《Soturno - [PT-BR]》 Prè´¸logo ''''O que ¨¦ sentir sua pr¨®pria tristeza e solid?o?'''' Me perguntaram, nunca ouviram minha resposta sobre isso. Engulo minha melancolia e um sentimento de vazio entra em mim.Stolen from its rightful place, this narrative is not meant to be on Amazon; report any sightings. ''''Estas ¨²ltimas palavras que saem da minha boca s?o soltas ao vento onde ningu¨ºm pode escut¨¢-las, fui solto pelo mundo e aqui neste penhasco que acabo com minha vida, apenas com um m¨ªsero e ¨²nico passo.'''' O som do vento bater entre as rochas ¨¦ ignorado no momento que um passo nas pedras ¨¦ escutado. Cap铆tulo I Um choro de beb¨º ¨¦ apresentado a uma casa humilde nos arredores da vila mais rica de Hadovik. A vila era muito bonita, haviam castelos grandiosos, bosques e florestas t?o belas quanto a ascens?o de uma f¨ºnix, por¨¦m, nem todo lugar calmo est¨¢ livre de tormentos. Neste dia nasce um caminho tortuoso, feito de pedras com musgos, algumas partes estavam quase que totalmente quebradas, ¨¢rvores escuras e secas tiravam a vis?o que tinha do c¨¦u, este caminho n?o era feito para ser seguido e sim evitado, entretanto, o destino fez que este caminho fosse trilhado por mais dolorido que fosse. ''''Querida, mais for?a, a cabe?a do beb¨º j¨¢ est¨¢ quase saindo.'''' Disse a Xam? para a m?e preocupada. E depois de um breve per¨ªodo a crian?a est¨¢ no colo de sua m?e, aconchegante e segura. Olhando para a xam?, a m?e pede para que ela d¨º nome ao seu filho. Pensativa e insegura ela resolve fazer um ritual para que os esp¨ªritos a guiassem. Pega seus pertences em sua pequena bolsa: um frasco, uma pequena tigela, p¨® de osso e algumas penas. Na mesa de madeira enquanto a xam? resmungava seu ritual, uma fuma?a branca saia da tigela e at¨¦ que o formato de um esp¨ªrito aparece e diz ''''Cynefin'''', neste momento o clima de Hadovik muda. Tanto a m?e quanto a xam? n?o perceberam que, o c¨¦u claro como a ¨¢gua mais cristalina que tinham visto durante suas vidas estava se escurecerendo.Reading on Amazon or a pirate site? This novel is from Royal Road. Support the author by reading it there. Nuvens negras agrupavam-se enquanto chovia e relampejava, o tempo havia mudado e a pr¨®pria escurid?o fazia-se presente em pessoa enquanto o c¨¦u chorava pela crian?a. Ventos fortes junto da ¨¢gua da chuva limpavam a sujeira e a poeira que a vila havia consigo. ''''Vou lhe chamar de Cynefin, uma palavras bastante usada antigamente em meu povo, e tamb¨¦m ¨¦ o que os esp¨ªritos clamam.'''' Diz a xam?, olhando firmemente para a crian?a e em seus olhos aparecem rapidamente sentimentos de tristeza, por¨¦m, a m?e descuidada acaba n?o vendo. ''''Cynefin? parece como felicidade e paz que eu sinto agora.'''' A m?e falava enquanto sorria para seu filho. Amamentado, o beb¨º que estava em seu ber?o olhando para a janela, jamais perceberia que do c¨¦u saia uma fuma?a negra e cinza que ia em dire??o a seus olhos. T?o r¨¢pida que nenhum mago sentiu ou ouviu o barulho que a tal estranha fuma?a produzira. Inscri??es em idiomas t?o antigos quanto o continente come?avam a aparecer na pupila da crian?a que, por sua vez, estava quieta, absurdamente quieta, como se um cad¨¢ver estivesse prestes a ser sepultado. O quarto n?o produzia barulho, era como se o pr¨®prio som n?o existisse naquele lugar. E no outro lado do continente nascia algo t?o estranho e sinistro, mostrando ser uma cria??o