elmo por cima do escudo. ¡°Parece que sim¡± ele responde, como est¨¢ usando todo o seu corpo para segurar o escudo, consigo ver apenas o topo do seu capacete. Uma ideia surgia na cabe?a, n?o estou usando meu corpo com efici¨ºncia, olhando para minha cauda de quase 6m atr¨¢s de mim, o quanto eu posso aproveit¨¢-la?, feito os testes de complexidade muscular nesse tempo, fa?o a cauda ir pelo lado do bar?o e dar voltas em sua canela, o bar?o percebeu isso, eu estava fazendo com cuidado, pegando um aperto firme que n?o solte depois. ¡°Aiai, ¨¦ nesse momento que eu questiono porque n¨®s humanos n?o temos rabo, ¨¦ uma coisa t?o ¨²til" diz o bar?o com um pouco de tristeza. Depois de conseguir um aperto firme, puxo sua canela com todo a for?a que posso reunir, o que me d¨®i, j¨¢ que nunca usei tanto os m¨²sculos do meu cox, foi uma rea??o muscular direto da espinha, desconfort¨¢vel, mas puxei sua perna o suficiente para sair de tr¨¢s do escudo, antes que ele puxa sua perna de volta, coloco minha perna no caminho, agora eu invadi sua defesa, a ¨²nica maneira de sair ¨¦ indo para tr¨¢s, o que ele n?o pode arriscar j¨¢ que ¨¦ muito perto da borda, colocando mais da minha perna entre as dele pouco a pouco, finalmente invadir sua forma??o, nesse ponto, o bar?o sabe que n?o pode continuar assim, estou perto demais, e posso atac¨¢-lo com minhas garras, ele puxa sua espada para me atacar e ganhar distancia, estava esperando isso, ele me acerta, mas eu o empurrei, fazendo-o cair da arena com um baque pesado. Urgh, essa deve ter do¨ªdo um pouco, tirando a espada que est¨¢ meio enterrada na minha lateral, invoco [Halo da Salva??o] fechando calmamente a ferida. ¨¦ o sangramento que vai me matar, n?o os cortes. ¡°O vencedor ¨¦ a condessa de fronteira, Ariel Nihara!¡± o juiz declara.