da pr¨®pria sombra l¨²gubre da morte. Tum Tum! Tum Tum! Tum Tum! Um cora??o negro come?ara a bater e por mais lento que seja seu batimento, um horror indescrit¨ªvel era sentido em quem estivesse pr¨®ximo da floresta, que localizava este ''''cora??o'''' e sua apari??o ao mundo era feita pela primeira vez. E tudo o que se ouvia era um batimento bizarro ecoando por toda a escurid?o... Cap铆tulo II Jamais pensaram em algo que pudessem obstruir a vida da m?e e do filho, mas nem sempre o destino ¨¦ justo. A m?e se chamava Zirael Borscht, entretanto por ter seu filho, um filho de um campon¨ºs, perdeu sua nobreza e sua casa tendo que viver por servi?os onde tivera de vender seu corpo para n?o deixar o filho morrer. Entristecida por n?o poder dar o melhor do melhor para sua crian?a e mais angustiada por ter que vender seu corpo. Ela parte para uma dura escolha que mudaria para sempre a vida de seu pequeno filho, nunca passaria em sua cabe?a o mal que traria para Cynefin. Dias, semanas, meses se passam... E em um dia Zirael se adoece e pede para que os esp¨ªritos a protejam, enquanto fazia seu pequeno ritual um homem alto com pe?as de pele chegava, um ca?ador b¨ºbado, aproximava da mulher dizendo ''''Ol¨¢ de novo Zirael... se eu n?o me engano voc¨º me deve umas coroas por causa do servi?o que me pediu.'''' Seu olhar era de pura lux¨²ria para ela. Seu rosto mostrava puro nojo, por¨¦m, de que adiantava? ''''N?o se preocupe Narak, eu vou te pagar as 15 coroas que eu te devo em uma semana.''''The genuine version of this novel can be found on another site. Support the author by reading it there. Narak furioso a pega pelos bra?os e diz: ''''Tem um jeito melhor que voc¨º pode me pagar sabe? Haha.'''' Na calada da noite em Hadovik, Narak acabara de estrupar a mulher indefesa. O brilho dos olhos de Zirael j¨¢ n?o era mais o mesmo, ela n?o era mais a mesma. ''''Eu n?o aguento mais isso, porqu¨º comigo? por qu¨º? por qu¨º? por qu¨º?'''' Resmungava Zirael. Uma semana se passou, Zirael mudou drasticamente, seu cabelo ruivo estava todo bagun?ado, seu corpo esbelto, magro como algu¨¦m que passou a vida inteira na fome, seu rosto e seus olhos, mortos como um cad¨¢ver. Passando por um orfanato na noite, ela deixa a crian?a em uma cesta com um papel escrito ''Cynefin''. ''''Filho, desculpa a mam?e, mas eu n?o consigo mais viver desse jeito.'''' Dizia Zirael, angustiada enquanto em seu rosto p¨¢lido,l¨¢grimas e l¨¢grimas escorriam. Ela volta e olha para o c¨¦u estrelado em uma bela noite de lua cheia andando sem rumo. Narak por lembrar do que tinha feito, persegue a mo?a at¨¦ um lugar totalmente escuro, pega sua adaga e corta a garganta dela. Esfaqueia seu cora??o e a joga num canteiro, deixando-a para sangrar at¨¦ morrer. Seu rosto mostrava remorso que depois de um breve tempo se tornou frio. Enquanto isso o sangue vivido jorrava pelas paredes enquanto tentava falar algo, saia ainda mais sangue da boca e do pesco?o, l¨¢grimas desciam de seus olhos, suas m?os pintavam ainda mais as paredes at¨¦ que em uma ¨²ltima tentativa f¨²til de se levantar, acabara morrendo sem for?as e de forma lenta e agonizante, seu sangue formava uma po?a em seu corpo e sua express?o facial era de extrema tristeza... Cap铆tulo III ''''CYNEFIN VENHA LOGO AQUI!'''' Um berro ¨¦ escutado de longe. ''''Calma Senhora Freira, estou indo.'''' Disse andando calmamente enquanto descia a escada para chegar em uma sala mais reclusa. Uma mulher velha usando um h¨¢bito por mais estranho que essa palavra fosse era sua vestimenta, ent?o ela aparece no momento que eu chego perto da porta, me pega pelo bra?o sem me machucar e me conduz para dentro da sala. Havia mais duas freiras na sala, todas sorrindo para mim enquanto a Senhora Freira me coloca em uma esp¨¦cie de mesa novamente. Digo como um inocente ''''V?o colocar aquele liquido que queima de novo em mim?''''. As outras respondem ''''Sim, a gente ainda n?o terminou a sua terapia meu anjo. Temos que cuidar de seu corpo querido.'''' Por fora meu rosto mostrava um sorriso inocente mas por dentro eu me sentia enojado, como se eu n?o soubesse que elas sempre me torturavam. Elas pensam que eu n?o sei de nada, o que elas eram. Enquanto elas me amarravam, fiquei deitado esperando elas terminarem o servi?o por¨¦m, nunca soube para que servia a tal seringa aben?oada que era assim que as pessoas chamavam. No momento que o liquido corria em meu corpo, senti uma queima??o horr¨ªvel no meu cora??o junto da minha cabe?a, cada suor frio que sa¨ªa de meu corpo era como se uma faca quente estivesse sendo enfincada em mim.If you encounter this narrative on Amazon, note that it''s taken without the author''s consent. Report it. ''''Aguente querido, j¨¢ vai terminar.'''' Diziam as freiras, enquanto as vozes delas iam diminuindo com o tempo e eu ia me relembrando de como descobri a verdade sobre elas. ... ... ... Precisava ir ao banheiro que era na parte de fora do orfanato, no momento que eu sai vi em uma pequena fresta,luzes vermelhas saindo dela, cheguei mais perto e dava em uma caverna profunda com galhos e ra¨ªzes por todo lugar. No fundo dessa caverna um grande caldeir?o estava posicionado no meio, o ch?o estava coberto por um liquido vermelho, n?o sabia o que era at¨¦ que as tr¨ºs freiras saiam de um buraco que havia na parede gritando. ''''COMIDA FINALMENTE'''' Eu n?o sei como eu n?o gritei de susto (parecia que eu n?o precisava tem¨º-las), e n?o tinha entendido direito o por que, por¨¦m, at¨¦ que nos bra?os de uma freira uma crian?a ainda viva e ela era Juliet minha melhor amiga. Em uma pedra polida colocaram ela l¨¢ dormindo, at¨¦ que uma das freiras pega um fac?o e corta a perna dela, jorrava muito sangue e Juliet gritava de dor, entretando, o rosto da freira mostrava puro ¨ºxtase e partia para a pr¨®xima perna, e em um movimento r¨¢pido e preciso a pr¨®xima perna ¨¦ cortada e mais sangue escorria para o ch?o. De novo e de novo para os dois bra?os, berros saiam da Juliet, a freira pegou uma tesoura estranha e cortou meio a meio o corpo, retirando os ¨®rg?os dela e eu conseguia ver o cora??o dela batendo. Deixaram ela para sofrer da forma mais brutal poss¨ªvel. Eu n?o conseguia mais olhar para aquilo mas pelos sons que saia da caverna, o que parece a freira voltou e cortou a cabe?a para enfiar no caldeir?o. Sons de mastiga??o era escutado e devagar eu ia me afastando da fresta sem fazer o menor barulho, depois de chegar a uma distancia consider¨¢vel. Sa¨ª correndo dali e fui para um pequeno arbusto, vomitei enquanto chorava quietamente para n?o trazer barulhos para perto de mim. Rapidamente me limpei em um balde de ¨¢gua pr¨®ximo e voltei para meu quarto dormir... Cap铆tulo IV Gritos, sussurros, vozes, sons, um medo da pr¨®pria escurid?o... Arrepios de medo me afrontam, n?o sei o porque que estou sentindo isso... ¨¦ como se o mal tivesse me visitado enquanto eu n?o sabia. Tento abrir meus olhos mais n?o consigo, come?o a me desesperar e ent?o tudo fica quieto, o sil¨ºncio me apavora at¨¦ que, escuto uma voz masculina por¨¦m suave falando comigo. ''''Envolta da escurid?o, Eis seu manto formoso e sombrio, Nem mesmo as palavras podem descreve-lo. O sil¨ºncio ¨¦ sua arma, sua aura negra ¨¦ seu escudo E o medo de seus inimigos ¨¦ seu deleite... HAHAHA! HAHAHAHA!! HAHAHAHAHA!!!'''' A voz sumiu repentinamente enquanto eu ia acordando e me deparando com a pequena sala. Eu sentia que algo estava errado, n?o havia ningu¨¦m e ent?o fui me levantar e sair da mesa, enquanto eu passava pelo espelho eu vi minha sombra, por um breve segundo achei q ela estivesse me observando, por¨¦m, logo o sentimento de ser observado foi embora no momento que eu abri a porta para sair daquele local.Stolen story; please report. Eu n?o sei se era coisa da minha cabe?a mas, o mundo parecia perder sua cor, sua felicidade, sua vida, entretanto, continuei andando como se nada tivesse acontecido para o p¨¢tio do orfanato. At¨¦ que eu encontrei algu¨¦m, era uma jovem e eu acabei n?o lembrando seu nome por¨¦m, no momento que ela olhou para meus olhos eu pude sentir ela ter um medo profundo de mim. Algo indescrit¨ªvel formou no rosto dela e ao tentar dizer algo sofria para terminar ''''O-o-o-ol¨¢ Cyne-fi-fin.'''' Respondi naturalmente ''''Ol¨¢, voc¨º pode me dizer qual ¨¦ seu nome?'''' Ela ao ouvir minha pergunta se acalava ainda mais e corria de forma brusca para a sala principal. Ignorei ela mesmo achando tudo aquilo estranho e fui continuar meu caminho, chegando l¨¢ me deparo com as freiras dando ''''aulas'''' para as outras ¨®rf?s. Vendo o que era, pelo jeito dif¨ªcil que as crian?as pronunciavam, era sobre ler e falar. Como eu n?o tinha nada para fazer fui para um banquinho perto de uma ¨¢rvore, me sentei ali e fiquei olhando e olhando at¨¦ chegar na hora para dormir que era at¨¦ que bem cedo. Por¨¦m, ningu¨¦m me disse que algo estava mudando em mim naquele momento, nem mesmo eu poderia imaginar tal coisa... Cap铆tulo V Ao acordar para mais um dia chato, trocar de roupa, tomar um banho, limpar os dentes e depois nada de interessante para fazer. Os outros me isolavam s¨® por causa que eu vivia ao lado das freiras s¨® que eu tamb¨¦m n?o fazia quest?o de me aproximar dos outros mesmo. As crian?as do orfanato na maioria das vezes me chamavam de louco, por¨¦m, eu nunca entendi o porque. Eles n?o sabem de nada, marionetes quebradas, sempre procuro entender ao m¨¢ximo o que est¨¢ acontecendo e as pessoas simplesmente ignoram esse fato ou acham estranho o jeito que eu fa?o para guard¨¢-los em minha mente... Algumas vezes coisas aparecem repentinamente em minha vis?o, uma vez eu tinha perguntado para um colega de quarto se ele tinha visto aquilo ''''Ei Tom, voc¨º viu aquela sombra andando ali?'''' Ele por sua vez, s¨® disse isso ''''N?o tem nada ali... (dizendo baixinho) seu doido.''''The tale has been taken without authorization; if you see it on Amazon, report the incident. Descobrindo que pelo visto, s¨® eu conseguia enxergar aquelas coisas, que pareciam como fantasmas por¨¦m, eram muito feios, uns n?o tinham olhos e sua pele parecia como cascalho, sua boca enorme e com dentes afiadissimos. Eu j¨¢ vi tamb¨¦m aqueles que se rastejavam, esses dai eram enormes e muito r¨¢pidos, nunca consegui ver direito como eles eram, s¨® sabia que havia mais do que 2 bra?os e duas pernas. Ah, n?o posso esquecer daquelas coisas chatinhas, pareciam pequenas fuma?as negras correndo por todo lugar. E mais estranho que tudo isso fosse, eu me sentia ligado ¨¤ eles. As criaturas pareciam responder a meu chamado mas deixando uma distancia segura entre uns aos outros. At¨¦ que a guerra chegou em nossa vila perto do meu d¨¦cimo segundo inverno, n?o sabia quem lutava contra quem. Mas uma coisa ¨¦ certa, elas me libertaram, me tiraram daquele torturante orfanato. Eu at¨¦ posso te dizer sabe? mas promete que voc¨º n?o vai contar para ningu¨¦m? Hehehehe... Cap铆tulo VI Come?ou relativamente simples, os ataquem vieram por um dos port?es de Hadovik. Um ataque m¨¢gico a¨¦reo, n?o sei bem explicar como realmente de fato tudo aconteceu por¨¦m, uma coisa havia mudado, n?o existia mais uma vila e sim pessoas correndo para salvar suas vidas. Pessoas correndo desesperadamente e enquanto elas corriam, eu vi uma crian?a cair e acabar morrendo pisoteada ao meio de tanta gente fugindo, cada pessoa segurava um pouco de pertences enquanto se trombavam. Eu fiquei apenas observando eles chegarem e come?ar a perseguir cada um que corria, um encantamento ali P¨¢ algu¨¦m explodia, outro encantamento ali e P¨¢ novamente algu¨¦m se quebrava aos peda?os. Quando eu sa¨ª do orfanato fui por um caminho tortuoso, meio dif¨ªcil de seguir e quando eu cheguei perto de uma das janelas da casa eu escutava algo. ''''Pelo amor de Deus N?o!'''' Uma voz masculina suplicava enquanto gemidos e barulhos na cama eram feitos. Estavam abusando de uma mulher enquanto seu marido observava e em um ataque de f¨²ria o homem parecia ir para cima de seus abusadores e ent?o, eu escuto um encantamento e BOOM! uma pequena explos?o ¨¦ feita e eu ouvia a voz feminina chorando.This text was taken from Royal Road. Help the author by reading the original version there. Sai dali logo para n?o me pegarem tamb¨¦m, fui passando sempre pelas beiradas tentando chegar a meu destino incerto, nunca sa¨ª do orfanato ent?o n?o conhecia a vila. Eu conseguia ver uma enorme fuma?a se fazendo presente por causa das chamas que incendiavam as casas. Eu nunca me achei ''frio'' mas, eu aben?oo quem me deu esse dom porque me salvou em muitas coisas, mesmo perdendo algo no processo. O dia ia escurecendo e eu ia tomando cada vez mais cuidado para aqueles homens n?o me pegarem, em um momento tive que me jogar em um buraco com v¨¢rios cad¨¢veres para n?o desconfiarem de algo. A fome come?ava a bater e eu ia me segurando porque n?o tinha nada para comer, at¨¦ que no meio da noite a fome me torturava de um jeito que meu estomago do¨ªa. Entrei dentro de uma casa, procurando algo para comer e n?o havia nada, fui para a pr¨®xima e novamente sem sucesso, fui indo, fui indo e indo e indo e indo e indo e indo e indo e indo e indo e indo e indo e indo. N?o aguentava mais andar e nisso a escurid?o veio me abra?ando e eu n?o lembrava de mais nada... Cap铆tulo VII Cada palpitar que o cora??o dava roubava a energia de todas as coisas que haviam ao seu redor e ent?o uma explos?o que tremeu o continente inteiro deu o surgimento de uma terra vazia. O ar era pesado, a vis?o que as pessoas tinham deste lugar era da verdadeira defini??o de sem algo sem vida, n?o havia ventos, quase sem ¨¢rvores e as poucas que tinham eram totalmente secas e deformadas, o ch?o era de uma cor estranha que apelidaram de Regalia, mas parecia com violeta s¨® que muito mais escuro. As pessoas que chegavam perto da fonte de tudo isso nunca mais voltava vivo para contar para os outros e logo o lugar foi chamado de Terra Corrompida, os mais romanticos a chamavam de Crep¨²sculo da Regalia. Meses iam se passando e o cora??o ia modificando tudo o que ''tocava'', o lugar tinha sua pr¨®pria atmosfera agora, uma nevoa n?o muito espessa estava em tudo e as poucas ¨¢rvores que havia, viraram uma floresta e o ch?o ficava ainda mais escuro. Monstros nunca antes visto come?aram a aparecer, sombras, uma ¨¢gua negra que parecia um abismo s¨® de olhar de t?o escura que era. Tendo tamb¨¦m uma magia negra rodeando em toda a ¨¢rea que o cora??o corrompeu, fazendo assim v¨¢rios bruxos e bruxas especializados em tais pr¨¢ticas, quererem fazer seu abrigo neste local, junto de assassinos e fugutivos dos mais variados tipos e locais.Enjoying this book? Seek out the original to ensure the author gets credit. E logo um conselho foi criado para controlar a situa??o por debaixo dos panos, os mestres em magias e os gr?o-mestres nas lutas corpo a corpo e de longa distancia logo mostraram que era uma ¨¢rea extremamente perigosa at¨¦ para os mercen¨¢rios mais experientes e classificaram como Risco Iminente. O conselho era feito por nove mestres e cinco gr?o-mestres e dentre os catorze que estavam tinha tr¨ºs elfos, um elfo negro, um an?o, um desperto, um vampiro e os outros sete eram humanos. Entretanto, ningu¨¦m sabia o que era ou o que estava fazendo mudan?as dr¨¢sticas no continente, afetando quase tudo ou sen?o todas as formas de vida existente sendo elas racionais ou n?o. Uma ironia que o destino conspirava, por causa de um m¨ªsero garoto, que tudo isso acontecia... Cap铆tulo VIII Tum Tum ! Tum Tum ! Tum Tum ! ''''Ugh'''' ... ''''Onde eu estou?'''' Come?o a olhar em minha volta e vejo um lugar estranho, ¨¢rvores secas e esse clima escuro junto dessa neblina. Procuro um lugar para sair mas, est¨¢ tudo bloqueado por ¨¢rvores e arbustos e tem uma tipo de uma escadaria... ''''Mas que merda! n?o consigo ver quase nada nessa escurid?o'''' Cada passo que eu dou, um eco ¨¦ reproduzido toda vez. Eu fico perto da parede para ter uma sustenta??o e ent?o eu olho para tr¨¢s e vejo aquela pequena luz de fora e do nada a passagem para fora se fecha, me deixando na completa escurid?o.If you encounter this narrative on Amazon, note that it''s taken without the author''s consent. Report it. ''''Horas e horas descendo essa escada e nada'''' ... ''''haha...'''' N?o sei o que est¨¢ acontecendo, mas essa escurid?o est¨¢ me deixando paranoico, eu estou escutando passos e barulhos atr¨¢s de mim. CLAP! ''''HUH!?'''' Rapidamente eu come?o a olhar para tr¨¢s, tentando enxergar o que poderia ser isso. ... ''''Por que isso n?o tem fim?'''' CLAP! CLAP! Toda vez que eu escuto esse som eu tento descer cada vez mais r¨¢pido para ver se eu fico longe disso. ''''Que droga, t? com muito medo...'''' ... hihihihihi! ''''...huh?'''' Meu cora??o dispara do nada, tento fazer o menor barulho poss¨ªvel enquanto come?o a suar frio. ... ... ... ... ''''Uma tocha, luz finalmente'''' Quase que choro por conseguir ver novamente. '''' Eu n?o recomendaria voc¨º chegar perto da luz.'''' Uma voz fria e sanguin¨¢ria me diz impaciente. Eu sinto um medo de n?o ser capaz de me mexer e ent?o tudo fica escuro...